Alimentação saudável no fim de ano: nutróloga da Austa Clínicas orienta que o equilíbrio é a chave para aproveitar as festas com mais saúde - Blog Austa

23/12/2025

Alimentação saudável no fim de ano: nutróloga da Austa Clínicas orienta que o equilíbrio é a chave para aproveitar as festas com mais saúde

As festas de fim de ano são tradicionalmente marcadas por encontros, celebrações e mesas fartas. Ceias, confraternizações e eventos sociais costumam vir acompanhados de um aumento no consumo de alimentos ricos em gorduras, açúcares e bebidas alcoólicas. Embora esse cenário faça parte da cultura desse período, os excessos repetidos podem trazer impactos importantes para a saúde, especialmente quando não há atenção aos limites do próprio corpo.

Segundo a Dra. Marcela Mascaro Fachini, Nutróloga da Austa Clínicas, o efeito vai muito além do ganho de peso. “Durante as festas, esse excesso pode causar mais do que alguns quilos a mais. O corpo pode ficar mais inflamado, o fígado trabalha em sobrecarga, o inchaço aumenta e o controle do açúcar no sangue fica prejudicado”, explica. Ela destaca ainda que muitas pessoas relatam piora do sono e aumento do cansaço nos dias seguintes às comemorações.

Para quem já possui predisposição genética ou alterações metabólicas, como resistência à insulina ou dislipidemias, esses efeitos tendem a ser ainda mais evidentes. “Por isso, o cuidado vai além da estética: é uma questão de saúde e bem-estar”, reforça a médica.

Emoções, rotina intensa e escolhas alimentares

O fim de ano também é um período de maior carga emocional e mudanças na rotina, fatores que influenciam diretamente a relação com a alimentação. A combinação entre ansiedade, compromissos e longos períodos em jejum ao longo do dia pode favorecer exageros nas refeições noturnas.

De acordo com a Dra. Marcela, algumas atitudes simples ajudam a reduzir esse risco. “Não passar o dia inteiro sem comer, manter boas fontes de proteína nas refeições e beber água ao longo do dia ajudam a evitar exageros à noite”, orienta. Dormir bem e fazer as refeições com mais atenção, sem pressa, também contribuem para um melhor controle da fome e da ansiedade.

“Quando o corpo está mais equilibrado, a ansiedade diminui e fica mais fácil fazer boas escolhas, mesmo em momentos de confraternização”, acrescenta.

Estratégia no prato faz diferença

Manter uma alimentação saudável durante as festas não significa abrir mão dos pratos tradicionais. O segredo está na forma como eles são consumidos. A orientação, segundo a especialista, é pensar em equilíbrio e estratégia.

“Não é preciso cortar tudo. O ideal é montar o prato com estratégia: começar pelas proteínas, incluir legumes ou saladas e deixar os pratos mais calóricos em porções menores”, explica a Dra. Marcela. Comer com calma, saborear os alimentos e evitar repetir várias vezes são atitudes que ajudam a reduzir o impacto dos excessos.

Ela ressalta que o problema, na maioria das vezes, não está em uma refeição específica. “O problema não é comer o prato típico, e sim exagerar na quantidade e na frequência ao longo de vários dias seguidos”, alerta.

Atenção ao consumo de álcool

Outro ponto que merece atenção no fim de ano é o consumo de bebidas alcoólicas, que tende a aumentar nesse período. O excesso pode contribuir para desidratação, inchaço, sobrecarga hepática e sensação de mal-estar no dia seguinte.

“O principal cuidado é a moderação”, afirma a nutróloga da Austa Clínicas. Entre as recomendações estão intercalar o consumo de álcool com água, evitar beber de estômago vazio e respeitar os próprios limites. “Cada pessoa reage de um jeito ao álcool, então respeitar os próprios limites é essencial”, completa.

Prevenção como aliada da qualidade de vida

Para a Austa Clínicas, a promoção da saúde passa pela informação e pela prevenção, especialmente em períodos mais desafiadores para a rotina alimentar. Pequenas escolhas feitas de forma consciente ajudam a reduzir riscos e permitem que as festas sejam aproveitadas com mais disposição e bem-estar.

