Hipertensão arterial: prevenção e cuidados

16/05/2020

Hipertensão arterial: prevenção e cuidados

O infarto e o AVC são apenas duas das muitas complicações graves cuja principal causa é a hipertensão arterial no Brasil e no mundo.

Em caso de dor forte no peito e falta de ar intensa, a pessoa pode estar sofrendo um infarto.
Se sofrer de perda de movimentos ou dificuldade para falar, é sinal que pode estar sofrendo um AVC (acidente vascular cerebral).
Portanto, neste Dia Mundial da Hipertensão Arterial, cuide de sua saúde e do seu coração.

A prevenção se faz com ações simples:

– Consultar-se com um cardiologista ao menos uma vez por ano;
– Medir a pressão arterial com frequência;
– Diminuir o consumo de sal;
– Evitar o excesso de álcool;
– Ter uma alimentação saudável;
– Evitar gorduras;
– Praticar atividade física, mesmo dentro de casa.

Com o isolamento social e a preocupação com a pandemia, é natural o aumento da ansiedade, que também pode contribuir para o aumento da pressão arterial.
Por isso, é muito importante ter atitudes que diminuam o estresse, como conversar com parentes e amigos por meios digitais, ler um bom livro, assistir filmes e até praticar técnicas de meditação e relaxamento.

Para a pessoa que têm pressão alta e faz uso de medicação, é fundamental não deixar de tomar os medicamentos para controlar a pressão arterial, mesmo infectada com o novo coronavírus.

Cuide-se!

Há evidências em todo o mundo de que pessoas com doenças cardiovasculares estão evitando ir ao hospital ou procurar um serviço médico com receio de se infectar pelo coronavírus.
É fundamental consultar o médico ou serviço de saúde com frequência, sobretudo para esclarecer as dúvidas antes de qualquer mudança.
As pessoas devem ficar atentas para os sinais de alarme para estas doenças, como: dor forte no peito, falta de ar intensa, perda de movimentos ou dificuldade para falar. Isso pode significar complicações graves da hipertensão arterial. Nesta situação, o paciente deve procurar um serviço de emergência para ser tratado.
A Sociedade Brasileira de Hipertensão reforça que, além de adotar todas as medidas para a prevenção do COVID-19, é indispensável continuar cuidando sempre da sua pressão arterial.

 

 

 

 

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08 de agosto

No Dia dos Pais, Austa e IMC reconhecem pais que fazem do cuidado uma missão dentro e fora de casa

O Dia dos Pais é uma oportunidade para celebrar a importância da figura paterna na construção de famílias mais saudáveis. Além do cuidado, da proteção e do afeto, os pais exercem um papel fundamental na formação de hábitos que acompanham os filhos ao longo da vida e contribuem para seu desenvolvimento físico e emocional. No Austa e IMC, a data também é um momento de reconhecer aqueles que vivem essa dupla missão: cuidar de suas famílias e, todos os dias, colaborar para a promoção da saúde e do bem-estar da comunidade. A presença ativa dos pais na rotina familiar vai muito além de acompanhar o crescimento dos filhos. Atitudes como incentivar uma alimentação equilibrada, estimular a prática de atividades físicas, manter a vacinação em dia e valorizar a realização de consultas e exames preventivos ajudam a construir uma cultura de cuidado que atravessa gerações. Ao mesmo tempo, especialistas alertam para um desafio importante: o cuidado com a saúde masculina. Segundo o Ministério da Saúde, os homens vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres, cenário que está relacionado, entre outros fatores, à menor procura por atendimento médico e pela prevenção. Cuidar da própria saúde também é uma forma de exercer a paternidade, garantindo mais qualidade de vida e a oportunidade de estar presente nos momentos que realmente importam. Pais que cuidam dentro e fora de casa No Austa e IMC, o Dia dos Pais ganha um significado ainda mais especial. Muitos dos nossos colaboradores conciliam duas missões igualmente importantes: promover saúde para milhares de pessoas e desempenhar, dentro de casa, um papel essencial na formação de suas famílias. São médicos, enfermeiros, técnicos, profissionais assistenciais e administrativos que, diariamente, contribuem para oferecer um atendimento seguro, humanizado e de qualidade. Ao final da jornada, levam esse mesmo compromisso para o ambiente familiar, compartilhando valores, orientando, acolhendo e inspirando seus filhos por meio do exemplo. Neste Dia dos Pais, o Austa e IMC reconhece e celebra essa dupla missão. Homenagear esses profissionais é valorizar homens que fazem do cuidado um propósito de vida, seja ao lado de um paciente, de um colega de trabalho ou de suas famílias.  

