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Outubro Rosa 2026 | Prevenção é prestar atenção em você

O Outubro Rosa é uma campanha mundial de conscientização sobre o câncer de mama, que amplia o debate sobre prevenção, diagnóstico precoce e cuidado com a saúde da mulher. No Brasil, o câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente entre as mulheres, desconsiderando os tumores de pele não melanoma. Para cada ano do triênio 2026–2028, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 78.610 novos casos da doença no país. Diante dessa realidade, falar sobre prevenção é também reforçar a importância de que cada mulher esteja atenta à própria saúde e tenha acesso ao acompanhamento adequado. Austa e IMC |Outubro Rosa 2026 Prevenção é prestar atenção em você. Em 2026, Austa e IMC apresentam uma campanha que convida as mulheres a direcionarem atenção para aquilo que, muitas vezes, acaba ficando em segundo plano: a própria saúde. Ao longo da vida, diferentes responsabilidades e demandas podem fazer com que consultas sejam adiadas, exames fiquem para outro momento e sinais do próprio corpo não recebam a devida atenção. O cuidado, no entanto, não deve ser lembrado apenas diante de uma preocupação. O acompanhamento da saúde feminina precisa fazer parte da rotina e acompanhar as diferentes fases da vida. Para o Austa e o IMC, a prevenção começa pelo conhecimento. Conhecer o próprio corpo, reconhecer o que é habitual e perceber quando algo muda são atitudes importantes para que a mulher esteja atenta à sua saúde e possa buscar orientação quando necessário. Esse olhar também passa por manter consultas de acompanhamento, conversar com profissionais de saúde sobre dúvidas e fatores de risco e realizar os exames recomendados de acordo com as características e necessidades de cada mulher. No câncer de mama, a prevenção e a detecção precoce são estratégias fundamentais. A identificação da doença em estágios iniciais pode ampliar as possibilidades de tratamento, reforçando a importância da informação, do acompanhamento profissional e do acesso aos cuidados de saúde. É esse olhar que a campanha de Outubro Rosa 2026 do Austa e do IMC busca estimular: uma relação mais atenta com a própria saúde, em que cada mulher reconheça a importância de se acompanhar, se conhecer e cuidar de si. Porque prestar atenção em você também é uma forma de prevenção.

Setembro Vermelho: antes de começar ou retomar atividade física, avaliação cardiológica ajuda a proteger o coração, orienta médico do IMC