Adotar uma postura equilibrada, sem radicalismos, é um passo importante para começar o novo ano cuidando do que mais importa: a saúde.

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18 de junho

Câncer de rim pode não apresentar sintomas no início, alerta urologista do Austa Hospital

O Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Rim, celebrado em 18 de junho, chama a atenção para uma doença que costuma evoluir de forma silenciosa e, por isso, ainda é diagnosticada tardiamente em muitos casos. A data tem como objetivo alertar a população sobre os fatores de risco, os sinais de alerta e, principalmente, a importância do diagnóstico precoce da neoplasia renal, condição que pode ter altas taxas de cura quando identificada em estágios iniciais. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e de entidades como a Sociedade Brasileira de Urologia e a Sociedade Paulista de Urologia, o câncer de rim responde por cerca de 2% a 3% de todos os tumores malignos no país, com estimativa de mais de 12 mil novos casos por ano no Brasil. A doença é mais frequente em homens, especialmente a partir dos 50 anos, e está associada a fatores como tabagismo, obesidade, hipertensão arterial, histórico familiar e doença renal crônica. Segundo o urologista Fábio Simão, do Austa Hospital, o maior desafio é justamente o fato de o tumor não apresentar sintomas no início. “Na maioria das vezes, eles não se manifestam. Muitos diagnósticos acontecem de forma incidental, quando o paciente realiza exames de imagem por outros motivos”, explica. Quando presentes, os sinais podem incluir sangue na urina, dor lombar persistente, perda de peso sem causa aparente, febre recorrente e sensação de massa abdominal, manifestações que exigem investigação médica imediata. O diagnóstico é feito principalmente por exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética, que permitem identificar lesões renais suspeitas. Em situações específicas, pode ser indicada a biópsia para confirmação diagnóstica. A avaliação precoce é decisiva para a definição da melhor estratégia terapêutica e para a preservação da função renal. O tratamento do câncer de rim depende do estágio da doença, mas a cirurgia continua sendo a principal abordagem nos casos localizados. “A cirurgia é o tratamento de escolha quando o tumor está restrito ao rim. Sempre que possível, optamos pela nefrectomia parcial, que remove apenas o tumor e preserva o restante do órgão, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente”, afirma Dr. Fábio Simão. Atualmente, técnicas minimamente invasivas, como a cirurgia laparoscópica e a cirurgia robótica, permitem procedimentos mais seguros, com menor tempo de internação e recuperação mais rápida. Em casos avançados, o tratamento pode incluir terapias sistêmicas, como imunoterapia e medicamentos alvo, de acordo com protocolos definidos por sociedades médicas. Para o especialista, o Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Rim reforça uma mensagem essencial à população: atenção aos fatores de risco, acompanhamento médico regular e valorização dos exames preventivos. “Quando diagnosticado precocemente, o câncer de rim pode ter índices de cura superiores a 90%. Informação e vigilância são as principais aliadas para mudar o cenário da doença no Brasil”, conclui.

03 de junho

IMC amplia atendimento especializado com serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial

Dor na mandíbula, estalos ao abrir a boca, dores de cabeça frequentes, zumbido no ouvido e dificuldades para mastigar podem parecer problemas isolados, mas muitas vezes têm uma mesma origem. Pensando em oferecer um atendimento cada vez mais completo e especializado, o IMC passa a contar com o serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, ampliando o acesso da população a diagnósticos precisos e tratamentos avançados para condições que afetam a face, a mandíbula e a articulação temporomandibular (ATM). A especialidade atua no diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico de diversas alterações que impactam diretamente funções essenciais do dia a dia, como mastigação, fala, respiração e qualidade do sono. Entre as principais condições atendidas estão as disfunções da ATM, o bruxismo, as dores faciais e as deformidades dos maxilares. O atendimento será realizado pelo Dr. Israel Vicente, especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, que passa a integrar o corpo clínico do IMC trazendo expertise em uma área que vem ganhando cada vez mais relevância devido ao aumento de queixas relacionadas ao estresse, à ansiedade e aos distúrbios da articulação da mandíbula. Além da avaliação clínica especializada, os pacientes terão acesso a uma investigação diagnóstica detalhada e a tratamentos individualizados, definidos de acordo com as necessidades de cada caso e com o objetivo de promover mais conforto, funcionalidade e qualidade de vida. Com a chegada da especialidade, o IMC fortalece seu compromisso com uma assistência integrada, reunindo tecnologia, equipe multiprofissional e cuidado centrado no paciente para oferecer soluções que vão além do alívio dos sintomas, promovendo mais funcionalidade, conforto e qualidade de vida. Agende sua consulta Para mais informações ou agendamento de consultas, entre em contato com o IMC pelo telefone (17) 3202-4000.