07 de agosto

Quatro em cada dez brasileiros têm colesterol alterado, alerta cirurgião cardiovascular do IMC 

Este sábado, 8 de agosto,  é o Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, data que tem extrema relevância diante do quanto a população está sendo afetada pelo excesso de gordura. Mais de 18 milhões de brasileiros, ou seja, 40% dos adultos do país, têm o colesterol acima do recomendado, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Como se não bastasse a gravidade deste número, 67% sequer sabem qual é a própria taxa e correm grandes riscos porque o colesterol elevado é silencioso. A grande maioria dos pacientes não sente nada até que a doença já esteja avançada, muitas vezes revelada por um infarto, um AVC ou uma obstrução nas artérias das pernas”, alerta o cirurgião cardiovascular Rinaldo Costa Santos, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. É por isso que é fundamental o diagnóstico precoce, segundo o médico, pois, quando descoberto a tempo, o colesterol alto é uma condição plenamente controlável. O exame que detecta alterações no colesterol é simples — uma coleta de sangue — e sua frequência varia conforme o perfil de cada paciente. “Alguns pacientes precisam repetir os exames a cada três meses, outros a cada seis, e alguns apenas uma vez ao ano. O que não pode acontecer é o paciente nunca ter feito o exame, ou ter parado de repeti-lo depois dos 40, 50 anos, justamente quando o risco começa a aumentar”, ressalta o cirurgião cardiovascular do IMC. O vilão a ser diagnosticado aqui é o LDL, explica Dr. Rinaldo, principal responsável pelo acúmulo de gordura na parede das artérias, processo conhecido como aterosclerose. Esse acúmulo pode comprometer as coronárias, levando ao infarto; as carótidas, causando derrame cerebral; ou as artérias das pernas, provocando claudicação, que é a dor ao caminhar. “Em nenhum desses casos o paciente escolhe qual artéria será afetada — por isso o cuidado precisa ser sistêmico, e não pontual”, destaca o médico. Para o Dr. Rinaldo, a data é a oportunidade de reforçar uma mensagem simples diante de números que ainda preocupam. “Colesterol alto se controla, mas antes é preciso saber que se tem. Com diretrizes cada vez mais rígidas e a maioria dos brasileiros ainda sem saber sua própria taxa, informação e acompanhamento médico regular continuam sendo as ferramentas mais eficazes que temos”, afirma. O cirurgião cardiovascular se refere às novas diretrizes definidas pelas entidades internacionais de cardiologia recentemente que adotaram critérios muito mais rigorosos para o controle do colesterol ruim (LDL) e recomendando que o perfil lipídico passe a ser rastreado já a partir dos 20 anos — não mais apenas na meia-idade. Para indivíduos classificados como de baixo risco, a nova meta ideal foi fixada em menos de 115 mg/dL, valor consideravelmente menor do que os limites tolerados nos anos anteriores. Já para pacientes de risco muito alto ou extremo (com histórico de problemas cardiovasculares graves, diabetes ou múltiplos infartos), os limites são ainda menores: os alvos de LDL caíram para menos de 50 mg/dL, podendo chegar a marcas inferiores a 40 mg/dL na nova categoria de risco extremo. Em resumo, não existe um número de LDL igualmente seguro para todos. “Os níveis de referência variam de acordo com o risco de cada pessoa. Quem já teve infarto, AVC ou tem diabetes precisa manter o LDL bem mais baixo do que a população em geral. É uma mudança de mentalidade: tratar o risco da pessoa, não apenas um exame isolado”, diz o cirurgião cardiovascular. A prevenção envolve a adoção de hábitos saudáveis de vida, como alimentação equilibrada, atividade física regular e não fumar. “São atitudes indispensáveis”, enfatiza Dr. Rinaldo. “Mas muitas pessoas precisam de medicação para atingir as metas de controle por uma característica da própria doença, que tem componente genético importante em muitos casos”, ressalta. Quando a obstrução arterial já está instalada, a cirurgia vascular oferece hoje alternativas menos invasivas do que há alguns anos. “Usamos cateteres, stents e endopróteses para desobstruir as artérias sem a necessidade de grandes cortes. Isso reduz riscos, acelera a recuperação e devolve qualidade de vida ao paciente. Realizamos dezenas de intervenções cardiovasculares por mês no IMC, e boa parte delas já é feita por essa via minimamente invasiva”, detalha.

