Dia Mundial do Sono: IMC de Rio Preto oferece polissonografia, exame preciso para diagnóstico identificar distúrbios do sono - Blog Austa

12/03/2026

Dia Mundial do Sono: IMC de Rio Preto oferece polissonografia, exame preciso para diagnóstico identificar distúrbios do sono

No dia 14 de março, celebra-se o Dia Mundial do Sono, uma data criada para chamar a atenção para a importância de dormir bem e para os impactos que os distúrbios do sono podem causar na saúde. Embora o sono seja uma necessidade básica do organismo, milhões de pessoas convivem diariamente com noites mal dormidas, muitas vezes sem saber que isso pode estar relacionado a algum problema de saúde.

No Brasil, o cenário é preocupante. Segundo estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sete em cada dez brasileiros apresentam algum tipo de dificuldade para dormir, o que representa cerca de 158 milhões de pessoas. Entre os problemas mais comuns estão insônia, ronco intenso e despertares frequentes durante a noite, situações que, além de comprometerem o descanso, podem afetar diretamente o funcionamento do organismo.

Dormir mal de forma frequente pode trazer consequências que vão muito além do cansaço no dia seguinte. A privação ou a baixa qualidade do sono está associada a maior risco de problemas cardiovasculares, alterações metabólicas, dificuldade de concentração, irritabilidade, ansiedade e queda na qualidade de vida. Em muitos casos, a causa dessas noites mal dormidas está ligada a um distúrbio chamado apneia do sono.

“A apneia do sono se caracteriza pela parada momentânea da respiração, devido à obstrução das vias respiratórias em função do relaxamento dos músculos da faringe. Sem respiração, o fluxo de oxigênio é interrompido, podendo ter consequências ao cérebro e ao coração”, explica a médica pneumologista Bruna Cortez, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto.

Durante os episódios de apneia, a respiração pode parar por alguns segundos ou até mais tempo, várias vezes ao longo da noite. Isso faz com que o cérebro precise “acordar” o corpo repetidamente para retomar a respiração, fragmentando o sono e impedindo que ele seja realmente reparador.

Além da sensação constante de cansaço, a apneia do sono pode trazer riscos importantes à saúde. Entre as complicações mais preocupantes estão hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, aumento do risco de AVC (acidente vascular cerebral) e até morte súbita.

Quando o ronco pode ser um sinal de alerta

Um dos sintomas mais conhecidos da apneia do sono é o ronco alto e frequente. No entanto, nem sempre ele é interpretado como um sinal de problema de saúde. Muitas pessoas acabam normalizando o ronco ou associando o sintoma apenas a uma característica individual.

Além do ronco, outros sinais podem indicar a presença do distúrbio, como pausas na respiração durante o sono, sensação de sufocamento à noite, sonolência excessiva durante o dia, dores de cabeça ao acordar, dificuldade de concentração e irritabilidade.

A pneumologista explica que a apneia do sono pode ter diferentes causas e fatores associados, o que torna fundamental uma avaliação médica adequada.

“A apneia do sono pode estar relacionada a diversos fatores, como obesidade e síndrome metabólica, os mais relevantes, mas também ansiedade, problemas clínicos, emocionais, excitação associada a determinados eventos, entre muitos outros”, pontua Dra. Bruna.

Por isso, o diagnóstico correto é essencial para identificar a origem do problema e definir o tratamento mais adequado.

Polissonografia: exame avalia o que acontece com o corpo durante o sono

Para auxiliar no diagnóstico dos distúrbios do sono, o principal exame utilizado é a polissonografia, que permite avaliar de forma detalhada como o organismo se comporta enquanto a pessoa dorme.

Durante o exame, diferentes funções do corpo são monitoradas ao longo da noite, como respiração, oxigenação do sangue e movimentos respiratórios. Essas informações ajudam o médico a identificar alterações que possam indicar problemas como a apneia do sono.

“Esse exame permite identificar pausas na respiração, quedas na oxigenação do sangue e outros sinais que indicam que o sono não está sendo reparador”, explica a pneumologista do IMC. “Com essas informações conseguimos confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado para cada paciente.”

A partir dos dados coletados, os especialistas conseguem avaliar a frequência das pausas respiratórias, o impacto delas na oxigenação do organismo e o quanto o sono está sendo fragmentado ao longo da noite.

Exame pode ser realizado no conforto de casa

No IMC, a polissonografia pode ser realizada no conforto da própria casa do paciente, o que torna o exame mais prático e confortável. Essa modalidade domiciliar permite que a pessoa durma em seu ambiente habitual, o que muitas vezes contribui para um resultado mais próximo da rotina real de sono.

