Obesidade: cirurgia bariátrica deve ser feita em hospital que ofereça segurança ao paciente

08/10/2020

Obesidade: cirurgia bariátrica deve ser feita em hospital que ofereça segurança ao paciente

Grande parte dos brasileiros tem todos os motivos para aproveitar o Dia Mundial da Obesidade e Dia Nacional de Prevenção da Obesidade e prestar atenção quando sobe na balança. 

Mais precisamente 42 milhões de pessoas, resultado do significativo aumento da obesidade no Brasil nos últimos anos. Se forem considerados os com sobrepeso, são mais de 115 milhões de brasileiros.

Segundo os últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2019, nos últimos 13 anos houve aumento de 67,8% no número de obesos no Brasil. Se em 2006, eles representavam 11,8% da população, em 2018 passaram para quase 20% dos brasileiros (19,8%). E, de acordo com o Inca – Instituto Nacional do Câncer, mais da metade da população brasileira (55,7%) tem excesso de peso.

Tratamento clínico e cirurgia bariátrica

O médico cirurgião do aparelho digestivo do AUSTA hospital, Dr. Henrique Gandolfi, recomenda  no primeiro momento, o tratamento clínico, com equipe multiprofissional. “É muito importante que a atuação seja conjunta e integrada por médicos, nutricionistas, psicólogos e educadores esportivos”, ressalta.

Um dos tratamentos auxiliares contra a obesidade é a cirurgia bariátrica, no entanto, é indicada quando o tratamento clínico não surte resultado para pessoas com o índice de massa corporal (IMC) entre 35 e 40 (obesidade grave) e que tenham duas comorbidades ou para as que têm IMC acima de 40 (obesidade mórbida), mesmo sem comorbidades.

Por ser a bariátrica um procedimento complexo, Dr. Gandolfi explica que deve ser realizada em centro cirúrgico completo. O AUSTA hospital é um dos centros de referência da região para esta cirurgia, pois possui equipe completa de especialistas (médicos cirurgiões, instrumentadores, anestesistas, enfermagem, entre outros) e infraestrutura pré e pós-cirúrgica, oferecendo toda a segurança ao paciente.

Excelência

O AUSTA hospital possui a Acreditação ONA com Excelência – nível 3, que atesta que possui uma gestão que prioriza a segurança dos pacientes em todo o atendimento e serviços prestados a ele, desde a internação até a alta hospitalar, envolvendo todos os procedimentos neste processo, como cirurgias, por exemplo.

A Acreditação ONA é reconhecida pelo Ministério da Saúde e pela Sociedade Internacional de Qualidade em Cuidados de Saúde (ISQua – International Society for Quality in Health Care), associação parceira da Organização Mundial da Saúde (OMS) e que conta com representantes de instituições acadêmicas e organizações de mais de 100 países.

Como é a cirurgia bariátrica

A cirurgia bariátrica e metabólica, também conhecida como cirurgia da obesidade, ou, popularmente, redução de estômago, reúne técnicas com respaldo científico, destinadas ao tratamento da obesidade mórbida e ou obesidade grave e das doenças associadas ao excesso de gordura corporal ou agravadas por ele.

A cirurgia bariátrica, atualmente, é realizada por via minimamente invasiva (laparoscópica ou robótica).

Existe um procedimento endoscópico, no qual o médico endoscopista introduz um balão no estômago que diminui o espaço da cavidade gástrica, aumentando a saciedade e diminuindo a fome.

“Os índices de satisfação das pessoas que fazem a cirurgia bariátrica são muito elevados. Além de promover o emagrecimento, a cirurgia contribui para o controle das doenças associadas à obesidade e a manutenção do peso perdido a longo prazo”, destaca Dr. Henrique Gandolfi.

O Brasil é o segundo país que mais realiza cirurgia bariátrica no mundo.

