Cuidados Paliativos no Austa Hospital: qualidade de vida e humanização no centro do cuidado - Blog Austa

10/10/2025

Cuidados Paliativos no Austa Hospital: qualidade de vida e humanização no centro do cuidado

No mês em que se celebra o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, o Austa Hospital reforça a importância de colocar o paciente e sua família no centro do cuidado, priorizando dignidade, autonomia e qualidade de vida desde o diagnóstico de uma doença grave. Sob coordenação da Dra. Andreia de Paula, o hospital conta com a única equipe de Cuidados Paliativos entre os hospitais particulares de São José do Rio Preto, um serviço pioneiro que se consolidou como referência regional em assistência integral e humanizada.

“Cuidado paliativo é um ato de humanização na saúde. Ele valoriza a autonomia e o bem-estar do indivíduo, independentemente do estágio da doença. Desde 2017, fortalecemos protocolos, realizamos educação continuada e mostramos às famílias a importância desse cuidado desde o diagnóstico”, afirma a Dra. Andreia.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os cuidados paliativos são uma abordagem que busca melhorar a qualidade de vida de pacientes adultos e crianças e de suas famílias que enfrentam doenças que ameaçam a vida, prevenindo e aliviando o sofrimento por meio da avaliação cuidadosa, identificação precoce, tratamento da dor e outros sintomas físicos, psico-espirituais e socias. Para a Dra. Andreia, o acompanhamento deve começar logo no diagnóstico, sempre que o paciente apresentar sofrimento ou perda de qualidade de vida.

“Ao contrário do que muitos imaginam, cuidado paliativo não é só para o final da vida. É para o início. Cuidamos de pacientes que estão vivendo e sofrendo, e quanto mais cedo estabelecemos o vínculo, mais efetivo é o cuidado”, explica.

Embora frequentemente associados ao fim da vida, os cuidados paliativos ainda enfrentam resistência e desinformação. O foco do cuidado paliativo é guarantor autonomia, dignidade e qualidade de vida aos pacientes, seus familiares e cuidadores. É proporcionar vida aos dias, independente da fase da doença: desde o diagnóstico até a fase final”, reforça a Dra. Andreia.

Para reduzir esse estigma, a equipe passou a adotar a denominação ‘Equipe de Suporte e Controle da Dor’, que reflete com precisão o propósito do trabalho. “Hoje, temos um índice de melhora da dor e da falta de ar superior a 90% entre nossos pacientes. Isso representa um ganho real de qualidade de vida”, enfatiza a médica.

Protocolos e equipe especializada

O Austa Hospital possui protocolos e diretrizes formais para identificar e acompanhar pacientes que necessitam dessa abordagem. A identificação pode ocorrer tanto na emergência quanto durante a internação.

“Usamos um protocolo internacional chamado SPICT (Supportive and Palliative Care Indicators Tool — Ferramenta de Indicadores de Cuidados de Suporte e Paliativos), desenvolvido pela Universidade de Edimburgo, que auxilia na identificação de pacientes com indicação para cuidados paliativos. Associado ao SPICT, também utilizamos a chamada ‘pergunta surpresa’ que é estabelecida em literatura: “ Você acredita que o paciente pode morrer nos próximos seis meses a um ano? “. Se a resposta for SIM, ele tem indicação de cuidados paliativos. A partir daí, nossa equipe é acionada e realizamos a abordagem”, detalha a médica.

Além do atendimento diário, o hospital realiza treinamentos regulares com os colaboradores para ampliar o conhecimento e reduzir o estigma em torno do tema. “Fizemos recentemente um treinamento sobre hipodermóclise, que é uma técnica de administração de medicamentos e hidratação por via subcutânea, indicada para pacientes muito frágeis ou com dificuldade de acesso venoso. Também estamos promovendo capacitações sobre quando e como acionar a equipe de cuidados paliativos. Esses treinamentos são contínuos e têm grande adesão dos profissionais”, relata.

Compromisso com o acesso universal

Neste ano, o tema do Dia Mundial dos Cuidados Paliativos é “Alcançar a promessa: acesso universal aos cuidados paliativos”, reforçando o compromisso global de ampliar esse tipo de assistência. O Austa Hospital, por meio de sua equipe especializada, tem trabalhado para garantir que cada vez mais pacientes tenham acesso a esse cuidado essencial.

“Quando começamos, atendíamos um paciente por mês. Hoje, acompanhamos de três a cinco pacientes diariamente. Isso mostra como o entendimento e a valorização dos cuidados paliativos cresceram dentro do hospital e entre as famílias”, conclui Dra. Andreia.

