O Austa Hospital, em São José do Rio Preto, realizou em 2025 quatro captações de órgãos e tecidos que beneficiaram diversas pessoas em fila de espera por transplante. A instituição integra a rede coordenada pela Organização de Procura de Órgãos (OPO) do Hospital de Base de Rio Preto, responsável por um dos melhores índices de doação do país. Atualmente, a região Noroeste paulista registra 46 doadores efetivos por milhão de pessoas (pmp), mais que o dobro da média do Estado de São Paulo (22 pmp) e do Brasil (20 pmp). Esse resultado é fruto de um trabalho de mais de uma década, que envolve capacitação e engajamento de profissionais de saúde em 24 hospitais da região. Mais de 700 já foram treinados para atuar em Comissões Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTTs), equipes formadas por médicos, enfermeiros, psicólogos e outros especialistas que atuam de forma voluntária no acolhimento das famílias. No Austa Hospital, de cinco oportunidades de doação, esse trabalho resultou na concordância de quatro famílias em doar neste ano, o que representa uma taxa de 80% de concordância das famílias na instituição. O diretor do hospital, Dr. Ronaldo Gonçalves, destaca que a autorização para a doação sempre depende da família e, por isso, é essencial conversar sobre o assunto. “É fundamental que a pessoa manifeste para seus familiares o desejo de ser doador de órgãos e tecidos. A autorização final é sempre da família, de parente de primeiro ou segundo grau. Nada se sobrepõe a essa decisão”, afirma. Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), um único doador pode salvar até dez pessoas com órgãos como coração, pulmões, fígado, rins e pâncreas, além de beneficiar mais de 50 pessoas com tecidos como córneas, pele, ossos e válvulas cardíacas. Apesar disso, o Brasil ainda está abaixo da meta de 30 doadores pmp recomendada para atender à demanda nacional, registrando atualmente cerca de 20 pmp. Em junho deste ano, mais de 71 mil brasileiros aguardavam por um transplante, sendo 38 mil por um rim, 31 mil por córnea e quase 1,5 mil por fígado. No Austa Hospital, o Setembro Verde é marcado por ações internas de sensibilização com colaboradores de diferentes áreas, para que se tornem multiplicadores da causa junto a familiares, amigos e comunidade. A proposta é reforçar que cada “sim” faz diferença. Na região de Rio Preto, 65% das famílias aceitam a doação, índice superior ao do Estado de São Paulo (60%) e à média nacional (55%). O desafio ainda é grande, mas a experiência da região mostra que informação, acolhimento e diálogo podem transformar a realidade. Um único doador é capaz de mudar o destino de dezenas de pessoas, e manifestar essa vontade à família é o primeiro passo para salvar vidas.
Novidade para os beneficiários da Austa Clínicas em Frutal e região! O Hospital São José, integrante da nossa rede credenciada, acaba de reformar sua sala de Raio-X e investir em um novo equipamento de última geração. A atualização da estrutura reforça o compromisso de oferecer exames com ainda mais qualidade, conforto e precisão diagnóstica. Essa modernização garante maior agilidade no atendimento e imagens com definição superior, o que contribui para diagnósticos mais seguros e um cuidado ainda mais completo à saúde dos nossos beneficiários. ✅ Atendimento rápido e eficiente✅ Imagens em alta definição✅ Estrutura moderna e renovada Com essa melhoria, Frutal e região passam a contar com um serviço ainda mais qualificado, alinhado ao propósito da Austa Clínicas de oferecer saúde de excelência em cada etapa da jornada do paciente.
