A fim de debater as principais diferenças, atenções e cuidados especiais da saúde do homem, o AUSTA realizou, nesta terça-feira, dia 19, ações em alusão ao Novembro Azul, mês de conscientização ao câncer de próstata, na praça atrás do AUSTA hospital. Para dar início às atividades, o educador físico da USI AUSTA, Marcelo Jamil, convidou os participantes a se alongarem e comentou sobre a importância da atividade física para prevenir doenças e ter uma melhor qualidade de vida. Na continuidade, o médico clínico geral Josenilson Campos de Oliveira, da USI AUSTA, bateu um papo com a comunidade e colaboradores do Grupo, esclarecendo dúvidas frequentes quanto ao câncer de próstata e a saúde do homem. O médico ressaltou dados alarmantes, como o alto índice de homens que morrem por doenças evitáveis e por não se precaverem. No Brasil, os homens vivem em média 7,1 anos menos do que as mulheres, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expectativa de vida da população masculina é de 72,2 anos, enquanto a da feminina é de 79,3 anos. O aposentado Paulo Moreira, de 70 anos, foi um dos mais interessados no bate papo. Ele afirmou estar em dia com a saúde. “Tirei todas as minhas dúvidas sobre o câncer. A gente chega a essa idade e precisa se cuidar”, disse o aposentado. As ações continuam neste sábado, dia 23, quando a equipe do AUSTA estará em Potirendaba para conversar com a comunidade, a partir das 8h, na Praça da Matriz.[vc_row][vc_column][vc_gallery type="image_grid" images="14636,14637,14638,14639,14640,14641,14642,14643"][/vc_column][/vc_row]
Neste Outubro Rosa, o Grupo AUSTA voltou sua atenção para a saúde e bem estar da mulher como um todo. Esta visão mais ampla resulta numa semana de várias atividades, tendo como focos a saúde da mulher e ações preventivas para mantê-la. Na segunda-feira, dia 21 de outubro, os pacientes do setor de Quimioterapia do AUSTA hospital foram presenteados com apresentação musical, durante toda a manhã. Na terça-feira (22), receberam cuidados de pele de profissionais de empresa parceira. No dia 23 de outubro, o AUSTA realizou o talk show sobre câncer de pele, aberto para toda a comunidade. Este tipo de câncer, seus sintomas e como prevenir foram abordados pelo cirurgião oncologista, Dr. Raphael Luiz Haikel e as dermatologistas, Dras. Bruna Pestana de Souza e Luciana Munia, com a mediação do Dr. Ronaldo Gonçalves, coordenador médico da USI AUSTA. Para a Dra. Luciana Munia os cuidados com a pele devem ser tomados desde a infância até a idade adulta. "O efeito do sol na pele é cumulativo, por isso, é importante prevenir desde cedo, uma vez que o câncer de pele no Brasil é o mais incidente, porém sua letalidade é baixa", afirma a médica. Já a dermatologista, Dra. Bruna Pestana, deu dicas de prevenção e falou dos cuidados a serem tomados. "A principal forma de prevenção é o uso do protetor solar, mas também é importante ter uma exposição solar adequada, evitando os horários de maior incidência que vai das 10h às 16h. Além disso, usar chapéus, óculos de sol e roupas de manga cumprida", ressalta Dra. Bruna. O câncer da pele responde por 33% de todos os diagnósticos desta doença no Brasil, sendo que o INCA registra, a cada ano, cerca de 180 mil novos casos. O tipo mais comum, o câncer de pele não melanoma, tem letalidade baixa, porém, seus números são muitos. O câncer de pele é o mais comum entre todos os tipos de cânceres. O melanoma representa apenas 1% dos casos de câncer de pele, mas é a causa da maioria das mortes pela doença. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que, para cada ano do biênio 2018/2019, sejam diagnosticados cerca de 3.000 novos casos de câncer de pele tipo melanoma em mulheres, no Brasil. As maiores taxas estimadas encontram-se na Região Sul. Para dar continuidade na semana de atividades, na quinta-feira, 24 de outubro, os profissionais do AUSTA hospital em parceria com a Shift presentearam as pacientes da Quimioterapia com lenços. E no encerramento da semana, sexta-feira (25), um café da manhã especial foi servido para os pacientes que realizam tratamento de câncer e seus acompanhantes. Fonte: Sociedade Brasil de Dermatologia [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_gallery type="image_grid" images="14603,14604,14605,14606,14607,14608"][vc_gallery type="image_grid" images="14610,14612"][/vc_column][/vc_row]