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24 de setembro

Austa Hospital promove encontro com profissionais da saúde para reforçar protocolo de atendimento à sepse

Atividade reuniu equipe multidisciplinar para discutir casos, alinhar condutas e reforçar a importância do reconhecimento precoce do quadro O Austa Hospital, de São José do Rio Preto (SP), realizou na última sexta-feira (18/09) um encontro com profissionais da instituição para discutir a identificação e o atendimento de pacientes com sepse, com foco na análise de casos, no esclarecimento de dúvidas e no alinhamento das condutas previstas pelo protocolo institucional. A iniciativa reforçou a importância da atuação coordenada da equipe multidisciplinar envolvida na assistência diante de uma condição que exige avaliação e tratamento rápidos. A sepse ocorre quando a resposta do organismo a uma infecção provoca alterações que podem comprometer o funcionamento dos órgãos e representa uma emergência médica. Por isso, o reconhecimento precoce do quadro e o início imediato das medidas terapêuticas são fundamentais para o cuidado do paciente. No Austa Hospital, o protocolo para identificação e tratamento da sepse é acompanhado por médicos especialistas de diferentes áreas, com revisão das práticas, capacitação e monitoramento das condutas previstas. Para o Dr. Vitor Dantas Muniz, médico infectologista do Austa Hospital, encontros como esse contribuem para reforçar a organização das condutas diante dos casos de sepse. “Fazer um evento aqui no Austa em relação ao protocolo reforça as condutas que devem ser totalmente coordenadas em relação ao tratamento do paciente”, ressalta. A discussão permitiu aproximar diferentes perspectivas sobre o cuidado e compartilhar experiências da rotina assistencial. “Hoje temos a oportunidade de promover um evento como esse para conscientizar todos os nossos profissionais em relação à importância da atuação de cada equipe no cuidado integrado desse paciente”, ressalta Evelyn Aline B. Gondin, fisioterapeuta do Austa Hospital. Um dos pontos reforçados durante o encontro foi a necessidade de reconhecer a sepse logo nos primeiros momentos em que ela pode ser identificada. Para a Dra. Célia Franco, médica infectologista do Austa Hospital, esse reconhecimento orienta a sequência das medidas previstas no protocolo. “Reconhecer a sepse precocemente é a primeira chamada que fazemos e, a partir dela, conseguimos agir e aplicar as outras intervenções, que é dar o antibiótico precoce, hidratar esse paciente e entender onde ele vai ser melhor tratado no decorrer da sua internação”, explica. Como a sepse e o choque séptico são considerados emergências médicas e o tratamento deve ser iniciado imediatamente após o reconhecimento do quadro, a atualização das condutas é parte importante da assistência, por isso o Austa Hospital promove encontros frequentes com suas equipes para discutir casos, revisar o protocolo institucional e alinhar a atuação diante dessas situações.

18 de junho

Câncer de rim pode não apresentar sintomas no início, alerta urologista do Austa Hospital

O Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Rim, celebrado em 18 de junho, chama a atenção para uma doença que costuma evoluir de forma silenciosa e, por isso, ainda é diagnosticada tardiamente em muitos casos. A data tem como objetivo alertar a população sobre os fatores de risco, os sinais de alerta e, principalmente, a importância do diagnóstico precoce da neoplasia renal, condição que pode ter altas taxas de cura quando identificada em estágios iniciais. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e de entidades como a Sociedade Brasileira de Urologia e a Sociedade Paulista de Urologia, o câncer de rim responde por cerca de 2% a 3% de todos os tumores malignos no país, com estimativa de mais de 12 mil novos casos por ano no Brasil. A doença é mais frequente em homens, especialmente a partir dos 50 anos, e está associada a fatores como tabagismo, obesidade, hipertensão arterial, histórico familiar e doença renal crônica. Segundo o urologista Fábio Simão, do Austa Hospital, o maior desafio é justamente o fato de o tumor não apresentar sintomas no início. “Na maioria das vezes, eles não se manifestam. Muitos diagnósticos acontecem de forma incidental, quando o paciente realiza exames de imagem por outros motivos”, explica. Quando presentes, os sinais podem incluir sangue na urina, dor lombar persistente, perda de peso sem causa aparente, febre recorrente e sensação de massa abdominal, manifestações que exigem investigação médica imediata. O diagnóstico é feito principalmente por exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética, que permitem identificar lesões renais suspeitas. Em situações específicas, pode ser indicada a biópsia para confirmação diagnóstica. A avaliação precoce é decisiva para a definição da melhor estratégia terapêutica e para a preservação da função renal. O tratamento do câncer de rim depende do estágio da doença, mas a cirurgia continua sendo a principal abordagem nos casos localizados. “A cirurgia é o tratamento de escolha quando o tumor está restrito ao rim. Sempre que possível, optamos pela nefrectomia parcial, que remove apenas o tumor e preserva o restante do órgão, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente”, afirma Dr. Fábio Simão. Atualmente, técnicas minimamente invasivas, como a cirurgia laparoscópica e a cirurgia robótica, permitem procedimentos mais seguros, com menor tempo de internação e recuperação mais rápida. Em casos avançados, o tratamento pode incluir terapias sistêmicas, como imunoterapia e medicamentos alvo, de acordo com protocolos definidos por sociedades médicas. Para o especialista, o Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Rim reforça uma mensagem essencial à população: atenção aos fatores de risco, acompanhamento médico regular e valorização dos exames preventivos. “Quando diagnosticado precocemente, o câncer de rim pode ter índices de cura superiores a 90%. Informação e vigilância são as principais aliadas para mudar o cenário da doença no Brasil”, conclui.

