Beba mais água e evite vários problemas de saúde

30/01/2017

Beba mais água e evite vários problemas de saúde

[vc_row][vc_column][vc_column_text]De acordo com o Guia Alimentar da População Brasileira, do Ministério da Saúde, a quantidade de água que precisamos ingerir diariamente é variável, pois depende de fatores como a idade e o peso da pessoa, a atividade física que ela realiza e o clima e a temperatura do ambiente onde ela vive.

Uma pessoa adulta deve ingerir no mínimo dois litros de água, diariamente. 

O corpo humano é constituído em 70% por água que, em constante movimento, hidrata, lubrifica, aquece, transporta nutrientes, elimina toxinas e repõe energia, entre inúmeras outras utilidades. 

Nós perdemos líquido através da transpiração, suor, saliva, urina e fezes.

Veja alguns problemas de saúde causados pela falta de água no organismo:

  • Enxaqueca. A água é fundamental para regular a temperatura do corpo, e quando falta os vasos sanguíneos se dilatam, provocando fortes dores de cabeça.  
  • Nos olhos provoca uma severa inflamação nas partes internas e posteriores, o que pode, em casos mais severos, causar a perda da visão. 
  • Problemas renais, como cálculos e insuficiência talvez sejam os mais conhecidos. 
  • Pode afetar o funcionamento da bexiga e causar infecções urinárias.
  • Torna a digestão mais lenta, fazendo com que o intestino deixe de realizar corretamente sua função. A prisão de ventre pode causar inflamação e dores no cólon, podendo evoluir para uma infecção. 
  • A saúde da pele e dos cabelos também é prejudicada com descamação do couro cabeludo; queda e enfraquecimento dos pelos; e lesões da pele com aparecimento de cravos e espinhas pela não eliminação adequada das toxinas via pele e seu acúmulo local.
  • Vitaminas e sais minerais deixam de ser distribuídos corretamente causando cãibras, dormências, perda de força muscular e problemas ósseos dentais. 
  • Leva a perda da disposição para realização das atividades diárias, em virtude da circulação cerebral. A baixa quantidade de água faz o sangue ficar mais viscoso e com a circulação mais lenta. 
  • Deixa as vias aéreas mais frágeis e ressecadas, tornando-se mais propensas a inflamações e infecções como sinusites, bronquites e pneumonias.
  • A artrite é provocada pela alteração ou desgaste da cartilagem, que é formada por uma grande quantidade de água, para manter as articulações bem lubrificadas, permitindo que os ossos não se atritem, causando dor. As articulações vertebrais também requerem água para manter suas funções e evitar fricções entre os discos vertebrais e dores

Lembre-se sempre de consumir água em pequenas quantidades, durante todo o dia.

Não espere ter sede, pois quando ela se manifesta é porque o organismo já está dando os primeiros sinais de desidratação.

São ações simples e gratuitas que irão ajudá-lo a prevenir vários problemas de saúde.

Fontes: Portal Melhor com Saúde; Portal Saúde (link – Blog); Portal Mulher com Saúde (link – Saúde da Mulher); Portal Site Médico (link – Boa Forma / Nutrição). [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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12 de março

Jogadores do Monte Líbano fazem check-up cardiológico no IMC de Rio Preto como preparação para o Campeonato Paulista de Basquete