Prevenção à obesidade

A obesidade é um dos fatores de risco para a saúde, sendo importante fator de risco para condições crônicas, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes, distúrbios músculo-esqueléticos (osteoartrite) e alguns tipos de câncer. É fator de risco para 13 tipos de câncer, segundo o Inca.

Conhecer as causas que desencadeiam e estar atento aos primeiros sinais de distúrbios alimentares é importante para prevenir a obesidade. “É aconselhável, inclusive, consultar uma equipe multidisciplinar, composta por médico, nutricionista, educador físico e, em alguns casos, psicólogo, para abordagem diagnóstica e terapêutica precoces”, afirma Dr. Henrique Gandolfi, médico cirurgião do aparelho digestivo do AUSTA hospital.

Segundo ele, criar hábitos alimentares saudáveis e praticar exercícios físicos regularmente é a melhor receita. “A obesidade infantil tem avançado a passos largos, assim as crianças, em particular, devem ser estimuladas a adquirir estes hábitos para que os mantenham por toda a vida”, complementa o cirurgião.

Hábitos para ter corpo saudável

  • Siga uma dieta equilibrada e variada;
  • Faça dos alimentos in natura ou minimamente processados e de origem predominantemente vegetal a base da alimentação;
  • Controle o consumo de alimentos de origem animal;
  • Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades;
  • Não fique mais de três horas sem comer;
  • Pratique exercício físico;
  • Diga não às dietas “relâmpago”; consulte-se com um médico especialista.

Fonte: Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e Instituto Nacional do Câncer

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19 de maio

“Cuidado que Marca” reforça cultura de acolhimento e reconhecimento no Austa e IMC

O Austa e o Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) realizaram o treinamento de Excelência em Atendimento, iniciativa voltada ao fortalecimento da experiência do paciente e da cultura institucional centrada no cuidado. A capacitação foi conduzida por Eliza Amorim, responsável pela área de Experiência Digital do Cliente, em parceria com o time de Recursos Humanos, reunindo equipes de recepção em um momento de aprendizado e alinhamento sobre acolhimento, empatia, postura profissional e excelência no atendimento. Durante o treinamento, foram abordados temas relacionados à experiência do paciente, escuta ativa, comunicação, postura profissional e o impacto que cada colaborador gera na jornada de pacientes e familiares dentro da instituição. Segundo Eliza Amorim, fortalecer a experiência do paciente também significa resgatar características que fazem parte da essência do Austa e do IMC: um atendimento humanizado, próximo, atencioso e acolhedor, reconhecido por muitos pacientes e familiares como o “jeito Austa” de cuidar. “Hoje reforçamos algo que vai muito além de processos e técnicas: cada atendimento é uma oportunidade de acolher, cuidar e transformar experiências. Ser resolutivo é importante, mas fazer isso com empatia, atenção e humanidade faz toda a diferença para quem está do outro lado”. O encontro também marcou o lançamento oficial do programa “Cuidado que Marca”, iniciativa do Austa e IMC criada a partir dos elogios recebidos por meio da Voz do Cliente. O programa tem como objetivo reconhecer colaboradores que se destacam através do cuidado, acolhimento, atenção e qualidade no atendimento prestado aos pacientes e familiares, transformando relatos positivos em reconhecimento institucional. Durante o treinamento, uma colaboradora foi homenageada pelos elogios recebidos, simbolizando o propósito do programa e reforçando a importância de valorizar atitudes que impactam diretamente a experiência das pessoas. Para Kamila Pinheiro, gerente de Gente e Gestão, o programa reforça a cultura institucional de valorização das pessoas e reconhecimento das boas práticas no atendimento. “O ‘Cuidado que Marca’ nasce justamente para reconhecer colaboradores que fazem a diferença no dia a dia através da forma como acolhem, orientam e cuidam das pessoas. Muitas vezes, um gesto, uma escuta ou uma atitude humanizada marcam profundamente a experiência do paciente e da família. Transformar esses elogios recebidos pela Voz do Cliente em reconhecimento é uma forma de fortalecer nossa cultura e valorizar quem realmente gera impacto positivo dentro das nossas instituições”. O Diretor Executivo, Rafael Chanes, destacou a importância da valorização contínua das equipes. “Investir em treinamento, desenvolvimento e reconhecimento fortalece uma experiência cada vez mais acolhedora, segura e humanizada para nossos pacientes e clientes”.

