24/10/2016

Câncer de pele é o de maior incidência no Brasil

O Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima que, em 2016, o Brasil registre mais de 596 mil novos casos de câncer. Mais de 300 mil irão atingir mulheres. O tipo de câncer mais incidente em ambos os sexos será o de pele não melanoma (175.760 casos novos, sendo 80.850 em homens e 94.910 em mulheres). Entre os tumores de pele, o tipo não-melanoma é o de maior incidência e mais baixa mortalidade. É mais comum em pessoas com mais de 40 anos, sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles já portadores de doenças cutâneas anteriores. Pessoas de pele clara, sensíveis à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vítimas.

Chamando a atenção para o tema o Austa realiza, durante todo o mês de outubro, a campanha “Queremos que você se toque!” – para conscientizar sobre a importância da prevenção ao câncer em mulheres.

Câncer de Pele

Entre seus principais fatores de risco está a exposição aos raios ultravioletas do sol. Pessoas que trabalham sob exposição direta ao sol são mais vulneráveis a doença. Outros fatores de risco são a exposição a agentes químicos (arsênico) e a radiação ionizante, processo irritativo crônico (úlcera de Marjolin), genodermatoses (xeroderma pigmentosum, etc.). Para prevenir a doença evite se expor ao sol entre as 10 e 16 horas, e não esqueça de utilizar  filtros solares, chapéus, guarda-sol e óculos escuros.

Entre os sintomas estão: feridas na pele cuja cicatrização demore mais de quatro semanas, variação na cor de sinais pré-existentes, manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram. Nesses casos, procurar o quanto antes seu dermatologista.

câncer de pele não-melanoma pode apresentar dois tipos de diagnóstico: carcinoma basocelular; e o carcinoma epidermoide. Em ambos os casos, a cirurgia é o tratamento mais indicado. Porém, o carcinoma basocelular de pequena extensão pode ser tratado com medicamento tópico (pomada) ou radioterapia. Já contra o carcinoma epidermoide, o tratamento usual combina cirurgia e radioterapia.

Melanoma

O melanoma cutâneo tem predominância em adultos brancos. Seu prognóstico pode ser considerado bom, se detectado nos estágios iniciais. Além dos cuidados com a exposição solar, outros fatores de risco para a doença são: peleclara, história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, pinta escura, maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pele ao sol) e lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas.

A manifestação do melanoma se dá após o aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares acompanhada de coceira e descamação. Em casos de uma lesão pigmentada pré-existente ocorre aumento no tamanho, alteração na coloração e na forma da lesão, que passa a apresentar bordas irregulares.

A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer.

Procure o médico da sua confiança e esclareça suas dúvidas. O Austa quer que você previna-se. Queremos que você se toque e seja feliz!

Fontes – Sites: Instituto Nacional de Câncer (link – Tipos de Câncer)

Compartilhe no Facebook Compartilhe no Whatsapp Compartilhe no Twitter
Newsletter
Newsletter

Assine nossa newsletter

Assine a nossa newsletter para promoções especiais e atualizações interessantes.


    Política de privacidade