Cardiologista do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares alerta que check-up deve ser feito periodicamente por todos: atletas, pessoas sedentárias e praticantes de exercícios regularmente   Setembro Vermelho é o mês dedicado à conscientização sobre prevenção e combate às doenças cardiovasculares, principal causa de morte no Brasil. A prática regular de atividade física é uma das principais aliadas da saúde do coração. Exercitar-se ajuda no controle da pressão arterial, colesterol, glicemia e peso corporal, melhora a circulação, contribui para o condicionamento físico e reduz fatores de risco associados às doenças cardiovasculares. Mas, antes de começar — ou mesmo retomar — uma rotina de exercícios, é importante saber como está a saúde do coração, recomenda o médico cardiologista Maurício Bicudo, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. Um número por si só mostra o quanto é importante cuidar do coração. Segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 400 mil brasileiros morrem todos os anos em decorrência de infarto, AVC e insuficiência cardíaca — o equivalente a uma morte a cada 90 segundos, ou cerca de 45 óbitos por hora. As doenças do aparelho circulatório respondem por aproximadamente 30% de todos os registros de mortes no país. Exercitar-se, portanto, é fundamental, no entanto, o cardiologista ressalta que a avaliação cardiológica deve ser feita tanto por pessoas sedentárias que decidiram iniciar uma atividade quanto por aquelas que já se exercitam e pretendem aumentar a intensidade ou mudar o tipo de treinamento. “É muito importante que a pessoa conheça as condições do seu coração antes de submetê-lo a um esforço maior. Isso vale para quem está saindo do sedentarismo, para quem está retomando os exercícios depois de algum tempo parado e para quem já pratica atividade física regularmente”, orienta Dr. Maurício. O objetivo do check-up não é impedir a prática esportiva, mas justamente garantir que ela seja realizada com segurança e de acordo com as condições individuais de cada pessoa. Algumas doenças cardiovasculares podem permanecer sem sintomas durante muito tempo e somente se manifestar diante de um esforço físico mais intenso. O check-up cardiológico começa pela consulta médica, na qual são avaliados histórico pessoal e familiar, hábitos de vida, fatores de risco, sintomas, pressão arterial e condições clínicas do paciente. A partir dessa avaliação, o cardiologista determina quais exames são necessários. No IMC, entre os recursos que podem integrar a investigação estão exames laboratoriais, eletrocardiograma, teste ergométrico ou de esforço, ecocardiograma e exames de imagem, entre outros, conforme a indicação médica. “Não existe necessariamente uma lista de exames igual para todo mundo. A avaliação precisa levar em consideração idade, histórico familiar, doenças existentes, fatores de risco, sintomas e o tipo e intensidade da atividade que a pessoa pretende realizar”, explica o cardiologista. Entre os fatores que merecem atenção estão hipertensão arterial, colesterol elevado, diabetes, tabagismo, obesidade, sedentarismo e histórico familiar de doenças cardiovasculares. O cuidado antes da atividade física não significa que as pessoas devam evitar os exercícios. Pelo contrário. A atividade física é uma importante ferramenta de prevenção cardiovascular e traz benefícios para todo o organismo. “Precisamos incentivar as pessoas a se movimentarem. A atividade física é fundamental para a saúde cardiovascular, ajuda no controle da pressão, do colesterol, da glicemia e do peso, além de melhorar o condicionamento e a qualidade de vida. O que recomendamos é que isso seja feito de maneira individualizada e segura”, destaca Dr. Maurício. O médico ressalta ainda que a prática deve ser progressiva, especialmente para quem passou muito tempo sedentário. “Começar com intensidade elevada, sem preparo físico e sem conhecer as próprias condições de saúde, não é a melhor estratégia. Além disso, fatores externos podem interferir na dinâmica do exercício e consequentemente aumentar o trabalho do coração e com isso aumentar o risco de eventos indesejáveis durante ou logo após a atividade física”, ressalta o cardiologista do IMC. Entre os fatores, destacam-se possíveis falhas nas orientações da hidratação adequada, reposição de eletrólitos, percepção de sinais e sintomas específicos do exercício, uso de roupas e acessórios adequados e condições climáticas que podem aumentar o risco mesmo em pessoas saudáveis sem qualquer problema cardiovascular. Já pratica esportes? Prevenção continua! Para quem já pratica exercícios, a recomendação também é manter acompanhamento periódico. Mudanças na idade, no peso, nos hábitos, no histórico familiar e na própria intensidade dos treinamentos podem modificar o risco cardiovascular ao longo do tempo. A campanha Setembro Vermelho reforça a importância de incorporar os cuidados com o coração à rotina e não apenas procurar atendimento quando surgem sintomas. “Não é preciso esperar aparecer algum sintoma para procurar o cardiologista. A prevenção começa justamente antes que o problema aconteça”, afirma Dr. Maurício. Além da avaliação médica periódica, hábitos como praticar atividade física regularmente, manter alimentação equilibrada, não fumar, controlar a pressão arterial, colesterol e glicemia, manter peso adequado, dormir bem e reduzir o estresse contribuem para a prevenção das doenças cardiovasculares. “Cuidar do coração é uma decisão que deve fazer parte da vida inteira. O exercício é um dos grandes aliados nessa tarefa, mas o primeiro passo é saber se você está preparado para praticá-lo e qual é a atividade mais adequada para você”, conclui o cardiologista do IMC.

Quatro em cada dez brasileiros têm colesterol alterado, alerta cirurgião cardiovascular do IMC 

Este sábado, 8 de agosto,  é o Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, data que tem extrema relevância diante do quanto a população está sendo afetada pelo excesso de gordura. Mais de 18 milhões de brasileiros, ou seja, 40% dos adultos do país, têm o colesterol acima do recomendado, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Como se não bastasse a gravidade deste número, 67% sequer sabem qual é a própria taxa e correm grandes riscos porque o colesterol elevado é silencioso. A grande maioria dos pacientes não sente nada até que a doença já esteja avançada, muitas vezes revelada por um infarto, um AVC ou uma obstrução nas artérias das pernas”, alerta o cirurgião cardiovascular Rinaldo Costa Santos, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. É por isso que é fundamental o diagnóstico precoce, segundo o médico, pois, quando descoberto a tempo, o colesterol alto é uma condição plenamente controlável. O exame que detecta alterações no colesterol é simples — uma coleta de sangue — e sua frequência varia conforme o perfil de cada paciente. “Alguns pacientes precisam repetir os exames a cada três meses, outros a cada seis, e alguns apenas uma vez ao ano. O que não pode acontecer é o paciente nunca ter feito o exame, ou ter parado de repeti-lo depois dos 40, 50 anos, justamente quando o risco começa a aumentar”, ressalta o cirurgião cardiovascular do IMC. O vilão a ser diagnosticado aqui é o LDL, explica Dr. Rinaldo, principal responsável pelo acúmulo de gordura na parede das artérias, processo conhecido como aterosclerose. Esse acúmulo pode comprometer as coronárias, levando ao infarto; as carótidas, causando derrame cerebral; ou as artérias das pernas, provocando claudicação, que é a dor ao caminhar. “Em nenhum desses casos o paciente escolhe qual artéria será afetada — por isso o cuidado precisa ser sistêmico, e não pontual”, destaca o médico. Para o Dr. Rinaldo, a data é a oportunidade de reforçar uma mensagem simples diante de números que ainda preocupam. “Colesterol alto se controla, mas antes é preciso saber que se tem. Com diretrizes cada vez mais rígidas e a maioria dos brasileiros ainda sem saber sua própria taxa, informação e acompanhamento médico regular continuam sendo as ferramentas mais eficazes que temos”, afirma. O cirurgião cardiovascular se refere às novas diretrizes definidas pelas entidades internacionais de cardiologia recentemente que adotaram critérios muito mais rigorosos para o controle do colesterol ruim (LDL) e recomendando que o perfil lipídico passe a ser rastreado já a partir dos 20 anos — não mais apenas na meia-idade. Para indivíduos classificados como de baixo risco, a nova meta ideal foi fixada em menos de 115 mg/dL, valor consideravelmente menor do que os limites tolerados nos anos anteriores. Já para pacientes de risco muito alto ou extremo (com histórico de problemas cardiovasculares graves, diabetes ou múltiplos infartos), os limites são ainda menores: os alvos de LDL caíram para menos de 50 mg/dL, podendo chegar a marcas inferiores a 40 mg/dL na nova categoria de risco extremo. Em resumo, não existe um número de LDL igualmente seguro para todos. “Os níveis de referência variam de acordo com o risco de cada pessoa. Quem já teve infarto, AVC ou tem diabetes precisa manter o LDL bem mais baixo do que a população em geral. É uma mudança de mentalidade: tratar o risco da pessoa, não apenas um exame isolado”, diz o cirurgião cardiovascular. A prevenção envolve a adoção de hábitos saudáveis de vida, como alimentação equilibrada, atividade física regular e não fumar. “São atitudes indispensáveis”, enfatiza Dr. Rinaldo. “Mas muitas pessoas precisam de medicação para atingir as metas de controle por uma característica da própria doença, que tem componente genético importante em muitos casos”, ressalta. Quando a obstrução arterial já está instalada, a cirurgia vascular oferece hoje alternativas menos invasivas do que há alguns anos. “Usamos cateteres, stents e endopróteses para desobstruir as artérias sem a necessidade de grandes cortes. Isso reduz riscos, acelera a recuperação e devolve qualidade de vida ao paciente. Realizamos dezenas de intervenções cardiovasculares por mês no IMC, e boa parte delas já é feita por essa via minimamente invasiva”, detalha.

