Sob a coordenação do médico urologista Glauco Veloso Rodarte de Melo, do corpo clínico do AUSTA, o Grupo realizou no final de março, uma importante ação de prevenção ao câncer de próstata em 40 pessoas atendidas pelo Instituto dos Cegos Trabalhadores de Rio Preto. "Por ter um filho deficiente visual, tenho contato com o Instituto e constatei que os homens jamais haviam realizado o exame preventivo. Convidei o AUSTA que aderiu imediatamente a esta ação", conta o urologista. O Grupo AUSTA participa de iniciativas como esta por ter consciência de sua responsabilidade enquanto instituição referência na área de Saúde e, como tal, promover o bem estar da comunidade. Profissionais do laboratório do AUSTA hospital realizaram nos jovens, adultos e idosos cegos o exame de PSA, sigla em inglês para antígeno prostático específico, que tem por objetivo auxiliar o médico urologista na detecção, precoce ou não, do câncer de próstata e de outras doenças, como a hiperplasia prostática benigna e a prostatite. A fisioterapeuta Regiane Pires, especialista em orientação e mobilidade no Instituto dos Cegos, destacou a importância desta ação para a instituição. "É a primeira vez que uma iniciativa desta acontece no instituto. Graças ao Dr. Glauco e demais profissionais do AUSTA, todos os homens puderam se prevenir e terão consciência sobre a importância de fazer este exame regularmente", afirmou Regiane. Um dos 40 beneficiados foi o professor de música Nei Cândido dos Santos. Há um ano sendo atendido pelo Instituto, Nei conta que não titubeou a aceitar coletar o sangue, pois admitiu ser difícil para os cegos ter acesso ao exame. "Para alguns, que não possuem tanta mobilidade, é realmente complicado ir a um centro médico para fazer o exame. Com essa ação, fica mais prático para nós, que já estamos acostumados a vir aqui, além do tempo de espera, bem menor, se comparado ao do SUS", disse o professor de música.
Já em comemoração ao Dia das Crianças, 12 de outubro, profissionais da Psicologia e da Pediatria do AUSTA hospital realizaram, na tarde desta quinta-feira, dia 10, uma festinha para crianças internadas. A Pediatria ganhou clima de festa, com decoração de bexigas, jogos educativos, pinturas faciais, muitas comidinhas gostosas e saudáveis e até animação da palhaça “Tia Banana”, que fez questão de passar em cada quarto, com sua caixa de som, para convidar os pequenos. “A alegria que essas crianças nos passam é algo inexplicável. Atuo com os pequenos há 16 anos, mas toda vez que visito um hospital é uma emoção diferente”, comentou a atriz Carla, que interpreta a “Tia Banana”. A tia ainda passou pela Emergência e distribuiu sorrisos e corações de bexigas para quem estava por lá. Para a coordenadora da Pediatria do hospital, enfermeira Ariane Cicuto, ações assim são importantíssimas. “Sair da rotina hospitalar com crianças é fundamental. Elas passam por consultas, exames, e ficam tensas o dia todo. Humanizar nosso atendimento, fazendo com que essas crianças se sintam à vontade no ambiente hospitalar, contribui até para o tratamento delas”, afirmou Ariane. Confira as fotos [justified_image_grid ng_gallery=3]
O atendimento humanizado do AUSTA hospital inclui também surpreender seus pacientes com momentos inesquecíveis, cuja emoção certamente colabora para seu bem-estar e sua recuperação. Na manhã desta terça-feira, o AUSTA hospital proporcionou este momento à paciente Jennifer de Jesus Santos, de 14 anos. Internada há 19 dias, Jennifer expressou o sonho de ser uma policial militar, porque admira a dedicação dos pms à comunidade. Ciente deste sonho, o AUSTA hospital permitiu que a paciente recebesse em seu quarto a visita da tenente Amália Paci e do soldado Fabiano Jean, da Polícia Militar, que lhe presentearam com uma medalha de bravura e um quepe da corporação. A iniciativa da PM com a parceria do hospital foi acompanhada por equipe da TV TEM (Rede Globo) e veiculada no telejornal TEM Notícias – 1ª edição. A visita surpresa emocionou a todos, familiares e profissionais do AUSTA que a atendem. Edinalva Santos, mãe de Jennifer, agradeceu à PM e ao hospital. E comentou: “Tenho certeza de que esta surpresa só faz bem para ela. Ajuda muito a autoestima dela, que vai lá em cima. Não é só medicamento que cura, mas momentos como esse.” A emoção dominou também os policiais militares. “Em nome da Polícia Militar, queremos agradecer o AUSTA hospital. Sabemos que nossa visita traz muitos benefícios para ela. É muito importante também para nós, ao mostrar esta ação social da Polícia Militar, porque ela nos vê como super-heróis”, afirmou a tenente Amália.
Em 15 de setembro comemora-se o Dia Nacional da Musicoterapia. No AUSTA hospital, a data é celebrada, pois se estimula a adoção da musicoterapia como integrante do atendimento e tratamento humanizados dedicados aos pacientes. A equipe multiprofissional do AUSTA hospital inclusive conta com a parceria de voluntários para que a música esteja presente no tratamento dos pacientes, com comprovados benefícios tanto para a saúde física e psíquica. O Dia Nacional da Musicoterapia é importante para dar evidência à sociedade desta sobre esta forma de abordagem terapêutica. O que é a musicoterapia? Como o próprio nome sugere, é a forma de terapia na qual a música é o principal recurso. São utilizados todos os seus elementos constituintes: ritmo, melodia e harmonia. O objetivo é trabalhar a expressão, viabilizar uma melhor comunicação, para assim alcançar um melhor desenvolvimento das questões cognitivas, emocionais e psicológicas do paciente. Ela também já comprovou ser eficaz aliada das outras terapias que visam restaurar funções comprometidas por sequelas, com dificuldades motoras, com algum tipo de paralisia ou deficiência mental, além de quadros de autismo. Em suma, a musicoterapia contribui decisivamente para promover qualidade de vida ao paciente. É importante que seja conduzida por profissional qualificado e habilitado, podendo colaborar para a reabilitação e o tratamento de doenças e na prevenção de diversas outras. A música é indicada também para gestantes, idosos, pessoas com problemas psicossomáticos (ansiedade, stress, dores) ou com problemas de relacionamento. A terapia não se restringe à música. Canto e dança estão presentes para estreitar ainda mais a interação entre pacientes e os profissionais do hospital e entre os próprios pacientes. Fonte: www.mundopsicologos.com