Clientes AUSTAclínicas contam com o serviço de Oncologia Clínica na USI AUSTA

16/08/2018

Clientes AUSTAclínicas contam com o serviço de Oncologia Clínica na USI AUSTA

A AUSTAclínicas passa a oferecer mais um novo serviço a seus clientes, a Oncologia Clínica, na USI AUSTA – Unidade de Saúde Integrada.

Os clientes têm agora à sua disposição médicos especialistas em Oncologia para atendê-los em consultas com horas marcadas e uma equipe multiprofissional especializada, que elabora o plano terapêutico adequado.

Cada cliente recebe atendimento com todo carinho, respeito e dedicação que merece, no ambiente humanizado da USI AUSTA, acolhedor, planejado, equipado e decorado para que ele se sinta confortável e seguro.

Os médicos e a equipe multiprofissional atuam integrado através do sistema de prontuário, que mantém o histórico e todas as informações sobre o paciente à disposição de todos envolvidos no seu tratamento.

A Oncologia Clínica na USI AUSTA está à disposição dos clientes AUSTAclínicas de todos os planos: AUSTA+FÁCIL, MEDIDA CERTA, AUSTA+ODONTO, planos individuais e empresariais.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 17 3203-1500 ou na USI AUSTA, que funciona, de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 8h às 20h, na rua Dr. Antonio Bahia Monteiro, 465, em São José do Rio Preto.

Compartilhe no Facebook Compartilhe no Whatsapp Compartilhe no Twitter

07 de abril

Dia Mundial da Saúde: Austa Clínicas participa de ação para colaboradores da Cerradão

No Dia Mundial da Saúde, a Austa Clínicas reforça um compromisso que vai além das unidades de atendimento: estar presente onde a vida acontece, inclusive no campo. Nesta data, a operadora esteve na Cerradão, levando informação, orientação e cuidado diretamente às equipes que fazem o agro acontecer todos os dias. Mais do que uma ação pontual, a iniciativa representa um olhar atento à saúde de quem está na linha de frente de um dos setores mais importantes do Brasil. Promover saúde no ambiente de trabalho, especialmente no contexto agroindustrial, é essencial para garantir não apenas o bem-estar dos colaboradores, mas também a sustentabilidade das operações. Rotinas intensas, exposição a fatores de risco e a própria dinâmica do campo exigem uma atenção constante à prevenção e à qualidade de vida. "Durante a ação, reforçamos a importância de hábitos saudáveis no dia a dia, com orientações práticas, como a importância em ter uma alimentação equilibrada, manter a hidratação, ter cuidados com o corpo e com a saúde mental, além da importância de fazer um acompanhamento regular da saúde", cita Juliana Pagliato, gerente de Relações Empresariais da Austa Clínicas. A Austa Clínicas acredita que o cuidado começa pela informação e que quando ela chega de forma acessível e próxima da realidade das pessoas, seu impacto é ainda maior. E que levar saúde para dentro do agro é valorizar pessoas, fortalecer equipes e contribuir para um futuro mais saudável e produtivo.

01 de abril

Abril pela Segurança do Paciente: Austa realiza ação com os colaboradores sobre o cuidado seguro