Diabetes pode aumentar em até quatro vezes o risco de infarto e AVC, alerta endocrinologista do IMC

Especialista do IMC alerta para a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença para prevenir complicações cardiovasculares Especialista do IMC alerta para a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença para prevenir complicações cardiovasculares Silencioso e sem cura, o diabetes mellitus muitas vezes só é descoberto após o surgimento de uma complicação. No Dia Nacional do Diabetes, celebrado em 26 de junho, a endocrinologista Dra. Mariana Azevedo Alves Mendes, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), reforça que o diagnóstico precoce é um dos principais aliados para evitar danos à saúde e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Segundo a médica, por não apresentar sintomas nas fases iniciais, muitas pessoas convivem com o diabetes por anos sem saber. "Muitos pacientes descobrem a doença apenas após uma complicação. Por isso, é tão importante rastrear quem apresenta fatores de risco e realizar o diagnóstico precoce", explica. De acordo com a endocrinologista, quando os sintomas aparecem, a doença geralmente já está instalada há algum tempo. Entre os principais sinais de alerta estão perda de peso sem causa aparente, sede excessiva, e vontade frequente de urinar principalmente a noite. A Dra. Mariana explica que o rastreamento é recomendado para pessoas com mais de 35 anos e também para pacientes com sobrepeso ou obesidade associados a fatores de risco, como sedentarismo, colesterol e triglicerídeos elevados, síndrome dos ovários policísticos e histórico de diabetes gestacional. Controle vai além da glicemia Segundo a especialista, após o diagnóstico, o acompanhamento precisa ser contínuo e envolver mais do que apenas o controle da glicemia. Ela destaca que exames como glicemia de jejum e hemoglobina glicada permitem acompanhar a evolução da doença, enquanto avaliações periódicas do colesterol, da função renal e do fundo de olho ajudam a identificar precocemente possíveis complicações. A endocrinologista ressalta que mudanças no estilo de vida também fazem parte do tratamento. "A prática regular de atividade física, a alimentação equilibrada, a redução do consumo de açúcares e carboidratos simples e o controle do peso são medidas fundamentais para manter a doença sob controle", afirma. Risco cardiovascular elevado A relação entre diabetes e doenças cardiovasculares também merece atenção. Segundo a Dra. Mariana, pessoas com diabetes apresentam um risco de duas a quatro vezes maior de desenvolver infarto e acidente vascular cerebral (AVC) em comparação com a população não diabética. Ela explica que esse risco aumenta ainda mais quando o paciente também possui hipertensão arterial, colesterol elevado, obesidade ou já apresentou algum evento cardiovascular. "O paciente diabético já possui um risco cardiovascular elevado. Por isso, é fundamental manter não apenas a glicemia controlada, mas também a pressão arterial, o colesterol e os demais fatores de risco", destaca. A endocrinologista acrescenta que pacientes com diabetes podem apresentar redução na expectativa de vida de quatro a oito anos quando a doença não é adequadamente controlada. "Nosso objetivo é manter esses pacientes dentro das metas de tratamento para reduzir complicações e proporcionar mais qualidade de vida", conclui.

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