IMC avança na transformação digital com a implantação do sistema Tasy - Blog Austa

30/01/2026

IMC avança na transformação digital com a implantação do sistema Tasy

O Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) concluiu neste fim de semana a virada de seu sistema de gestão hospitalar, marcando um passo relevante em sua jornada de transformação digital com a implantação do sistema Tasy, da Philips, uma das plataformas mais completas e reconhecidas do mercado de saúde.

Embora o IMC se beneficie de uma base tecnológica e metodológica já consolidada em outro hospital do Grupo Austa, esta implantação representa um novo projeto, cuidadosamente planejado e executado considerando as especificidades operacionais, assistenciais e regulatórias da unidade. Não se trata de uma simples replicação, mas da aplicação de um modelo maduro, já testado, agora adaptado à realidade do IMC.

O Tasy integra, em um único ecossistema digital, informações clínicas, assistenciais, administrativas e financeiras, permitindo maior eficiência operacional, padronização de processos, rastreabilidade de dados e suporte à tomada de decisão em tempo real, sempre com foco na segurança do paciente e na sustentabilidade da instituição.

“Trabalhar com uma base já validada nos deu velocidade e segurança, mas o sucesso da implantação está diretamente ligado ao cuidado na adaptação dos processos, à qualidade da parametrização e, principalmente, ao engajamento das pessoas. Tecnologia só funciona quando vem acompanhada de método e gente preparada”, destaca Filipe Carmo, Diretor de Tecnologia do Grupo Austa.

Após a fase de parametrizações específicas do hospital, foi realizado um período intensivo de capacitação, com treinamento e certificação de usuários-chave de todos os setores. A virada de sistema ocorreu de forma simultânea para toda a instituição, em um processo coordenado e amplamente assistido por lideranças e especialistas de tecnologia e negócio do próprio Grupo.

Para Camila Moura, Gerente de Negócios do Hospital IMC, a implantação vai além da modernização tecnológica. “Essa transformação impacta diretamente a forma como cuidamos dos pacientes, organizamos nossos fluxos e preparamos o hospital para os desafios futuros. É um investimento em qualidade assistencial, gestão e pessoas”.

A implantação do Tasy no IMC reforça o compromisso do Grupo Austa com inovação, excelência assistencial e evolução contínua, consolidando um modelo de gestão hospitalar baseado em planejamento, decisões estratégicas bem definidas e, acima de tudo, no protagonismo das pessoas que fazem a operação acontecer.


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27 de janeiro

Pneumologista do IMC desenvolve ‘Protocolo Respire Liberdade’, que oferece apoio médico estruturado para quem quer parar de fumar