No Brasil, o mês de abril é amplamente utilizado por instituições de saúde, como o Ministério da Saúde, para fortalecer a conscientização sobre a segurança do paciente. Mais do que uma mobilização pontual, o período reforça um princípio essencial: a segurança deve estar presente em todas as etapas do cuidado. Alinhada a esse compromisso, a Austa realizou, nos dias 30 e 31 de março, no Austa Hospital, e 01 e 02 de abril, no IMC, uma ação especial voltada ao fortalecimento das práticas assistenciais e ao engajamento dos colaboradores em torno da cultura de segurança. Dinâmica interativa para fortalecimento da cultura de segurança Como parte da programação, foi promovido um circuito de atividades em formato de gincana, envolvendo colaboradores de diferentes áreas. A proposta utilizou situações simuladas do cotidiano para reforçar, de forma prática e participativa, a importância da atenção aos processos e da atuação segura. Ao longo do percurso, os participantes passaram por estações que reproduziam desafios reais da rotina institucional. Entre as atividades, estavam a identificação correta de pacientes a partir de dados semelhantes em pulseiras, dinâmicas que evidenciaram falhas de comunicação no repasse de informações, e simulações relacionadas ao preparo e à conferência segura de medicamentos. Também foram trabalhados aspectos fundamentais do cuidado, como a organização de checklists de cirurgia segura com análise de possíveis inconsistências, a correta higienização das mãos a partir de situações do dia a dia e a identificação de riscos em cenários simulados relacionados à prevenção de quedas e lesões por pressão. A dinâmica foi adaptada para diferentes públicos, garantindo a aplicabilidade tanto para equipes assistenciais quanto para áreas administrativas e de apoio, reforçando que a segurança do paciente é uma -responsabilidade compartilhada. As Metas Internacionais de Segurança do Paciente na prática O circuito foi baseado nas 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente, que orientam práticas essenciais para a redução de riscos e a prevenção de eventos adversos: -Identificar corretamente o paciente -Melhorar a comunicação entre os profissionais de saúde -Garantir a segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos -Assegurar cirurgias seguras -Higienizar as mãos para prevenir infecções -Reduzir o risco de quedas e lesões por pressão Ao trazer essas metas para o contexto prático, a ação contribui para fortalecer a cultura de segurança e ampliar a percepção dos profissionais sobre o impacto de suas condutas no cuidado ao paciente. O Austa acredita que a qualidade assistencial está diretamente relacionada à segurança e que investir na capacitação das equipes é fundamental para garantir um cuidado cada vez mais confiável, humanizado e centrado no paciente.    

27 de março

Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal: cirurgião do Austa Hospital alerta que a doença avança na população jovem

Esta sexta-feira, 27 de março, é o Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal, data que ganha ainda mais importância diante de uma tendência demonstrada por estudos internacionais. A doença, que acomete ao menos 45 mil brasileiros por ano, vem avançando entre adultos mais jovens, entre 20 e 49 anos. Este cenário reforça ainda mais a importância da prevenção. Mudanças no estilo de vida têm impacto direto na redução do risco, de acordo com o coloproctologista Francisco Gonçalves, do Austa Hospital, de Rio Preto. “É fundamental manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas e vegetais, reduzir o consumo de carnes processadas e ultraprocessados, praticar atividade física regularmente, evitar o tabagismo, moderar o consumo de álcool e manter o peso adequado”, orienta Dr. Francisco. “Além disso, realizar exames de rastreamento, como a colonoscopia, é essencial para identificar lesões precoces e até prevenir o desenvolvimento do câncer”, completa o médico. O câncer do colorretal é um dos mais frequentes na população brasileira, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e, mais recentemente, vem avançando entre adultos mais jovens. Pesquisa publicada na revista científica The Lancet Oncology identificou aumento médio anual de cerca de 1,45% entre pessoas de 20 a 49 anos. No Brasil, levantamento do A.C. Camargo Cancer Center confirma essa tendência ao mostrar crescimento anual de 7,6% nos casos em adultos com menos de 50 anos. Não há conclusão quanto aos motivos desta tendência, porém, o que é fato, segundo Dr. Francisco Gonçalves, é câncer de intestino não ser mais uma doença exclusiva de pessoas idosas. “Entendemos que o aumento esta faixa etária está diretamente associado a fatores de risco ligados ao estilo de vida, como alimentação rica em ultraprocessados e carnes vermelhas, sedentarismo, obesidade, tabagismo, consumo de álcool e baixa ingestão de fibras”, diz o cirurgião do Asta hospital. Apesar do cenário preocupante, Dr. Francisco destaca a importância de as pessoas consultarem-se com o coloproctologista periodicamente, pois o câncer de colorretal é altamente prevenível e com grandes chances de cura quando identificado precocemente. “O tumor é rastreado por meio do exame de colonoscopia, indicado a partir dos 45 anos ou antes em pacientes com fatores de risco. Atenção também a sinais como presença de sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal, dor abdominal persistente, perda de peso sem causa aparente e anemia’, ressalta o cirurgião. O tratamento do câncer colorretal também evoluiu significativamente nos últimos anos, especialmente no campo cirúrgico, considerado o principal método curativo para a maioria dos casos, com avanços que permitem abordagens menos invasivas e mais seguras. No Austa Hospital, em Rio Preto, os pacientes têm acesso a técnicas, como cirurgias laparoscópicas, que proporcionam menor tempo de internação e recuperação mais rápida, impactando diretamente na qualidade de vida no pós-operatório. “A cirurgia segue como etapa fundamental no tratamento do câncer colorretal e hoje contamos com recursos que permitem procedimentos minimamente invasivos com maior segurança e melhor recuperação para o paciente, o que faz toda a diferença nos resultados”, destaca Dr. Francisco.

