O Janeiro Branco é um movimento de conscientização que convida a sociedade a refletir sobre a importância da saúde mental e sobre como ela influencia nossas escolhas, relacionamentos e qualidade de vida. O equilíbrio psicológico impacta diretamente a forma como pensamos, sentimos, tomamos decisões e nos conectamos com o mundo ao nosso redor.
A saúde mental em números
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas no mundo convivem com algum transtorno mental, como ansiedade e depressão. Apesar da alta incidência, muitas delas não recebem diagnóstico ou acompanhamento adequado, o que pode prolongar o sofrimento emocional e gerar impactos na saúde física, social e profissional.
Como a saúde mental influencia o dia a dia
As alterações na saúde mental podem se manifestar de diferentes maneiras e afetar diretamente a rotina, como por exemplo:
• Mudanças na qualidade do sono, com dificuldade para dormir ou sensação de cansaço constante
• Redução da concentração e da memória, comprometendo atividades pessoais e profissionais
• Alterações emocionais, como irritabilidade, ansiedade ou tristeza persistente
• Desafios nas relações pessoais e no ambiente de trabalho
Esses sinais não devem ser ignorados. Cuidar da mente é parte essencial do cuidado integral com a saúde.
Prevenção e cuidado ao longo da vida
Promover saúde mental envolve atitudes cotidianas, como observar as próprias emoções, manter hábitos saudáveis, estabelecer limites, valorizar momentos de descanso e fortalecer vínculos sociais. Buscar apoio profissional, quando necessário, não é sinal de fragilidade, mas de responsabilidade consigo mesmo.
Um convite ao cuidado
O Austa convida você a olhar com atenção para a sua saúde mental. Reconhecer sinais, buscar informação confiável e contar com acompanhamento adequado são passos que contribuem para uma vida mais equilibrada, com bem-estar e qualidade de vida ao longo do tempo.
Janeiro Branco é, acima de tudo, um convite à reflexão, ao autocuidado e à construção de uma relação mais saudável com as próprias emoções.
Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS)
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