Atualize-se sobre Coronavírus - Blog Austa

26/02/2020

Atualize-se sobre Coronavírus

O que é coronavírus (COVID-19)?

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus (SARS-CoV-2) foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de novo coronavírus (COVID-19).

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Os tipos de coronavírus conhecidos até o momento são:

  • Alpha coronavírus 229E e NL63.
  • Beta coronavírus OC43 e HKU1
  • SARS-CoV (causador da Síndrome Respiratória Aguda Grave ou SARS).
  • MERS-CoV (causador da Síndrome Respiratória do Oriente Médio ou MERS).
  • SARS-CoV-2: novo tipo de vírus do agente coronavírus, chamado de novo coronavírus, que surgiu na China em 31 de dezembro de 2019.

O que é o novo coronavírus?

O novo agente do coronavírus, chamado de novo coronavírus (SARS-CoV-2), foi descoberto no fim de dezembro de 2019 após ter casos registrados na China. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.

Transmissão

  • Pelo ar entre humanos, por meio de tosse ou espirro
  • Contato pessoal como toque ou aperto de mão
  • Via animal, no contato com carne contaminada
  • Contato com objetos ou superfícies contaminadas, quando se leva a mão à boca, olhos e nariz

Sintomas

  • Período de Incubação, de 2 a 14 dias
  • Coriza
  • Dor de Garganta
  • Febre

Tratamento

Até o momento não existe tratamento específico para este vírus. Os pacientes são tratados com medicações para alívio dos sintomas e suporte de terapia intensiva quando apresentam dificuldade em respirar.

Os países, incluindo o Brasil, instituiram ações de vigilância nos aeroportos para tentar identificar pessoas que entrem doentes.

Os países, incluindo o Brasil, instituiram ações de vigilância nos aeroportos para tentar identificar pessoas que entrem doentes.

Prevenção

  • Higienização frequente das mãos, inclusive após tossir e/ou espirrar – Aprenda como aqui
  • Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal
  • Cozinhe bem carnes e ovos
  • Manter os ambientes bem ventilados
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de infecção respiratória

Como o novo coronavírus é transmitido?

As investigações sobre as formas de transmissão do novo coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por gotículas respiratórias ou contato, está ocorrendo. Qualquer pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção.

É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada.

Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o novo coronavírus se espalha de pessoa para pessoa.

Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

  • gotículas de saliva;
  • espirro;
  • tosse;
  • catarro;
  • contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
  • contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe e, portanto, indicam menor de grande circulação mundial.

O período médio de incubação por coronavírus é de 5 dias, com intervalos que chegam a 12 dias, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

A transmissibilidade dos pacientes infectados por SARSCoV é em média de 7 dias após o início dos sintomas. No entanto, dados preliminares do Novo Coronavírus (SARS-CoV-2) sugerem que a transmissão possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas. Até o momento, não há informaçõesção suficientes de quantos dias anteriores ao início dos sinais e sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.

Como é feito o diagnóstico do novo coronavírus?

O diagnóstico do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). É necessária a coleta de duas amostras na suspeita do coronavírus.

As duas amostras serão encaminhadas com urgência para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen).

Uma das amostras será enviada ao Centro Nacional de Influenza (NIC) e outra amostra será enviada para análise de metagenômica.

Para confirmar a doença é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. O diagnóstico do novo coronavírus é feito com a coleta de amostra, que está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito. 

Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe (ANF) ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado bronca alveolar).

Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em Saúde (APS) e instituídas medidas de precaução domiciliar.

 Como é feito o tratamento do novo coronavírus?

Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do novo coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo:

  • Uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).
  • Uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse.

Se os sintomas persistirem ou agravarem, é fundamental procurar ajuda de um serviço de saúde imediato para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento

Todos os pacientes que receberem alta durante os primeiros 07 dias do início do quadro (qualquer sintoma independente de febre), devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no peito), fadiga (cansaço) e dispnéia (falta de ar).

Se você viajou para a China nos últimos 14 dias e ficou doente com febre, tosse ou dificuldade de respirar, deve procurar atendimento médico imediatamente e informar detalhadamente o histórico de viagem recente e seus sintomas.