23 de março

Dia Mundial da Tuberculose: infectologista do Austa Clínicas alerta que trabalhadores do setor sucroenergético devem ter cuidado redobrado

O Dia Mundial da Tuberculose, celebrado nesta terça-feira, 24 de março, é uma alerta para a população em geral para o risco de contágio desta doença no país, que ainda é alto. Os trabalhadores do setor sucroenergético, em particular, devem ter a atenção redobrada, pois estão expostos a vários fatores que ampliam o risco de ter a doença e transmiti-la para outras pessoas, segundo o médico infectologista Natal Santos da Silva, da Austa Clínicas. Como a tuberculose é transmitida pelo ar, a aglomeração de grande número de pessoas facilita muito a sua transmissão. “A proximidade contínua dos trabalhadores, por exemplo, no transporte em ônibus para o campo ou mesmo entre a empresa e as moradias e em alojamentos coletivos contribui para a transmissão, seja por gotículas num espirro ou tosse ou mesmo ao inalar as partículas presentes no ar”, explica o infectologista da Austa Clínicas. O tabagismo e o alto consumo de bebidas alcoólicas contribuem para a maior vulnerabilidade do sistema respiratório, estando mais suscetível à implantação da micobactéria da tuberculose. Outros fatores se somam a estes para enfraquecer o organismo do trabalhador, tornando-o mais propenso a ficar doente, como a contínua exposição ao sol, o maior esforço físico e a ingestão menor de alimentos calóricos, que tendem também a diminuir a imunidade. “Estando mais baixa, aumenta a possibilidade de reativação da tuberculose latente ou o organismo não conseguir bloquear a exposição à micobactéria da tuberculose”, pontua Dr. Natal. É fundamental, portanto, que, ao menor sintoma, o profissional tenha acesso rápido e fácil ao serviço de saúde para que o diagnóstico seja feito logo e o tratamento, iniciado, evitando inclusive o contato do paciente com seus colegas de trabalho, ressalta o infectologista da Austa Clínicas. O que é a tuberculose? A tuberculose é uma doença infecciosa causada pela micobactéria Mycobacterium tuberculosis (Bacilo de Koch), que afeta principalmente os pulmões e é transmitida pelo ar, por meio da tosse, fala ou espirro de pessoas infectadas. Segundo Dr. Natal, em sua forma pulmonar, a doença apresenta como sintomas principais tosse persistente por três semanas ou mais, febre, especialmente ao entardecer, suor noturno, emagrecimento, cansaço excessivo e, em alguns casos, escarro com sangue. Como para todas as doenças, a prevenção é o mais importante, enfatiza o infectologista. Ele cita como as principais formas de prevenção o diagnóstico e tratamento precoces, a investigação de contatos próximos e, para as pessoas que convivem com doente ou suspeito de ter tuberculose, manterem ambientes ventilados e usar máscara. Contra as formas graves da tuberculose, a ação preventiva eficaz é a vacinação com BCG, principalmente, na infância. Em caso de suspeita, o infectologista da Austa Clínicas destaca ser o diagnóstico precoce fundamental para interromper a cadeia de transmissão e aumentar as chances de cura. Para auxiliar no diagnóstico, o médico conta com a baciloscopia (exame de escarro), testes rápidos moleculares e radiografia de tórax. O tratamento dura, em média, seis meses, com uso de antibióticos. Quando seguido corretamente, a cura pode ser alcançada na maioria dos casos. “Felizmente, existem avanços nas estratégias para melhorar a adesão ao tratamento como medicamentos para casos resistentes e, para a tuberculose latente, adota-se a terapia preventiva encurtada (3HP), com duração de apenas três meses. E há estudos para tratamentos ainda mais curtos, de até 28 dias”, informa o infectologista da Austa Clínicas. No cenário geral, a doença segue como um importante problema de saúde pública. A tuberculose ainda é a principal causa de morte por um único agente infeccioso no mundo, com mais de 10 milhões de casos anuais. No Brasil, foram registrados 85.936 novos casos em 2024, além de mais de 6 mil mortes em 2023, segundo o Ministério da Saúde. Nos últimos cinco anos, houve crescimento na detecção de casos, especialmente após a pandemia da covid-19, seguido de uma tendência de estabilização recente, o que indica melhora na identificação, mas também manutenção da transmissão. “Apesar de ser uma doença antiga, a tuberculose merece sempre muita atenção da população e das autoridades e instituições de saúde”, ressalta Dr. Natal. “Um dos pontos de maior preocupação é o avanço da tuberculose resistente aos medicamentos tradicionais, além da concentração da doença em grupos mais vulneráveis. Esse cenário reforça que a tuberculose não é apenas uma questão médica, mas também social, exigindo atenção contínua e políticas públicas eficazes”, completa o infectologista da Austa Clínicas.