18 de maio

Austa Clínicas reforça compromisso com a saúde e o impacto social no 5º Porco no Tacho

A Austa Clínicas esteve presente como patrocinadora do 5º Porco no Tacho, evento promovido pela Loja Maçônica Paz e Fraternidade, que reuniu gastronomia, música e solidariedade em uma iniciativa voltada ao fortalecimento de projetos sociais de São José do Rio Preto. O evento reuniu cerca de 500 pessoas em uma experiência marcada por música, gastronomia e propósito social. Parte da renda arrecadada será destinada ao Instituto Riopretense dos Cegos Trabalhadores (IRCT) e ao Projeto NÓS, iniciativas que atuam diretamente na transformação social e no acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade. Samuel Machado, gerente comercial da operadora, exxplica que para a Austa Clínicas, apoiar iniciativas como o Porco no Tacho faz parte de uma visão ampliada de saúde, que entende o cuidado não apenas dentro dos consultórios, mas também por meio da promoção do bem-estar coletivo, da qualidade de vida e do fortalecimento das comunidades. “Saúde também está relacionada ao cuidado com as pessoas, ao fortalecimento da comunidade e ao incentivo de ações que promovem impacto social positivo. Para a Austa Clínicas, é muito importante estar presente em iniciativas que compartilham desses valores”, destaca Ao apoiar o 5º Porco no Tacho, a Austa Clínicas reforça seu compromisso com iniciativas que unem pessoas em torno de causas relevantes e que contribuem diretamente para o desenvolvimento social da região.  

12 de maio

Semana de Enfermagem Austa 2026: A inteligência artificial fortalece quem cuida

A Semana de Enfermagem do AUSTA 2026 teve início de uma forma especial e simbólica. Para marcar a abertura das celebrações, a personagem de Florence Nightingale percorreu os setores da instituição homenageando e cumprimentando os profissionais da enfermagem, reforçando a conexão entre a história da profissão e o futuro do cuidado em saúde. Reconhecida mundialmente como pioneira da enfermagem moderna, Florence representa valores que seguem presentes no dia a dia da assistência: dedicação, humanização, conhecimento e compromisso com a vida. Desta vez, sua presença também simbolizou a evolução da profissão diante das novas tecnologias e transformações do setor. A inteligência artificial fortalece quem cuida Com o tema “A inteligência artificial fortalece quem cuida!”, a Semana de Enfermagem do AUSTA 2026 propõe uma reflexão sobre como a inovação e a tecnologia podem atuar como aliadas dos profissionais de saúde, contribuindo para uma assistência cada vez mais eficiente, segura e humanizada. Como parte da programação, os profissionais da enfermagem também participaram de uma palestra sobre o tema, abordando como a inteligência artificial e os recursos tecnológicos vêm apoiando o cuidado em saúde, otimizando processos, ampliando a segurança assistencial e oferecendo mais suporte às equipes no dia a dia. Durante o encontro, também foi reforçado que a tecnologia não substitui o olhar humano, a experiência e a sensibilidade dos profissionais da enfermagem. Pelo contrário: surge como uma ferramenta de apoio, capaz de fortalecer a atuação das equipes e permitir que o cuidado continue sendo cada vez mais humano, estratégico e centrado nas pessoas. A ação de abertura levou acolhimento, reconhecimento e valorização às equipes, celebrando a trajetória da enfermagem, os profissionais que fazem a diferença diariamente e as novas gerações que seguirão construindo o futuro do cuidado.