Em comemoração ao Dia das Crianças, celebrado no dia 12 de outubro, a equipe multiprofissional da Pediatria do AUSTA hospital, realizou uma festa para todas as crianças internadas. O setor ficou totalmente decorado e colorido com bexigas, desenhos para colorir, além de brincadeiras e animação com o boneco de uma loja de doces, o “Basmarzinho”, que fez questão de passar em cada quarto, com uma lembrancinha para os pequenos, fazendo o convite para participarem da festa. Janaína Teodoro é mãe da pequena Ana Beatriz, que tem seis anos, e vieram de Sebastianópolis do Sul para Rio Preto, no AUSTA hospital para o tratamento da pequena. “Sempre tive convênio AUSTA e o suporte recebido aqui é muito bom. Como minha filha precisa de transfusões constantes e está sempre internada e momentos de descontração como estes de Dia das Crianças fazem toda a diferença no tratamento”, afirmou a mãe. A coordenadora da Pediatria, Helide Svazate destacou a importância destas ações no tratamento dos pacientes. “Quando preparamos festinhas para os pequenos, conseguimos tirar um sorriso do rosto deles e, após a festa, eles ficam mais alegres e com isso, a melhora no tratamento é significativa. Além disso, para as crianças com dieta liberada preparamos diversas guloseimas que eles gostam muito. Já os que possuem alguma restrição alimentar, nós fornecemos frutas e sucos, mantendo assim uma dieta saudável e fazendo com que todos participem das comemorações”, pontuou Helide.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_gallery type="image_grid" images="14580,14581,14582,14583"][/vc_column][/vc_row]
O AUSTA hospital realizou a 1ª Conferência de Cuidados Paliativos: o Novo Olhar do Cuidar, na sexta-feira (4), com enfoques no atendimento prestado pelas unidades de saúde a pacientes com doenças degenerativas, incapacitantes e no momento do óbito, entre outros temas. Organizado pelo Núcleo de Educação Permanente do AUSTA e pela equipe interdisciplinar de Cuidados Paliativos, a conferência reuniu profissionais de saúde de hospitais da cidade e da região. “O objetivo do evento foi quebrar o tabu que existe em torno do assunto e desconstruir a ideia de que cuidados paliativos são para paciente para o qual não há mais tratamento eficaz. Muito pelo contrário, é consenso entre profissionais do nosso setor de Cuidados Paliativos e fizemos questão de enfatizar nesta conferência que muito pode ser feito por estes pacientes”, ressalta Renata Alves, psicóloga e uma das organizadoras da conferência. O evento contou com a presença da médica clínica e oncologista Dalva Matsumoto, que analisou como o óbito é encarado nos centros de saúde e como deve ser, a importância do Serviço de Cuidados Paliativos neste contexto, a humanização no cuidado e a importância de envolver a família do paciente durante o período de internação. "É importante que todos entendam a importância dos cuidados paliativos dentro de um hospital e saber que, embora tenham estado de saúde extremamente delicado, sem perspectiva de cura, podemos e devemos oferece-lhe um tratamento humano”, afirmou doutora Dalva. A médica coordenadora da equipe interdisciplinar de Cuidados Paliativos do AUSTA hospital, Andréia de Paula, falou sobre a criação do serviço no hospital, desafios da equipe e ações de humanização realizadas pela equipe multidisciplinar. “Depois da instituição dos Cuidados Paliativos no AUSTA, a humanização e o acolhimento desses pacientes melhoraram muito. É muito importante enxergar e dar voz a estes pacientes e seus familiares”, comentou doutora Andréia. O serviço de Cuidados Paliativos do AUSTA hospital foi inaugurado em abril de 2018. Oferece atendimento humanizado para pacientes e familiares. Cuidados Paliativos são a abordagem que visa melhorar a vida de seus pacientes, pessoas com problemas que envolvem doenças que ameaçam a vida. Um dos objetivos dessa abordagem é prevenir e aliviar o sofrimento do paciente e também dos familiares. Não é pensar somente do paciente. É pensar na família desse indivíduo também. Após as duas médicas palestrarem sobre o tema, houve uma mesa-redonda, cujo moderador foi o doutor Ronaldo Gonçalves, coordenador médico da USI AUSTA e membro da equipe de Cuidados Paliativos, com objetivo de os participantes esclarecerem dúvidas e discutirem o tema da conferência.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_gallery type="image_grid" images="14500,14501,14502,14503,14504,14505,14506,14507,14508,14509,14510"][/vc_column][/vc_row]