Dois atletas do Clube Monte Líbano, de São José do Rio Preto, realizaram um check-up cardiológico no Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) como parte da preparação para o Campeonato Paulista de Basquete Sub-16. A iniciativa reforça uma recomendação importante dos especialistas: fazer uma avaliação cardiológica antes de iniciar atividades físicas, especialmente em casos de treinos intensos ou participação em competições esportivas. Referência em cardiologia em Rio Preto e região, o IMC realiza avaliações voltadas tanto para atletas profissionais e amadores quanto para pessoas que desejam iniciar ou retomar exercícios físicos com segurança. Avaliação cardiológica antes do esporte Segundo a cardiologista Dra. Adriana Bellini Miola, chefe do Setor de Ergometria, Reabilitação e Cardiologia do Exercício do IMC, a prática de atividade física traz inúmeros benefícios para a saúde, mas deve sempre estar associada ao acompanhamento médico. “É imprescindível que a pessoa esteja em dia com a sua saúde e tenha o amparo de um médico e outros profissionais para agregar segurança a essa prática”, explica. No IMC, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, em que exames e orientações são definidos conforme o perfil e o nível de atividade física pretendido. “Cada indivíduo é diferente do outro, tem uma história única e objetivos particulares que o levaram a nos procurar. Por isso, os exames complementares variam de um paciente para outro, dependendo do grau de envolvimento com o exercício e dos propósitos de cada pessoa”, explica a cardiologista. Jovens atletas reforçam importância do check-up Para os atletas, o acompanhamento médico também faz parte da preparação para a temporada esportiva. Caio Humberto Rocha Soares, de 16 anos, destaca que a avaliação traz mais segurança para quem pratica esporte regularmente. “Fazer esse teste é essencial para mim, tanto como pessoa quanto como atleta, porque conseguimos verificar como está o nosso coração. Como praticamos esporte todos os dias, essa avaliação nos dá muita segurança. Assim, ficamos mais tranquilos para focar no nosso objetivo, que é jogar bem, ajudar o time e buscar vitórias e o título”, afirma. Outro atleta que realizou o check-up foi João Gabriel de Andrade, também de 16 anos. “Para nós, que estamos iniciando uma temporada importante, esse tipo de avaliação é fundamental porque ajuda a entender melhor como está nossa condição física. O acompanhamento médico também orienta sobre os cuidados que precisamos ter para treinar e competir com mais segurança. Isso nos dá confiança para continuar evoluindo dentro de quadra e representar bem o nosso time”, diz. Acompanhamento médico e equipe multidisciplinar Os jovens atletas são acompanhados pelo Dr. Adriano Fróes, médico e pós-graduado em Medicina do Esporte e do Exercício, que os encaminhou ao IMC para a realização dos exames preventivos. No instituto, a avaliação e o acompanhamento de atletas e demais pessoas envolvem uma equipe multidisciplinar, formada por cardiologistas e, quando necessário, pneumologistas, ortopedistas e outros especialistas. Essa abordagem permite analisar de forma ampla as condições de saúde de cada pessoa. “Todos sabemos dos benefícios do exercício, porém ele não deve ser feito de forma aleatória ou desorganizada. Uma equipe multidisciplinar pode orientar a melhor forma de iniciar a prática e até colaborar na escolha da modalidade esportiva mais adequada, levando em consideração as características individuais, histórico de vida e hábitos de cada pessoa”, destaca o médico. Avaliação cardiológica também é importante para quem pratica exercícios recreativos Os especialistas reforçam que a recomendação vale para todas as pessoas, inclusive aquelas que pretendem iniciar atividades físicas de forma recreativa. “Independentemente da idade ou do nível do exercício, é importante realizar uma avaliação cardiológica antes de iniciá-lo. Isso garante mais segurança e permite que seja praticado de forma saudável e sustentável”, conclui o médico que acompanha os atletas. Exercícios sem avaliação podem trazer riscos A avaliação cardiológica pré-participação esportiva é essencial porque algumas doenças cardiovasculares podem evoluir de forma silenciosa. Entre os principais riscos da prática de exercícios físicos sem avaliação médica está a morte súbita cardíaca, que pode ocorrer durante a atividade quando existem doenças não diagnosticadas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a morte súbita cardíaca é a morte natural e inesperada de causa cardíaca que ocorre até uma hora após o início dos sintomas, quando há testemunhas, ou até 24 horas quando não há. Entre as condições que podem levar a esse tipo de ocorrência estão: miocardiopatia hipertrófica displasia arritmogênica do ventrículo direito síndrome do QT longo síndrome de Brugada taquicardia ventricular polimórfica catecolaminérgica miocardites síndromes coronarianas, como o infarto agudo do miocárdio “Algumas dessas doenças podem evoluir sem sintomas evidentes e a primeira manifestação pode ocorrer justamente durante a prática de exercícios. Por isso o check-up cardiológico é tão importante”, alerta a Dra. Adriana Miola.