27 de março

Austa Clínicas patrocina evento 14ª Cana Substantivo Feminino, que reforça o protagonismo feminino no agro

A Austa Clínicas reforçou sua presença e compromisso com o setor sucroenergético ao atuar como parceira do 14º Encontro Cana Substantivo Feminino, um dos mais relevantes eventos voltados à valorização da mulher no agro e na bioenergia. Realizado em 26 de março de 2026, no Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC), em Ribeirão Preto (SP), o encontro reuniu mais de 550 produtoras de cana-de-açúcar, profissionais de empresas e pesquisadoras, consolidando-se como um espaço estratégico de troca de experiências, conhecimento e fortalecimento da presença feminina no setor. A participação da Austa Clínicas como parceira do evento reforça sua presença no setor sucroenergético, para cujas empresas desenvolveu o plano de saúde Nossa Terra, com soluções alinhadas e customizada de acordo com o perfil de cada empresa e suas necessidades. A Austa Clínicas faz questão de estar no Cana Substantivo Feminino por entender ser um evento que fortalece e incentiva a maior participação feminina no agro, promovendo a valorização, o respeito e a ampliação de oportunidades para mulheres em um segmento historicamente masculino. O apoio ao Cana Substantivo Feminino também evidencia o entendimento de que saúde, bem-estar e qualidade de vida são fatores estratégicos para a produtividade, segurança e sustentabilidade das operações no setor sucroenergético. Ao investir em iniciativas que valorizam pessoas, a Austa Clínicas contribui diretamente para a evolução do ambiente corporativo no agro.  

12 de março

Dia Mundial do Sono: IMC de Rio Preto oferece polissonografia, exame preciso para diagnóstico identificar distúrbios do sono

