Austa Hospital renova a Acreditação ONA 3 - Blog Austa

02/12/2025

Austa Hospital renova a Acreditação ONA 3

Pela terceira vez consecutiva, o Austa Hospital, de São José do Rio Preto, acaba de renovar a Acreditação ONA 3 – nível máximo de qualidade e segurança conferido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). Trata-se da mais elevada certificação do setor hospitalar no Brasil, atribuída a instituições que mantêm gestão integrada, processos maduros, cultura de segurança consolidada e resultados assistenciais consistentes.

“Conquistar novamente a certificação da ONA, em seu nível máximo, é motivo de orgulho e o reconhecimento merecido ao nosso time, que entrega excelência todos os dias”, afirma o CEO do Austa Hospital, Dr. Rodrigo Teixeira Aquino. “No Austa, entendemos que certificações são bússolas, não destinos, pois nos guiam, nos desafiam, mas o que nos move de verdade é a qualidade aos olhos de quem mais importa: nossos pacientes. A ONA 3 confirma que estamos no caminho certo. Parabéns a cada colaborador que transforma esse propósito em realidade”, acrescenta o executivo.

A recertificação foi confirmada após análise rigorosa realizada por avaliadores da Fundação Vanzolini durante três dias. O processo analisou infraestrutura, governança, protocolos assistenciais, processos de gestão, integração entre equipes e os principais indicadores assistenciais do hospital.

Para o diretor médico, Dr. Ronaldo Gonçalves, o reconhecimento reafirma a dedicação diária de todos os profissionais do hospital. “Essa recertificação é reflexo direto do comprometimento das nossas equipes. É o resultado de profissionais que atuam com rigor técnico, responsabilidade e cuidado humano todos os dias. Ver esse esforço reconhecido por uma instituição de credibilidade como a ONA nos motiva ainda mais a evoluir e a manter um padrão assistencial seguro e eficiente para cada paciente que passa pelo Austa Hospital”, destaca.

O Austa Hospital mantém, desde 2013, adesão às Seis Metas Internacionais de Segurança do Paciente, estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde, sustentando uma cultura organizacional baseada em planejamento, protocolos sólidos, auditorias internas e melhoria contínua.

Há 12 anos, a instituição conta com o Núcleo de Segurança do Paciente, responsável pelo monitoramento de riscos, análise de dados, qualificação de indicadores e implementação de ações que fortalecem a cultura de segurança em todas as áreas. A atuação sistemática do núcleo garante práticas assistenciais alinhadas aos melhores padrões nacionais e internacionais.

Fundado há 45 anos, o Austa Hospital é uma das principais instituições de saúde do Noroeste Paulista. A instituição reúne equipes multidisciplinares altamente qualificadas e mantém investimentos contínuos em tecnologia, inovação e expansão da capacidade assistencial, garantindo atendimento de alta complexidade e medicina de excelência.

A estrutura hospitalar inclui serviços avançados de diagnóstico por imagem e análises laboratoriais, além de excelência em áreas como cardiologia, hemodinâmica, endovascular, neurorradiologia, endoscopia, tomografia, ressonância magnética e radiologia. O hospital dispõe também de 35 leitos de UTI (adulto, pediátrica e neonatal), 90 leitos de internação e um centro cirúrgico preparado para procedimentos de baixa, média e alta complexidade, incluindo cirurgia robótica.

Com governança sólida, cultura assistencial madura e foco permanente na segurança do paciente, o Austa Hospital reafirma sua posição como referência regional em qualidade, tecnologia e cuidado.

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27 de fevereiro

LER/DORT no setor sucroenergético: prevenção reduz afastamentos e fortalece a saúde ocupacional