31 de julho

Austa Hospital renova certificação internacional e conquista selo Platinum por excelência no atendimento a pacientes com AVC

Reconhecimento da World Stroke Organization mantém hospital entre os centros de referência mundial no tratamento do Acidente Vascular Cerebral O Austa Hospital, de São José do Rio Preto (SP), teve elevado o nível da certificação internacional concedida pela Organização Mundial do AVC (WSO – World Stroke Organization), o que reafirma a condição da instituição entre os centros de excelência no mundo no atendimento a pacientes com acidente vascular cerebral (AVC). O Austa Hospital recebeu agora a certificação nível Platinum do WSO Angels Awards, concedida pela Organização Mundial do AVC em parceria com a Angels Initiative. “É um reconhecimento de extrema importância para os profissionais de nosso hospital e que sinaliza para os moradores de nossa região que o Austa Hospital oferece a eles atendimento de elevado padrão de qualidade e com segurança”, afirma Dr. Ronaldo Gonçalves da Silva, diretor médico da instituição. O WSO Angels Awards é concedido aos hospitais que demonstram excelência em indicadores assistenciais relacionados ao tratamento do AVC, como rapidez no diagnóstico e início da terapia, cumprimento de protocolos clínicos baseados em evidências científicas, monitoramento permanente dos resultados e melhoria contínua dos processos. “Além de reconhecer a qualidade de nossa assistência, o programa conduzido pela Angels Initiative permite que o Austa Hospital compartilhe indicadores padronizados e compare seus resultados com outras instituições de saúde também referências internacionais, o que fortalecendo a cultura da avaliação contínua por parte de nossa gestão e nossos profissionais, resultando em serviços de qualidade com segurança para os pacientes”, declarou Dr. Ronaldo. “Ter cada vez mais equipes melhor capacitadas é fundamental, sobretudo diante do avanço desta doença e das mortes”, afirmou o diretor. Nos últimos quatro anos, o Austa Hospital atendeu 680 pessoas com suspeita de AVCI, das quais 199 foi confirmado o diagnóstico e foram tratadas. No ano passado, no Brasil, 89.490 pessoas morreram em consequência do AVC , aumento de 18% em apenas seis anos. Em 2019, ocorreram 75.553 mortes, segundo Sociedade Brasileira de AVC. A certificação nível Platinum premia o trabalho de dezenas das equipes da emergência, neurologia, enfermagem, diagnóstico por imagem, laboratório e demais áreas envolvidas na linha de cuidado ao AVC. "O reconhecimento internacional demonstra que nossos processos estão alinhados às melhores práticas mundiais e reforça o compromisso permanente do Austa com uma assistência segura, rápida e de excelência aos pacientes com AVC", reforça a enfermeira Ana Cláudia Silveira Salles Dias, a enfermeira Ana Cláudia Silveira Salles Dias, gerente assistencial do hospital. Mais do que um reconhecimento, a certificação, segundo Ana Cláudia, implica na adoação pelo hospital de uma cultura que visa a eficiência, precisão e rapidez no atendimento ao paciente com AVC, o que são determinantes. “Quanto mais rapidamente o paciente recebe atendimento especializado, maiores são as chances de sobrevivência e de recuperação com redução das sequelas”, destaca a enfermeira. “Por isso, hospitais como o Austa, certificados pela WSO Angels, seguem protocolos rigorosos para reduzir o intervalo entre a chegada do paciente e o início do tratamento, monitorando continuamente indicadores de desempenho”, completa a gerente assistencial. Segundo ela, a certificação Platinum representa a evolução do reconhecimento conquistado anteriormente pelo Austa Hospital e evidencia o amadurecimento de seus protocolos assistenciais, dos treinamentos permanentes das equipes e do investimento em qualidade e segurança.