Para realizar o exame, são utilizados equipamentos portáteis e de fácil utilização que registram as informações durante toda a noite.

Antes de dormir, o paciente coloca um cinto elástico na região do tórax ou da cintura, responsável por registrar os movimentos respiratórios. Também utiliza um oxímetro no dedo, que mede continuamente a oxigenação do sangue, além de um pequeno cateter colocado no nariz, que registra o fluxo de ar durante a respiração.

“É um exame simples e seguro. Os sensores são leves e não causam dor, permitindo que a pessoa durma de forma bastante próxima da sua rotina normal”, ressalta a Dra. Bruna.

Todos esses sensores ficam conectados a um pequeno aparelho responsável por registrar os dados ao longo da noite. O funcionamento é semelhante ao de um holter cardíaco, exame que monitora o coração durante várias horas ao longo das atividades do dia a dia.

No dia seguinte, os dados coletados são analisados por médicos especialistas.

“A análise desses dados mostra se houve pausas respiratórias, queda de oxigênio no sangue ou outros sinais característicos da apneia do sono”, explica a pneumologista do IMC. “Com isso conseguimos entender o que está acontecendo durante o sono do paciente e indicar o tratamento mais adequado.”

Quando tratar o sono muda a qualidade de vida

O produtor rural João Francisco Coletti, de 70 anos, é um exemplo de como o diagnóstico correto pode transformar a qualidade de vida. Durante anos, ele conviveu com noites mal dormidas, ronco intenso e episódios de apneia.

Em consulta médica, descobriu que o sangue estava mais espesso, condição que poderia aumentar o risco de infarto. A recomendação foi iniciar investigação para identificar a causa do problema. Após avaliação clínica no IMC, a pneumologista indicou a realização da polissonografia. “Foi tranquilo colocar os dispositivos em casa, o que é um conforto muito grande. Hoje, durmo bem, não ronco e o sangue afinou”, relata o produtor rural.

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27 de abril

Hipertensão atinge 30% dos brasileiros e avança também entre os jovens e crianças, alerta cardiologista do IMC de Rio Preto