12 de março

Dia Mundial do Sono: IMC de Rio Preto oferece polissonografia, exame preciso para diagnóstico identificar distúrbios do sono

No dia 14 de março, celebra-se o Dia Mundial do Sono, uma data criada para chamar a atenção para a importância de dormir bem e para os impactos que os distúrbios do sono podem causar na saúde. Embora o sono seja uma necessidade básica do organismo, milhões de pessoas convivem diariamente com noites mal dormidas, muitas vezes sem saber que isso pode estar relacionado a algum problema de saúde. No Brasil, o cenário é preocupante. Segundo estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sete em cada dez brasileiros apresentam algum tipo de dificuldade para dormir, o que representa cerca de 158 milhões de pessoas. Entre os problemas mais comuns estão insônia, ronco intenso e despertares frequentes durante a noite, situações que, além de comprometerem o descanso, podem afetar diretamente o funcionamento do organismo. Dormir mal de forma frequente pode trazer consequências que vão muito além do cansaço no dia seguinte. A privação ou a baixa qualidade do sono está associada a maior risco de problemas cardiovasculares, alterações metabólicas, dificuldade de concentração, irritabilidade, ansiedade e queda na qualidade de vida. Em muitos casos, a causa dessas noites mal dormidas está ligada a um distúrbio chamado apneia do sono. “A apneia do sono se caracteriza pela parada momentânea da respiração, devido à obstrução das vias respiratórias em função do relaxamento dos músculos da faringe. Sem respiração, o fluxo de oxigênio é interrompido, podendo ter consequências ao cérebro e ao coração”, explica a médica pneumologista Bruna Cortez, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. Durante os episódios de apneia, a respiração pode parar por alguns segundos ou até mais tempo, várias vezes ao longo da noite. Isso faz com que o cérebro precise “acordar” o corpo repetidamente para retomar a respiração, fragmentando o sono e impedindo que ele seja realmente reparador. Além da sensação constante de cansaço, a apneia do sono pode trazer riscos importantes à saúde. Entre as complicações mais preocupantes estão hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, aumento do risco de AVC (acidente vascular cerebral) e até morte súbita. Quando o ronco pode ser um sinal de alerta Um dos sintomas mais conhecidos da apneia do sono é o ronco alto e frequente. No entanto, nem sempre ele é interpretado como um sinal de problema de saúde. Muitas pessoas acabam normalizando o ronco ou associando o sintoma apenas a uma característica individual. Além do ronco, outros sinais podem indicar a presença do distúrbio, como pausas na respiração durante o sono, sensação de sufocamento à noite, sonolência excessiva durante o dia, dores de cabeça ao acordar, dificuldade de concentração e irritabilidade. A pneumologista explica que a apneia do sono pode ter diferentes causas e fatores associados, o que torna fundamental uma avaliação médica adequada. “A apneia do sono pode estar relacionada a diversos fatores, como obesidade e síndrome metabólica, os mais relevantes, mas também ansiedade, problemas clínicos, emocionais, excitação associada a determinados eventos, entre muitos outros”, pontua Dra. Bruna. Por isso, o diagnóstico correto é essencial para identificar a origem do problema e definir