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Drogas causa dependência, danos irreversíveis à saúde e até a morte

As drogas são substâncias naturais ou sintéticas que, quando introduzidas no organismo são capazes de mudar suas funções. Elas são capazes de afetar o funcionamento do coração, fígado, pulmões e cérebro. Doses excessivas podem causar morte por overdose. As drogas podem ser: Naturais - produzidas através de plantas (maconha e ópio) Sintéticas - produzidas de forma artificial em laboratórios (ecstasy e LSD) Semissintéticas – (heroína e cocaína) Segundo o relatório Mundial sobre Drogas divulgado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime Cerca de 20% da população adulta (entre 15 e 64 anos), usou pelo menos uma droga em 2018. As drogas podem ser consumidas por via oral, injeção, injeção intravenosa, inalação ou até mesmo por supositório. Efeitos As drogas são classificadas pelos efeitos que causam no sistema nervoso, podendo ser: Depressoras: diminuem as atividades cerebrais e possuem alguma propriedade analgésica. Causa sonolência e desatenção. Estimulantes: aumentam a atividade cerebral. Causa aumento da atenção, euforia e pensamento acelerado. Perturbadoras: causa alucinações ou ilusões. A longo prazo, o uso de drogas pode causar: destruição de neurônios, diminuindo a capacidade de pensar; desenvolvimento de doenças psiquiátricas como depressão ou esquizofrenia; lesões no fígado; desenvolvimento de doenças contagiosas, como AIDS ou hepatite. A maioria das drogas pode levar a dependência, levando a pessoa a sofrimento físico e psicológico quando interrompe o consumo. São sintomas de overdose: euforia, perda do controle, agressividade, náuseas e sangramento pelo nariz. Drogas Saiba sobre as drogas mais conhecidas: Álcool - seu uso prolongado causa lesões no organismo, especialmente no fígado, e pode provocar lesões irreversíveis no cérebro. Nicotina - causa dependência e altera mecanismos cerebrais de vigília e alerta. Aliado ao fumo pode causar várias doenças pulmonares e do coração. Maconha – leva a doenças pulmonares e deficiência na execução de tarefas intelectualmente complexas. Cocaína – os usuários podem tornar-se agressivos e existe o perigo de morte por overdose. Crack - provoca alucinações fortíssimas e o dependente pode sofrer com ataque cardíaco, derrame cerebral e desnutrição. Anfetaminas – estados de psicose e medo semelhante à esquizofrenia, são relatados após o consumo. Heroína - gera grande dependência e quadros de overdose são registrados com pequenas doses, que suprimem os reflexos respiratórios. Muitos dependentes químicos não têm consciência do seu vício, sendo necessária a intervenção de familiares e amigos. Se você conhece alguém que esteja passando por isso, converse com ele e tente levá-lo para um tratamento. Existem vários grupos de apoios, profissionais de saúde e clínicas especializadas nesse tipo de atendimento. Busque ajuda.  Fontes – Sites: Brasil Escola/UOL (menu – Saúde na Escola); Tua Saúde (menu – Clínica Geral); Portal São Francisco (menu – Saúde); e  ONU BR

Moderação é o segredo para desfrutar dos quitutes das Festas Juninas

Junho chega com suas tradicionais Festas Juninas e seus típicos quitutes. As mesas ficam lotadas de opções saborosas, mas que também podem ser bastante calóricas. Como as Festas Juninas acontecem anualmente, não precisa passar vontade, o segredo é consumir com moderação. Outra dica é queimar calorias durante as danças. Participe das quadrilhas, ou se esbalde nos forrós das Festas Juninas. Festas Juninas Selecionamos alguns alimentos, para ajudá-lo a escolher opções mais nutritivas durante as Festas Juninas. Amendoim - fonte de vitamina C, potássio, magnésio, ferro e fibras. Mas cada 100 gramas têm 600 calorias. Batata doce - rica em vitamina C e betacaroteno, que previnem o envelhecimento e diversos tipos de câncer. Milho - fonte de folato (produz glóbulos vermelhos) e tiamina (auxilia no metabolismo), vitaminas A e C e fibras. Mandioca – tem fibras, amido, vitaminas do complexo B e potássio. Pinhão - contém vitaminas do complexo B, cálcio, fósforo e proteínas. É fonte de ômega 6 e 9. Canjica – o leite é rico em cálcio, potássio, sódio, magnésio, vitaminas A, D, B2, B12, e ácido fólico. Pipoca – rica em fibras, contribui para a saciedade. Tem ainda: ácido fólico, magnésio e vitaminas B1 e B2. Leite de coco – usado em alguns preparos, é rico em substâncias que combatem os fungos, e em ácido láurico, um nutriente que ajuda a emagrecer. Canela - com proantocianidinas, um antioxidante que contribui para evitar a oxidação das gorduras no sangue, diminuindo doenças cardiovasculares. Tapioca - é rica em fibras hidrossolúveis. Opte por recheios nutritivos e pouco calóricos. Tudo que for acrescido de açúcar e farinha, como bolos ou doces, ganham em caloria e podem perder em nutrientes. Quentão - gengibre aquece o corpo e ajuda na digestão. Rico em vitamina B6, cobre, magnésio e potássio. Vinho – a uva tem flavonóide, um antioxidante rejuvenesce as células. E reverastrol que aumenta o colesterol bom. Caldos – em lugares com temperaturas mais baixas, os caldos são uma boa opção. O de feijão tem proteína, ferro e antioxidantes. Se aliado a carnes magras fica ainda mais saboroso e nutritivo. O caldo verde, que traz a couve, fortalece o sistema imunológico. Fontes – Sites: Vila Mulher/Uol (menu – Bem-Estar);  Vix (menu – Bolsa de Mulher); GNT (menu – Dieta); Exame (menu – Estilo de Vida)