 Quais são os sintomas do novo coronavírus?

Os sinais e sintomas do coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. No entanto, o novo coronavírus (SARS-CoV-2) ainda precisa de mais estudos e investigações para caracterizar melhor os sinais e sintomas da doença. 

Os principais são sintomas conhecidos até o momento são:

  • Febre.
  • Tosse.
  • Dificuldade para respirar.

 Como prevenir o novo coronavírus?

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Ficar em casa quando estiver doente.
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência.

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.

Fonte: AUSTA e Ministério da Saúde

Compartilhe no Facebook Compartilhe no Whatsapp Compartilhe no Twitter

29 de junho

Austa Clínicas acompanha debates estratégicos do setor bioenergético durante encontro do GERHAI

A Austa Clínicas marcou presença na 225ª Reunião Ordinária do GERHAI (Grupo de Estudos em Recursos Humanos na Agroindústria), realizada em Sertãozinho (SP). Representando a operadora, o gerente comercial Samuel Machado participou do encontro, reafirmando a proximidade da Austa Clínicas com as empresas do agronegócio e seu compromisso em acompanhar de perto as demandas do setor. A programação do evento contou com palestras e discussões sobre temas estratégicos para o setor bioenergético, entre eles gestão de pessoas, cultura organizacional, comunicação, inteligência artificial e o futuro do trabalho. O encontro também proporcionou um ambiente de troca de experiências e networking entre empresas e profissionais do segmento. Além de acompanhar a programação, a Austa Clínicas aproveitou o encontro para fortalecer o relacionamento com empresas parceiras, como a Cerradão, cliente da operadora. "Participar de encontros como o GERHAI nos aproxima ainda mais dos nossos clientes. É uma oportunidade de ouvir o mercado, trocar experiências e entender de perto os desafios das empresas, fortalecendo parcerias construídas com confiança e compromisso com a saúde dos colaboradores", afirma Samuel Machado, gerente comercial da Austa Clínicas. A presença da Austa Clínicas em encontros voltados ao agronegócio reforça o compromisso da operadora de entender as necessidades das empresas do setor, acompanhando seus desafios e desenvolvendo soluções em saúde alinhadas às necessidades dos clientes e de seus colaboradores.

26 de junho

Diabetes pode aumentar em até quatro vezes o risco de infarto e AVC, alerta endocrinologista do IMC

Especialista do IMC alerta para a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença para prevenir complicações cardiovasculares Especialista do IMC alerta para a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença para prevenir complicações cardiovasculares Silencioso e sem cura, o diabetes mellitus muitas vezes só é descoberto após o surgimento de uma complicação. No Dia Nacional do Diabetes, celebrado em 26 de junho, a endocrinologista Dra. Mariana Azevedo Alves Mendes, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), reforça que o diagnóstico precoce é um dos principais aliados para evitar danos à saúde e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Segundo a médica, por não apresentar sintomas nas fases iniciais, muitas pessoas convivem com o diabetes por anos sem saber. "Muitos pacientes descobrem a doença apenas após uma complicação. Por isso, é tão importante rastrear quem apresenta fatores de risco e realizar o diagnóstico precoce", explica. De acordo com a endocrinologista, quando os sintomas aparecem, a doença geralmente já está instalada há algum tempo. Entre os principais sinais de alerta estão perda de peso sem causa aparente, sede excessiva, e vontade frequente de urinar principalmente a noite. A Dra. Mariana explica que o rastreamento é recomendado para pessoas com mais de 35 anos e também para pacientes com sobrepeso ou obesidade associados a fatores de risco, como sedentarismo, colesterol e triglicerídeos elevados, síndrome dos ovários policísticos e histórico de diabetes gestacional. Controle vai além da glicemia Segundo a especialista, após o diagnóstico, o acompanhamento precisa ser contínuo e envolver mais do que apenas o controle da glicemia. Ela destaca que exames como glicemia de jejum e hemoglobina glicada permitem acompanhar a evolução da doença, enquanto avaliações periódicas do colesterol, da função renal e do fundo de olho ajudam a identificar precocemente possíveis complicações. A endocrinologista ressalta que mudanças no estilo de vida também fazem parte do tratamento. "A prática regular de atividade física, a alimentação equilibrada, a redução do consumo de açúcares e carboidratos simples e o controle do peso são medidas fundamentais para manter a doença sob controle", afirma. Risco cardiovascular elevado A relação entre diabetes e doenças cardiovasculares também merece atenção. Segundo a Dra. Mariana, pessoas com diabetes apresentam um risco de duas a quatro vezes maior de desenvolver infarto e acidente vascular cerebral (AVC) em comparação com a população não diabética. Ela explica que esse risco aumenta ainda mais quando o paciente também possui hipertensão arterial, colesterol elevado, obesidade ou já apresentou algum evento cardiovascular. "O paciente diabético já possui um risco cardiovascular elevado. Por isso, é fundamental manter não apenas a glicemia controlada, mas também a pressão arterial, o colesterol e os demais fatores de risco", destaca. A endocrinologista acrescenta que pacientes com diabetes podem apresentar redução na expectativa de vida de quatro a oito anos quando a doença não é adequadamente controlada. "Nosso objetivo é manter esses pacientes dentro das metas de tratamento para reduzir complicações e proporcionar mais qualidade de vida", conclui.