O Dia Mundial de Combate à LER/DORT, celebrado em 28 de fevereiro, reforça um alerta importante para empresas e trabalhadores. As lesões por esforços repetitivos (LER) e os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) continuam entre as principais causas de afastamento laboral no Brasil. Entre 2011 e 2021, mais de 632 mil benefícios foram concedidos no país por causas relacionadas a essas condições, segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Ministério da Previdência Social. Dores nas costas, hérnias de disco e lesões nos ombros estão entre os diagnósticos mais frequentes. No setor sucroenergético, que envolve atividades agrícolas, industriais e administrativas, a atenção à ergonomia e à organização do trabalho é estratégica para preservar a saúde dos colaboradores e reduzir impactos operacionais. Riscos presentes nas usinas e no campo De acordo com a médica do trabalho Dra. Daniela Cezarino, da Austa Clínicas, as atividades desempenhadas nas usinas frequentemente exigem aplicação de força física, movimentos repetitivos, manuseio de cargas e permanência prolongada em posturas estáticas. “As atividades dos colaboradores de usinas envolvem aplicação de força física, movimentos repetitivos, manuseio de cargas e permanência prolongada em posturas estáticas, seja em pé ou sentado, o que expõe a um risco maior de LER e DORT”, ressalta a médica. No ambiente industrial, funções ligadas à moagem, manutenção, atividades laboratoriais e operação de painéis de controle também podem implicar postura fixa, sobrecarga mecânica segmentar, movimentos contínuos e, em alguns casos, exposição à vibração e ritmo intenso de trabalho. “Trabalhadores expostos a essas condições apresentam maior risco para o desenvolvimento de distúrbios osteomusculares, como tendinopatias, lombalgias, cervicalgias e síndrome do túnel do carpo. Além dos fatores físicos, aspectos organizacionais e psicossociais também influenciam significativamente o surgimento e a cronificação dessas condições”, pontua a médica da Austa Clínicas. Mesmo nas áreas administrativas, o uso prolongado de computador, associado a mobiliário inadequado e pausas insuficientes, contribui para o aumento da carga musculoesquelética e favorece o desenvolvimento de LER/DORT. Impacto na produtividade e sustentabilidade do negócio Para as usinas e empresas do setor sucroenergético, investir de forma estruturada em ergonomia, capacitação técnica e programas de saúde ocupacional representa uma estratégia de gestão. “Além de reduzir afastamentos e custos previdenciários, essas ações contribuem para o aumento da produtividade, melhoria das condições de segurança e promoção da qualidade de vida no trabalho”, enfatiza a médica do trabalho da Austa Clínicas. Prevenção como estratégia de gestão A adoção de um programa estruturado de prevenção é fundamental tanto para os colaboradores quanto para as empresas. “A incorporação sistemática de princípios ergonômicos à organização do trabalho, incluindo adequação dos postos, pausas estruturadas, alternância de tarefas e ajuste correto de equipamentos e mobiliário, contribui para a redução da carga biomecânica e, consequentemente, do risco de desenvolvimento de distúrbios osteomusculares. Programas de alongamento podem atuar como medida complementar, desde que inseridos em um contexto mais amplo de gestão ergonômica”, afirma. A médica também orienta atenção aos primeiros sinais de alerta. “O trabalhador deve buscar avaliação médica ao identificar dor persistente, sensação de formigamento, perda de força muscular ou limitação de movimento, especialmente quando os sintomas se mantêm ou se intensificam ao longo da jornada de trabalho”.

09 de fevereiro

Dia Internacional da Epilepsia: diagnóstico precoce e tratamento garantem qualidade de vida dos pacientes