21 de julho

Uruguaia viaja 2 mil km para realizar cirurgia robótica no Austa Hospital

São José do Rio Preto é reconhecida por sua excelência em Saúde, que alia a qualidade dos profissionais com a alta tecnologia. Esta conjunção tem atraído inclusive estrangeiros de várias partes do mundo. A uruguaia Maria del Carmen Sica Fernandez, de 63 anos, é um deles. A distância de sua cidade, na fronteira do Uruguai com o Brasil, a 2.000 quilômetros de Rio Preto, não foi obstáculo para que decidisse ser operada no Austa Hospital, referência em cirurgia robótica no noroeste paulista. Nesta última quinta-feira (16 de julho), o ortopedista Marcos Zanovelo Bueno, com o auxílio do robô ROSA®️ Knee System, realizou a artroplastia total do joelho direito de Maria Del Carmen, ou seja, substituiu a articulação do joelho desgastada por uma prótese. No dia seguinte, ela já caminhava no quarto e teve alta hospitalar no sábado. Maria decidiu realizar a cirurgia no Austa Hospital após pesquisar vários médicos e instituições no Brasil. Ainda no leito, disse ter certeza de ter feito a escolher certa. “Dr. Marcos me transmitiu plena confiança ao explicar com detalhes a cirurgia e mostrar os resultados. É uma tecnologia fantástica que vai me devolver a liberdade”, afirmou a uruguaia, que voltará ao Austa Hospital para operar o joelho esquerdo. Uruguaia Maria del Carmen Sica Fernandez, de 63 anos, no leito do Austa Hospital após cirurgia robótica Mais avançada tecnologia robótica do mundo, o ROSA®️ Knee System foi adquirido pelo Austa Hospital há quatro anos e, neste período, foram realizados 350 procedimentos em pacientes de todo país e do exterior. O Austa Hospital é a única instituição de saúde do noroeste paulista que detém esta plataforma de última geração utilizada especificamente para procedimentos de joelho. “A paciente está muito bem e, em 21 a 30 dias já estará andando normalmente, com equilíbrio, sem dor e com qualidade de vida”, afirmou Dr. Zanovelo. “É mais um paciente beneficiado por esta tecnologia, que possui várias vantagens em comparação ao procedimento cirúrgico convencional”, destacou Dr. Ronaldo Gonçalves, diretor técnico do Austa Hospital. O desfecho da cirurgia é o resultado da soma do conhecimento do médico, qualidade da equipe e a tecnologia da plataforma robótica. “Esta tecnologia permite que nós, cirurgiões, tenhamos muito maior precisão no alinhamento e no posicionamento dos componentes da prótese, levando em consideração a anatomia específica do paciente e, desta forma, reduzindo desvios fora do padrão ideal”, destaca ortopedista. Com isso, os pacientes submetidos ao procedimento têm melhor recuperação funcional nas primeiras semanas, com menor dor pós-operatória e retorno mais rápido às atividades iniciais, quando comparados à técnica convencional. “O paciente operado com o auxílio do robô tem os movimentos do joelho mais adequados, melhor mobilidade, adquirida em menor tempo e são extremante reduzidas as chances de sentir dor”, completa Dr. Zanovelo. Outra grande vantagem da cirurgia robótica em relação ao método convencional, segundo o ortopedista, é a visão tridimensional e ampliada que o cirurgião tem dos ossos e tecidos. “Isto possibilita maior precisão de movimentos e menor risco de complicações durante o ato cirúrgico. Esses fatores contribuem positivamente no resultado, diminuindo as chances de complicações no pós-operatório e o tempo de internação hospitalar”, complementa o médico. Tamanha precisão é obtida por ser o ROSA®️ Knee System composto dotado de ferramentas de planejamento pré-operatório em três dimensões (3D), que fornecem ao cirurgião dados intraoperatórios em tempo real sobre tecidos moles e anatomia óssea, sendo projetada para facilitar a precisão do corte ósseo e análise de amplitude de movimento. A plataforma fornece uma análise contínua de dados para auxiliar o cirurgião na tomada de decisões complexas e permite que use a tecnologia de computador e software para posicionar instrumentos cirúrgicos, permitindo grande precisão durante os procedimentos. O ROSA Knee apresenta o protocolo de imagem X-Atlas, que fornece imagens pré-operatórias baseadas em raios-X para criar um modelo 3D e plano da anatomia óssea do paciente - e mapeamento intraoperatório em tempo real da anatomia e movimento de um paciente, para ajudar os cirurgiões a personalizarem procedimentos e otimizarem a colocação do implante.