23 de junho

Traumas ortopédicos graves exigem atendimento imediato: a importância da retaguarda especializada do AUSTA HOSPITAL

Uma queda, acidente de trânsito ou lesão durante a prática esportiva pode resultar em um trauma ortopédico. Embora algumas lesões pareçam simples em um primeiro momento, nem sempre é possível identificar sua gravidade sem uma avaliação médica adequada. Por isso, especialistas reforçam a importância de procurar atendimento sempre que houver suspeita de fratura ou comprometimento da mobilidade. Além do diagnóstico precoce, a presença de uma equipe especializada e de uma estrutura hospitalar preparada pode influenciar diretamente na recuperação do paciente. O que é considerado um trauma ortopédico grave? Os traumas ortopédicos envolvem lesões nos ossos, articulações, músculos, tendões e ligamentos. São considerados mais graves quando provocam fraturas, comprometem a capacidade de movimentação ou apresentam risco de complicações. Entre os casos que merecem atenção imediata estão: Fraturas de quadril; Fraturas de fêmur; Fraturas de tornozelo; Fraturas de punho; Fraturas de ombro; Fraturas múltiplas. Em situações como essas, a avaliação médica não deve ser adiada. Nem toda fratura é visível Um dos erros mais comuns é acreditar que uma fratura sempre causa deformidade evidente. Na prática, alguns pacientes conseguem caminhar ou movimentar o membro lesionado mesmo com o osso fraturado. Dor persistente, inchaço, dificuldade para realizar movimentos ou perda de força podem ser sinais importantes de que existe uma lesão que precisa ser investigada. Por isso, exames de imagem são fundamentais para confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado. Por que a retaguarda ortopédica é importante? Após o atendimento inicial, alguns pacientes necessitam de acompanhamento por especialistas, procedimentos cirúrgicos ou internação hospitalar. É nesse momento que a chamada retaguarda ortopédica se torna essencial. Contar com médicos ortopedistas, exames diagnósticos e estrutura hospitalar disponíveis permite que o tratamento tenha continuidade de forma mais rápida e segura, sem a necessidade de transferências ou atrasos que podem comprometer a recuperação. Além disso, em casos de maior complexidade, a integração entre pronto atendimento, especialistas e suporte hospitalar contribui para uma assistência mais eficiente e adequada às necessidades de cada paciente. Quando procurar um serviço de urgência? A recomendação é buscar atendimento sempre que houver: Dor intensa após um trauma; Dificuldade para caminhar; Incapacidade de movimentar um membro; Inchaço importante; Deformidades aparentes; Suspeita de fratura; Traumas decorrentes de acidentes ou quedas. Quanto mais cedo a lesão for avaliada, maiores são as chances de um tratamento adequado e de uma recuperação com menos complicações. Atendimento integrado para cada etapa do cuidado Quando o assunto é trauma ortopédico, a rapidez no diagnóstico é importante, mas não é o único fator que influencia a recuperação do paciente. Dependendo da gravidade da lesão, pode ser necessário contar com avaliação especializada, exames de imagem, acompanhamento médico e até mesmo tratamento cirúrgico. Por isso, além do atendimento inicial, é fundamental que o paciente tenha acesso a uma estrutura preparada para dar continuidade ao cuidado quando necessário. Com atendimento 24 horas e retaguarda especializada em ortopedia, o Austa Hospital oferece assistência completa para pacientes que necessitam de diagnóstico, tratamento e acompanhamento de traumas ortopédicos, reunindo em um único local estrutura, tecnologia e equipe médica especializada. Pronto Atendimento Austa Hospital 📞 (17) 3221-3000 📍 Av. Murchid Homsi, 1385 – São José do Rio Preto