o tratamento mais adequado. Polissonografia: exame avalia o que acontece com o corpo durante o sono Para auxiliar no diagnóstico dos distúrbios do sono, o principal exame utilizado é a polissonografia, que permite avaliar de forma detalhada como o organismo se comporta enquanto a pessoa dorme. Durante o exame, diferentes funções do corpo são monitoradas ao longo da noite, como respiração, oxigenação do sangue e movimentos respiratórios. Essas informações ajudam o médico a identificar alterações que possam indicar problemas como a apneia do sono. “Esse exame permite identificar pausas na respiração, quedas na oxigenação do sangue e outros sinais que indicam que o sono não está sendo reparador”, explica a pneumologista do IMC. “Com essas informações conseguimos confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado para cada paciente.” A partir dos dados coletados, os especialistas conseguem avaliar a frequência das pausas respiratórias, o impacto delas na oxigenação do organismo e o quanto o sono está sendo fragmentado ao longo da noite. Exame pode ser realizado no conforto de casa No IMC, a polissonografia pode ser realizada no conforto da própria casa do paciente, o que torna o exame mais prático e confortável. Essa modalidade domiciliar permite que a pessoa durma em seu ambiente habitual, o que muitas vezes contribui para um resultado mais próximo da rotina real de sono. Para realizar o exame, são utilizados equipamentos portáteis e de fácil utilização que registram as informações durante toda a noite. Antes de dormir, o paciente coloca um cinto elástico na região do tórax ou da cintura, responsável por registrar os movimentos respiratórios. Também utiliza um oxímetro no dedo, que mede continuamente a oxigenação do sangue, além de um pequeno cateter colocado no nariz, que registra o fluxo de ar durante a respiração. “É um exame simples e seguro. Os sensores são leves e não causam dor, permitindo que a pessoa durma de forma bastante próxima da sua rotina normal”, ressalta a Dra. Bruna. Todos esses sensores ficam conectados a um pequeno aparelho responsável por registrar os dados ao longo da noite. O funcionamento é semelhante ao de um holter cardíaco, exame que monitora o coração durante várias horas ao longo das atividades do dia a dia. No dia seguinte, os dados coletados são analisados por médicos especialistas. “A análise desses dados mostra se houve pausas respiratórias, queda de oxigênio no sangue ou outros sinais característicos da apneia do sono”, explica a pneumologista do IMC. “Com isso conseguimos entender o que está acontecendo durante o sono do paciente e indicar o tratamento mais adequado.” Quando tratar o sono muda a qualidade de vida O produtor rural João Francisco Coletti, de 70 anos, é um exemplo de como o diagnóstico correto pode transformar a qualidade de vida. Durante anos, ele conviveu com noites mal dormidas, ronco intenso e episódios de apneia. Em consulta médica, descobriu que o sangue estava mais espesso, condição que poderia aumentar o risco de infarto. A recomendação foi iniciar investigação para identificar a causa do problema. Após avaliação clínica no IMC, a pneumologista indicou a realização da polissonografia. “Foi tranquilo colocar os dispositivos em casa, o que é um conforto muito grande. Hoje, durmo bem, não ronco e o sangue afinou”, relata o produtor rural.