No dia 14 de março, celebra-se o Dia Mundial do Sono, uma data criada para chamar a atenção para a importância de dormir bem e para os impactos que os distúrbios do sono podem causar na saúde. Embora o sono seja uma necessidade básica do organismo, milhões de pessoas convivem diariamente com noites mal dormidas, muitas vezes sem saber que isso pode estar relacionado a algum problema de saúde. No Brasil, o cenário é preocupante. Segundo estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sete em cada dez brasileiros apresentam algum tipo de dificuldade para dormir, o que representa cerca de 158 milhões de pessoas. Entre os problemas mais comuns estão insônia, ronco intenso e despertares frequentes durante a noite, situações que, além de comprometerem o descanso, podem afetar diretamente o funcionamento do organismo. Dormir mal de forma frequente pode trazer consequências que vão muito além do cansaço no dia seguinte. A privação ou a baixa qualidade do sono está associada a maior risco de problemas cardiovasculares, alterações metabólicas, dificuldade de concentração, irritabilidade, ansiedade e queda na qualidade de vida. Em muitos casos, a causa dessas noites mal dormidas está ligada a um distúrbio chamado apneia do sono. “A apneia do sono se caracteriza pela parada momentânea da respiração, devido à obstrução das vias respiratórias em função do relaxamento dos músculos da faringe. Sem respiração, o fluxo de oxigênio é interrompido, podendo ter consequências ao cérebro e ao coração”, explica a médica pneumologista Bruna Cortez, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. Durante os episódios de apneia, a respiração pode parar por alguns segundos ou até mais tempo, várias vezes ao longo da noite. Isso faz com que o cérebro precise “acordar” o corpo repetidamente para retomar a respiração, fragmentando o sono e impedindo que ele seja realmente reparador. Além da sensação constante de cansaço, a apneia do sono pode trazer riscos importantes à saúde. Entre as complicações mais preocupantes estão hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, aumento do risco de AVC (acidente vascular cerebral) e até morte súbita. Quando o ronco pode ser um sinal de alerta Um dos sintomas mais conhecidos da apneia do sono é o ronco alto e frequente. No entanto, nem sempre ele é interpretado como um sinal de problema de saúde. Muitas pessoas acabam normalizando o ronco ou associando o sintoma apenas a uma característica individual. Além do ronco, outros sinais podem indicar a presença do distúrbio, como pausas na respiração durante o sono, sensação de sufocamento à noite, sonolência excessiva durante o dia, dores de cabeça ao acordar, dificuldade de concentração e irritabilidade. A pneumologista explica que a apneia do sono pode ter diferentes causas e fatores associados, o que torna fundamental uma avaliação médica adequada. “A apneia do sono pode estar relacionada a diversos fatores, como obesidade e síndrome metabólica, os mais relevantes, mas também ansiedade, problemas clínicos, emocionais, excitação associada a determinados eventos, entre muitos outros”, pontua Dra. Bruna. Por isso, o diagnóstico correto é essencial para identificar a origem do problema e definir o tratamento mais adequado. Polissonografia: exame avalia o que acontece com o corpo durante o sono Para auxiliar no diagnóstico dos distúrbios do sono, o principal exame utilizado é a polissonografia, que permite avaliar de forma detalhada como o organismo se comporta enquanto a pessoa dorme. Durante o exame, diferentes funções do corpo são monitoradas ao longo da noite, como respiração, oxigenação do sangue e movimentos respiratórios. Essas informações ajudam o médico a identificar alterações que possam indicar problemas como a apneia do sono. “Esse exame permite identificar pausas na respiração, quedas na oxigenação do sangue e outros sinais que indicam que o sono não está sendo reparador”, explica a pneumologista do IMC. “Com essas informações conseguimos confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado para cada paciente.” A partir dos dados coletados, os especialistas conseguem avaliar a frequência das pausas respiratórias, o impacto delas na oxigenação do organismo e o quanto o sono está sendo fragmentado ao longo da noite. Exame pode ser realizado no conforto de casa No IMC, a polissonografia pode ser realizada no conforto da própria casa do paciente, o que torna o exame mais prático e confortável. Essa modalidade domiciliar permite que a pessoa durma em seu ambiente habitual, o que muitas vezes contribui para um resultado mais próximo da rotina real de sono. Para realizar o exame, são utilizados equipamentos portáteis e de fácil utilização que registram as informações durante toda a noite. Antes de dormir, o paciente coloca um cinto elástico na região do tórax ou da cintura, responsável por registrar os movimentos respiratórios. Também utiliza um oxímetro no dedo, que mede continuamente a oxigenação do sangue, além de um pequeno cateter colocado no nariz, que registra o fluxo de ar durante a respiração. “É um exame simples e seguro. Os sensores são leves e não causam dor, permitindo que a pessoa durma de forma bastante próxima da sua rotina normal”, ressalta a Dra. Bruna. Todos esses sensores ficam conectados a um pequeno aparelho responsável por registrar os dados ao longo da noite. O funcionamento é semelhante ao de um holter cardíaco, exame que monitora o coração durante várias horas ao longo das atividades do dia a dia. No dia seguinte, os dados coletados são analisados por médicos especialistas. “A análise desses dados mostra se houve pausas respiratórias, queda de oxigênio no sangue ou outros sinais característicos da apneia do sono”, explica a pneumologista do IMC. “Com isso conseguimos entender o que está acontecendo durante o sono do paciente e indicar o tratamento mais adequado.” Quando tratar o sono muda a qualidade de vida O produtor rural João Francisco Coletti, de 70 anos, é um exemplo de como o diagnóstico correto pode transformar a qualidade de vida. Durante anos, ele conviveu com noites mal dormidas, ronco intenso e episódios de apneia. Em consulta médica, descobriu que o sangue estava mais espesso, condição que poderia aumentar o risco de infarto. A recomendação foi iniciar investigação para identificar a causa do problema. Após avaliação clínica no IMC, a pneumologista indicou a realização da polissonografia. “Foi tranquilo colocar os dispositivos em casa, o que é um conforto muito grande. Hoje, durmo bem, não ronco e o sangue afinou”, relata o produtor rural.

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