Parar de fumar está entre os maiores desafios de saúde pública no Brasil. Mesmo com ampla divulgação dos malefícios do cigarro, cerca de 12% da população adulta ainda fuma, o que representa aproximadamente 20 milhões de pessoas no país. Para muitos fumantes, abandonar o hábito é difícil e as tentativas sem apoio profissional frequentemente resultam em recaídas.
Para a pneumologista Dra. Bruna Cortez, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), essa dificuldade tem uma explicação clara.
“O tabagismo não é apenas um hábito. Ele cria uma dependência que envolve o corpo, as emoções e os comportamentos do dia a dia. Por isso, não se trata de falta de força de vontade, mas de uma condição que precisa ser tratada de forma estruturada”, explica.
Segundo a médica, a nicotina age rapidamente no cérebro e gera uma necessidade física real. Quando o consumo é interrompido, surgem sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia e compulsão. Além disso, o cigarro passa a se associar a situações cotidianas, como o café, o estresse ou momentos de socialização. “Existe ainda o ritual do fumar, que se incorpora à rotina e reforça o vício ao longo do tempo”, completa.
É a partir dessa compreensão que a Dra. Bruna Cortez, pneumologista do IMC, desenvolveu o Protocolo Respire Liberdade, um método estruturado e personalizado que oferece acompanhamento médico contínuo para aumentar as chances de sucesso na cessação do tabagismo.
“O protocolo funciona como uma jornada. Eu acompanho o paciente desde a avaliação inicial até a fase de manutenção, oferecendo suporte em todas as etapas”, afirma a Dra. Bruna. A primeira consulta inclui uma avaliação clínica detalhada, que considera o grau de dependência, o perfil comportamental e os principais gatilhos associados ao hábito de fumar.
Com base nesse diagnóstico, é definido um plano individualizado, que pode combinar medicação específica, aconselhamento comportamental e laserterapia de baixa potência. “A medicação ajuda a reduzir os sintomas físicos da abstinência, enquanto o acompanhamento trabalha as mudanças de comportamento e a relação emocional com o cigarro”, explica.
A laserterapia atua como um apoio adicional ao estimular a liberação natural de neurotransmissores ligados ao bem-estar, ajudando a reduzir ansiedade, irritabilidade e o desejo intenso pelo cigarro.“Ela contribui para tornar o processo mais confortável e aumenta a adesão ao tratamento”, destaca a médica.
Outro pilar do Protocolo Respire Liberdade é o acompanhamento próximo ao longo de todo o processo, inclusive após a interrupção do cigarro.“Parar de fumar não é um evento isolado, é um processo. O suporte contínuo permite intervir precocemente, ajustar estratégias e prevenir recaídas”, afirma a Dra. Bruna.
Buscar ajuda profissional é um passo fundamental para quem deseja parar de fumar. Com o Protocolo Respire Liberdade, o tratamento deixa de ser uma tentativa solitária e passa a ser um processo estruturado, humano e baseado em evidências, com foco em resultados duradouros e mais qualidade de vida.
Como participar do Protocolo Respire Liberdade
O Protocolo Respire Liberdade é um projeto idealizado pela Dra. Bruna Cortez, pneumologista do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), e oferece apoio profissional e acompanhamento especializado para ajudar pacientes a vencer o tabagismo com mais segurança, confiança e chances reais de sucesso. Informações e agendamentos: (17) 99252-0707
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