Celebrado em 9 de fevereiro, o Dia Internacional da Epilepsia destaca a importância de compreender uma doença neurológica crônica que ainda sofre com estigmas e desinformação. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de pessoas no mundo vivem com epilepsia, e quando diagnosticadas precocemente e acompanhadas por especialistas, conseguem levar uma vida ativa, com autonomia e qualidade. Dra. Naira Gomes, médica neurologista do Austa Hospital, explica que a epilepsia é caracterizada por uma predisposição do cérebro a gerar crises epilépticas espontâneas, causadas por uma atividade elétrica anormal ou excessiva dos neurônios. “A epilepsia é uma doença neurológica crônica em que o cérebro apresenta uma tendência contínua a gerar crises, mesmo sem um fator imediato desencadeante”, diz. A especialista explica que as causas da epilepsia são diversas. “Podemos ter fatores genéticos, que tornam o neurônio mais excitável, lesões estruturais no cérebro, como traumatismo craniano, AVC e tumores, ou infecções do sistema nervoso central, como meningite, encefalite e neurocisticercose”. Alterações metabólicas, imunológicas ou, em muitos casos, causas desconhecidas, também podem levar ao desenvolvimento da doença. “Em grande parte dos casos, a epilepsia é idiopática, ou seja, não conseguimos identificar uma causa definida”, complementa. Em relação aos sintomas, a neurologista afirma que vão além das convulsões. “A crise tônico-clônica, com perda de consciência e contrações musculares generalizadas, é a mais conhecida, mas não é a única. Existem também as crises de ausência, em que o paciente fica alguns segundos desligado, com olhar fixo, sem perceber o ambiente, e retorna ao normal como se nada tivesse acontecido. Outro tipo comum são as crises focais, em que o paciente pode apresentar movimentos repetitivos das mãos ou da boca, alterações de fala, confusão mental ou sintomas não convulsivos, como náusea, mal-estar e alterações sensoriais de cheiro, visão ou paladar”, cita. Embora não haja uma forma universal de prevenção, a neurologista explica que é possível reduzir fatores de risco. “Evitar traumatismos cranianos é fundamental. O uso de cinto de segurança, capacete e comportamentos seguros no trânsito são medidas simples que fazem diferença”, orienta a neurologista. "Manter a vacinação em dia, buscar atendimento rápido em casos de infecções neurológicas, cuidar da saúde cardiovascular e metabólica e seguir adequadamente o pré-natal são formas de reduzir o risco de epilepsia adquirida", completa. Tratamento Controlar a epilepsia depende de um acompanhamento médico especializado e de estratégias terapêuticas adequadas. O objetivo do tratamento é reduzir ou eliminar as crises, melhorar a qualidade de vida e permitir que os pacientes mantenham suas atividades diárias com segurança. A dra. Naira Gomes, médica neurologista do Austa Hospital, explica que a primeira linha de tratamento é medicamentosa. “Hoje temos uma ampla variedade de fármacos anticrise modernos, com menos efeitos colaterais, que permitem um bom controle das crises”, afirma. Cerca de 70% dos pacientes conseguem manter as crises sob controle ou ficar completamente livres delas. “Com isso, conseguem trabalhar, estudar e levar uma vida normal”, completa. Em alguns casos, quando as crises não respondem adequadamente aos medicamentos, pode ser indicada a cirurgia. “Ela é reservada para pacientes com foco epileptogênico bem definido, que é a região do cérebro onde as crises se iniciam, e que continuam apresentando crises mesmo após o uso de pelo menos duas medicações bem ajustadas”, esclarece a especialista. Segundo a especialista, o diagnóstico precoce e o acompanhamento especializado são essenciais não apenas para controlar as crises, mas também para prevenir complicações graves, como quedas, acidentes e a morte súbita associada à epilepsia. “O tratamento adequado também melhora a saúde mental, reduz ansiedade e depressão e diminui o estigma social, permitindo que o paciente tenha mais autonomia e qualidade de vida”, conclui a especialista.
O Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) concluiu neste fim de semana a virada de seu sistema de gestão hospitalar, marcando um passo relevante em sua jornada de transformação digital com a implantação do sistema Tasy, da Philips, uma das plataformas mais completas e reconhecidas do mercado de saúde. Embora o IMC se beneficie de uma base tecnológica e metodológica já consolidada em outro hospital do Grupo Austa, esta implantação representa um novo projeto, cuidadosamente planejado e executado considerando as especificidades operacionais, assistenciais e regulatórias da unidade. Não se trata de uma simples replicação, mas da aplicação de um modelo maduro, já testado, agora adaptado à realidade do IMC. O Tasy integra, em um único ecossistema digital, informações clínicas, assistenciais, administrativas e financeiras, permitindo maior eficiência operacional, padronização de processos, rastreabilidade de dados e suporte à tomada de decisão em tempo real, sempre com foco na segurança do paciente e na sustentabilidade da instituição. “Trabalhar com uma base já validada nos deu velocidade e segurança, mas o sucesso da implantação está diretamente ligado ao cuidado na adaptação dos processos, à qualidade da parametrização e, principalmente, ao engajamento das pessoas. Tecnologia só funciona quando vem acompanhada de método e gente preparada”, destaca Filipe Carmo, Diretor de Tecnologia do Grupo Austa. Após a fase de parametrizações específicas do hospital, foi realizado um período intensivo de capacitação, com treinamento e certificação de usuários-chave de todos os setores. A virada de sistema ocorreu de forma simultânea para toda a instituição, em um processo coordenado e amplamente assistido por lideranças e especialistas de tecnologia e negócio do próprio Grupo. Para Camila Moura, Gerente de Negócios do Hospital IMC, a implantação vai além da modernização tecnológica. “Essa transformação impacta diretamente a forma como cuidamos dos pacientes, organizamos nossos fluxos e preparamos o hospital para os desafios futuros. É um investimento em qualidade assistencial, gestão e pessoas”. A implantação do Tasy no IMC reforça o compromisso do Grupo Austa com inovação, excelência assistencial e evolução contínua, consolidando um modelo de gestão hospitalar baseado em planejamento, decisões estratégicas bem definidas e, acima de tudo, no protagonismo das pessoas que fazem a operação acontecer.
No mês de conscientização sobre a saúde mental, o Grupo Austa realizou palestras voltadas aos seus colaboradores no Austa Hospital, Austa Clínicas e Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), reforçando a importância do cuidado com o bem-estar emocional, especialmente em ambientes de alta demanda como o hospitalar. As sessões foram conduzidas por Renata Egerland, Gerente de Gente e Gestão e SESMT, e Marília Andrade Montagna Fontes, Analista de DHO e Psicóloga, que abordaram temas relacionados à saúde mental no contexto hospitalar, destacando os desafios enfrentados pelos profissionais da área da saúde. Durante as palestras, também foram apresentadas estratégias, sob a ótica da neurociência, para manter o equilíbrio emocional e a qualidade de vida no trabalho. O AUSTA reafirma seu compromisso com o cuidado integral de seus colaboradores, promovendo ações que apoiam a saúde física e emocional, e criando espaços de diálogo e aprendizado sobre temas tão relevantes como o bem-estar mental.