18 de março

Março Lilás: Câncer de Colo do Útero atinge mulheres mais jovens e reforça alerta para prevenção, diz especialista do Austa

O mês de março é marcado pela campanha Março Lilás, dedicada à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de colo do útero. A doença está entre os tipos de câncer mais frequentes entre mulheres no Brasil e, apesar de ter evolução lenta, ainda é responsável por milhares de casos todos os anos, muitas vezes diagnosticados em estágios mais avançados. O câncer de colo do útero se desenvolve nas células do colo uterino, estrutura que conecta o útero à vagina, e está diretamente relacionado à infecção pelo HPV (Papilomavírus Humano). Segundo o ginecologista do Austa, Dr. Paulo Fasaneli, o desenvolvimento da doença é gradual e pode levar anos. “Esse câncer tem uma evolução lenta. Ele começa com a infecção pelo HPV e pode passar por lesões precursoras que, ao longo de 10 a 20 anos, podem se transformar em câncer”, explica. Nas fases iniciais, o câncer de colo do útero geralmente não apresenta sintomas, o que reforça a importância dos exames de rastreamento. “O câncer de colo do útero é assintomático nas fases iniciais e por isso o rastreio é tão importante. Quando surgem os sintomas, normalmente esse tumor já está mais avançado”, afirma. Entre os sinais que podem aparecer estão sangramentos vaginais irregulares, dor pélvica, corrimento com presença de sangue e sangramento após a relação sexual. “Os principais sintomas são sangramentos irregulares, dores pélvicas, corrimentos sanguinolentos e também a sinusorragia, que é o sangramento após a relação sexual”, explica o médico. Embora a maior incidência da doença ocorra entre 35 e 55 anos, especialistas têm observado diagnósticos em mulheres mais jovens. No Brasil, o câncer de colo do útero é o tipo de câncer que mais mata mulheres até os 36 anos de idade, segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), o que reforça o alerta para a prevenção precoce. “A gente tem percebido uma redução na idade de diagnóstico. Isso pode estar relacionado ao início mais precoce da vida sexual, múltiplos parceiros, desinformação, vergonha de procurar atendimento ou até dificuldade de acesso aos serviços de saúde, além da baixa adesão à vacinação”, afirma o ginecologista Dr. Paulo Fasaneli. Diagnóstico e tratamento O diagnóstico do câncer de colo do útero geralmente ocorre após alterações detectadas nos exames de rastreamento ou pela identificação de lesões durante a avaliação ginecológica. A confirmação costuma ser feita por meio de biópsia do colo uterino. Para avaliar a extensão da doença, também podem ser solicitados exames de imagem, como ressonância magnética, tomografia ou PET-CT. O tratamento varia de acordo com o estágio em que o tumor é identificado. Nos casos iniciais, procedimentos cirúrgicos costumam apresentar bons resultados. “Nos estágios iniciais, o tratamento pode ser cirúrgico, desde a retirada de uma parte do colo do útero até cirurgias maiores, dependendo do caso. Já nos casos mais avançados, o tratamento padrão ouro é a união de quimioterapia com radioterapia. Também utilizamos uma radioterapia localizada chamada braquiterapia”, cita. Vacinação e exames ajudam a prevenir a doença Uma das principais formas de prevenção da doença é a vacinação contra o HPV, indicada no Brasil para meninas e meninos entre 9 e 14 anos. A vacina protege contra os tipos mais comuns do vírus associados ao câncer, explica Dr. Paulo. “A vacinação pode reduzir em até 70% o risco de desenvolver câncer de colo do útero, porque os vírus HPV 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos da doença”. O especialista explica que mesmo com a vacinação, o acompanhamento ginecológico continua sendo essencial, já que a vacina não protege contra todos os tipos do vírus. Por isso, os exames de rastreamento seguem sendo recomendados para identificar alterações nas células do colo do útero antes que elas evoluam para um câncer. “Hoje contamos com exames que pesquisam o DNA do HPV. A partir desse exame é possível indicar a realização de outros exames, como papanicolau, colposcopia e biópsia quando necessário, identificando as lesões precursoras antes que se transformem em câncer”, explica. Informação é essencial para reduzir a incidência Para o especialista, campanhas como o Março Lilás têm papel importante na conscientização da população e no incentivo à prevenção. “O Março Lilás é muito importante para estimular a informação sobre a prevenção do câncer, reforçar a importância da vacinação e quebrar tabus sobre a doença. Quanto mais informação as mulheres tiverem, maior a chance de reduzir a incidência dessa doença no país”, conclui.

