AUSTA hospital realiza o 1º Fórum de Combate à Infecção para oferecer mais conhecimento a profissionais de saúde

14/07/2018

AUSTA hospital realiza o 1º Fórum de Combate à Infecção para oferecer mais conhecimento a profissionais de saúde

O AUSTA hospital realizou nesta sexta-feira, 13 de julho, o 1º Fórum de Combate à Infecção, no qual promoveu troca de conhecimento, experiências o aprimoramento não só de seu corpo clínico, assistencial e interdisciplinar, como também de profissionais de outras instituições de saúde de Rio Preto e região.

“Como um dos principais grupos do setor na região, o AUSTA considera como uma de suas missões a educação continuada dos profissionais da saúde, resultando em melhores atendimento e maior segurança dos serviços disponíveis à nossa comunidade”, afirmou Gilson Oliveira, enfermeiro responsável pelo NEP (Núcleo de Educação Permanente) do AUSTA hospital.

Para o Fórum, o AUSTA convidou profissionais referenciados em infecção hospitalar da região e do Brasil para palestras. Segundo a médica infectologista Célia Franco, membro executor da CCIH (Comissão de Combate à Infecção Hospitalar) do AUSTA hospital, o objetivo foi possibilitar maior conhecimento para equipes multiprofissionais das instituições de saúde da região, sobretudo diante da maior resistência das bactérias aos medicamentos, o que tem colaborado para o aumento das infecções.

Além disso, outros fatores colaboram para este quadro preocupante, como o aumento da população idosa, mais suscetível a infecções, crescimento dos casos de câncer e de doenças autoimunes (em que a pessoa produz reação imunológica contra seu próprio corpo) e maior número de cirurgias invasivas realizadas no mundo, com aumento de risco de infecção.

“Esta realidade mostra que a redução das infecções é um desafio não só de nós, profissionais de saúde, como dos poderes públicos e da sociedade”, ressaltou Dra. Célia. “No AUSTA hospital, atuamos para diagnosticar já no momento da internação, iniciar logo o tratamento e conduzi-lo da forma mais adequada e eficaz, não permitindo que a bactéria se dissemine”, destaca a infectologista.

Dra. Célia e os palestrantes deste Fórum concordam e salientam que a sociedade tem papel fundamental para o controle da infecção. “A automedicação ocorre em larga escala na população. Muitas pessoas exigem dos médicos que lhe sejam ministrados antibióticos quando não são necessários, colaborando para que as bactérias adquiram cada vez mais resistência aos medicamentos”, disse a farmacêutica clínica Jaqueline Pilon de Meneses, da UTI Neurológica do Hospital Santa Catarina. Ela ministrou a primeira palestra, com o tema “O uso racional de antimicrobianos – Antimicrobial Stewardship”, durante a qual informou que, nos Estados Unidos, quase 25 mil pessoas morreram no ano porque os antibióticos não conseguiram combater as bactérias que as vitimaram.

Confira as fotos do evento

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SEPSE – INFECÇÃO GENERALIZADA

O Fórum dedicou atenção à sepse, ainda conhecida por infecção generalizada. No Brasil, são registrados cerca de 400 mil casos de pessoas vítimas de sepse por ano, segundo o Instituto Latino Americano de SEPSE – ILAS. Esta instituição referência esteve representada no evento do AUSTA hospital por suas coordenadoras, as enfermeiras Juliana Lubarino Diniz de Souza e Mariana Barbosa Monteiro.

Segundo as coordenadoras do ILAS, a redução dos casos de sepse no Brasil depende da população e resume-se a que cada pessoa preste atenção a sintomas que, aparentemente simples, podem ser da sepse, como, por exemplo, aumento de falta de ar, coração batendo mais rápido (taquicardia), febre persistente, dor ao urinar e diarreia se repetindo há dias. “As pessoas convivem durante cinco, dez dias com estes sintomas sem procurar o médico. Estamos no processo de disseminar à população o conhecimento sobre a sepse para incentivar que cada vez mais pessoas possam identificar nestes sintomas a possibilidade da sepse. Mas não adianta só identificá-la, se não buscar logo o serviço de saúde”, diz Juliana.

Entre os hospitais e seus profissionais, a preocupação com a sepse aumentou muito, segundo a enfermeira Mariana, sobretudo depois da conferência mundial da OMS (Organização Mundial de Saúde, realizada ano passado, quando o combate à sepse foi definido como prioridade no planeta. “Desde então, hospitais e demais instituições de saúde vêm investindo e intensificando ações para diagnosticá-la o mais rapidamente possível e tratá-la de forma adequada”, afirmou a coordenadora do ILAS.