15 de junho

Austa Hospital promove campanha de conscientização sobre a desnutrição hospitalar

O Austa Hospital está realizando, ao longo do mês de junho, uma série de ações educativas em alusão ao Dia D – Combate à Desnutrição Hospitalar, campanha nacional que busca ampliar a conscientização sobre a prevenção, identificação precoce e tratamento da desnutrição em pacientes internados. A iniciativa é conduzida pelo Serviço de Nutrição e Dietética e integra um movimento realizado anualmente por hospitais de todo o país para reforçar a importância da assistência nutricional como parte fundamental do cuidado em saúde. A programação teve início no dia 3 de junho com uma palestra voltada às equipes assistenciais, abordando fatores de risco, formas de identificação precoce e estratégias para o manejo adequado da desnutrição hospitalar. Na sequência, foram promovidas dinâmicas nos setores assistenciais, acompanhadas da exposição de um totem informativo em pontos estratégicos da instituição, com o objetivo de estimular a reflexão e disseminar informações sobre o tema entre os profissionais. As ações continuam nas próximas semanas com a distribuição de materiais educativos e orientações realizadas pelas nutricionistas diretamente aos pacientes internados, fortalecendo a conscientização sobre a importância da nutrição para a recuperação e manutenção da saúde. De acordo com a coordenadora do Serviço de Nutrição e Dietética do Austa Hospital, Ana Camargo, a campanha tem um papel importante na sensibilização de profissionais, pacientes e familiares sobre um problema que muitas vezes passa despercebido. "A desnutrição hospitalar pode impactar diretamente a recuperação do paciente, aumentando o risco de complicações e prolongando o tempo de internação. Por isso, é fundamental que a identificação do risco nutricional aconteça precocemente e que toda a equipe esteja engajada nesse cuidado. A campanha é uma oportunidade de reforçar esse olhar e destacar a importância da nutrição como parte essencial da assistência em saúde", afirma. A nutrição como aliada da assistência hospitalar A desnutrição hospitalar é considerada um desafio para os serviços de saúde em todo o mundo. Além de comprometer a resposta ao tratamento, ela pode influenciar negativamente a cicatrização, a imunidade e a qualidade de vida dos pacientes. Nesse contexto, a atuação integrada entre nutricionistas, médicos, enfermeiros e demais profissionais da assistência é fundamental para garantir um cuidado seguro e efetivo. Por meio da campanha, o Austa Hospital reforça seu compromisso com a excelência assistencial e com iniciativas que contribuem para a recuperação dos pacientes, reconhecendo a nutrição como um componente essencial para um cuidado mais seguro, humanizado e centrado nas necessidades de cada pessoa.

