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IMC avança na transformação digital com a implantação do sistema Tasy

O Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) concluiu neste fim de semana a virada de seu sistema de gestão hospitalar, marcando um passo relevante em sua jornada de transformação digital com a implantação do sistema Tasy, da Philips, uma das plataformas mais completas e reconhecidas do mercado de saúde. Embora o IMC se beneficie de uma base tecnológica e metodológica já consolidada em outro hospital do Grupo Austa, esta implantação representa um novo projeto, cuidadosamente planejado e executado considerando as especificidades operacionais, assistenciais e regulatórias da unidade. Não se trata de uma simples replicação, mas da aplicação de um modelo maduro, já testado, agora adaptado à realidade do IMC. O Tasy integra, em um único ecossistema digital, informações clínicas, assistenciais, administrativas e financeiras, permitindo maior eficiência operacional, padronização de processos, rastreabilidade de dados e suporte à tomada de decisão em tempo real, sempre com foco na segurança do paciente e na sustentabilidade da instituição. “Trabalhar com uma base já validada nos deu velocidade e segurança, mas o sucesso da implantação está diretamente ligado ao cuidado na adaptação dos processos, à qualidade da parametrização e, principalmente, ao engajamento das pessoas. Tecnologia só funciona quando vem acompanhada de método e gente preparada”, destaca Filipe Carmo, Diretor de Tecnologia do Grupo Austa. Após a fase de parametrizações específicas do hospital, foi realizado um período intensivo de capacitação, com treinamento e certificação de usuários-chave de todos os setores. A virada de sistema ocorreu de forma simultânea para toda a instituição, em um processo coordenado e amplamente assistido por lideranças e especialistas de tecnologia e negócio do próprio Grupo. Para Camila Moura, Gerente de Negócios do Hospital IMC, a implantação vai além da modernização tecnológica. “Essa transformação impacta diretamente a forma como cuidamos dos pacientes, organizamos nossos fluxos e preparamos o hospital para os desafios futuros. É um investimento em qualidade assistencial, gestão e pessoas”. A implantação do Tasy no IMC reforça o compromisso do Grupo Austa com inovação, excelência assistencial e evolução contínua, consolidando um modelo de gestão hospitalar baseado em planejamento, decisões estratégicas bem definidas e, acima de tudo, no protagonismo das pessoas que fazem a operação acontecer.

Austa Clínicas fortalece atuação junto a grandes usinas ao cuidar de mais de 700 colaboradores durante a SIPAT do Grupo Cerradão

A atuação próxima e personalizada na gestão da saúde corporativa tem sido um dos pilares do novo modelo assistencial da Austa Clínicas junto a grandes empresas do agronegócio e do setor sucroenergético. Um exemplo recente dessa estratégia foi a participação da operadora na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) do Grupo Cerradão, maior produtor de açúcar, etanol e energia de Minas Gerais. Durante o evento, mais de 700 colaboradores passaram por atendimentos e avaliações realizadas por profissionais da Austa Clínicas, que ofereceram aferição de sinais vitais, testes de glicemia capilar, ausculta cardíaca e pulmonar, além de orientações médicas e esclarecimentos sobre saúde e prevenção. A ação integrou um conjunto de iniciativas contínuas desenvolvidas pela operadora junto à Cerradão, que hoje atende cerca de 1.650 colaboradores e dependentes, totalizando aproximadamente 3.000 beneficiários. A presença frequente dos profissionais da Austa Clínicas no ambiente corporativo vai além de eventos pontuais. O modelo adotado pela operadora prioriza o acompanhamento contínuo, a proximidade com os colaboradores e a agilidade na resolução de demandas assistenciais, especialmente em situações que exigem resposta rápida. Foi o que vivenciou o operador de caldeira Nicolas Luiz da Silva, colaborador da área industrial da Cerradão. Ao perceber que sua filha de 11 anos apresentava dificuldades de visão, ele buscou atendimento pela operadora. A consulta foi rapidamente agendada, resultando no diagnóstico de uma infecção ocular e início imediato do tratamento. “Fiquei muito apreensivo com a situação, mas a equipe foi extremamente rápida e atenciosa. Saber que temos esse suporte traz mais tranquilidade para trabalhar e viver melhor”, relata Nicolas. Atendimento personalizado Segundo Leonardo Almeida, gerente de Gente e Gestão do Grupo Cerradão, a parceria com a Austa Clínicas tem se destacado pelo atendimento personalizado e pela capacidade de resposta. “Os profissionais da Austa Clínicas dão bastante atenção para nossos colaboradores, tendo flexibilidade para resolver os casos com senso de urgência necessário, o que é muito importante”, afirma Leonardo. A atuação integrada também tem impacto direto na conscientização dos colaboradores sobre o cuidado com a própria saúde. Para João Antonio Piccini, coordenador de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) da Cerradão, a presença da operadora contribui para um dos principais objetivos das ações internas. “A participação da Austa Clínicas tem sido essencial para sensibilizar nossos colaboradores sobre a importância da prevenção e do acompanhamento regular, não só para eles, mas também para seus familiares”, destaca Piccini. Um plano pensado para a realidade do agro O modelo de atuação adotado junto ao Grupo Cerradão reflete a filosofia que norteou o desenvolvimento do novo plano corporativo da operadora, estruturado a partir de estudos aprofundados sobre as características e desafios do agronegócio. “Nossa proposta envolve personalização e previsibilidade financeira. Consideramos o perfil e a realidade de cada empresa para estruturar soluções adequadas à sua operação, o que é fundamental para a gestão do negócio”, explica Rafael Chanes, diretor executivo da Austa Clínicas. Para garantir atendimento ágil e resolutivo, a operadora disponibiliza uma rede assistencial completa nas regiões onde o grupo atua. Em Frutal, os beneficiários contam com atendimento no Hospital São José e no Espaço Saúde Austa, que reúne diversas especialidades médicas, exames cardiológicos, coleta laboratorial e pronto atendimento 24 horas. Em Barretos, o Hospital São Jorge complementa a rede. Já para casos de média e alta complexidade, os beneficiários têm acesso à rede credenciada e, em São José do Rio Preto, ao Hospital de Base e ao Hospital da Criança e Maternidade. Plano NossaTerra atende à complexidade do agro e do setor sucroenergético Desenvolvido para grandes grupos do agronegócio e do setor sucroenergético, o plano NossaTerra foi estruturado para responder às particularidades de empresas com operações industriais e rurais, equipes numerosas e desafios específicos na gestão da saúde corporativa. Entre os diferenciais do modelo estão a customização da rede assistencial, o controle de custos com previsibilidade orçamentária e a capacidade de implantação ágil de serviços em regiões onde outros modelos de assistência não atuam, reduzindo deslocamentos, afastamentos e impactos na produtividade. O plano também contempla protocolos clínicos adaptados à realidade da agroindústria, programas preventivos alinhados à sazonalidade da safra e ações direcionadas à prevenção de doenças ocupacionais, especialmente osteomusculares e auditivas. A estratégia é complementada por telemedicina, unidades móveis, postos avançados nas plantas industriais e programas estruturados de promoção da saúde. Com essa abordagem, a Austa Clínicas consolida o NossaTerra como uma solução estratégica de gestão de pessoas e sustentabilidade operacional, reforçando seu posicionamento junto a grandes empresas do agro que buscam eficiência, cuidado com seus colaboradores e visão de longo prazo.