O 1º Fórum de Combate à Infecção do AUSTA também teve participação do infectologista Ricardo Zimerman, coordenador médico do time de acessos vasculares e terapia infusional da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (RS). Através de vídeo aula, Dr. Zimerman apresentou a palestra “Zero é possível, mas não sem tecnologia. Reduzindo o risco de infecção primária de corrente sanguínea”.

Em sua primeira edição, o evento foi um sucesso. As inscrições se esgotaram em apenas um dia. Para alcançar mais profissionais de saúde e a comunidade, o AUSTA transmitiu as palestras via seu Facebook.

Este 1º Fórum integra o calendário de eventos de cunho científico e educativo, através dos quais o Grupo AUSTA promove aprimoramento dos profissionais de suas empresas, estendendo também a outras instituições de saúde de Rio Preto e região.

Confira a transmissão ao vivo

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12 de maio

AUSTA abre Semana de Enfermagem 2026 com homenagem à história da profissão e olhar para o futuro

A Semana de Enfermagem do AUSTA 2026 teve início de uma forma especial e simbólica. Para marcar a abertura das celebrações, a personagem de Florence Nightingale percorreu os setores da instituição homenageando e cumprimentando os profissionais da enfermagem, reforçando a conexão entre a história da profissão e o futuro do cuidado em saúde. Reconhecida mundialmente como pioneira da enfermagem moderna, Florence representa valores que seguem presentes no dia a dia da assistência: dedicação, humanização, conhecimento e compromisso com a vida. Desta vez, sua presença também simbolizou a evolução da profissão diante das novas tecnologias e transformações do setor. A inteligência artificial fortalece quem cuida Com o tema “A inteligência artificial fortalece quem cuida!”, a Semana de Enfermagem do AUSTA 2026 propõe uma reflexão sobre como a inovação e a tecnologia podem atuar como aliadas dos profissionais de saúde, contribuindo para uma assistência cada vez mais eficiente, segura e humanizada. Como parte da programação, os profissionais da enfermagem também participaram de uma palestra sobre o tema, abordando como a inteligência artificial e os recursos tecnológicos vêm apoiando o cuidado em saúde, otimizando processos, ampliando a segurança assistencial e oferecendo mais suporte às equipes no dia a dia. Durante o encontro, também foi reforçado que a tecnologia não substitui o olhar humano, a experiência e a sensibilidade dos profissionais da enfermagem. Pelo contrário: surge como uma ferramenta de apoio, capaz de fortalecer a atuação das equipes e permitir que o cuidado continue sendo cada vez mais humano, estratégico e centrado nas pessoas. A ação de abertura levou acolhimento, reconhecimento e valorização às equipes, celebrando a trajetória da enfermagem, os profissionais que fazem a diferença diariamente e as novas gerações que seguirão construindo o futuro do cuidado.

08 de maio

AUSTA Hospital conquista Selo Platinum da Angels Initiative e reforça excelência no atendimento ao AVC

O AUSTA Hospital acaba de alcançar um importante reconhecimento internacional na área da saúde: o Selo Platinum da Angels Initiative, em parceria com a World Stroke Organization. A certificação reconhece hospitais que atingem elevados padrões de qualidade, desempenho clínico e agilidade no atendimento a pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. A conquista reforça o compromisso do AUSTA com a segurança do paciente, a excelência assistencial e a atuação integrada das equipes multidisciplinares, especialmente dos profissionais da neurologia e da emergência, que desempenham papel fundamental em cada etapa do atendimento. Agilidade que salva vidas No tratamento do AVC, o tempo é um fator decisivo. Quanto mais rápido o paciente recebe atendimento especializado, maiores são as chances de recuperação e menores os riscos de sequelas. Por isso, protocolos assistenciais bem estruturados, equipes treinadas e fluxos eficientes fazem toda a diferença no cuidado ao paciente. O Selo Platinum reconhece justamente instituições que demonstram alto desempenho nesses indicadores e mantêm um atendimento alinhado às melhores práticas internacionais. No AUSTA Hospital, o cuidado com o paciente com AVC envolve atuação rápida desde a chegada à emergência, passando pelo diagnóstico ágil e pela definição imediata da conduta médica mais adequada. Reconhecimento internacional da qualidade assistencial A Angels Initiative é um programa global que atua ao lado de hospitais e profissionais de saúde para melhorar a qualidade do atendimento ao AVC em diferentes países. Em parceria com a World Stroke Organization, a iniciativa avalia critérios rigorosos relacionados ao desempenho hospitalar e aos resultados assistenciais. Receber a certificação Platinum representa um marco importante para o hospital e evidencia o comprometimento contínuo das equipes com a evolução dos processos, a atualização técnica e a busca constante por um atendimento cada vez mais seguro, humanizado e eficiente. Compromisso contínuo com a excelência Mais do que uma conquista institucional, o selo simboliza o impacto direto do trabalho das equipes na vida dos pacientes e de suas famílias. O reconhecimento fortalece o propósito do AUSTA Hospital de seguir investindo em qualidade, tecnologia, capacitação profissional e assistência de excelência, mantendo o cuidado centrado no paciente em todos os momentos.