03 de junho

IMC amplia atendimento especializado com serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial

Dor na mandíbula, estalos ao abrir a boca, dores de cabeça frequentes, zumbido no ouvido e dificuldades para mastigar podem parecer problemas isolados, mas muitas vezes têm uma mesma origem. Pensando em oferecer um atendimento cada vez mais completo e especializado, o IMC passa a contar com o serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, ampliando o acesso da população a diagnósticos precisos e tratamentos avançados para condições que afetam a face, a mandíbula e a articulação temporomandibular (ATM). A especialidade atua no diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico de diversas alterações que impactam diretamente funções essenciais do dia a dia, como mastigação, fala, respiração e qualidade do sono. Entre as principais condições atendidas estão as disfunções da ATM, o bruxismo, as dores faciais e as deformidades dos maxilares. O atendimento será realizado pelo Dr. Israel Vicente, especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, que passa a integrar o corpo clínico do IMC trazendo expertise em uma área que vem ganhando cada vez mais relevância devido ao aumento de queixas relacionadas ao estresse, à ansiedade e aos distúrbios da articulação da mandíbula. Além da avaliação clínica especializada, os pacientes terão acesso a uma investigação diagnóstica detalhada e a tratamentos individualizados, definidos de acordo com as necessidades de cada caso e com o objetivo de promover mais conforto, funcionalidade e qualidade de vida. Com a chegada da especialidade, o IMC fortalece seu compromisso com uma assistência integrada, reunindo tecnologia, equipe multiprofissional e cuidado centrado no paciente para oferecer soluções que vão além do alívio dos sintomas, promovendo mais funcionalidade, conforto e qualidade de vida. Agende sua consulta Para mais informações ou agendamento de consultas, entre em contato com o IMC pelo telefone (17) 3202-4000.

27 de março

Austa Clínicas patrocina evento 14ª Cana Substantivo Feminino, que reforça o protagonismo feminino no agro

A Austa Clínicas reforçou sua presença e compromisso com o setor sucroenergético ao atuar como parceira do 14º Encontro Cana Substantivo Feminino, um dos mais relevantes eventos voltados à valorização da mulher no agro e na bioenergia. Realizado em 26 de março de 2026, no Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC), em Ribeirão Preto (SP), o encontro reuniu mais de 550 produtoras de cana-de-açúcar, profissionais de empresas e pesquisadoras, consolidando-se como um espaço estratégico de troca de experiências, conhecimento e fortalecimento da presença feminina no setor. A participação da Austa Clínicas como parceira do evento reforça sua presença no setor sucroenergético, para cujas empresas desenvolveu o plano de saúde Nossa Terra, com soluções alinhadas e customizada de acordo com o perfil de cada empresa e suas necessidades. A Austa Clínicas faz questão de estar no Cana Substantivo Feminino por entender ser um evento que fortalece e incentiva a maior participação feminina no agro, promovendo a valorização, o respeito e a ampliação de oportunidades para mulheres em um segmento historicamente masculino. O apoio ao Cana Substantivo Feminino também evidencia o entendimento de que saúde, bem-estar e qualidade de vida são fatores estratégicos para a produtividade, segurança e sustentabilidade das operações no setor sucroenergético. Ao investir em iniciativas que valorizam pessoas, a Austa Clínicas contribui diretamente para a evolução do ambiente corporativo no agro.  

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