O crescimento da hipertensão arterial no Brasil nas últimas duas décadas revela uma relação direta entre mudanças no estilo de vida e o aumento de doenças crônicas. Dados do Ministério da Saúde mostram que a proporção de adultos diagnosticados com hipertensão passou de 22,6% em 2006 para cerca de 30% em 2023, o maior patamar da série histórica, o que representa um aumento de aproximadamente 7,4 pontos percentuais, ou mais de 30% de crescimento relativo no período. De estudos e pesquisas de instituições médicas, emergem outro dado muito preocupante: o aumento de casos entre jovens e crianças. Na faixa de 18 a 24 anos, 28% dos homens relatam hipertensão em algumas regiões, superando o público feminino da mesma idade, segundo a Sociedade Brasileira de Clínica Médica. E cerca de 5% das crianças e adolescentes no Brasil já apresentam a doença, segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão. Para a médica cardiologista Adriana Bellini Miola, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de São José do Rio Preto, o aumento de casos de hipertensão em várias faixas etárias resulta de vários fatores. “Esse avanço está diretamente associado ao envelhecimento da população, mas também ao aumento da obesidade, do sedentarismo e da alimentação rica em sódio, fatores que elevam progressivamente a pressão arterial e ampliam o número de pessoas expostas a complicações graves como infarto e AVC”, afirma a cardiologista. Esse cenário se agrava porque hábitos cotidianos levam a um efeito acumulativo no organismo: o consumo excessivo de sal provoca retenção de líquidos e aumento do volume sanguíneo, o sedentarismo reduz a capacidade cardiovascular e o excesso de peso aumenta a resistência dos vasos, o que eleva a pressão de forma contínua. Como consequência direta dessa combinação, a hipertensão, que historicamente era mais prevalente em idosos, passa a ser diagnosticada com maior frequência em faixas etárias mais jovens. Embora os dados nacionais ainda mostrem maior concentração da doença em idosos, estudos recentes indicam crescimento de casos em adultos jovens, associado principalmente ao estilo de vida moderno. Segundo Dra. Adriana, essa mudança no perfil etário ocorre porque os fatores de risco passaram a surgir mais cedo. “Estamos observando pacientes cada vez mais jovens com pressão alta, e isso é consequência direta de uma rotina marcada por má alimentação, sedentarismo, estresse e sono inadequado. O organismo responde a esses fatores elevando a pressão arterial de forma progressiva”, afirma a cardiologista do IMC. Como efeito, a exposição prolongada à pressão elevada ao longo da vida aumenta significativamente o risco de eventos cardiovasculares precoces. A gravidade da situação é ampliada pelo fato de que a hipertensão é, na maioria dos casos, assintomática, o que impede o diagnóstico precoce e favorece a progressão silenciosa da doença. Como consequência direta, milhões de brasileiros convivem com níveis elevados de pressão sem saber, permitindo que o problema avance até provocar danos estruturais aos vasos sanguíneos, endurecimento das artérias e sobrecarga do coração. “A hipertensão é chamada de doença silenciosa justamente porque pode evoluir por anos sem sinais claros. Quando os sintomas aparecem, muitas vezes o paciente já apresenta alguma complicação”, alerta Adriana Bellini Miola. Esse processo leva a uma cadeia de efeitos clínicos: a pressão elevada danifica os vasos, o que compromete a circulação e aumenta o risco de obstruções, resultando em infarto e AVC; ao mesmo tempo, sobrecarrega o coração e pode levar à insuficiência cardíaca; além disso, prejudica os rins, favorecendo a insuficiência renal. Como resultado, a hipertensão se consolida como um dos principais fatores de mortalidade no país. Apesar desse cenário, o controle da doença é possível e gera impacto direto na redução dessas complicações. A adoção de hábitos saudáveis atua na causa do problema, reduzindo a pressão arterial, enquanto o tratamento medicamentoso controla seus efeitos no organismo. “O tratamento é eficaz quando o paciente entende que a hipertensão exige cuidado permanente. Controlar a pressão significa evitar complicações graves e garantir qualidade de vida”, reforça a cardiologista. Diante desse contexto, o aumento consistente dos casos nas últimas décadas, somado ao início mais precoce dos fatores de risco, evidencia uma relação clara de causa e efeito entre estilo de vida e hipertensão. Isso torna o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão um momento estratégico para alertar que, embora silenciosa, a doença tem origem conhecida, evolução previsível e, principalmente, pode ser evitada e controlada com diagnóstico precoce e mudança de hábitos. Padrão 12x8 agora é pré-hipertensão, não mais pressão normal O Dia Nacional é importante também para que as pessoas se lembrem de uma mudança que impacta no cuidado com a saúde, ocorrida no ano passado. A pressão arterial considerada de risco mudou de patamar. Nova diretriz endossada por três sociedades médicas e divulgada em setembro passou a enquadrar como pré-hipertensão indicadores entre 12 por 8 e 13,9 por 8,9 (120-139 mmHg sistólica e/ou 80-89 mmHg diastólica). A diretriz foi elaborada pelas Sociedades Brasileiras de Cardiologia, Nefrologia e de Hipertensão. Segundo o cardiologista e diretor do IMC, Dr. Luciano Miola, a pressão 12 por 8 ainda é considerada normal para as pessoas que não têm comorbidades, como fumo, diabetes e obesidade. "Já para as pessoas com estas comorbidades, 12 por 8 já é considerada pré-hipertensão. O objetivo da reclassificação pelas sociedades médicas é reforçar a prevenção. Nesta fase, sem que a hipertensão esteja totalmente instalada, os médicos devem recomendar mudanças no estilo de vida e, dependendo do risco do paciente, podem até receitar o uso de medicamentos", afirma o cardiologista.

13 de abril

Dia Mundial da Doença de Chagas: Especialista do IMC alerta para riscos da doença e destaca avanço no tratamento de arritmias graves