Parar de fumar está entre os maiores desafios de saúde pública no Brasil. Mesmo com ampla divulgação dos malefícios do cigarro, cerca de 12% da população adulta ainda fuma, o que representa aproximadamente 20 milhões de pessoas no país. Para muitos fumantes, abandonar o hábito é difícil e as tentativas sem apoio profissional frequentemente resultam em recaídas. Para a pneumologista Dra. Bruna Cortez, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), essa dificuldade tem uma explicação clara. “O tabagismo não é apenas um hábito. Ele cria uma dependência que envolve o corpo, as emoções e os comportamentos do dia a dia. Por isso, não se trata de falta de força de vontade, mas de uma condição que precisa ser tratada de forma estruturada”, explica. Segundo a médica, a nicotina age rapidamente no cérebro e gera uma necessidade física real. Quando o consumo é interrompido, surgem sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia e compulsão. Além disso, o cigarro passa a se associar a situações cotidianas, como o café, o estresse ou momentos de socialização. “Existe ainda o ritual do fumar, que se incorpora à rotina e reforça o vício ao longo do tempo”, completa. É a partir dessa compreensão que a Dra. Bruna Cortez, pneumologista do IMC, desenvolveu o Protocolo Respire Liberdade, um método estruturado e personalizado que oferece acompanhamento médico contínuo para aumentar as chances de sucesso na cessação do tabagismo. “O protocolo funciona como uma jornada. Eu acompanho o paciente desde a avaliação inicial até a fase de manutenção, oferecendo suporte em todas as etapas”, afirma a Dra. Bruna. A primeira consulta inclui uma avaliação clínica detalhada, que considera o grau de dependência, o perfil comportamental e os principais gatilhos associados ao hábito de fumar. Com base nesse diagnóstico, é definido um plano individualizado, que pode combinar medicação específica, aconselhamento comportamental e laserterapia de baixa potência. “A medicação ajuda a reduzir os sintomas físicos da abstinência, enquanto o acompanhamento trabalha as mudanças de comportamento e a relação emocional com o cigarro”, explica. A laserterapia atua como um apoio adicional ao estimular a liberação natural de neurotransmissores ligados ao bem-estar, ajudando a reduzir ansiedade, irritabilidade e o desejo intenso pelo cigarro.“Ela contribui para tornar o processo mais confortável e aumenta a adesão ao tratamento”, destaca a médica. Outro pilar do Protocolo Respire Liberdade é o acompanhamento próximo ao longo de todo o processo, inclusive após a interrupção do cigarro.“Parar de fumar não é um evento isolado, é um processo. O suporte contínuo permite intervir precocemente, ajustar  estratégias e prevenir recaídas”, afirma a Dra. Bruna. Buscar ajuda profissional é um passo fundamental para quem deseja parar de fumar. Com o Protocolo Respire Liberdade, o tratamento deixa de ser uma tentativa solitária e passa a ser um processo estruturado, humano e baseado em evidências, com foco em resultados duradouros e mais qualidade de vida. Como participar do Protocolo Respire Liberdade O Protocolo Respire Liberdade é um projeto idealizado pela Dra. Bruna Cortez, pneumologista do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), e oferece apoio profissional e acompanhamento especializado para ajudar pacientes a vencer o tabagismo com mais segurança, confiança e chances reais de sucesso. Informações e agendamentos: (17) 99252-0707

20 de janeiro

Austa Hospital realiza sua 300ª cirurgia robótica ortopédica com o robô ROSA Knee System

O Austa Hospital, de São José do Rio Preto, realizou na última segunda-feira (19/01) a sua 300ª cirurgia robótica ortopédica. A instituição é a única do noroeste paulista a contar com o robô ROSA® Knee System, tecnologia de última geração utilizada especificamente em procedimentos de joelho. O marco reforça o posicionamento do Austa Hospital como um dos principais centros de referência em cirurgia robótica no interior do Estado de São Paulo. “Os resultados destes 300 procedimentos são altamente satisfatórios, com benefícios muito positivos na qualidade de vida dos pacientes, o que confirma as vantagens da cirurgia robótica em comparação ao método convencional”, afirma o diretor técnico do Austa Hospital, Dr. Ronaldo Gonçalves. Segundo o especialista, os bons desfechos são resultado da combinação entre a experiência do cirurgião e a precisão oferecida pela tecnologia. O robô auxilia no alinhamento e no posicionamento da prótese, considerando a anatomia individual de cada paciente. “Essa tecnologia permite maior precisão no alinhamento e no posicionamento dos componentes, reduzindo desvios fora do padrão ideal”, explica o ortopedista Dr. Aldo Costa, responsável pelo procedimento. Experiência da paciente A 300ª cirurgia robótica foi realizada na comerciante Ana Maria Baracioli Molina Santana, de 61 anos, moradora de Mirassol. Ela já havia passado por uma cirurgia robótica no joelho esquerdo há três anos e, com o avanço da artrose no joelho direito, optou novamente pelo mesmo procedimento. “A cirurgia robótica é uma maravilha. Após a primeira, não senti mais dores e recuperei minha vida”, conta Ana Maria. “Agora, com o problema no outro joelho, tenho muita esperança de que o resultado será tão bom quanto o anterior.” Benefícios do procedimento De acordo com o Dr. Aldo Costa, pacientes submetidos à cirurgia robótica apresentam melhor recuperação funcional nas primeiras semanas, menor dor no pós-operatório e retorno mais rápido às atividades cotidianas quando comparados à técnica convencional. “O paciente tem movimentos mais adequados, melhor mobilidade em menos tempo e chances extremamente reduzidas de dor”, destaca o médico. Outro diferencial da tecnologia é a visão tridimensional e ampliada que o cirurgião tem dos ossos e tecidos durante o procedimento, o que contribui para maior precisão e menor risco de complicações. “Esses fatores ajudam a reduzir o tempo de internação e as chances de intercorrências no pós-operatório”, complementa o ortopedista. Sobre o ROSA® Knee System O ROSA® Knee System conta com ferramentas de planejamento pré-operatório em três dimensões (3D), fornecendo dados em tempo real sobre tecidos moles e anatomia óssea. A plataforma auxilia o cirurgião na tomada de decisões durante o procedimento e no posicionamento preciso dos instrumentos cirúrgicos. O sistema utiliza o protocolo de imagem X-Atlas™, que gera modelos 3D a partir de raios-X, permitindo personalizar o procedimento de acordo com a anatomia do paciente e otimizar a colocação do implante.

