Austa Clínicas oferece inclusão digital para clientes com surdez

05/11/2021

Austa Clínicas oferece inclusão digital para clientes com surdez

A Austa Clínicas lançou o seu novo site em junho deste ano, mantendo a acessibilidade em Língua Brasileira de Sinais (Libras), que oferece inclusão digital aos clientes com deficiência auditiva. A operadora de saúde facilita o uso do seu conteúdo eletrônico aos deficientes auditivos e cria empatia com o usuário através do VLibras, uma ferramenta que realiza a tradução de conteúdos digitais do português para a Libras.

Em seu antigo site, a Austa Clínicas já utilizava essa tecnologia exigida pela Resolução Normativa nº 428 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a qual ressalva: “As comunicações de que trata o caput deverão ser disponibilizadas em formato acessível, respeitando-se as especificidades dos beneficiários que se apresentem na condição de pessoa com deficiência, em especial as com deficiência visual e/ou auditiva”.

Acesse o site Austa Clínicas – CLIQUE AQUI!

A importância da linguagem de sinais na inclusão social

No Brasil, a Lei nº 10.436/2002 foi um marco para a comunidade com deficiência auditiva, ao reconhecer a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio legal de comunicação e expressão, e determinar o apoio na sua difusão e uso pelo poder público.

Na comunicação por Libras é utilizada a datilologia, um sistema de representação simbólica das letras do alfabeto, soletradas com as mãos. Nesta linguagem existem sinais para quase todas as palavras conhecidas e, para a sua execução, usa-se o movimento das mãos, além das expressões facial e corporal, quando necessárias.

A língua de sinais não é universal, sendo diferente de um país para outro e, muitas vezes, de uma cidade para outra também, pois sofre variações de acordo com as peculiaridades regionais.

Acessibilidade em Libras do site Austa Clínicas

A Austa Clínicas utiliza em seu site o VLibra, uma tecnologia assistiva, ou seja, de característica interdisciplinar que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade relacionada à atividade e à participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida.

O VLibra é uma ferramenta gratuita e de código aberto, que traduz do português para a Libras conteúdos presentes em computadores, dispositivos móveis e plataformas na Internet. Foi desenvolvida pelo Ministério da Economia, Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), e contou com o apoio da Câmara dos Deputados.

Para as pessoas com surdez, diversas possibilidades presentes no mundo digital podem ser viabilizadas a partir do auxílio de tecnologias como o VLibras: estudar, trabalhar, consumir serviços, fazer compras, interagir, comunicar-se com o mundo, ter mais autonomia, exercitar sua participação social e cidadania. 

Veja como funciona essa tecnologia no site Austa Clínicas:

10 de novembro – Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez

Surdez é o nome dado à impossibilidade ou dificuldade de ouvir. A audição é constituída por um sistema de canais que conduz o som até o ouvido interno, onde essas ondas são transformadas em estímulos elétricos e enviadas ao cérebro, órgão responsável pelo reconhecimento daquilo que se ouve. Entre as causas mais comum da surdez estão:

  • A surdez de condução: provocada pelo acúmulo de cera de ouvido, infecções (otite) ou imobilização de um ou mais ossos do ouvido.
  • A surdez de cóclea ou nervo auditivo: desencadeada por viroses, meningites, uso de certos medicamentos ou drogas, propensão genética, exposição ao ruído de alta intensidade, perda da audição provocada pela idade, traumas na cabeça, defeitos congênitos, alergias, problemas metabólicos e tumores.
  • Casos de surdez na família;
  • Nascimento prematuro;
  • Baixo peso ao nascer;
  • Uso de antibióticos tóxicos ao ouvido e de diuréticos no berçário;
  • Infecções congênitas, principalmente sífilis, toxoplasmose e rubéola.

A data comemorativa foi instituída pela Portaria de Consolidação MS nº 1/2.017, art. 527 como símbolo de luta pela educação, conscientização e prevenção para os problemas ocorridos pela surdez, junto à população brasileira, que tem aproximadamente 5,8 milhões de pessoas com algum grau de surdez.

Fontes: Ministério da Saúde, Ministério da Economia e Instituto de Tecnologia Social do Brasil.