Celebrado em 14 de abril, o Dia Mundial da Doença de Chagas é um importante momento de conscientização sobre uma enfermidade que, embora tenha reduzido significativamente sua incidência ao longo dos anos, ainda representa um desafio relevante de saúde pública no Brasil. Historicamente endêmica na região noroeste paulista, a doença segue presente e pode trazer complicações graves, especialmente quando não diagnosticada precocemente. “Apesar do número de chagásicos ter diminuído muito, hoje ainda tratamos frequentemente pacientes com cardiopatia chagásica e arritmias malignas”, alerta o cardiologista Adalberto Menezes Lorga Filho, especialista em arritmias do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC). Uma doença silenciosa e ainda subdiagnosticada Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 2 milhões de brasileiros convivem com a doença de Chagas — muitos sem saber. Estima-se que até 70% dos infectados não tenham diagnóstico, o que reforça o caráter silencioso da doença e sua evolução lenta. Outro ponto de atenção é a mudança nas formas de transmissão. Embora o inseto barbeiro seja o vetor mais conhecido, casos recentes indicam contaminação por ingestão de alimentos contaminados. Neste ano, por exemplo, um surto registrado no Pará resultou em mortes. Além disso, o diagnóstico tardio continua sendo um dos principais desafios. “Apesar dos avanços da medicina, a doença de Chagas ainda é negligenciada. A maioria dos pacientes descobre a infecção apenas quando já apresenta comprometimento cardíaco ou digestivo importante”, explica o especialista do IMC. Complicações cardíacas e risco de arritmias graves Entre as principais consequências da doença está o desenvolvimento de arritmias cardíacas, que podem evoluir para quadros graves e até levar à morte. Nesse cenário, o Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), em São José do Rio Preto, se destaca como um dos poucos centros no Brasil com expertise no tratamento dessas complicações, incluindo casos complexos de arritmias associadas à doença de Chagas. A instituição possui uma longa trajetória no cuidado de pacientes chagásicos e foi pioneira em diversas abordagens, incluindo a implantação de marcapasso em pacientes com a doença ainda nas décadas passadas. Tecnologia avançada: ablação epicárdica amplia chances de tratamento Entre os avanços mais relevantes está a ablação epicárdica, um procedimento moderno e minimamente invasivo utilizado em casos mais graves de arritmias. Diferente da técnica tradicional (ablação endocárdica), que acessa o coração por dentro dos vasos sanguíneos, a ablação epicárdica atua na parte externa do coração, região onde, em muitos casos de doença de Chagas, estão as cicatrizes responsáveis pelas arritmias. “O procedimento é realizado por meio de uma pequena punção abaixo do tórax. A partir desse acesso, inserimos um cateter até o epicárdio, onde aplicamos energia em pontos críticos para eliminar os circuitos das arritmias”, detalha o Dr. Lorga Filho. Essa abordagem permite tratar áreas que antes não eram alcançadas pelos métodos convencionais, aumentando as chances de sucesso e reduzindo a recorrência dos episódios. Referência nacional no tratamento da doença Desde a década de 1960, o IMC se consolidou como uma das principais referências no Brasil no tratamento da doença de Chagas, especialmente por estar localizado em uma região que já foi altamente endêmica. Ao longo dos anos, a instituição acumulou ampla experiência clínica e segue investindo em tecnologia e inovação para oferecer tratamentos cada vez mais eficazes. A ablação epicárdica é um exemplo desse avanço na cardiologia moderna, ampliando as possibilidades terapêuticas para pacientes com arritmias complexas. “Em muitos casos, essa abordagem pode ser decisiva para reduzir o risco de complicações graves, incluindo a morte súbita, além de melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, finaliza o especialista.

07 de abril

Dia Mundial da Saúde: Austa Clínicas participa de ação para colaboradores da Cerradão

No Dia Mundial da Saúde, a Austa Clínicas reforça um compromisso que vai além das unidades de atendimento: estar presente onde a vida acontece, inclusive no campo. Nesta data, a operadora esteve na Cerradão, levando informação, orientação e cuidado diretamente às equipes que fazem o agro acontecer todos os dias. Mais do que uma ação pontual, a iniciativa representa um olhar atento à saúde de quem está na linha de frente de um dos setores mais importantes do Brasil. Promover saúde no ambiente de trabalho, especialmente no contexto agroindustrial, é essencial para garantir não apenas o bem-estar dos colaboradores, mas também a sustentabilidade das operações. Rotinas intensas, exposição a fatores de risco e a própria dinâmica do campo exigem uma atenção constante à prevenção e à qualidade de vida. "Durante a ação, reforçamos a importância de hábitos saudáveis no dia a dia, com orientações práticas, como a importância em ter uma alimentação equilibrada, manter a hidratação, ter cuidados com o corpo e com a saúde mental, além da importância de fazer um acompanhamento regular da saúde", cita Juliana Pagliato, gerente de Relações Empresariais da Austa Clínicas. A Austa Clínicas acredita que o cuidado começa pela informação e que quando ela chega de forma acessível e próxima da realidade das pessoas, seu impacto é ainda maior. E que levar saúde para dentro do agro é valorizar pessoas, fortalecer equipes e contribuir para um futuro mais saudável e produtivo.