07 de abril

Dia Mundial da Saúde: Austa Clínicas participa de ação para colaboradores da Cerradão

No Dia Mundial da Saúde, a Austa Clínicas reforça um compromisso que vai além das unidades de atendimento: estar presente onde a vida acontece, inclusive no campo. Nesta data, a operadora esteve na Cerradão, levando informação, orientação e cuidado diretamente às equipes que fazem o agro acontecer todos os dias. Mais do que uma ação pontual, a iniciativa representa um olhar atento à saúde de quem está na linha de frente de um dos setores mais importantes do Brasil. Promover saúde no ambiente de trabalho, especialmente no contexto agroindustrial, é essencial para garantir não apenas o bem-estar dos colaboradores, mas também a sustentabilidade das operações. Rotinas intensas, exposição a fatores de risco e a própria dinâmica do campo exigem uma atenção constante à prevenção e à qualidade de vida. "Durante a ação, reforçamos a importância de hábitos saudáveis no dia a dia, com orientações práticas, como a importância em ter uma alimentação equilibrada, manter a hidratação, ter cuidados com o corpo e com a saúde mental, além da importância de fazer um acompanhamento regular da saúde", cita Juliana Pagliato, gerente de Relações Empresariais da Austa Clínicas. A Austa Clínicas acredita que o cuidado começa pela informação e que quando ela chega de forma acessível e próxima da realidade das pessoas, seu impacto é ainda maior. E que levar saúde para dentro do agro é valorizar pessoas, fortalecer equipes e contribuir para um futuro mais saudável e produtivo.

01 de abril

Abril pela Segurança do Paciente: Austa realiza ação com os colaboradores sobre o cuidado seguro

No Brasil, o mês de abril é amplamente utilizado por instituições de saúde, como o Ministério da Saúde, para fortalecer a conscientização sobre a segurança do paciente. Mais do que uma mobilização pontual, o período reforça um princípio essencial: a segurança deve estar presente em todas as etapas do cuidado. Alinhada a esse compromisso, a Austa realizou, nos dias 30 e 31 de março, no Austa Hospital, e 01 e 02 de abril, no IMC, uma ação especial voltada ao fortalecimento das práticas assistenciais e ao engajamento dos colaboradores em torno da cultura de segurança. Dinâmica interativa para fortalecimento da cultura de segurança Como parte da programação, foi promovido um circuito de atividades em formato de gincana, envolvendo colaboradores de diferentes áreas. A proposta utilizou situações simuladas do cotidiano para reforçar, de forma prática e participativa, a importância da atenção aos processos e da atuação segura. Ao longo do percurso, os participantes passaram por estações que reproduziam desafios reais da rotina institucional. Entre as atividades, estavam a identificação correta de pacientes a partir de dados semelhantes em pulseiras, dinâmicas que evidenciaram falhas de comunicação no repasse de informações, e simulações relacionadas ao preparo e à conferência segura de medicamentos. Também foram trabalhados aspectos fundamentais do cuidado, como a organização de checklists de cirurgia segura com análise de possíveis inconsistências, a correta higienização das mãos a partir de situações do dia a dia e a identificação de riscos em cenários simulados relacionados à prevenção de quedas e lesões por pressão. A dinâmica foi adaptada para diferentes públicos, garantindo a aplicabilidade tanto para equipes assistenciais quanto para áreas administrativas e de apoio, reforçando que a segurança do paciente é uma -responsabilidade compartilhada. As Metas Internacionais de Segurança do Paciente na prática O circuito foi baseado nas 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente, que orientam práticas essenciais para a redução de riscos e a prevenção de eventos adversos: -Identificar corretamente o paciente -Melhorar a comunicação entre os profissionais de saúde -Garantir a segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos -Assegurar cirurgias seguras -Higienizar as mãos para prevenir infecções -Reduzir o risco de quedas e lesões por pressão Ao trazer essas metas para o contexto prático, a ação contribui para fortalecer a cultura de segurança e ampliar a percepção dos profissionais sobre o impacto de suas condutas no cuidado ao paciente. O Austa acredita que a qualidade assistencial está diretamente relacionada à segurança e que investir na capacitação das equipes é fundamental para garantir um cuidado cada vez mais confiável, humanizado e centrado no paciente.    

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