A amamentação é um dos primeiros desafios da maternidade. Apesar de todos os benefícios já conhecidos, nem sempre o início desse processo é simples. É nesse momento que a presença de uma rede de apoio e da equipe de saúde faz toda a diferença. Segundo a enfermeira obstetra Gabriela Cristina Ottoboni Alves, do bloco infantil, o leite materno é um alimento completo. “Ele contém nutrientes, vitaminas e minerais necessários para os primeiros meses de vida do bebê. Além disso, oferece anticorpos que fortalecem o sistema imunológico, protege contra infecções e alergias, e ainda favorece o desenvolvimento do cérebro e da visão”, explica. Os benefícios da amamentação se estendem para as mamães, segundo a especialista. “Para a mãe, amamentar ajuda o útero a voltar ao tamanho normal, reduz o risco de câncer de mama e ovários, auxilia na perda de peso adquirida durante a gestação e promove um vínculo afetivo muito especial com o filho”, acrescenta. Ela explica que a atuação da equipe de saúde é fundamental desde o início da amamentação, solucionando as dúvidas e dando segurança para as mães. “Nós recebemos essa mãe no pós-parto imediato e auxiliamos com a pega, o posicionamento e as primeiras orientações. Nosso papel é promover confiança. Esse primeiro contato é fundamental para estabelecer a amamentação e fortalecer o vínculo entre mãe e bebê”, explica. A enfermeira lembra que amamentar exige energia e paciência. “Nos primeiros dias, o bebê quer mamar o tempo todo. Como orientamos, é livre demanda. Isso significa noites interrompidas, cansaço e desgaste físico e emocional. Além disso, a mãe ainda enfrenta pressões sociais: ouvem que o leite é fraco, que o bebê está com fome, e tudo isso abala a confiança nesse momento tão sensível”, afirma. Outro ponto levantado por Gabriela é o retorno ao trabalho. “Muitas mulheres voltam após a licença maternidade e não encontram no ambiente de trabalho tempo para fazer a ordenha do leite. Essa falta de apoio é um dos fatores que dificultam a manutenção do aleitamento exclusivo”, explica. Por isso, a amamentação precisa ser entendida como uma responsabilidade compartilhada. “Não é apenas sobre a mãe. A família, o mercado de trabalho e a sociedade precisam apoiar, oferecer informação, acolher essa mulher. Cada gesto de cuidado faz a diferença para que ela se sinta confiante e consiga amamentar”, defende Gabriela. Ela lembra ainda a importância de campanhas como o Agosto Dourado: “Essas ações mostram que a amamentação não é só um ato de amor, mas também de rede de apoio. É quando a mãe entende que não está sozinha nessa jornada e que pode contar com todos nós”. Homenagem e incentivo à amamentação A história da Beatriz Souza se mistura com a do Austa Hospital. Há 12 anos ela faz parte da instituição e, nesse tempo, também construiu sua família. É mãe do Matheus José, de 7 anos e, recentemente, vive novamente a emoção da maternidade com a chegada de sua bebê, Saory, que está em fase de amamentação. “Hoje homenageamos a Beatriz não apenas por sua dedicação como profissional, mas também por sua experiência como mãe que amamenta. Esta homenagem simboliza o compromisso do Austa Hospital em apoiar todas as mães, mostrando que amamentar é valorizado e estimulado aqui. Queremos que cada mãe se sinta acolhida, confiante e fortalecida para viver esse momento único com seu bebê”, disse a gerente assistencial do Austa Hospital, Ana Cláudia Dias. Por sua trajetória, a Técnica de Enfermagem foi escolhida para representar as colaboradoras-mães em uma homenagem especial do Austa, em celebração à importância da amamentação e ao carinho dedicado às mães que trabalham na saúde. “Para mim foi uma grande honra representar não só as mães, mas também as funcionárias da saúde. Trabalho no Austa há quase 12 anos e, em ambas as gestações, sempre recebi muito apoio”, contou emocionada. Com a experiência de quem já passou pelos desafios da amamentação, ela deixou um recado de incentivo às mães: “Não desistam. Persistam, porque é um momento muito bonito, um elo único entre mãe e filho. A amamentação é carinho, é aconchego, é amor. Mesmo que seja difícil no começo, vale a pena insistir”. Van do Banco de Leite leva orientações sobre amamentação ao Austa Hospital Uma vez por mês, a van do Banco de Leite Humano de São José do Rio Preto estaciona no Austa Hospital para oferecer apoio às mães no período pós-parto. A equipe realiza orientações sobre amamentação, esclarece dúvidas durante a realização do teste do pezinho e divulga o trabalho de captação e doação de leite materno. Segundo Cristiane Amaral, enfermeira do Banco de Leite, a presença da unidade móvel no hospital é uma oportunidade de aproximar o serviço das famílias. “Além de orientar sobre a importância do aleitamento materno, mostramos como funciona o Banco de Leite e incentivamos novas doadoras, que ajudam a salvar a vida de muitos bebês internados nas maternidades do município”, destaca.