27 de março

Austa Clínicas patrocina evento 14ª Cana Substantivo Feminino, que reforça o protagonismo feminino no agro

A Austa Clínicas reforçou sua presença e compromisso com o setor sucroenergético ao atuar como parceira do 14º Encontro Cana Substantivo Feminino, um dos mais relevantes eventos voltados à valorização da mulher no agro e na bioenergia. Realizado em 26 de março de 2026, no Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC), em Ribeirão Preto (SP), o encontro reuniu mais de 550 produtoras de cana-de-açúcar, profissionais de empresas e pesquisadoras, consolidando-se como um espaço estratégico de troca de experiências, conhecimento e fortalecimento da presença feminina no setor. A participação da Austa Clínicas como parceira do evento reforça sua presença no setor sucroenergético, para cujas empresas desenvolveu o plano de saúde Nossa Terra, com soluções alinhadas e customizada de acordo com o perfil de cada empresa e suas necessidades. A Austa Clínicas faz questão de estar no Cana Substantivo Feminino por entender ser um evento que fortalece e incentiva a maior participação feminina no agro, promovendo a valorização, o respeito e a ampliação de oportunidades para mulheres em um segmento historicamente masculino. O apoio ao Cana Substantivo Feminino também evidencia o entendimento de que saúde, bem-estar e qualidade de vida são fatores estratégicos para a produtividade, segurança e sustentabilidade das operações no setor sucroenergético. Ao investir em iniciativas que valorizam pessoas, a Austa Clínicas contribui diretamente para a evolução do ambiente corporativo no agro.  

27 de março

Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal: cirurgião do Austa Hospital alerta que a doença avança na população jovem

Esta sexta-feira, 27 de março, é o Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal, data que ganha ainda mais importância diante de uma tendência demonstrada por estudos internacionais. A doença, que acomete ao menos 45 mil brasileiros por ano, vem avançando entre adultos mais jovens, entre 20 e 49 anos. Este cenário reforça ainda mais a importância da prevenção. Mudanças no estilo de vida têm impacto direto na redução do risco, de acordo com o coloproctologista Francisco Gonçalves, do Austa Hospital, de Rio Preto. “É fundamental manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas e vegetais, reduzir o consumo de carnes processadas e ultraprocessados, praticar atividade física regularmente, evitar o tabagismo, moderar o consumo de álcool e manter o peso adequado”, orienta Dr. Francisco. “Além disso, realizar exames de rastreamento, como a colonoscopia, é essencial para identificar lesões precoces e até prevenir o desenvolvimento do câncer”, completa o médico. O câncer do colorretal é um dos mais frequentes na população brasileira, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e, mais recentemente, vem avançando entre adultos mais jovens. Pesquisa publicada na revista científica The Lancet Oncology identificou aumento médio anual de cerca de 1,45% entre pessoas de 20 a 49 anos. No Brasil, levantamento do A.C. Camargo Cancer Center confirma essa tendência ao mostrar crescimento anual de 7,6% nos casos em adultos com menos de 50 anos. Não há conclusão quanto aos motivos desta tendência, porém, o que é fato, segundo Dr. Francisco Gonçalves, é câncer de intestino não ser mais uma doença exclusiva de pessoas idosas. “Entendemos que o aumento esta faixa etária está diretamente associado a fatores de risco ligados ao estilo de vida, como alimentação rica em ultraprocessados e carnes vermelhas, sedentarismo, obesidade, tabagismo, consumo de álcool e baixa ingestão de fibras”, diz o cirurgião do Asta hospital. Apesar do cenário preocupante, Dr. Francisco destaca a importância de as pessoas consultarem-se com o coloproctologista periodicamente, pois o câncer de colorretal é altamente prevenível e com grandes chances de cura quando identificado precocemente. “O tumor é rastreado por meio do exame de colonoscopia, indicado a partir dos 45 anos ou antes em pacientes com fatores de risco. Atenção também a sinais como presença de sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal, dor abdominal persistente, perda de peso sem causa aparente e anemia’, ressalta o cirurgião. O tratamento do câncer colorretal também evoluiu significativamente nos últimos anos, especialmente no campo cirúrgico, considerado o principal método curativo para a maioria dos casos, com avanços que permitem abordagens menos invasivas e mais seguras. No Austa Hospital, em Rio Preto, os pacientes têm acesso a técnicas, como cirurgias laparoscópicas, que proporcionam menor tempo de internação e recuperação mais rápida, impactando diretamente na qualidade de vida no pós-operatório. “A cirurgia segue como etapa fundamental no tratamento do câncer colorretal e hoje contamos com recursos que permitem procedimentos minimamente invasivos com maior segurança e melhor recuperação para o paciente, o que faz toda a diferença nos resultados”, destaca Dr. Francisco.

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