29 de junho

Austa Clínicas acompanha debates estratégicos do setor bioenergético durante encontro do GERHAI

A Austa Clínicas marcou presença na 225ª Reunião Ordinária do GERHAI (Grupo de Estudos em Recursos Humanos na Agroindústria), realizada em Sertãozinho (SP). Representando a operadora, o gerente comercial Samuel Machado participou do encontro, reafirmando a proximidade da Austa Clínicas com as empresas do agronegócio e seu compromisso em acompanhar de perto as demandas do setor. A programação do evento contou com palestras e discussões sobre temas estratégicos para o setor bioenergético, entre eles gestão de pessoas, cultura organizacional, comunicação, inteligência artificial e o futuro do trabalho. O encontro também proporcionou um ambiente de troca de experiências e networking entre empresas e profissionais do segmento. Além de acompanhar a programação, a Austa Clínicas aproveitou o encontro para fortalecer o relacionamento com empresas parceiras, como a Cerradão, cliente da operadora. "Participar de encontros como o GERHAI nos aproxima ainda mais dos nossos clientes. É uma oportunidade de ouvir o mercado, trocar experiências e entender de perto os desafios das empresas, fortalecendo parcerias construídas com confiança e compromisso com a saúde dos colaboradores", afirma Samuel Machado, gerente comercial da Austa Clínicas. A presença da Austa Clínicas em encontros voltados ao agronegócio reforça o compromisso da operadora de entender as necessidades das empresas do setor, acompanhando seus desafios e desenvolvendo soluções em saúde alinhadas às necessidades dos clientes e de seus colaboradores.

26 de junho

Diabetes pode aumentar em até quatro vezes o risco de infarto e AVC, alerta endocrinologista do IMC