Pneumologista do IMC desenvolve ‘Protocolo Respire Liberdade’, que oferece apoio médico estruturado para quem quer parar de fumar

Parar de fumar está entre os maiores desafios de saúde pública no Brasil. Mesmo com ampla divulgação dos malefícios do cigarro, cerca de 12% da população adulta ainda fuma, o que representa aproximadamente 20 milhões de pessoas no país. Para muitos fumantes, abandonar o hábito é difícil e as tentativas sem apoio profissional frequentemente resultam em recaídas. Para a pneumologista Dra. Bruna Cortez, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), essa dificuldade tem uma explicação clara. “O tabagismo não é apenas um hábito. Ele cria uma dependência que envolve o corpo, as emoções e os comportamentos do dia a dia. Por isso, não se trata de falta de força de vontade, mas de uma condição que precisa ser tratada de forma estruturada”, explica. Segundo a médica, a nicotina age rapidamente no cérebro e gera uma necessidade física real. Quando o consumo é interrompido, surgem sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia e compulsão. Além disso, o cigarro passa a se associar a situações cotidianas, como o café, o estresse ou momentos de socialização. “Existe ainda o ritual do fumar, que se incorpora à rotina e reforça o vício ao longo do tempo”, completa. É a partir dessa compreensão que a Dra. Bruna Cortez, pneumologista do IMC, desenvolveu o Protocolo Respire Liberdade, um método estruturado e personalizado que oferece acompanhamento médico contínuo para aumentar as chances de sucesso na cessação do tabagismo. “O protocolo funciona como uma jornada. Eu acompanho o paciente desde a avaliação inicial até a fase de manutenção, oferecendo suporte em todas as etapas”, afirma a Dra. Bruna. A primeira consulta inclui uma avaliação clínica detalhada, que considera o grau de dependência, o perfil comportamental e os principais gatilhos associados ao hábito de fumar. Com base nesse diagnóstico, é definido um plano individualizado, que pode combinar medicação específica, aconselhamento comportamental e laserterapia de baixa potência. “A medicação ajuda a reduzir os sintomas físicos da abstinência, enquanto o acompanhamento trabalha as mudanças de comportamento e a relação emocional com o cigarro”, explica. A laserterapia atua como um apoio adicional ao estimular a liberação natural de neurotransmissores ligados ao bem-estar, ajudando a reduzir ansiedade, irritabilidade e o desejo intenso pelo cigarro.“Ela contribui para tornar o processo mais confortável e aumenta a adesão ao tratamento”, destaca a médica. Outro pilar do Protocolo Respire Liberdade é o acompanhamento próximo ao longo de todo o processo, inclusive após a interrupção do cigarro.“Parar de fumar não é um evento isolado, é um processo. O suporte contínuo permite intervir precocemente, ajustar  estratégias e prevenir recaídas”, afirma a Dra. Bruna. Buscar ajuda profissional é um passo fundamental para quem deseja parar de fumar. Com o Protocolo Respire Liberdade, o tratamento deixa de ser uma tentativa solitária e passa a ser um processo estruturado, humano e baseado em evidências, com foco em resultados duradouros e mais qualidade de vida. Como participar do Protocolo Respire Liberdade O Protocolo Respire Liberdade é um projeto idealizado pela Dra. Bruna Cortez, pneumologista do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), e oferece apoio profissional e acompanhamento especializado para ajudar pacientes a vencer o tabagismo com mais segurança, confiança e chances reais de sucesso. Informações e agendamentos: (17) 99252-0707

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