Silencioso e perigoso, o colesterol elevado está entre os principais fatores de risco para infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC) — duas das doenças que mais matam no mundo. Neste 8 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Colesterol, o Austa Hospital, a Austa Clínicas e o Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), em São José do Rio Preto, reforçam a necessidade de diagnóstico precoce, mudança de hábitos e acompanhamento médico regular. O IMC atende, em média, de 450 a 500 pacientes por mês com colesterol fora dos níveis ideais. No Austa Hospital e Austa Clínicas, a dislipidemia, condição caracterizada pelo desequilíbrio nos níveis de colesterol e triglicérides, também está entre os motivos mais comuns nas consultas de cardiologia e clínica médica. “Cerca de 30% dos adultos brasileiros têm alterações no colesterol. E, muitas vezes, sem saber, porque os sintomas quase nunca aparecem. O problema só se revela quando surgem complicações como dor no peito, falta de ar ou até mesmo um AVC”, alerta o Dr. Thiago José Guaiumi, diretor clínico do Austa Hospital e médico da Austa Clínicas. Dr. Thiago José Guaiumi, cardiologista diretor clínico do Austa Hospital e médico da Austa Clínicas Ele explica que o colesterol é uma substância gordurosa necessária para o funcionamento do corpo, mas que pode se tornar prejudicial em excesso. “O LDL, chamado colesterol ruim, em níveis elevados, aumenta o risco de entupimento das artérias e pode levar a eventos graves. O primeiro passo para a prevenção é o acompanhamento médico e a realização de exames regulares desde a infância, especialmente em pessoas com histórico familiar”, reforça. O cardiologista e diretor técnico do IMC, Dr. Luciano Miola, também ressalta que o controle do colesterol precisa ser personalizado. “Os níveis de referência variam de acordo com o risco de cada pessoa. Pacientes que já tiveram infarto, AVC ou têm diabetes, por exemplo, precisam manter níveis de LDL mais baixos. Por isso, não basta consultar os valores de referência: é preciso orientação médica”, explica. Segundo o Dr. Luciano, o tratamento começa com mudanças no estilo de vida, mas nem sempre isso é suficiente. “Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e abandono do tabagismo são fundamentais. Mas muitos pacientes precisam de medicamentos para alcançar as metas de controle. Hoje, temos tratamentos eficazes para reduzir os riscos e evitar a progressão da aterosclerose”, diz. Dr. Luciano Miola, cardiologista e diretor técnico do IMC Em alguns casos, o colesterol elevado pode causar obstruções arteriais que exigem intervenção cirúrgica. O chefe da cirurgia vascular do IMC, Dr. José Dalmo de Araújo Filho, explica que esse acúmulo de gordura nos vasos pode afetar o coração, o cérebro e até os membros inferiores. “Pode acometer as coronárias, levando ao infarto, as carótidas, causando derrame cerebral, ou as artérias das pernas, provocando claudicação, que é a dor ao caminhar”, afirma. Segundo ele, muitas dessas obstruções podem ser tratadas com técnicas minimamente invasivas, como a cirurgia endovascular. “Usamos cateteres, stents e endopróteses para desobstruir as artérias sem a necessidade de grandes cortes. Isso reduz riscos, acelera a recuperação e devolve a qualidade de vida ao paciente. No IMC, realizamos entre 40 e 50 intervenções cardiovasculares por mês, muitas delas com esse tipo de abordagem”, completa. Dr. José Dalmo de Araújo Filho, Chefe da cirurgia vascular do IMC O exame que detecta o colesterol é simples, feito por análise de sangue, e a frequência da testagem varia conforme o perfil de cada pessoa. “Alguns precisam repetir os exames a cada três meses, outros a cada seis, e alguns apenas uma vez ao ano. O importante é não deixar para depois”, conclui o Dr. Luciano. Para o Dr. Thiago, a data é uma oportunidade de chamar atenção para algo que, embora comum, pode ser letal. “O colesterol alto pode ser controlado, mas é preciso agir antes que ele cause danos. Informação, prevenção e cuidado contínuo são nossas maiores armas”, finaliza.