13 de janeiro

Janeiro Branco: Psiquiatra do Austa reforça a importância da prevenção em saúde mental

O Janeiro Branco é uma campanha nacional dedicada à conscientização sobre a saúde mental e emocional, com foco na prevenção, no diagnóstico precoce e na redução do estigma em torno do cuidado psicológico e psiquiátrico. A iniciativa ganha ainda mais relevância diante dos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que apontam que 1 em cada 8 pessoas no mundo vive com algum transtorno mental. De acordo com o Dr. Kassim G. Hussein, psiquiatra do Austa e especialista em saúde mental, grande parte desses transtornos não surge de forma repentina. “Na maioria dos casos, os transtornos mentais se desenvolvem gradualmente, a partir de sinais persistentes que acabam sendo normalizados ou atribuídos apenas ao estresse cotidiano”, explica. Alterações emocionais e comportamentais costumam ser os primeiros indicadores de que a saúde mental pode estar comprometida. Segundo o Dr. Kassim, mudanças frequentes de humor, tristeza persistente, irritabilidade, ansiedade excessiva e alterações no padrão de sono indicam um desequilíbrio emocional que merece atenção. “O isolamento social, a perda de interesse por atividades antes prazerosas e as dificuldades de concentração refletem alterações nos processos cognitivos e emocionais, que não devem ser ignoradas”, afirma o médico. Ele ressalta ainda que queixas físicas sem causa clínica definida, como dores recorrentes, cansaço constante e desconfortos gastrointestinais, podem estar relacionadas a fatores emocionais. Reconhecer esses sinais no início possibilita intervenções preventivas, como acompanhamento psicológico, mudanças no estilo de vida e, quando necessário, avaliação psiquiátrica. “Esse cuidado reduz o risco de agravamento dos sintomas e evita que o transtorno comprometa a qualidade de vida do paciente”, destaca. Prevenção desde a infância e adolescência A atenção à saúde mental deve começar cedo. Dados da OMS indicam que mais da metade dos transtornos mentais tem início antes dos 14 anos, fase marcada por intensas transformações emocionais, sociais e neurológicas. Segundo o psiquiatra da Austa Clínicas, a identificação precoce nessa etapa favorece o desenvolvimento saudável. “Quando sinais são reconhecidos na infância ou adolescência, é possível intervir antes que o transtorno se consolide, prevenindo prejuízos no aprendizado, nas relações sociais e no desenvolvimento emocional”, explica. Além disso, o cuidado precoce reduz a probabilidade de comportamentos de risco e aumenta as chances de uma vida adulta mais equilibrada, com menor necessidade de tratamentos prolongados ou mais complexos. Estilo de vida moderno e o aumento da ansiedade O Brasil está entre os países com os maiores índices de ansiedade no mundo, cenário que reflete mudanças profundas no modo de viver. Para o Dr. Kassim G. Hussein, fatores como excesso de estímulos, hiperconectividade, jornadas prolongadas, insegurança social e econômica e privação de sono afetam diretamente o equilíbrio emocional. “Esses fatores mantêm o organismo em estado constante de alerta, o que favorece o desenvolvimento de quadros ansiosos”, explica. A prevenção, segundo ele, passa por estratégias que promovem regulação emocional e redução do estresse crônico. Entre as principais medidas estão o cuidado com a qualidade do sono, a prática de atividades físicas, a organização da rotina, o estabelecimento de limites no uso de tecnologia e o fortalecimento de vínculos sociais. “Essas ações ajudam a reduzir a sobrecarga emocional e a melhorar a saúde mental de forma contínua”, orienta. Acompanhamento profissional como estratégia de cuidado contínuo Mesmo diante do aumento dos transtornos mentais, a busca por ajuda especializada ainda ocorre, muitas vezes, de forma tardia. Para o Dr. Kassim, o acompanhamento com psicólogo ou psiquiatra deve ser entendido como parte do cuidado integral à saúde. “O acompanhamento profissional permite diagnóstico precoce, orientação adequada e intervenções baseadas em evidências, evitando a progressão dos sintomas”, afirma. Além disso, o cuidado especializado contribui para o desenvolvimento de habilidades emocionais, melhora a capacidade de enfrentamento e promove maior bem-estar ao longo da vida. Neste Janeiro Branco, a Austa Clínicas reforça seu compromisso com a promoção da saúde integral, incentivando a informação qualificada, a prevenção e o acesso ao acompanhamento especializado em saúde mental.