08 de maio

AUSTA Hospital conquista Selo Platinum da Angels Initiative e reforça excelência no atendimento ao AVC

O AUSTA Hospital acaba de alcançar um importante reconhecimento internacional na área da saúde: o Selo Platinum da Angels Initiative, em parceria com a World Stroke Organization. A certificação reconhece hospitais que atingem elevados padrões de qualidade, desempenho clínico e agilidade no atendimento a pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. A conquista reforça o compromisso do AUSTA com a segurança do paciente, a excelência assistencial e a atuação integrada das equipes multidisciplinares, especialmente dos profissionais da neurologia e da emergência, que desempenham papel fundamental em cada etapa do atendimento. Agilidade que salva vidas No tratamento do AVC, o tempo é um fator decisivo. Quanto mais rápido o paciente recebe atendimento especializado, maiores são as chances de recuperação e menores os riscos de sequelas. Por isso, protocolos assistenciais bem estruturados, equipes treinadas e fluxos eficientes fazem toda a diferença no cuidado ao paciente. O Selo Platinum reconhece justamente instituições que demonstram alto desempenho nesses indicadores e mantêm um atendimento alinhado às melhores práticas internacionais. No AUSTA Hospital, o cuidado com o paciente com AVC envolve atuação rápida desde a chegada à emergência, passando pelo diagnóstico ágil e pela definição imediata da conduta médica mais adequada. Reconhecimento internacional da qualidade assistencial A Angels Initiative é um programa global que atua ao lado de hospitais e profissionais de saúde para melhorar a qualidade do atendimento ao AVC em diferentes países. Em parceria com a World Stroke Organization, a iniciativa avalia critérios rigorosos relacionados ao desempenho hospitalar e aos resultados assistenciais. Receber a certificação Platinum representa um marco importante para o hospital e evidencia o comprometimento contínuo das equipes com a evolução dos processos, a atualização técnica e a busca constante por um atendimento cada vez mais seguro, humanizado e eficiente. Compromisso contínuo com a excelência Mais do que uma conquista institucional, o selo simboliza o impacto direto do trabalho das equipes na vida dos pacientes e de suas famílias. O reconhecimento fortalece o propósito do AUSTA Hospital de seguir investindo em qualidade, tecnologia, capacitação profissional e assistência de excelência, mantendo o cuidado centrado no paciente em todos os momentos.

07 de maio

Casos de endometriose aumentam 76% no Brasil em apenas três anos; número de cirurgias aumentou 518% no Austa Hospital e IMC em quatro anos