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24 de setembro

Austa Hospital promove encontro com profissionais da saúde para reforçar protocolo de atendimento à sepse

Atividade reuniu equipe multidisciplinar para discutir casos, alinhar condutas e reforçar a importância do reconhecimento precoce do quadro O Austa Hospital, de São José do Rio Preto (SP), realizou na última sexta-feira (18/09) um encontro com profissionais da instituição para discutir a identificação e o atendimento de pacientes com sepse, com foco na análise de casos, no esclarecimento de dúvidas e no alinhamento das condutas previstas pelo protocolo institucional. A iniciativa reforçou a importância da atuação coordenada da equipe multidisciplinar envolvida na assistência diante de uma condição que exige avaliação e tratamento rápidos. A sepse ocorre quando a resposta do organismo a uma infecção provoca alterações que podem comprometer o funcionamento dos órgãos e representa uma emergência médica. Por isso, o reconhecimento precoce do quadro e o início imediato das medidas terapêuticas são fundamentais para o cuidado do paciente. No Austa Hospital, o protocolo para identificação e tratamento da sepse é acompanhado por médicos especialistas de diferentes áreas, com revisão das práticas, capacitação e monitoramento das condutas previstas. Para o Dr. Vitor Dantas Muniz, médico infectologista do Austa Hospital, encontros como esse contribuem para reforçar a organização das condutas diante dos casos de sepse. “Fazer um evento aqui no Austa em relação ao protocolo reforça as condutas que devem ser totalmente coordenadas em relação ao tratamento do paciente”, ressalta. A discussão permitiu aproximar diferentes perspectivas sobre o cuidado e compartilhar experiências da rotina assistencial. “Hoje temos a oportunidade de promover um evento como esse para conscientizar todos os nossos profissionais em relação à importância da atuação de cada equipe no cuidado integrado desse paciente”, ressalta Evelyn Aline B. Gondin, fisioterapeuta do Austa Hospital. Um dos pontos reforçados durante o encontro foi a necessidade de reconhecer a sepse logo nos primeiros momentos em que ela pode ser identificada. Para a Dra. Célia Franco, médica infectologista do Austa Hospital, esse reconhecimento orienta a sequência das medidas previstas no protocolo. “Reconhecer a sepse precocemente é a primeira chamada que fazemos e, a partir dela, conseguimos agir e aplicar as outras intervenções, que é dar o antibiótico precoce, hidratar esse paciente e entender onde ele vai ser melhor tratado no decorrer da sua internação”, explica. Como a sepse e o choque séptico são considerados emergências médicas e o tratamento deve ser iniciado imediatamente após o reconhecimento do quadro, a atualização das condutas é parte importante da assistência, por isso o Austa Hospital promove encontros frequentes com suas equipes para discutir casos, revisar o protocolo institucional e alinhar a atuação diante dessas situações.

18 de junho

Câncer de rim pode não apresentar sintomas no início, alerta urologista do Austa Hospital

O Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Rim, celebrado em 18 de junho, chama a atenção para uma doença que costuma evoluir de forma silenciosa e, por isso, ainda é diagnosticada tardiamente em muitos casos. A data tem como objetivo alertar a população sobre os fatores de risco, os sinais de alerta e, principalmente, a importância do diagnóstico precoce da neoplasia renal, condição que pode ter altas taxas de cura quando identificada em estágios iniciais. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e de entidades como a Sociedade Brasileira de Urologia e a Sociedade Paulista de Urologia, o câncer de rim responde por cerca de 2% a 3% de todos os tumores malignos no país, com estimativa de mais de 12 mil novos casos por ano no Brasil. A doença é mais frequente em homens, especialmente a partir dos 50 anos, e está associada a fatores como tabagismo, obesidade, hipertensão arterial, histórico familiar e doença renal crônica. Segundo o urologista Fábio Simão, do Austa Hospital, o maior desafio é justamente o fato de o tumor não apresentar sintomas no início. “Na maioria das vezes, eles não se manifestam. Muitos diagnósticos acontecem de forma incidental, quando o paciente realiza exames de imagem por outros motivos”, explica. Quando presentes, os sinais podem incluir sangue na urina, dor lombar persistente, perda de peso sem causa aparente, febre recorrente e sensação de massa abdominal, manifestações que exigem investigação médica imediata. O diagnóstico é feito principalmente por exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética, que permitem identificar lesões renais suspeitas. Em situações específicas, pode ser indicada a biópsia para confirmação diagnóstica. A avaliação precoce é decisiva para a definição da melhor estratégia terapêutica e para a preservação da função renal. O tratamento do câncer de rim depende do estágio da doença, mas a cirurgia continua sendo a principal abordagem nos casos localizados. “A cirurgia é o tratamento de escolha quando o tumor está restrito ao rim. Sempre que possível, optamos pela nefrectomia parcial, que remove apenas o tumor e preserva o restante do órgão, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente”, afirma Dr. Fábio Simão. Atualmente, técnicas minimamente invasivas, como a cirurgia laparoscópica e a cirurgia robótica, permitem procedimentos mais seguros, com menor tempo de internação e recuperação mais rápida. Em casos avançados, o tratamento pode incluir terapias sistêmicas, como imunoterapia e medicamentos alvo, de acordo com protocolos definidos por sociedades médicas. Para o especialista, o Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Rim reforça uma mensagem essencial à população: atenção aos fatores de risco, acompanhamento médico regular e valorização dos exames preventivos. “Quando diagnosticado precocemente, o câncer de rim pode ter índices de cura superiores a 90%. Informação e vigilância são as principais aliadas para mudar o cenário da doença no Brasil”, conclui.