Celebrado em 9 de fevereiro, o Dia Internacional da Epilepsia destaca a importância de compreender uma doença neurológica crônica que ainda sofre com estigmas e desinformação. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de pessoas no mundo vivem com epilepsia, e quando diagnosticadas precocemente e acompanhadas por especialistas, conseguem levar uma vida ativa, com autonomia e qualidade. Dra. Naira Gomes, médica neurologista do Austa Hospital, explica que a epilepsia é caracterizada por uma predisposição do cérebro a gerar crises epilépticas espontâneas, causadas por uma atividade elétrica anormal ou excessiva dos neurônios. “A epilepsia é uma doença neurológica crônica em que o cérebro apresenta uma tendência contínua a gerar crises, mesmo sem um fator imediato desencadeante”, diz. A especialista explica que as causas da epilepsia são diversas. “Podemos ter fatores genéticos, que tornam o neurônio mais excitável, lesões estruturais no cérebro, como traumatismo craniano, AVC e tumores, ou infecções do sistema nervoso central, como meningite, encefalite e neurocisticercose”. Alterações metabólicas, imunológicas ou, em muitos casos, causas desconhecidas, também podem levar ao desenvolvimento da doença. “Em grande parte dos casos, a epilepsia é idiopática, ou seja, não conseguimos identificar uma causa definida”, complementa. Em relação aos sintomas, a neurologista afirma que vão além das convulsões. “A crise tônico-clônica, com perda de consciência e contrações musculares generalizadas, é a mais conhecida, mas não é a única. Existem também as crises de ausência, em que o paciente fica alguns segundos desligado, com olhar fixo, sem perceber o ambiente, e retorna ao normal como se nada tivesse acontecido. Outro tipo comum são as crises focais, em que o paciente pode apresentar movimentos repetitivos das mãos ou da boca, alterações de fala, confusão mental ou sintomas não convulsivos, como náusea, mal-estar e alterações sensoriais de cheiro, visão ou paladar”, cita. Embora não haja uma forma universal de prevenção, a neurologista explica que é possível reduzir fatores de risco. “Evitar traumatismos cranianos é fundamental. O uso de cinto de segurança, capacete e comportamentos seguros no trânsito são medidas simples que fazem diferença”, orienta a neurologista. "Manter a vacinação em dia, buscar atendimento rápido em casos de infecções neurológicas, cuidar da saúde cardiovascular e metabólica e seguir adequadamente o pré-natal são formas de reduzir o risco de epilepsia adquirida", completa. Tratamento Controlar a epilepsia depende de um acompanhamento médico especializado e de estratégias terapêuticas adequadas. O objetivo do tratamento é reduzir ou eliminar as crises, melhorar a qualidade de vida e permitir que os pacientes mantenham suas atividades diárias com segurança. A dra. Naira Gomes, médica neurologista do Austa Hospital, explica que a primeira linha de tratamento é medicamentosa. “Hoje temos uma ampla variedade de fármacos anticrise modernos, com menos efeitos colaterais, que permitem um bom controle das crises”, afirma. Cerca de 70% dos pacientes conseguem manter as crises sob controle ou ficar completamente livres delas. “Com isso, conseguem trabalhar, estudar e levar uma vida normal”, completa. Em alguns casos, quando as crises não respondem adequadamente aos medicamentos, pode ser indicada a cirurgia. “Ela é reservada para pacientes com foco epileptogênico bem definido, que é a região do cérebro onde as crises se iniciam, e que continuam apresentando crises mesmo após o uso de pelo menos duas medicações bem ajustadas”, esclarece a especialista. Segundo a especialista, o diagnóstico precoce e o acompanhamento especializado são essenciais não apenas para controlar as crises, mas também para prevenir complicações graves, como quedas, acidentes e a morte súbita associada à epilepsia. “O tratamento adequado também melhora a saúde mental, reduz ansiedade e depressão e diminui o estigma social, permitindo que o paciente tenha mais autonomia e qualidade de vida”, conclui a especialista.

30 de janeiro

IMC avança na transformação digital com a implantação do sistema Tasy

O Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) concluiu neste fim de semana a virada de seu sistema de gestão hospitalar, marcando um passo relevante em sua jornada de transformação digital com a implantação do sistema Tasy, da Philips, uma das plataformas mais completas e reconhecidas do mercado de saúde. Embora o IMC se beneficie de uma base tecnológica e metodológica já consolidada em outro hospital do Grupo Austa, esta implantação representa um novo projeto, cuidadosamente planejado e executado considerando as especificidades operacionais, assistenciais e regulatórias da unidade. Não se trata de uma simples replicação, mas da aplicação de um modelo maduro, já testado, agora adaptado à realidade do IMC. O Tasy integra, em um único ecossistema digital, informações clínicas, assistenciais, administrativas e financeiras, permitindo maior eficiência operacional, padronização de processos, rastreabilidade de dados e suporte à tomada de decisão em tempo real, sempre com foco na segurança do paciente e na sustentabilidade da instituição. “Trabalhar com uma base já validada nos deu velocidade e segurança, mas o sucesso da implantação está diretamente ligado ao cuidado na adaptação dos processos, à qualidade da parametrização e, principalmente, ao engajamento das pessoas. Tecnologia só funciona quando vem acompanhada de método e gente preparada”, destaca Filipe Carmo, Diretor de Tecnologia do Grupo Austa. Após a fase de parametrizações específicas do hospital, foi realizado um período intensivo de capacitação, com treinamento e certificação de usuários-chave de todos os setores. A virada de sistema ocorreu de forma simultânea para toda a instituição, em um processo coordenado e amplamente assistido por lideranças e especialistas de tecnologia e negócio do próprio Grupo. Para Camila Moura, Gerente de Negócios do Hospital IMC, a implantação vai além da modernização tecnológica. “Essa transformação impacta diretamente a forma como cuidamos dos pacientes, organizamos nossos fluxos e preparamos o hospital para os desafios futuros. É um investimento em qualidade assistencial, gestão e pessoas”. A implantação do Tasy no IMC reforça o compromisso do Grupo Austa com inovação, excelência assistencial e evolução contínua, consolidando um modelo de gestão hospitalar baseado em planejamento, decisões estratégicas bem definidas e, acima de tudo, no protagonismo das pessoas que fazem a operação acontecer.

