Celebrado em 14 de abril, o Dia Mundial da Doença de Chagas é um importante momento de conscientização sobre uma enfermidade que, embora tenha reduzido significativamente sua incidência ao longo dos anos, ainda representa um desafio relevante de saúde pública no Brasil. Historicamente endêmica na região noroeste paulista, a doença segue presente e pode trazer complicações graves, especialmente quando não diagnosticada precocemente. “Apesar do número de chagásicos ter diminuído muito, hoje ainda tratamos frequentemente pacientes com cardiopatia chagásica e arritmias malignas”, alerta o cardiologista Adalberto Menezes Lorga Filho, especialista em arritmias do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC). Uma doença silenciosa e ainda subdiagnosticada Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 2 milhões de brasileiros convivem com a doença de Chagas — muitos sem saber. Estima-se que até 70% dos infectados não tenham diagnóstico, o que reforça o caráter silencioso da doença e sua evolução lenta. Outro ponto de atenção é a mudança nas formas de transmissão. Embora o inseto barbeiro seja o vetor mais conhecido, casos recentes indicam contaminação por ingestão de alimentos contaminados. Neste ano, por exemplo, um surto registrado no Pará resultou em mortes. Além disso, o diagnóstico tardio continua sendo um dos principais desafios. “Apesar dos avanços da medicina, a doença de Chagas ainda é negligenciada. A maioria dos pacientes descobre a infecção apenas quando já apresenta comprometimento cardíaco ou digestivo importante”, explica o especialista do IMC. Complicações cardíacas e risco de arritmias graves Entre as principais consequências da doença está o desenvolvimento de arritmias cardíacas, que podem evoluir para quadros graves e até levar à morte. Nesse cenário, o Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), em São José do Rio Preto, se destaca como um dos poucos centros no Brasil com expertise no tratamento dessas complicações, incluindo casos complexos de arritmias associadas à doença de Chagas. A instituição possui uma longa trajetória no cuidado de pacientes chagásicos e foi pioneira em diversas abordagens, incluindo a implantação de marcapasso em pacientes com a doença ainda nas décadas passadas. Tecnologia avançada: ablação epicárdica amplia chances de tratamento Entre os avanços mais relevantes está a ablação epicárdica, um procedimento moderno e minimamente invasivo utilizado em casos mais graves de arritmias. Diferente da técnica tradicional (ablação endocárdica), que acessa o coração por dentro dos vasos sanguíneos, a ablação epicárdica atua na parte externa do coração, região onde, em muitos casos de doença de Chagas, estão as cicatrizes responsáveis pelas arritmias. “O procedimento é realizado por meio de uma pequena punção abaixo do tórax. A partir desse acesso, inserimos um cateter até o epicárdio, onde aplicamos energia em pontos críticos para eliminar os circuitos das arritmias”, detalha o Dr. Lorga Filho. Essa abordagem permite tratar áreas que antes não eram alcançadas pelos métodos convencionais, aumentando as chances de sucesso e reduzindo a recorrência dos episódios. Referência nacional no tratamento da doença Desde a década de 1960, o IMC se consolidou como uma das principais referências no Brasil no tratamento da doença de Chagas, especialmente por estar localizado em uma região que já foi altamente endêmica. Ao longo dos anos, a instituição acumulou ampla experiência clínica e segue investindo em tecnologia e inovação para oferecer tratamentos cada vez mais eficazes. A ablação epicárdica é um exemplo desse avanço na cardiologia moderna, ampliando as possibilidades terapêuticas para pacientes com arritmias complexas. “Em muitos casos, essa abordagem pode ser decisiva para reduzir o risco de complicações graves, incluindo a morte súbita, além de melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, finaliza o especialista.
No Dia Mundial da Saúde, a Austa Clínicas reforça um compromisso que vai além das unidades de atendimento: estar presente onde a vida acontece, inclusive no campo. Nesta data, a operadora esteve na Cerradão, levando informação, orientação e cuidado diretamente às equipes que fazem o agro acontecer todos os dias. Mais do que uma ação pontual, a iniciativa representa um olhar atento à saúde de quem está na linha de frente de um dos setores mais importantes do Brasil. Promover saúde no ambiente de trabalho, especialmente no contexto agroindustrial, é essencial para garantir não apenas o bem-estar dos colaboradores, mas também a sustentabilidade das operações. Rotinas intensas, exposição a fatores de risco e a própria dinâmica do campo exigem uma atenção constante à prevenção e à qualidade de vida. "Durante a ação, reforçamos a importância de hábitos saudáveis no dia a dia, com orientações práticas, como a importância em ter uma alimentação equilibrada, manter a hidratação, ter cuidados com o corpo e com a saúde mental, além da importância de fazer um acompanhamento regular da saúde", cita Juliana Pagliato, gerente de Relações Empresariais da Austa Clínicas. A Austa Clínicas acredita que o cuidado começa pela informação e que quando ela chega de forma acessível e próxima da realidade das pessoas, seu impacto é ainda maior. E que levar saúde para dentro do agro é valorizar pessoas, fortalecer equipes e contribuir para um futuro mais saudável e produtivo.
Na última semana, o Austa Hospital promoveu uma ação especial de Páscoa voltada aos pacientes, com atividades de colorir máscaras e desenhos temáticos. Mais do que uma proposta lúdica, a iniciativa trouxe um momento de leveza à rotina hospitalar, criando oportunidades de interação e acolhimento. A ação integra as práticas de humanização do hospital, que buscam olhar para o paciente de forma integral. Nesse sentido, promover bem-estar também passa por oferecer experiências que tornem o ambiente mais próximo e confortável, mesmo durante o período de internação. Pequenos gestos, quando somados ao cuidado assistencial, fazem diferença na forma como o paciente vivencia esse momento. Por isso, iniciativas como essa contribuem para transformar o dia a dia hospitalar, tornando-o mais sensível às necessidades emocionais de cada pessoa. Com esse olhar, o Austa Hospital reforça seu compromisso com um cuidado que vai além do tratamento, valorizando a empatia, o respeito e a atenção em cada etapa da jornada do paciente.
A Austa Clínicas participou de mais uma edição do evento “Bom Dia Associado”, promovido pela Associação Comercial e Empresarial de São José do Rio Preto (Acirp), reforçando uma parceria estratégica consolidada há 18 anos. Durante o encontro, a gerente de Relações Empresariais da operadora, Juliana Pagliato, destacou a relevância dessa conexão contínua com a entidade, pautada na oferta de soluções em saúde que acompanham as necessidades dos empresários. A representante também ressaltou as condições diferenciadas para adesão aos planos do Austa Clínicas, especialmente estruturadas para atender às necessidades dos empresários vinculados à Acirp. A participação no evento reforça o compromisso da Austa Clínicas em manter proximidade com o público empresarial, fortalecendo parcerias e ampliando o acesso a soluções de saúde com qualidade, condições diferenciadas e foco nas necessidades dos associados.