Esta quinta-feira, 7 de maio, é o Dia Internacional da Luta Contra a Endometriose, cujo objetivo é reforçar a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. “Infelizmente, os números mostram que a sociedade e, em particular, a mulher não estão atentos para a prevenção da endometriose”, ressalta o ginecologista e obstetra Paulo Fasanelli, do Austa Hospital e IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. O alerta do médico sustenta-se pelo avanço da doença no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, os atendimentos relacionados à endometriose no SUS aumentaram 76% em apenas três anos, saltando de 82.693 registros, em 2022, para 145.744, em 2024. O avanço revela não apenas maior conscientização, mas também a dimensão de uma condição que ainda é subdiagnosticada e que pode afetar até 8 milhões de brasileiras. Esta realidade tem reflexos nos centros cirúrgicos do Austa Hospital e do IMC. Somadas as cirurgias de endometriose realizadas nas duas instituições, o número aumentou 518% em apenas quatro anos, passando de 16, em 2022, ano de pandemia, para 99, em 2025. Nestes últimos cinco anos, incluindo 2026, foram 259 procedimentos no Austa e IMC. A endometriose é uma doença inflamatória crônica caracterizada pelo crescimento de um tecido semelhante ao endométrio fora do útero, atingindo órgãos como ovários, intestino e bexiga. Esse processo provoca inflamação e pode causar sintomas como cólicas menstruais intensas, dor pélvica persistente, dor durante a relação sexual, alterações intestinais e dificuldade para engravidar. Estima-se que até 50% das mulheres com a doença possam enfrentar infertilidade, o que amplia ainda mais o impacto físico e emocional da condição. Apesar da alta prevalência, o diagnóstico ainda é um desafio. Muitas mulheres levam anos para identificar a doença, frequentemente por normalizarem a dor ou por falta de acesso a avaliação especializada. Segundo dr. Fasanelli, este atraso pode agravar significativamente o quadro clínico. “É comum atendermos pacientes que convivem com sintomas há muito tempo. A dor intensa não é normal e precisa ser investigada. Quanto mais cedo conseguimos diagnosticar, maiores são as chances de controlar a doença e preservar a qualidade de vida e a fertilidade”, afirma o ginecologista do Austa Hospital e IMC. O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica detalhada e exames de imagem realizados no Austa Hospital, como ultrassonografia especializada e ressonância magnética. Com o aumento dos casos e a maior complexidade dos diagnósticos, o tratamento cirúrgico tem ganhado protagonismo, especialmente nos quadros mais avançados ou quando não há resposta ao tratamento clínico. “A videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva, é considerada o padrão no tratamento cirúrgico da endometriose, permitindo a retirada dos focos da doença com maior precisão, menor trauma cirúrgico e recuperação mais rápida”, afirma Dr. Fasanelli. Segundo ele, os avanços na abordagem cirúrgica têm transformado o cuidado com a doença. “A cirurgia minimamente invasiva permite tratar a endometriose de forma mais eficaz e com menor impacto para a paciente. Em muitos casos, conseguimos não apenas aliviar a dor, mas também melhorar significativamente as chances de gravidez”, explica. Em situações mais complexas, quando há comprometimento de órgãos como intestino e bexiga, o procedimento pode envolver uma equipe multidisciplinar, ampliando a segurança e os resultados do tratamento. O ginecologista do Austa Hospital e IMC enfatiza, no entanto, prevenir sempre é o mais importante. “A conscientização é fundamental. Precisamos quebrar o tabu em torno da dor menstrual e garantir que mais mulheres tenham acesso ao diagnóstico e às opções de tratamento disponíveis, incluindo a cirurgia quando indicada”, conclui Dr. Fasanelli.

07 de maio

Austa promove ações educativas durante a Semana da Higiene das Mãos

Celebrada anualmente em 5 de maio, a Semana da Higiene das Mãos tem como objetivo conscientizar profissionais de saúde e a população sobre a importância da higienização correta das mãos na prevenção de infecções e na promoção de um cuidado mais seguro. A data faz parte de uma campanha mundial criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reforçando a importância desse hábito simples, mas essencial, dentro e fora dos ambientes de saúde. Em alusão à campanha, o Hospital Austa realizou uma programação especial voltada à conscientização e ao fortalecimento das práticas de segurança assistencial dentro da instituição. A iniciativa buscou reforçar a importância da higiene das mãos como uma das medidas mais eficazes para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde. A ação reuniu colaboradores em um momento de aprendizado, troca de conhecimentos e interação, por meio de atividades educativas desenvolvidas de forma dinâmica e participativa. Durante a programação, foram exibidos vídeos informativos sobre a importância da higienização das mãos, os cuidados necessários no ambiente hospitalar e os impactos positivos dessa prática na segurança de pacientes e profissionais. Além disso, os participantes participaram de dinâmicas com perguntas e respostas e de um questionário interativo, promovendo maior engajamento e reforçando conceitos importantes relacionados às técnicas corretas de higienização. A proposta foi estimular, de maneira leve e descontraída, a reflexão sobre atitudes que fazem a diferença na rotina hospitalar e contribuem diretamente para um atendimento mais seguro e humanizado. Mais do que um protocolo, a higienização das mãos é um gesto de responsabilidade, prevenção e cuidado com a vida. Com ações como essa, o Hospital Austa reafirma seu compromisso com a promoção da segurança do paciente e com o fortalecimento de uma cultura de qualidade e excelência assistencial.

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