Fevereiro Laranja: atenção para diagnóstico e tratamento precoce da leucemia

08/02/2021

Fevereiro Laranja: atenção para diagnóstico e tratamento precoce da leucemia

Desde o ano passado, fevereiro colore-se de laranja no Estado de São Paulo para lembrar e informar a todos sobre a leucemia, este câncer que acomete milhares de brasileiros todos os anos.

A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos, geralmente de origem desconhecida, que tem como principal característica o acúmulo de células doentes na medula óssea, que substituem as células sanguíneas normais.

Os quatro principais tipos de leucemias são a mieloide aguda (LMA), a mieloide crônica (LMA), a linfoide aguda (LLA) e a linfoide crônica (LLC).

Riscos 

O risco de desenvolver leucemia linfoide aguda é maior em crianças de até 5 anos. Após essa idade, o risco declina lentamente até a faixa dos 20 anos, começando a aumentar lentamente após os 50 anos. Cerca de 40% dos casos de leucemia linfoide aguda acontecem em adultos.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados no Brasil quase 6 mil casos novos em homens e 4.890 em mulheres.

Em 2019, através de lei, o Estado de São Paulo definiu fevereiro como mês dedicado a ações voltadas ao diagnóstico precoce da leucemia e à conscientização sobre a doação de medula óssea.

É fundamental que as pessoas conheçam a leucemia para se conscientizarem da importância do diagnóstico precoce, possibilitando o tratamento deste câncer.

Portanto, vamos conhecer mais sobre ela.

O que é a leucemia?

É uma doença que pode ser classificada como “aguda” ou “crônica”, de acordo com a velocidade de crescimento das células doentes assim como de sua funcionalidade.

A leucemia aguda progride rapidamente e produz células que não estão maduras e não conseguem realizar as funções normais.

A leucemia crônica, entretanto, normalmente progride lentamente e os pacientes têm um número maior de células maduras. No geral, essas poucas células maduras conseguem realizar algumas das funções normais.

A leucemia também é classificada a partir do tipo de célula do sangue que está doente. As células doentes da leucemia são os glóbulos brancos produzidos na medula óssea. Um tipo de glóbulo branco doente é chamado de “mieloide” e o outro tipo de “linfoide”.

O nome dos quatro tipos de leucemias descreve quão rápido (aguda) ou devagar (crônica) a doença progride e identifica o tipo de glóbulo branco que está envolvido (mieloide ou linfoide).

Quando a leucemia se forma no organismo?

Na leucemia, uma célula sanguínea que ainda não atingiu a maturidade sofre uma mutação genética que a transforma em uma célula cancerosa. Então, essa célula anormal não funciona de forma adequada, multiplica-se mais rápido e morre menos do que as células normais. Dessa forma, as células sanguíneas saudáveis da medula óssea vão sendo substituídas por células anormais cancerosas.

Quais os tipos de leucemia?

Existem 12 tipos de leucemia que variam de acordo com as células atingidas e velocidade em que ocorre a divisão celular, no entanto, os quatro tipos mais comuns são:

  • Leucemia mieloide aguda (LMA) — atinge as células mieloides e se desenvolve de maneira rápida — acomete adultos e crianças;
  • Leucemia mieloide crônica (LMC) — atinge as células mieloides e se desenvolve devagar, sendo mais comum em adultos;
  • Leucemia linfoide aguda (LLA) — atinge células linfoides e se desenvolve de modo muito rápido — acomete mais as crianças menores, mas pode ocorrer em adultos;
  • Leucemia linfoide crônica (LLC) — atinge as células linfoides e se desenvolve devagar — afeta, principalmente, pessoas acima de 55 anos.

Quais os fatores de risco da leucemia?

As causas da leucemia ainda são desconhecidas, mas, segundo o Inca, a associação de alguns fatores pode elevar o risco para a doença, como:

  • Tabagismo;
  • Exposição ao benzeno;
  • Exposição à radiação ionizante;
  • Histórico familiar;
  • Realização de quimioterapia;
  • Síndrome de Down;
  • Exposição a agrotóxicos;
  • Algumas doenças sanguíneas.

 Quais são os sintomas da leucemia?

Os principais sintomas que devem ser considerados são anemia, palidez, sonolência, fadiga, palpitação, sangramentos na gengiva e nariz, manchas roxas na pele ou pontos vermelhos.

Além destes sintomas, podem surgir gânglios linfáticos inchados, perda de peso sem motivo aparente, febre alta contínua, desconforto abdominal e dor nas articulações e nos ossos.

Entretanto, é essencial uma avaliação médica e, por meio da coleta de medula óssea, a realização de exames específicos para um diagnóstico mais preciso da doença.

Como é o tratamento da leucemia?

O tratamento varia de acordo com o tipo da doença e tem como finalidade a destruição de células doentes para que a medula óssea volte a funcionar normalmente. Assim, muitas vezes, é intenso e prolongado, com riscos de anemia, infeção e sangramentos.