Especialista do IMC alerta para a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença para prevenir complicações cardiovasculares Especialista do IMC alerta para a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença para prevenir complicações cardiovasculares Silencioso e sem cura, o diabetes mellitus muitas vezes só é descoberto após o surgimento de uma complicação. No Dia Nacional do Diabetes, celebrado em 26 de junho, a endocrinologista Dra. Mariana Azevedo Alves Mendes, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), reforça que o diagnóstico precoce é um dos principais aliados para evitar danos à saúde e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Segundo a médica, por não apresentar sintomas nas fases iniciais, muitas pessoas convivem com o diabetes por anos sem saber. "Muitos pacientes descobrem a doença apenas após uma complicação. Por isso, é tão importante rastrear quem apresenta fatores de risco e realizar o diagnóstico precoce", explica. De acordo com a endocrinologista, quando os sintomas aparecem, a doença geralmente já está instalada há algum tempo. Entre os principais sinais de alerta estão perda de peso sem causa aparente, sede excessiva, e vontade frequente de urinar principalmente a noite. A Dra. Mariana explica que o rastreamento é recomendado para pessoas com mais de 35 anos e também para pacientes com sobrepeso ou obesidade associados a fatores de risco, como sedentarismo, colesterol e triglicerídeos elevados, síndrome dos ovários policísticos e histórico de diabetes gestacional. Controle vai além da glicemia Segundo a especialista, após o diagnóstico, o acompanhamento precisa ser contínuo e envolver mais do que apenas o controle da glicemia. Ela destaca que exames como glicemia de jejum e hemoglobina glicada permitem acompanhar a evolução da doença, enquanto avaliações periódicas do colesterol, da função renal e do fundo de olho ajudam a identificar precocemente possíveis complicações. A endocrinologista ressalta que mudanças no estilo de vida também fazem parte do tratamento. "A prática regular de atividade física, a alimentação equilibrada, a redução do consumo de açúcares e carboidratos simples e o controle do peso são medidas fundamentais para manter a doença sob controle", afirma. Risco cardiovascular elevado A relação entre diabetes e doenças cardiovasculares também merece atenção. Segundo a Dra. Mariana, pessoas com diabetes apresentam um risco de duas a quatro vezes maior de desenvolver infarto e acidente vascular cerebral (AVC) em comparação com a população não diabética. Ela explica que esse risco aumenta ainda mais quando o paciente também possui hipertensão arterial, colesterol elevado, obesidade ou já apresentou algum evento cardiovascular. "O paciente diabético já possui um risco cardiovascular elevado. Por isso, é fundamental manter não apenas a glicemia controlada, mas também a pressão arterial, o colesterol e os demais fatores de risco", destaca. A endocrinologista acrescenta que pacientes com diabetes podem apresentar redução na expectativa de vida de quatro a oito anos quando a doença não é adequadamente controlada. "Nosso objetivo é manter esses pacientes dentro das metas de tratamento para reduzir complicações e proporcionar mais qualidade de vida", conclui.

23 de junho

Traumas ortopédicos graves exigem atendimento imediato: a importância da retaguarda especializada do AUSTA HOSPITAL

Uma queda, acidente de trânsito ou lesão durante a prática esportiva pode resultar em um trauma ortopédico. Embora algumas lesões pareçam simples em um primeiro momento, nem sempre é possível identificar sua gravidade sem uma avaliação médica adequada. Por isso, especialistas reforçam a importância de procurar atendimento sempre que houver suspeita de fratura ou comprometimento da mobilidade. Além do diagnóstico precoce, a presença de uma equipe especializada e de uma estrutura hospitalar preparada pode influenciar diretamente na recuperação do paciente. O que é considerado um trauma ortopédico grave? Os traumas ortopédicos envolvem lesões nos ossos, articulações, músculos, tendões e ligamentos. São considerados mais graves quando provocam fraturas, comprometem a capacidade de movimentação ou apresentam risco de complicações. Entre os casos que merecem atenção imediata estão: Fraturas de quadril; Fraturas de fêmur; Fraturas de tornozelo; Fraturas de punho; Fraturas de ombro; Fraturas múltiplas. Em situações como essas, a avaliação médica não deve ser adiada. Nem toda fratura é visível Um dos erros mais comuns é acreditar que uma fratura sempre causa deformidade evidente. Na prática, alguns pacientes conseguem caminhar ou movimentar o membro lesionado mesmo com o osso fraturado. Dor persistente, inchaço, dificuldade para realizar movimentos ou perda de força podem ser sinais importantes de que existe uma lesão que precisa ser investigada. Por isso, exames de imagem são fundamentais para confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado. Por que a retaguarda ortopédica é importante? Após o atendimento inicial, alguns pacientes necessitam de acompanhamento por especialistas, procedimentos cirúrgicos ou internação hospitalar. É nesse momento que a chamada retaguarda ortopédica se torna essencial. Contar com médicos ortopedistas, exames diagnósticos e estrutura hospitalar disponíveis permite que o tratamento tenha continuidade de forma mais rápida e segura, sem a necessidade de transferências ou atrasos que podem comprometer a recuperação. Além disso, em casos de maior complexidade, a integração entre pronto atendimento, especialistas e suporte hospitalar contribui para uma assistência mais eficiente e adequada às necessidades de cada paciente. Quando procurar um serviço de urgência? A recomendação é buscar atendimento sempre que houver: Dor intensa após um trauma; Dificuldade para caminhar; Incapacidade de movimentar um membro; Inchaço importante; Deformidades aparentes; Suspeita de fratura; Traumas decorrentes de acidentes ou quedas. Quanto mais cedo a lesão for avaliada, maiores são as chances de um tratamento adequado e de uma recuperação com menos complicações. Atendimento integrado para cada etapa do cuidado Quando o assunto é trauma ortopédico, a rapidez no diagnóstico é importante, mas não é o único fator que influencia a recuperação do paciente. Dependendo da gravidade da lesão, pode ser necessário contar com avaliação especializada, exames de imagem, acompanhamento médico e até mesmo tratamento cirúrgico. Por isso, além do atendimento inicial, é fundamental que o paciente tenha acesso a uma estrutura preparada para dar continuidade ao cuidado quando necessário. Com atendimento 24 horas e retaguarda especializada em ortopedia, o Austa Hospital oferece assistência completa para pacientes que necessitam de diagnóstico, tratamento e acompanhamento de traumas ortopédicos, reunindo em um único local estrutura, tecnologia e equipe médica especializada. Pronto Atendimento Austa Hospital 📞 (17) 3221-3000 📍 Av. Murchid Homsi, 1385 – São José do Rio Preto