27 de janeiro

Austa Clínicas fortalece atuação junto a grandes usinas ao cuidar de mais de 700 colaboradores durante a SIPAT do Grupo Cerradão

A atuação próxima e personalizada na gestão da saúde corporativa tem sido um dos pilares do novo modelo assistencial da Austa Clínicas junto a grandes empresas do agronegócio e do setor sucroenergético. Um exemplo recente dessa estratégia foi a participação da operadora na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) do Grupo Cerradão, maior produtor de açúcar, etanol e energia de Minas Gerais. Durante o evento, mais de 700 colaboradores passaram por atendimentos e avaliações realizadas por profissionais da Austa Clínicas, que ofereceram aferição de sinais vitais, testes de glicemia capilar, ausculta cardíaca e pulmonar, além de orientações médicas e esclarecimentos sobre saúde e prevenção. A ação integrou um conjunto de iniciativas contínuas desenvolvidas pela operadora junto à Cerradão, que hoje atende cerca de 1.650 colaboradores e dependentes, totalizando aproximadamente 3.000 beneficiários. A presença frequente dos profissionais da Austa Clínicas no ambiente corporativo vai além de eventos pontuais. O modelo adotado pela operadora prioriza o acompanhamento contínuo, a proximidade com os colaboradores e a agilidade na resolução de demandas assistenciais, especialmente em situações que exigem resposta rápida. Foi o que vivenciou o operador de caldeira Nicolas Luiz da Silva, colaborador da área industrial da Cerradão. Ao perceber que sua filha de 11 anos apresentava dificuldades de visão, ele buscou atendimento pela operadora. A consulta foi rapidamente agendada, resultando no diagnóstico de uma infecção ocular e início imediato do tratamento. “Fiquei muito apreensivo com a situação, mas a equipe foi extremamente rápida e atenciosa. Saber que temos esse suporte traz mais tranquilidade para trabalhar e viver melhor”, relata Nicolas. Atendimento personalizado Segundo Leonardo Almeida, gerente de Gente e Gestão do Grupo Cerradão, a parceria com a Austa Clínicas tem se destacado pelo atendimento personalizado e pela capacidade de resposta. “Os profissionais da Austa Clínicas dão bastante atenção para nossos colaboradores, tendo flexibilidade para resolver os casos com senso de urgência necessário, o que é muito importante”, afirma Leonardo. A atuação integrada também tem impacto direto na conscientização dos colaboradores sobre o cuidado com a própria saúde. Para João Antonio Piccini, coordenador de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) da Cerradão, a presença da operadora contribui para um dos principais objetivos das ações internas. “A participação da Austa Clínicas tem sido essencial para sensibilizar nossos colaboradores sobre a importância da prevenção e do acompanhamento regular, não só para eles, mas também para seus familiares”, destaca Piccini. Um plano pensado para a realidade do agro O modelo de atuação adotado junto ao Grupo Cerradão reflete a filosofia que norteou o desenvolvimento do novo plano corporativo da operadora, estruturado a partir de estudos aprofundados sobre as características e desafios do agronegócio. “Nossa proposta envolve personalização e previsibilidade financeira. Consideramos o perfil e a realidade de cada empresa para estruturar soluções adequadas à sua operação, o que é fundamental para a gestão do negócio”, explica Rafael Chanes, diretor executivo da Austa Clínicas. Para garantir atendimento ágil e resolutivo, a operadora disponibiliza uma rede assistencial completa nas regiões onde o grupo atua. Em Frutal, os beneficiários contam com atendimento no Hospital São José e no Espaço Saúde Austa, que reúne diversas especialidades médicas, exames cardiológicos, coleta laboratorial e pronto atendimento 24 horas. Em Barretos, o Hospital São Jorge complementa a rede. Já para casos de média e alta complexidade, os beneficiários têm acesso à rede credenciada e, em São José do Rio Preto, ao Hospital de Base e ao Hospital da Criança e Maternidade. Plano NossaTerra atende à complexidade do agro e do setor sucroenergético Desenvolvido para grandes grupos do agronegócio e do setor sucroenergético, o plano NossaTerra foi estruturado para responder às particularidades de empresas com operações industriais e rurais, equipes numerosas e desafios específicos na gestão da saúde corporativa. Entre os diferenciais do modelo estão a customização da rede assistencial, o controle de custos com previsibilidade orçamentária e a capacidade de implantação ágil de serviços em regiões onde outros modelos de assistência não atuam, reduzindo deslocamentos, afastamentos e impactos na produtividade. O plano também contempla protocolos clínicos adaptados à realidade da agroindústria, programas preventivos alinhados à sazonalidade da safra e ações direcionadas à prevenção de doenças ocupacionais, especialmente osteomusculares e auditivas. A estratégia é complementada por telemedicina, unidades móveis, postos avançados nas plantas industriais e programas estruturados de promoção da saúde. Com essa abordagem, a Austa Clínicas consolida o NossaTerra como uma solução estratégica de gestão de pessoas e sustentabilidade operacional, reforçando seu posicionamento junto a grandes empresas do agro que buscam eficiência, cuidado com seus colaboradores e visão de longo prazo.