05 de janeiro

Janeiro Branco: um convite para cuidar da sua saúde mental

O Janeiro Branco é um movimento de conscientização que convida a sociedade a refletir sobre a importância da saúde mental e sobre como ela influencia nossas escolhas, relacionamentos e qualidade de vida. O equilíbrio psicológico impacta diretamente a forma como pensamos, sentimos, tomamos decisões e nos conectamos com o mundo ao nosso redor. A saúde mental em números Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas no mundo convivem com algum transtorno mental, como ansiedade e depressão. Apesar da alta incidência, muitas delas não recebem diagnóstico ou acompanhamento adequado, o que pode prolongar o sofrimento emocional e gerar impactos na saúde física, social e profissional. Como a saúde mental influencia o dia a dia As alterações na saúde mental podem se manifestar de diferentes maneiras e afetar diretamente a rotina, como por exemplo: • Mudanças na qualidade do sono, com dificuldade para dormir ou sensação de cansaço constante • Redução da concentração e da memória, comprometendo atividades pessoais e profissionais • Alterações emocionais, como irritabilidade, ansiedade ou tristeza persistente • Desafios nas relações pessoais e no ambiente de trabalho Esses sinais não devem ser ignorados. Cuidar da mente é parte essencial do cuidado integral com a saúde. Prevenção e cuidado ao longo da vida Promover saúde mental envolve atitudes cotidianas, como observar as próprias emoções, manter hábitos saudáveis, estabelecer limites, valorizar momentos de descanso e fortalecer vínculos sociais. Buscar apoio profissional, quando necessário, não é sinal de fragilidade, mas de responsabilidade consigo mesmo. Um convite ao cuidado O Austa convida você a olhar com atenção para a sua saúde mental. Reconhecer sinais, buscar informação confiável e contar com acompanhamento adequado são passos que contribuem para uma vida mais equilibrada, com bem-estar e qualidade de vida ao longo do tempo. Janeiro Branco é, acima de tudo, um convite à reflexão, ao autocuidado e à construção de uma relação mais saudável com as próprias emoções. Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS)

23 de dezembro

Alimentação saudável no fim de ano: nutróloga da Austa Clínicas orienta que o equilíbrio é a chave para aproveitar as festas com mais saúde