08 de junho

Austa Clínicas lança novo aplicativo para facilitar o acesso aos serviços digitais

Beneficiários já podem baixar a nova plataforma, que reúne funcionalidades como carteirinha digital, guia médico, autorizações e outros serviços em uma experiência mais moderna, simples e prática. A Austa Clínicas acaba de disponibilizar seu novo aplicativo, desenvolvido para oferecer mais praticidade, agilidade e facilidade no acesso aos serviços digitais utilizados pelos beneficiários no dia a dia. Com visual renovado, navegação mais intuitiva e melhor experiência de uso, o novo APP mantém os serviços que os usuários já conhecem e utilizam, agora em uma plataforma mais moderna e preparada para tornar a rotina de cuidados com a saúde ainda mais simples. Por meio do aplicativo, é possível acessar funcionalidades importantes como a carteirinha digital, guia médico, autorizações, boletos e outros serviços que facilitam o relacionamento com a Austa Clínicas, tudo na palma da mão e a qualquer momento. A novidade faz parte do compromisso da Austa Clínicas em oferecer soluções que proporcionem mais comodidade aos beneficiários, ampliando o acesso aos serviços digitais de forma segura e eficiente. Mais praticidade para cuidar da sua saúde O novo APP Austa Clínicas foi pensado para acompanhar a rotina dos usuários, oferecendo uma experiência mais fluida, organizada e acessível.  Com ele, você pode acessar rapidamente sua carteirinha digital, consultar o guia médico, acompanhar autorizações e utilizar diversos serviços digitais de forma simples e conveniente. Além de contar com uma navegação mais moderna e intuitiva, o novo APP passa a ser o principal canal para acesso aos serviços digitais oferecidos pela instituição. A migração garante mais comodidade e permite que o usuário se familiarize com a plataforma desde já, aproveitando todos os recursos disponíveis de forma simples e segura. Faça o download e realize seu cadastro Para utilizar o novo aplicativo, basta realizar o download na loja de aplicativos do seu celular e concluir o novo cadastro. O processo é simples e garante acesso a todas as funcionalidades disponíveis na plataforma. Baixe o novo APP Austa Clínicas: iPhone (iOS): https://apps.apple.com/br/app/austa-clínicas/id6771174809 Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.austa.clinicas.app&pcampaignid=web_share

03 de junho

IMC amplia atendimento especializado com serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial

Dor na mandíbula, estalos ao abrir a boca, dores de cabeça frequentes, zumbido no ouvido e dificuldades para mastigar podem parecer problemas isolados, mas muitas vezes têm uma mesma origem. Pensando em oferecer um atendimento cada vez mais completo e especializado, o IMC passa a contar com o serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, ampliando o acesso da população a diagnósticos precisos e tratamentos avançados para condições que afetam a face, a mandíbula e a articulação temporomandibular (ATM). A especialidade atua no diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico de diversas alterações que impactam diretamente funções essenciais do dia a dia, como mastigação, fala, respiração e qualidade do sono. Entre as principais condições atendidas estão as disfunções da ATM, o bruxismo, as dores faciais e as deformidades dos maxilares. O atendimento será realizado pelo Dr. Israel Vicente, especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, que passa a integrar o corpo clínico do IMC trazendo expertise em uma área que vem ganhando cada vez mais relevância devido ao aumento de queixas relacionadas ao estresse, à ansiedade e aos distúrbios da articulação da mandíbula. Além da avaliação clínica especializada, os pacientes terão acesso a uma investigação diagnóstica detalhada e a tratamentos individualizados, definidos de acordo com as necessidades de cada caso e com o objetivo de promover mais conforto, funcionalidade e qualidade de vida. Com a chegada da especialidade, o IMC fortalece seu compromisso com uma assistência integrada, reunindo tecnologia, equipe multiprofissional e cuidado centrado no paciente para oferecer soluções que vão além do alívio dos sintomas, promovendo mais funcionalidade, conforto e qualidade de vida. Agende sua consulta Para mais informações ou agendamento de consultas, entre em contato com o IMC pelo telefone (17) 3202-4000.