27 de janeiro

Pneumologista do IMC desenvolve ‘Protocolo Respire Liberdade’, que oferece apoio médico estruturado para quem quer parar de fumar

Parar de fumar está entre os maiores desafios de saúde pública no Brasil. Mesmo com ampla divulgação dos malefícios do cigarro, cerca de 12% da população adulta ainda fuma, o que representa aproximadamente 20 milhões de pessoas no país. Para muitos fumantes, abandonar o hábito é difícil e as tentativas sem apoio profissional frequentemente resultam em recaídas. Para a pneumologista Dra. Bruna Cortez, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), essa dificuldade tem uma explicação clara. “O tabagismo não é apenas um hábito. Ele cria uma dependência que envolve o corpo, as emoções e os comportamentos do dia a dia. Por isso, não se trata de falta de força de vontade, mas de uma condição que precisa ser tratada de forma estruturada”, explica. Segundo a médica, a nicotina age rapidamente no cérebro e gera uma necessidade física real. Quando o consumo é interrompido, surgem sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia e compulsão. Além disso, o cigarro passa a se associar a situações cotidianas, como o café, o estresse ou momentos de socialização. “Existe ainda o ritual do fumar, que se incorpora à rotina e reforça o vício ao longo do tempo”, completa. É a partir dessa compreensão que a Dra. Bruna Cortez, pneumologista do IMC, desenvolveu o Protocolo Respire Liberdade, um método estruturado e personalizado que oferece acompanhamento médico contínuo para aumentar as chances de sucesso na cessação do tabagismo. “O protocolo funciona como uma jornada. Eu acompanho o paciente desde a avaliação inicial até a fase de manutenção, oferecendo suporte em todas as etapas”, afirma a Dra. Bruna. A primeira consulta inclui uma avaliação clínica detalhada, que considera o grau de dependência, o perfil comportamental e os principais gatilhos associados ao hábito de fumar. Com base nesse diagnóstico, é definido um plano individualizado, que pode combinar medicação específica, aconselhamento comportamental e laserterapia de baixa potência. “A medicação ajuda a reduzir os sintomas físicos da abstinência, enquanto o acompanhamento trabalha as mudanças de comportamento e a relação emocional com o cigarro”, explica. A laserterapia atua como um apoio adicional ao estimular a liberação natural de neurotransmissores ligados ao bem-estar, ajudando a reduzir ansiedade, irritabilidade e o desejo intenso pelo cigarro.“Ela contribui para tornar o processo mais confortável e aumenta a adesão ao tratamento”, destaca a médica. Outro pilar do Protocolo Respire Liberdade é o acompanhamento próximo ao longo de todo o processo, inclusive após a interrupção do cigarro.“Parar de fumar não é um evento isolado, é um processo. O suporte contínuo permite intervir precocemente, ajustar  estratégias e prevenir recaídas”, afirma a Dra. Bruna. Buscar ajuda profissional é um passo fundamental para quem deseja parar de fumar. Com o Protocolo Respire Liberdade, o tratamento deixa de ser uma tentativa solitária e passa a ser um processo estruturado, humano e baseado em evidências, com foco em resultados duradouros e mais qualidade de vida. Como participar do Protocolo Respire Liberdade O Protocolo Respire Liberdade é um projeto idealizado pela Dra. Bruna Cortez, pneumologista do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), e oferece apoio profissional e acompanhamento especializado para ajudar pacientes a vencer o tabagismo com mais segurança, confiança e chances reais de sucesso. Informações e agendamentos: (17) 99252-0707