As festas de fim de ano são tradicionalmente marcadas por encontros, celebrações e mesas fartas. Ceias, confraternizações e eventos sociais costumam vir acompanhados de um aumento no consumo de alimentos ricos em gorduras, açúcares e bebidas alcoólicas. Embora esse cenário faça parte da cultura desse período, os excessos repetidos podem trazer impactos importantes para a saúde, especialmente quando não há atenção aos limites do próprio corpo. Segundo a Dra. Marcela Mascaro Fachini, Nutróloga da Austa Clínicas, o efeito vai muito além do ganho de peso. “Durante as festas, esse excesso pode causar mais do que alguns quilos a mais. O corpo pode ficar mais inflamado, o fígado trabalha em sobrecarga, o inchaço aumenta e o controle do açúcar no sangue fica prejudicado”, explica. Ela destaca ainda que muitas pessoas relatam piora do sono e aumento do cansaço nos dias seguintes às comemorações. Para quem já possui predisposição genética ou alterações metabólicas, como resistência à insulina ou dislipidemias, esses efeitos tendem a ser ainda mais evidentes. “Por isso, o cuidado vai além da estética: é uma questão de saúde e bem-estar”, reforça a médica. Emoções, rotina intensa e escolhas alimentares O fim de ano também é um período de maior carga emocional e mudanças na rotina, fatores que influenciam diretamente a relação com a alimentação. A combinação entre ansiedade, compromissos e longos períodos em jejum ao longo do dia pode favorecer exageros nas refeições noturnas. De acordo com a Dra. Marcela, algumas atitudes simples ajudam a reduzir esse risco. “Não passar o dia inteiro sem comer, manter boas fontes de proteína nas refeições e beber água ao longo do dia ajudam a evitar exageros à noite”, orienta. Dormir bem e fazer as refeições com mais atenção, sem pressa, também contribuem para um melhor controle da fome e da ansiedade. “Quando o corpo está mais equilibrado, a ansiedade diminui e fica mais fácil fazer boas escolhas, mesmo em momentos de confraternização”, acrescenta. Estratégia no prato faz diferença Manter uma alimentação saudável durante as festas não significa abrir mão dos pratos tradicionais. O segredo está na forma como eles são consumidos. A orientação, segundo a especialista, é pensar em equilíbrio e estratégia. “Não é preciso cortar tudo. O ideal é montar o prato com estratégia: começar pelas proteínas, incluir legumes ou saladas e deixar os pratos mais calóricos em porções menores”, explica a Dra. Marcela. Comer com calma, saborear os alimentos e evitar repetir várias vezes são atitudes que ajudam a reduzir o impacto dos excessos. Ela ressalta que o problema, na maioria das vezes, não está em uma refeição específica. “O problema não é comer o prato típico, e sim exagerar na quantidade e na frequência ao longo de vários dias seguidos”, alerta. Atenção ao consumo de álcool Outro ponto que merece atenção no fim de ano é o consumo de bebidas alcoólicas, que tende a aumentar nesse período. O excesso pode contribuir para desidratação, inchaço, sobrecarga hepática e sensação de mal-estar no dia seguinte. “O principal cuidado é a moderação”, afirma a nutróloga da Austa Clínicas. Entre as recomendações estão intercalar o consumo de álcool com água, evitar beber de estômago vazio e respeitar os próprios limites. “Cada pessoa reage de um jeito ao álcool, então respeitar os próprios limites é essencial”, completa. Prevenção como aliada da qualidade de vida Para a Austa Clínicas, a promoção da saúde passa pela informação e pela prevenção, especialmente em períodos mais desafiadores para a rotina alimentar. Pequenas escolhas feitas de forma consciente ajudam a reduzir riscos e permitem que as festas sejam aproveitadas com mais disposição e bem-estar. Adotar uma postura equilibrada, sem radicalismos, é um passo importante para começar o novo ano cuidando do que mais importa: a saúde.

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