03 de junho

IMC amplia atendimento especializado com serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial

Dor na mandíbula, estalos ao abrir a boca, dores de cabeça frequentes, zumbido no ouvido e dificuldades para mastigar podem parecer problemas isolados, mas muitas vezes têm uma mesma origem. Pensando em oferecer um atendimento cada vez mais completo e especializado, o IMC passa a contar com o serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, ampliando o acesso da população a diagnósticos precisos e tratamentos avançados para condições que afetam a face, a mandíbula e a articulação temporomandibular (ATM). A especialidade atua no diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico de diversas alterações que impactam diretamente funções essenciais do dia a dia, como mastigação, fala, respiração e qualidade do sono. Entre as principais condições atendidas estão as disfunções da ATM, o bruxismo, as dores faciais e as deformidades dos maxilares. O atendimento será realizado pelo Dr. Israel Vicente, especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, que passa a integrar o corpo clínico do IMC trazendo expertise em uma área que vem ganhando cada vez mais relevância devido ao aumento de queixas relacionadas ao estresse, à ansiedade e aos distúrbios da articulação da mandíbula. Além da avaliação clínica especializada, os pacientes terão acesso a uma investigação diagnóstica detalhada e a tratamentos individualizados, definidos de acordo com as necessidades de cada caso e com o objetivo de promover mais conforto, funcionalidade e qualidade de vida. Com a chegada da especialidade, o IMC fortalece seu compromisso com uma assistência integrada, reunindo tecnologia, equipe multiprofissional e cuidado centrado no paciente para oferecer soluções que vão além do alívio dos sintomas, promovendo mais funcionalidade, conforto e qualidade de vida. Agende sua consulta Para mais informações ou agendamento de consultas, entre em contato com o IMC pelo telefone (17) 3202-4000.

27 de março

Austa Clínicas patrocina evento 14ª Cana Substantivo Feminino, que reforça o protagonismo feminino no agro

A Austa Clínicas reforçou sua presença e compromisso com o setor sucroenergético ao atuar como parceira do 14º Encontro Cana Substantivo Feminino, um dos mais relevantes eventos voltados à valorização da mulher no agro e na bioenergia. Realizado em 26 de março de 2026, no Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC), em Ribeirão Preto (SP), o encontro reuniu mais de 550 produtoras de cana-de-açúcar, profissionais de empresas e pesquisadoras, consolidando-se como um espaço estratégico de troca de experiências, conhecimento e fortalecimento da presença feminina no setor. A participação da Austa Clínicas como parceira do evento reforça sua presença no setor sucroenergético, para cujas empresas desenvolveu o plano de saúde Nossa Terra, com soluções alinhadas e customizada de acordo com o perfil de cada empresa e suas necessidades. A Austa Clínicas faz questão de estar no Cana Substantivo Feminino por entender ser um evento que fortalece e incentiva a maior participação feminina no agro, promovendo a valorização, o respeito e a ampliação de oportunidades para mulheres em um segmento historicamente masculino. O apoio ao Cana Substantivo Feminino também evidencia o entendimento de que saúde, bem-estar e qualidade de vida são fatores estratégicos para a produtividade, segurança e sustentabilidade das operações no setor sucroenergético. Ao investir em iniciativas que valorizam pessoas, a Austa Clínicas contribui diretamente para a evolução do ambiente corporativo no agro.  

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