10 de março

Sedentarismo na terceira idade: geriatra da Austa Clínicas alerta que falta de atividade física acelera perda de autonomia e aumenta risco de doenças

Quase metade dos brasileiros não pratica o mínimo de atividade física recomendado para manter a saúde. Dados do Ministério da Saúde indicam que cerca de 47% da população é sedentária, um comportamento associado ao aumento do risco de doenças crônicas e à perda de qualidade de vida. No envelhecimento, esse cenário ganha atenção ainda maior, já que a falta de movimento pode intensificar perdas naturais do organismo, aumentar a vulnerabilidade a problemas de saúde e comprometer a autonomia para atividades simples do dia a dia. De acordo com o Dr. Eduardo de Conti Fochi, geriatra da Austa Clínicas, a falta de movimento acelera mudanças fisiológicas que já fazem parte do processo de envelhecimento. “O sedentarismo, de maneira geral, acelera a perda da saúde e da autonomia. Com o passar dos anos, o organismo sofre mudanças naturais, como redução da massa muscular, diminuição da capacidade pulmonar e cardiovascular e perda de equilíbrio. A falta de atividade física vai intensificando esse processo”, explica. Além de favorecer o desenvolvimento ou agravamento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, o sedentarismo também interfere diretamente na rotina dos idosos. “O idoso com menos força e resistência passa a ter mais dificuldade para caminhar, subir escadas ou carregar objetos. Tudo isso vai ficando cada vez mais difícil”, afirma o médico. Segundo o Dr. Eduardo, essa perda progressiva de capacidade funcional pode levar à diminuição da independência. “Com o tempo, isso pode levar à perda da autonomia e à piora da qualidade de vida. É aquele idoso que vai ficando cada vez mais dependente de filhos ou cuidadores, porque atividades simples, como tomar banho sozinho ou subir um lance de escada, passam a ser difíceis ou até impossíveis”. Exercício ajuda a prevenir quedas e preservar mobilidade A perda de força muscular e de equilíbrio também está relacionada ao aumento do risco de quedas na terceira idade. Estudos indicam que cerca de um terço dos idosos sofre pelo menos uma queda por ano, muitas vezes associada justamente à diminuição da massa muscular e da estabilidade corporal. Entre as consequências mais importantes está a perda de massa muscular associada ao envelhecimento, conhecida como Sarcopenia, condição que compromete força, mobilidade e estabilidade corporal. Segundo o geriatra da Austa Clínicas, a atividade física regular é uma das principais estratégias para reduzir esse risco. “A atividade física é uma das principais ferramentas para prevenir a sarcopenia. Mas é importante frisar que os exercícios precisam ser regulares. Não adianta fazer atividade física uma vez por mês ou duas vezes por mês. É necessário manter uma frequência, sendo os exercícios resistidos, como a musculação, os que mais estimulam o músculo e ajudam a combater a perda de massa muscular”, cita. Segundo o médico, o fortalecimento dos músculos e a prática regular de atividade tem impacto direto na prevenção de quedas, na mobilidade e independência do idoso. “Quando o paciente tem uma massa muscular maior e sofre algum desequilíbrio, ele consegue reagir mais rápido e evitar a queda. Por isso, exercícios de equilíbrio e coordenação também são fundamentais”. Benefícios também chegam à saúde mental Os impactos positivos da atividade física não se limitam ao corpo. A prática regular também tem efeitos importantes sobre a saúde mental e a qualidade de vida dos idosos. “Os benefícios vão muito além do físico: A atividade física melhora sintomas de ansiedade e depressão, melhora o sono e aumenta a sensação de bem-estar”. Melhorando ainda a memória, atenção e raciocínio. Inclusive, a atividade física é uma das principais ferramentas que temos hoje para impedir ou retardar o aparecimento de demências, como a doença de Alzheimer”, explica. Além disso, manter-se ativo contribui para preservar a autonomia e ampliar a participação social dos idosos. “Quando o idoso tem força, mobilidade e equilíbrio, ele consegue fazer suas atividades sozinho. Isso permite que ele participe mais da vida social e mantenha uma melhor qualidade de vida”.

27 de janeiro

Austa Clínicas fortalece atuação junto a grandes usinas ao cuidar de mais de 700 colaboradores durante a SIPAT do Grupo Cerradão