A atuação próxima e personalizada na gestão da saúde corporativa tem sido um dos pilares do novo modelo assistencial da Austa Clínicas junto a grandes empresas do agronegócio e do setor sucroenergético. Um exemplo recente dessa estratégia foi a participação da operadora na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) do Grupo Cerradão, maior produtor de açúcar, etanol e energia de Minas Gerais. Durante o evento, mais de 700 colaboradores passaram por atendimentos e avaliações realizadas por profissionais da Austa Clínicas, que ofereceram aferição de sinais vitais, testes de glicemia capilar, ausculta cardíaca e pulmonar, além de orientações médicas e esclarecimentos sobre saúde e prevenção. A ação integrou um conjunto de iniciativas contínuas desenvolvidas pela operadora junto à Cerradão, que hoje atende cerca de 1.650 colaboradores e dependentes, totalizando aproximadamente 3.000 beneficiários. A presença frequente dos profissionais da Austa Clínicas no ambiente corporativo vai além de eventos pontuais. O modelo adotado pela operadora prioriza o acompanhamento contínuo, a proximidade com os colaboradores e a agilidade na resolução de demandas assistenciais, especialmente em situações que exigem resposta rápida. Foi o que vivenciou o operador de caldeira Nicolas Luiz da Silva, colaborador da área industrial da Cerradão. Ao perceber que sua filha de 11 anos apresentava dificuldades de visão, ele buscou atendimento pela operadora. A consulta foi rapidamente agendada, resultando no diagnóstico de uma infecção ocular e início imediato do tratamento. “Fiquei muito apreensivo com a situação, mas a equipe foi extremamente rápida e atenciosa. Saber que temos esse suporte traz mais tranquilidade para trabalhar e viver melhor”, relata Nicolas. Atendimento personalizado Segundo Leonardo Almeida, gerente de Gente e Gestão do Grupo Cerradão, a parceria com a Austa Clínicas tem se destacado pelo atendimento personalizado e pela capacidade de resposta. “Os profissionais da Austa Clínicas dão bastante atenção para nossos colaboradores, tendo flexibilidade para resolver os casos com senso de urgência necessário, o que é muito importante”, afirma Leonardo. A atuação integrada também tem impacto direto na conscientização dos colaboradores sobre o cuidado com a própria saúde. Para João Antonio Piccini, coordenador de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) da Cerradão, a presença da operadora contribui para um dos principais objetivos das ações internas. “A participação da Austa Clínicas tem sido essencial para sensibilizar nossos colaboradores sobre a importância da prevenção e do acompanhamento regular, não só para eles, mas também para seus familiares”, destaca Piccini. Um plano pensado para a realidade do agro O modelo de atuação adotado junto ao Grupo Cerradão reflete a filosofia que norteou o desenvolvimento do novo plano corporativo da operadora, estruturado a partir de estudos aprofundados sobre as características e desafios do agronegócio. “Nossa proposta envolve personalização e previsibilidade financeira. Consideramos o perfil e a realidade de cada empresa para estruturar soluções adequadas à sua operação, o que é fundamental para a gestão do negócio”, explica Rafael Chanes, diretor executivo da Austa Clínicas. Para garantir atendimento ágil e resolutivo, a operadora disponibiliza uma rede assistencial completa nas regiões onde o grupo atua. Em Frutal, os beneficiários contam com atendimento no Hospital São José e no Espaço Saúde Austa, que reúne diversas especialidades médicas, exames cardiológicos, coleta laboratorial e pronto atendimento 24 horas. Em Barretos, o Hospital São Jorge complementa a rede. Já para casos de média e alta complexidade, os beneficiários têm acesso à rede credenciada e, em São José do Rio Preto, ao Hospital de Base e ao Hospital da Criança e Maternidade. Plano NossaTerra atende à complexidade do agro e do setor sucroenergético Desenvolvido para grandes grupos do agronegócio e do setor sucroenergético, o plano NossaTerra foi estruturado para responder às particularidades de empresas com operações industriais e rurais, equipes numerosas e desafios específicos na gestão da saúde corporativa. Entre os diferenciais do modelo estão a customização da rede assistencial, o controle de custos com previsibilidade orçamentária e a capacidade de implantação ágil de serviços em regiões onde outros modelos de assistência não atuam, reduzindo deslocamentos, afastamentos e impactos na produtividade. O plano também contempla protocolos clínicos adaptados à realidade da agroindústria, programas preventivos alinhados à sazonalidade da safra e ações direcionadas à prevenção de doenças ocupacionais, especialmente osteomusculares e auditivas. A estratégia é complementada por telemedicina, unidades móveis, postos avançados nas plantas industriais e programas estruturados de promoção da saúde. Com essa abordagem, a Austa Clínicas consolida o NossaTerra como uma solução estratégica de gestão de pessoas e sustentabilidade operacional, reforçando seu posicionamento junto a grandes empresas do agro que buscam eficiência, cuidado com seus colaboradores e visão de longo prazo.