Junho Vermelho – Doação de Sangue

Neste domingo, 14 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Doador de Sangue. Doar sangue é um ato de amor que salva vidas, portanto, sua importância é vital para a comunidade, sobretudo neste momento da pandemia do novo coronavírus. Isso porque a pandemia limitou de forma impactante os eventos, campanhas e demais ações que chamam a atenção para a doação de sangue. Portanto, é fundamental apoiar e disseminar, sobretudo pelos meios virtuais, o “Junho Vermelho” e o “Dia Mundial do Doador de Sangue”. É o que faz o Grupo AUSTA aqui e em todas as suas redes e canais de comunicação com a população. Doadores Menos de 2% da população brasileira é doadora, sendo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que, para que um país possua um estoque seguro de sangue, esta porcentagem seja de 3% a 5%. Com a pandemia de COVID-19, os hemocentros e bancos de sangue de Rio Preto, região e de todo o país tiveram redução significativa nos estoques. O banco de sangue de Rio Preto abastece o AUSTA hospital e outros da região Noroeste do Estado. Além da pandemia, em geral, no inverno, as doações caem cerca de 30%, deixando muitos hemocentros e bancos de sangue em situações críticas, especialmente se houver emergências. O sangue é composto por hemácias, plaquetas, plasma, leucócitos, fator VII ou crio precipitado. Todos eles podem ser usados separadamente, dependendo do quadro de cada paciente, e todos têm prazo de validade, por isso a importância de as doações de sangue serem contínuas. Junho Vermelho Quem pode doar sangue? Homens e mulheres com idade a partir de 18 até 69 anos, 11 meses e 29 dias; Jovens de 16 e 17 anos podem doar se estiverem acompanhados dos pais ou responsável legal; Após os 60 anos, ambos os sexos podem doar a cada seis meses; O doador deve estar em boas condições de saúde (sem gripe, resfriado, diarreia ou alergias), sem feridas ou machucados pelo corpo ou na boca; Homens e mulheres com mais de 50 quilos; Pessoas alimentadas (o doador não deve estar em jejum). O ideal é que as refeições sejam leves e não gordurosas nas últimas quatro horas que antecedem a doação; Quem não tenha ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas que antecedem a doação; Quem não tenha fumado nas duas horas que antecedem a doação; Quem tenha feito exame de endoscopia há mais de seis meses.   Fontes: Ministério da Saúde, site do Senado Federal e Hemocentro de Rio Preto.  

Violência Infantil – Entrevista com a Psicóloga Renata Alves

A cada dia, em média, 129 casos de violência psicológica e física contra crianças e adolescentes, incluindo a sexual, e negligência, são reportados ao Disque Denúncia 100. Isso quer dizer que, a cada hora, cinco casos de violência são registrados no Brasil. Os profissionais do AUSTA hospital estão capacitados para estarem atentos e perceberem nos pacientes sinais de que sejam possíveis vítimas de violência. A psicóloga Renata Alves, do AUSTA hospital, fala sobre esta triste realidade e o trabalho dos profissionais da instituição. A violência doméstica é um problema mais grave do que a sociedade acha que é, correto? Psicóloga Renata Alves – Sem dúvida. Mais comum do que as estatísticas apresentam, a violência doméstica e familiar é um fato explícito ou, muitas vezes, velado, encoberto, praticado dentro de casa, entre parentes. A abertura para esse assunto não é muito fácil, pois, muitas vezes, a violência é silenciosa, envolve segredos familiares e aproxima-se dos agressores que, muitas vezes, estão mais próximos do que a família gostaria de encarar. Então, a violência doméstica extrapola o lar? Renata – Sim, porque as marcas não são apenas sociais, mas geram um problema de saúde pública e cuidados que, cada vez mais, são percebidos e necessários às vítimas desses tipos de violência. A violência não distingue sexo ou idade, correto? Renata – As pesquisas mostram que os meninos são vítimas mais frequentes de violência física. Já as meninas são da violência sexual, numa proporção de quatro meninas para um menino. Em muitos casos, as violências sexual e física ocorrem juntas, sendo um risco para o processo de desenvolvimento saudável da pessoa. Como perceber se a criança / adolescente sofre violência? Renata – A vítima de violência geralmente apresenta problemas de comportamento, ajustamento escolar e uma percepção social negativa, ou seja, uma visão distorcida, amedrontada e isola-se das outras pessoas. Se houver mudança repentina de comportamento de uma criança e adolescente, devemos ficar atentos para a possibilidade de ela ser vítima de violência e verificar o ambiente familiar e social em que ela vive. Quando o profissional do AUSTA hospital constata a possibilidade de um paciente ter sido vítima de violência, como ele procede? Renata - Ao constatar, o profissional presta o atendimento necessário imediato e aciona uma equipe multidisciplinar que dá toda a assistência necessária ao paciente. A equipe envolve médico, profissionais de enfermagem, psicóloga e assistente social, entre outros. A  área de assistência social do AUSTA então encaminha o paciente para as redes de apoio públicas especializadas no acolhimento e atendimento às vítimas de violência. Fonte: Ministério dos Direitos Humanos.

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