A atuação próxima e personalizada na gestão da saúde corporativa tem sido um dos pilares do novo modelo assistencial da Austa Clínicas junto a grandes empresas do agronegócio e do setor sucroenergético. Um exemplo recente dessa estratégia foi a participação da operadora na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) do Grupo Cerradão, maior produtor de açúcar, etanol e energia de Minas Gerais. Durante o evento, mais de 700 colaboradores passaram por atendimentos e avaliações realizadas por profissionais da Austa Clínicas, que ofereceram aferição de sinais vitais, testes de glicemia capilar, ausculta cardíaca e pulmonar, além de orientações médicas e esclarecimentos sobre saúde e prevenção. A ação integrou um conjunto de iniciativas contínuas desenvolvidas pela operadora junto à Cerradão, que hoje atende cerca de 1.650 colaboradores e dependentes, totalizando aproximadamente 3.000 beneficiários. A presença frequente dos profissionais da Austa Clínicas no ambiente corporativo vai além de eventos pontuais. O modelo adotado pela operadora prioriza o acompanhamento contínuo, a proximidade com os colaboradores e a agilidade na resolução de demandas assistenciais, especialmente em situações que exigem resposta rápida. Foi o que vivenciou o operador de caldeira Nicolas Luiz da Silva, colaborador da área industrial da Cerradão. Ao perceber que sua filha de 11 anos apresentava dificuldades de visão, ele buscou atendimento pela operadora. A consulta foi rapidamente agendada, resultando no diagnóstico de uma infecção ocular e início imediato do tratamento. “Fiquei muito apreensivo com a situação, mas a equipe foi extremamente rápida e atenciosa. Saber que temos esse suporte traz mais tranquilidade para trabalhar e viver melhor”, relata Nicolas. Atendimento personalizado Segundo Leonardo Almeida, gerente de Gente e Gestão do Grupo Cerradão, a parceria com a Austa Clínicas tem se destacado pelo atendimento personalizado e pela capacidade de resposta. “Os profissionais da Austa Clínicas dão bastante atenção para nossos colaboradores, tendo flexibilidade para resolver os casos com senso de urgência necessário, o que é muito importante”, afirma Leonardo. A atuação integrada também tem impacto direto na conscientização dos colaboradores sobre o cuidado com a própria saúde. Para João Antonio Piccini, coordenador de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) da Cerradão, a presença da operadora contribui para um dos principais objetivos das ações internas. “A participação da Austa Clínicas tem sido essencial para sensibilizar nossos colaboradores sobre a importância da prevenção e do acompanhamento regular, não só para eles, mas também para seus familiares”, destaca Piccini. Um plano pensado para a realidade do agro O modelo de atuação adotado junto ao Grupo Cerradão reflete a filosofia que norteou o desenvolvimento do novo plano corporativo da operadora, estruturado a partir de estudos aprofundados sobre as características e desafios do agronegócio. “Nossa proposta envolve personalização e previsibilidade financeira. Consideramos o perfil e a realidade de cada empresa para estruturar soluções adequadas à sua operação, o que é fundamental para a gestão do negócio”, explica Rafael Chanes, diretor executivo da Austa Clínicas. Para garantir atendimento ágil e resolutivo, a operadora disponibiliza uma rede assistencial completa nas regiões onde o grupo atua. Em Frutal, os beneficiários contam com atendimento no Hospital São José e no Espaço Saúde Austa, que reúne diversas especialidades médicas, exames cardiológicos, coleta laboratorial e pronto atendimento 24 horas. Em Barretos, o Hospital São Jorge complementa a rede. Já para casos de média e alta complexidade, os beneficiários têm acesso à rede credenciada e, em São José do Rio Preto, ao Hospital de Base e ao Hospital da Criança e Maternidade. Plano NossaTerra atende à complexidade do agro e do setor sucroenergético Desenvolvido para grandes grupos do agronegócio e do setor sucroenergético, o plano NossaTerra foi estruturado para responder às particularidades de empresas com operações industriais e rurais, equipes numerosas e desafios específicos na gestão da saúde corporativa. Entre os diferenciais do modelo estão a customização da rede assistencial, o controle de custos com previsibilidade orçamentária e a capacidade de implantação ágil de serviços em regiões onde outros modelos de assistência não atuam, reduzindo deslocamentos, afastamentos e impactos na produtividade. O plano também contempla protocolos clínicos adaptados à realidade da agroindústria, programas preventivos alinhados à sazonalidade da safra e ações direcionadas à prevenção de doenças ocupacionais, especialmente osteomusculares e auditivas. A estratégia é complementada por telemedicina, unidades móveis, postos avançados nas plantas industriais e programas estruturados de promoção da saúde. Com essa abordagem, a Austa Clínicas consolida o NossaTerra como uma solução estratégica de gestão de pessoas e sustentabilidade operacional, reforçando seu posicionamento junto a grandes empresas do agro que buscam eficiência, cuidado com seus colaboradores e visão de longo prazo.