São realizadas sessões de quimioterapia, controle de infecções e hemorragias, além de medidas de prevenção da doença no cérebro e medula espinhal. Em algumas situações, a indicação é também de transfusão de sangue, radioterapia e de transplante de medula óssea.

 

Fonte: Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, Universidade Federal da Paraíba, site oncoguia e Instituto Nacional do Câncer – INCA.

 

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07 de abril

Dia Mundial da Saúde: Austa Clínicas participa de ação para colaboradores da Cerradão

No Dia Mundial da Saúde, a Austa Clínicas reforça um compromisso que vai além das unidades de atendimento: estar presente onde a vida acontece, inclusive no campo. Nesta data, a operadora esteve na Cerradão, levando informação, orientação e cuidado diretamente às equipes que fazem o agro acontecer todos os dias. Mais do que uma ação pontual, a iniciativa representa um olhar atento à saúde de quem está na linha de frente de um dos setores mais importantes do Brasil. Promover saúde no ambiente de trabalho, especialmente no contexto agroindustrial, é essencial para garantir não apenas o bem-estar dos colaboradores, mas também a sustentabilidade das operações. Rotinas intensas, exposição a fatores de risco e a própria dinâmica do campo exigem uma atenção constante à prevenção e à qualidade de vida. "Durante a ação, reforçamos a importância de hábitos saudáveis no dia a dia, com orientações práticas, como a importância em ter uma alimentação equilibrada, manter a hidratação, ter cuidados com o corpo e com a saúde mental, além da importância de fazer um acompanhamento regular da saúde", cita Juliana Pagliato, gerente de Relações Empresariais da Austa Clínicas. A Austa Clínicas acredita que o cuidado começa pela informação e que quando ela chega de forma acessível e próxima da realidade das pessoas, seu impacto é ainda maior. E que levar saúde para dentro do agro é valorizar pessoas, fortalecer equipes e contribuir para um futuro mais saudável e produtivo.

01 de abril

Abril pela Segurança do Paciente: Austa realiza ação com os colaboradores sobre o cuidado seguro

No Brasil, o mês de abril é amplamente utilizado por instituições de saúde, como o Ministério da Saúde, para fortalecer a conscientização sobre a segurança do paciente. Mais do que uma mobilização pontual, o período reforça um princípio essencial: a segurança deve estar presente em todas as etapas do cuidado. Alinhada a esse compromisso, a Austa realizou, nos dias 30 e 31 de março, no Austa Hospital, e 01 e 02 de abril, no IMC, uma ação especial voltada ao fortalecimento das práticas assistenciais e ao engajamento dos colaboradores em torno da cultura de segurança. Dinâmica interativa para fortalecimento da cultura de segurança Como parte da programação, foi promovido um circuito de atividades em formato de gincana, envolvendo colaboradores de diferentes áreas. A proposta utilizou situações simuladas do cotidiano para reforçar, de forma prática e participativa, a importância da atenção aos processos e da atuação segura. Ao longo do percurso, os participantes passaram por estações que reproduziam desafios reais da rotina institucional. Entre as atividades, estavam a identificação correta de pacientes a partir de dados semelhantes em pulseiras, dinâmicas que evidenciaram falhas de comunicação no repasse de informações, e simulações relacionadas ao preparo e à conferência segura de medicamentos. Também foram trabalhados aspectos fundamentais do cuidado, como a organização de checklists de cirurgia segura com análise de possíveis inconsistências, a correta higienização das mãos a partir de situações do dia a dia e a identificação de riscos em cenários simulados relacionados à prevenção de quedas e lesões por pressão. A dinâmica foi adaptada para diferentes públicos, garantindo a aplicabilidade tanto para equipes assistenciais quanto para áreas administrativas e de apoio, reforçando que a segurança do paciente é uma -responsabilidade compartilhada. As Metas Internacionais de Segurança do Paciente na prática O circuito foi baseado nas 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente, que orientam práticas essenciais para a redução de riscos e a prevenção de eventos adversos: -Identificar corretamente o paciente -Melhorar a comunicação entre os profissionais de saúde -Garantir a segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos -Assegurar cirurgias seguras -Higienizar as mãos para prevenir infecções -Reduzir o risco de quedas e lesões por pressão Ao trazer essas metas para o contexto prático, a ação contribui para fortalecer a cultura de segurança e ampliar a percepção dos profissionais sobre o impacto de suas condutas no cuidado ao paciente. O Austa acredita que a qualidade assistencial está diretamente relacionada à segurança e que investir na capacitação das equipes é fundamental para garantir um cuidado cada vez mais confiável, humanizado e centrado no paciente.    