15 de junho

Austa Hospital promove campanha de conscientização sobre a desnutrição hospitalar

O Austa Hospital está realizando, ao longo do mês de junho, uma série de ações educativas em alusão ao Dia D – Combate à Desnutrição Hospitalar, campanha nacional que busca ampliar a conscientização sobre a prevenção, identificação precoce e tratamento da desnutrição em pacientes internados. A iniciativa é conduzida pelo Serviço de Nutrição e Dietética e integra um movimento realizado anualmente por hospitais de todo o país para reforçar a importância da assistência nutricional como parte fundamental do cuidado em saúde. A programação teve início no dia 3 de junho com uma palestra voltada às equipes assistenciais, abordando fatores de risco, formas de identificação precoce e estratégias para o manejo adequado da desnutrição hospitalar. Na sequência, foram promovidas dinâmicas nos setores assistenciais, acompanhadas da exposição de um totem informativo em pontos estratégicos da instituição, com o objetivo de estimular a reflexão e disseminar informações sobre o tema entre os profissionais. As ações continuam nas próximas semanas com a distribuição de materiais educativos e orientações realizadas pelas nutricionistas diretamente aos pacientes internados, fortalecendo a conscientização sobre a importância da nutrição para a recuperação e manutenção da saúde. De acordo com a coordenadora do Serviço de Nutrição e Dietética do Austa Hospital, Ana Camargo, a campanha tem um papel importante na sensibilização de profissionais, pacientes e familiares sobre um problema que muitas vezes passa despercebido. "A desnutrição hospitalar pode impactar diretamente a recuperação do paciente, aumentando o risco de complicações e prolongando o tempo de internação. Por isso, é fundamental que a identificação do risco nutricional aconteça precocemente e que toda a equipe esteja engajada nesse cuidado. A campanha é uma oportunidade de reforçar esse olhar e destacar a importância da nutrição como parte essencial da assistência em saúde", afirma. A nutrição como aliada da assistência hospitalar A desnutrição hospitalar é considerada um desafio para os serviços de saúde em todo o mundo. Além de comprometer a resposta ao tratamento, ela pode influenciar negativamente a cicatrização, a imunidade e a qualidade de vida dos pacientes. Nesse contexto, a atuação integrada entre nutricionistas, médicos, enfermeiros e demais profissionais da assistência é fundamental para garantir um cuidado seguro e efetivo. Por meio da campanha, o Austa Hospital reforça seu compromisso com a excelência assistencial e com iniciativas que contribuem para a recuperação dos pacientes, reconhecendo a nutrição como um componente essencial para um cuidado mais seguro, humanizado e centrado nas necessidades de cada pessoa.

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