02 de dezembro

Austa Hospital renova a Acreditação ONA 3

Pela terceira vez consecutiva, o Austa Hospital, de São José do Rio Preto, acaba de renovar a Acreditação ONA 3 – nível máximo de qualidade e segurança conferido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). Trata-se da mais elevada certificação do setor hospitalar no Brasil, atribuída a instituições que mantêm gestão integrada, processos maduros, cultura de segurança consolidada e resultados assistenciais consistentes. “Conquistar novamente a certificação da ONA, em seu nível máximo, é motivo de orgulho e o reconhecimento merecido ao nosso time, que entrega excelência todos os dias”, afirma o CEO do Austa Hospital, Dr. Rodrigo Teixeira Aquino. “No Austa, entendemos que certificações são bússolas, não destinos, pois nos guiam, nos desafiam, mas o que nos move de verdade é a qualidade aos olhos de quem mais importa: nossos pacientes. A ONA 3 confirma que estamos no caminho certo. Parabéns a cada colaborador que transforma esse propósito em realidade”, acrescenta o executivo. A recertificação foi confirmada após análise rigorosa realizada por avaliadores da Fundação Vanzolini durante três dias. O processo analisou infraestrutura, governança, protocolos assistenciais, processos de gestão, integração entre equipes e os principais indicadores assistenciais do hospital. Para o diretor médico, Dr. Ronaldo Gonçalves, o reconhecimento reafirma a dedicação diária de todos os profissionais do hospital. “Essa recertificação é reflexo direto do comprometimento das nossas equipes. É o resultado de profissionais que atuam com rigor técnico, responsabilidade e cuidado humano todos os dias. Ver esse esforço reconhecido por uma instituição de credibilidade como a ONA nos motiva ainda mais a evoluir e a manter um padrão assistencial seguro e eficiente para cada paciente que passa pelo Austa Hospital”, destaca. O Austa Hospital mantém, desde 2013, adesão às Seis Metas Internacionais de Segurança do Paciente, estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde, sustentando uma cultura organizacional baseada em planejamento, protocolos sólidos, auditorias internas e melhoria contínua. Há 12 anos, a instituição conta com o Núcleo de Segurança do Paciente, responsável pelo monitoramento de riscos, análise de dados, qualificação de indicadores e implementação de ações que fortalecem a cultura de segurança em todas as áreas. A atuação sistemática do núcleo garante práticas assistenciais alinhadas aos melhores padrões nacionais e internacionais. Fundado há 45 anos, o Austa Hospital é uma das principais instituições de saúde do Noroeste Paulista. A instituição reúne equipes multidisciplinares altamente qualificadas e mantém investimentos contínuos em tecnologia, inovação e expansão da capacidade assistencial, garantindo atendimento de alta complexidade e medicina de excelência. A estrutura hospitalar inclui serviços avançados de diagnóstico por imagem e análises laboratoriais, além de excelência em áreas como cardiologia, hemodinâmica, endovascular, neurorradiologia, endoscopia, tomografia, ressonância magnética e radiologia. O hospital dispõe também de 35 leitos de UTI (adulto, pediátrica e neonatal), 90 leitos de internação e um centro cirúrgico preparado para procedimentos de baixa, média e alta complexidade, incluindo cirurgia robótica. Com governança sólida, cultura assistencial madura e foco permanente na segurança do paciente, o Austa Hospital reafirma sua posição como referência regional em qualidade, tecnologia e cuidado.

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