02 de junho

Obesidade infantil: médica da Austa Clínicas explica os impactos das telas e dos hábitos da rotina na saúde das crianças

A obesidade infantil tem se tornado uma preocupação crescente para famílias e profissionais de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 3,1 milhões de crianças brasileiras menores de 10 anos vivem com obesidade, condição que aumenta o risco de diversas doenças e pode trazer consequências para a saúde ainda na infância e ao longo da vida adulta. Fonte: Ministério da Saúde. Embora fatores genéticos tenham influência no desenvolvimento da obesidade, especialistas alertam que os hábitos da rotina exercem um papel fundamental no aumento dos casos observados nas últimas décadas. A endocrinologista pediátrica Dra. Camila Fochi, da Austa Clínicas, explica como mudanças no estilo de vida, alimentação e comportamento têm contribuído para o crescimento do excesso de peso entre crianças e adolescentes. Segundo a médica, a obesidade é uma condição multifatorial, resultado da interação entre predisposição genética e fatores ambientais. "Existe, sim, a influência de múltiplos genes, e o histórico familiar de obesidade é importante. Mas o meio ambiente é o que dispara o quadro clínico da obesidade. No mundo atual, o principal fator é o estilo de vida que estamos levando" De acordo com a especialista, as crianças estão mais sedentárias e consumindo com maior frequência alimentos de alta densidade calórica, especialmente os industrializados e ultraprocessados. "São alimentos que concentram muitas calorias em pequenas quantidades. A criança ingere mais calorias, se movimenta menos e, com isso, ocorre um balanço calórico positivo que favorece o ganho de peso". Entre os fatores que ajudam a explicar essa mudança de comportamento está o aumento do tempo dedicado às telas. Celulares, tablets, computadores e televisões passaram a ocupar uma parcela significativa do tempo livre das crianças, reduzindo momentos antes destinados às brincadeiras e atividades físicas. Para a Dra. Camila, a principal relação entre telas e obesidade está justamente no aumento do sedentarismo. "Antigamente, a criança precisava se virar para brincar. Andava de bicicleta, inventava brincadeiras e passava mais tempo em movimento. Hoje, a tela está presente em praticamente todos os ambientes e isso contribui para que os indivíduos fiquem mais sedentários". Além da influência sobre o peso, a médica ressalta que o uso excessivo de telas também pode impactar o neurodesenvolvimento, especialmente nos primeiros anos de vida. "A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças menores de dois anos não sejam expostas a telas porque esse período é fundamental para o desenvolvimento cerebral. Além disso, quanto mais tempo a criança passa em frente às telas, menos tempo ela dedica a brincadeiras e atividades que estimulam o movimento, o que contribui para o sedentarismo". Problemas de saúde associados à obesidade infantil Segundo a endocrinologista, crianças com sobrepeso ou obesidade apresentam maior risco de desenvolver alterações metabólicas, como colesterol elevado, hipertensão e diabetes tipo 2. Além disso, a condição pode trazer repercussões ortopédicas, dificuldades respiratórias e impactos emocionais relacionados à autoestima e ao convívio social. "Muitos pacientes chegam ao consultório por conta do bullying na escola. A questão psicossocial também é muito importante e pode afetar significativamente a qualidade de vida dessas crianças." A preocupação não se limita à infância. Crianças com obesidade têm maior probabilidade de permanecer obesas na vida adulta. "Quanto mais tempo o organismo permanece exposto ao excesso de peso e às alterações metabólicas associadas, maior tende a ser o risco de desenvolver doenças cardiovasculares no futuro. Por isso, a prevenção e o acompanhamento desde a infância são tão importantes." Prevenção Diante desse cenário, a prevenção deve envolver toda a família. Para a Dra. Camila, pequenas mudanças de hábitos podem fazer diferença quando adotadas de forma consistente e coletiva. "Não adianta apenas uma criança mudar os hábitos. Todos devem participar do processo. Alimentação saudável e atividade física são importantes para todos, independentemente do peso". A especialista recomenda reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas, estimular refeições mais equilibradas e incentivar a prática regular de atividades físicas. Outro passo importante é estabelecer limites para o uso das telas e criar oportunidades para que as crianças se movimentem mais no dia a dia. "A melhor atividade física é aquela que a criança gosta e consegue manter. Não existe uma modalidade perfeita. O importante é que ela se movimente".

Newsletter
Newsletter

Assine nossa newsletter

Assine a nossa newsletter para promoções especiais e atualizações interessantes.


    Política