16 de março

Mês da Mulher no Austa: encontro celebra histórias de força e inspiração entre colaboradoras

Ação reuniu colaboradoras para compartilhar histórias de vida, promover acolhimento e celebrar a força feminina no ambiente de trabalho Em celebração ao Mês da Mulher, o Austa promoveu um encontro especial com colaboradoras da instituição para valorizar histórias de vida, incentivar a troca de experiências e reconhecer a força feminina presente no dia a dia da organização. A iniciativa reuniu mulheres de diferentes áreas em um momento dedicado à escuta e ao compartilhamento de trajetórias marcadas por desafios, superações e conquistas. Durante o encontro, algumas colaboradoras compartilharam relatos pessoais e profissionais, inspirando colegas e reforçando a importância de reconhecer as diferentes vivências que compõem o ambiente de trabalho. Mais do que compartilhar histórias, o encontro foi um convite à reflexão sobre a jornada de ser mulher. Entre responsabilidades profissionais, desafios pessoais e a busca constante por equilíbrio, as mulheres constroem diariamente trajetórias marcadas por dedicação, resiliência e coragem. A ação teve como propósito criar um espaço de valorização e reconhecimento, destacando a importância de olhar para as histórias que muitas vezes acontecem de forma silenciosa, mas que refletem a força, a determinação e a capacidade de transformação presentes na trajetória de tantas mulheres. Semana de ações voltadas ao bem-estar Como parte da programação do Mês da Mulher, o Austa também promoveu ao longo da semana da mulher uma ação especial voltada ao cuidado e à autoestima das colaboradoras. Em parceria com a Mary Kay, foram realizados momentos de cuidados com a pele e maquiagem para colaboradoras de todos os turnos, no Austa e no Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC). A iniciativa visou proporcionar momentos de cuidado e bem-estar durante a rotina de trabalho, reforçando o compromisso da instituição com a valorização das mulheres e o reconhecimento de sua contribuição para o dia a dia da organização.

Newsletter
Newsletter

Assine nossa newsletter

Assine a nossa newsletter para promoções especiais e atualizações interessantes.


    Política