27 de janeiro

Austa Clínicas fortalece atuação junto a grandes usinas ao cuidar de mais de 700 colaboradores durante a SIPAT do Grupo Cerradão

A atuação próxima e personalizada na gestão da saúde corporativa tem sido um dos pilares do novo modelo assistencial da Austa Clínicas junto a grandes empresas do agronegócio e do setor sucroenergético. Um exemplo recente dessa estratégia foi a participação da operadora na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) do Grupo Cerradão, maior produtor de açúcar, etanol e energia de Minas Gerais. Durante o evento, mais de 700 colaboradores passaram por atendimentos e avaliações realizadas por profissionais da Austa Clínicas, que ofereceram aferição de sinais vitais, testes de glicemia capilar, ausculta cardíaca e pulmonar, além de orientações médicas e esclarecimentos sobre saúde e prevenção. A ação integrou um conjunto de iniciativas contínuas desenvolvidas pela operadora junto à Cerradão, que hoje atende cerca de 1.650 colaboradores e dependentes, totalizando aproximadamente 3.000 beneficiários. A presença frequente dos profissionais da Austa Clínicas no ambiente corporativo vai além de eventos pontuais. O modelo adotado pela operadora prioriza o acompanhamento contínuo, a proximidade com os colaboradores e a agilidade na resolução de demandas assistenciais, especialmente em situações que exigem resposta rápida. Foi o que vivenciou o operador de caldeira Nicolas Luiz da Silva, colaborador da área industrial da Cerradão. Ao perceber que sua filha de 11 anos apresentava dificuldades de visão, ele buscou atendimento pela operadora. A consulta foi rapidamente agendada, resultando no diagnóstico de uma infecção ocular e início imediato do tratamento. “Fiquei muito apreensivo com a situação, mas a equipe foi extremamente rápida e atenciosa. Saber que temos esse suporte traz mais tranquilidade para trabalhar e viver melhor”, relata Nicolas. Atendimento personalizado Segundo Leonardo Almeida, gerente de Gente e Gestão do Grupo Cerradão, a parceria com a Austa Clínicas tem se destacado pelo atendimento personalizado e pela capacidade de resposta. “Os profissionais da Austa Clínicas dão bastante atenção para nossos colaboradores, tendo flexibilidade para resolver os casos com senso de urgência necessário, o que é muito importante”, afirma Leonardo. A atuação integrada também tem impacto direto na conscientização dos colaboradores sobre o cuidado com a própria saúde. Para João Antonio Piccini, coordenador de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) da Cerradão, a presença da operadora contribui para um dos principais objetivos das ações internas. “A participação da Austa Clínicas tem sido essencial para sensibilizar nossos colaboradores sobre a importância da prevenção e do acompanhamento regular, não só para eles, mas também para seus familiares”, destaca Piccini. Um plano pensado para a realidade do agro O modelo de atuação adotado junto ao Grupo Cerradão reflete a filosofia que norteou o desenvolvimento do novo plano corporativo da operadora, estruturado a partir de estudos aprofundados sobre as características e desafios do agronegócio. “Nossa proposta envolve personalização e previsibilidade financeira. Consideramos o perfil e a realidade de cada empresa para estruturar soluções adequadas à sua operação, o que é fundamental para a gestão do negócio”, explica Rafael Chanes, diretor executivo da Austa Clínicas. Para garantir atendimento ágil e resolutivo, a operadora disponibiliza uma rede assistencial completa nas regiões onde o grupo atua. Em Frutal, os beneficiários contam com atendimento no Hospital São José e no Espaço Saúde Austa, que reúne diversas especialidades médicas, exames cardiológicos, coleta laboratorial e pronto atendimento 24 horas. Em Barretos, o Hospital São Jorge complementa a rede. Já para casos de média e alta complexidade, os beneficiários têm acesso à rede credenciada e, em São José do Rio Preto, ao Hospital de Base e ao Hospital da Criança e Maternidade. Plano NossaTerra atende à complexidade do agro e do setor sucroenergético Desenvolvido para grandes grupos do agronegócio e do setor sucroenergético, o plano NossaTerra foi estruturado para responder às particularidades de empresas com operações industriais e rurais, equipes numerosas e desafios específicos na gestão da saúde corporativa. Entre os diferenciais do modelo estão a customização da rede assistencial, o controle de custos com previsibilidade orçamentária e a capacidade de implantação ágil de serviços em regiões onde outros modelos de assistência não atuam, reduzindo deslocamentos, afastamentos e impactos na produtividade. O plano também contempla protocolos clínicos adaptados à realidade da agroindústria, programas preventivos alinhados à sazonalidade da safra e ações direcionadas à prevenção de doenças ocupacionais, especialmente osteomusculares e auditivas. A estratégia é complementada por telemedicina, unidades móveis, postos avançados nas plantas industriais e programas estruturados de promoção da saúde. Com essa abordagem, a Austa Clínicas consolida o NossaTerra como uma solução estratégica de gestão de pessoas e sustentabilidade operacional, reforçando seu posicionamento junto a grandes empresas do agro que buscam eficiência, cuidado com seus colaboradores e visão de longo prazo.

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