20 de janeiro

Austa Hospital realiza sua 300ª cirurgia robótica ortopédica com o robô ROSA Knee System

O Austa Hospital, de São José do Rio Preto, realizou na última segunda-feira (19/01) a sua 300ª cirurgia robótica ortopédica. A instituição é a única do noroeste paulista a contar com o robô ROSA® Knee System, tecnologia de última geração utilizada especificamente em procedimentos de joelho. O marco reforça o posicionamento do Austa Hospital como um dos principais centros de referência em cirurgia robótica no interior do Estado de São Paulo. “Os resultados destes 300 procedimentos são altamente satisfatórios, com benefícios muito positivos na qualidade de vida dos pacientes, o que confirma as vantagens da cirurgia robótica em comparação ao método convencional”, afirma o diretor técnico do Austa Hospital, Dr. Ronaldo Gonçalves. Segundo o especialista, os bons desfechos são resultado da combinação entre a experiência do cirurgião e a precisão oferecida pela tecnologia. O robô auxilia no alinhamento e no posicionamento da prótese, considerando a anatomia individual de cada paciente. “Essa tecnologia permite maior precisão no alinhamento e no posicionamento dos componentes, reduzindo desvios fora do padrão ideal”, explica o ortopedista Dr. Aldo Costa, responsável pelo procedimento. Experiência da paciente A 300ª cirurgia robótica foi realizada na comerciante Ana Maria Baracioli Molina Santana, de 61 anos, moradora de Mirassol. Ela já havia passado por uma cirurgia robótica no joelho esquerdo há três anos e, com o avanço da artrose no joelho direito, optou novamente pelo mesmo procedimento. “A cirurgia robótica é uma maravilha. Após a primeira, não senti mais dores e recuperei minha vida”, conta Ana Maria. “Agora, com o problema no outro joelho, tenho muita esperança de que o resultado será tão bom quanto o anterior.” Benefícios do procedimento De acordo com o Dr. Aldo Costa, pacientes submetidos à cirurgia robótica apresentam melhor recuperação funcional nas primeiras semanas, menor dor no pós-operatório e retorno mais rápido às atividades cotidianas quando comparados à técnica convencional. “O paciente tem movimentos mais adequados, melhor mobilidade em menos tempo e chances extremamente reduzidas de dor”, destaca o médico. Outro diferencial da tecnologia é a visão tridimensional e ampliada que o cirurgião tem dos ossos e tecidos durante o procedimento, o que contribui para maior precisão e menor risco de complicações. “Esses fatores ajudam a reduzir o tempo de internação e as chances de intercorrências no pós-operatório”, complementa o ortopedista. Sobre o ROSA® Knee System O ROSA® Knee System conta com ferramentas de planejamento pré-operatório em três dimensões (3D), fornecendo dados em tempo real sobre tecidos moles e anatomia óssea. A plataforma auxilia o cirurgião na tomada de decisões durante o procedimento e no posicionamento preciso dos instrumentos cirúrgicos. O sistema utiliza o protocolo de imagem X-Atlas™, que gera modelos 3D a partir de raios-X, permitindo personalizar o procedimento de acordo com a anatomia do paciente e otimizar a colocação do implante.

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