Austa Hospital realiza sua 300ª cirurgia robótica ortopédica com o robô ROSA Knee System - Blog Austa

20/01/2026

Austa Hospital realiza sua 300ª cirurgia robótica ortopédica com o robô ROSA Knee System

O Austa Hospital, de São José do Rio Preto, realizou na última segunda-feira (19/01) a sua 300ª cirurgia robótica ortopédica. A instituição é a única do noroeste paulista a contar com o robô ROSA® Knee System, tecnologia de última geração utilizada especificamente em procedimentos de joelho.

O marco reforça o posicionamento do Austa Hospital como um dos principais centros de referência em cirurgia robótica no interior do Estado de São Paulo. Os resultados destes 300 procedimentos são altamente satisfatórios, com benefícios muito positivos na qualidade de vida dos pacientes, o que confirma as vantagens da cirurgia robótica em comparação ao método convencional”, afirma o diretor técnico do Austa Hospital, Dr. Ronaldo Gonçalves.

Segundo o especialista, os bons desfechos são resultado da combinação entre a experiência do cirurgião e a precisão oferecida pela tecnologia. O robô auxilia no alinhamento e no posicionamento da prótese, considerando a anatomia individual de cada paciente. Essa tecnologia permite maior precisão no alinhamento e no posicionamento dos componentes, reduzindo desvios fora do padrão ideal”, explica o ortopedista Dr. Aldo Costa, responsável pelo procedimento.

Experiência da paciente

A 300ª cirurgia robótica foi realizada na comerciante Ana Maria Baracioli Molina Santana, de 61 anos, moradora de Mirassol. Ela já havia passado por uma cirurgia robótica no joelho esquerdo há três anos e, com o avanço da artrose no joelho direito, optou novamente pelo mesmo procedimento.

A cirurgia robótica é uma maravilha. Após a primeira, não senti mais dores e recuperei minha vida”, conta Ana Maria. “Agora, com o problema no outro joelho, tenho muita esperança de que o resultado será tão bom quanto o anterior.”

Benefícios do procedimento

De acordo com o Dr. Aldo Costa, pacientes submetidos à cirurgia robótica apresentam melhor recuperação funcional nas primeiras semanas, menor dor no pós-operatório e retorno mais rápido às atividades cotidianas quando comparados à técnica convencional.

O paciente tem movimentos mais adequados, melhor mobilidade em menos tempo e chances extremamente reduzidas de dor”, destaca o médico.

Outro diferencial da tecnologia é a visão tridimensional e ampliada que o cirurgião tem dos ossos e tecidos durante o procedimento, o que contribui para maior precisão e menor risco de complicações.

Esses fatores ajudam a reduzir o tempo de internação e as chances de intercorrências no pós-operatório”, complementa o ortopedista.

Sobre o ROSA® Knee System

O ROSA® Knee System conta com ferramentas de planejamento pré-operatório em três dimensões (3D), fornecendo dados em tempo real sobre tecidos moles e anatomia óssea. A plataforma auxilia o cirurgião na tomada de decisões durante o procedimento e no posicionamento preciso dos instrumentos cirúrgicos.

O sistema utiliza o protocolo de imagem X-Atlas™, que gera modelos 3D a partir de raios-X, permitindo personalizar o procedimento de acordo com a anatomia do paciente e otimizar a colocação do implante.

 

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03 de junho

IMC amplia atendimento especializado com serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial

Dor na mandíbula, estalos ao abrir a boca, dores de cabeça frequentes, zumbido no ouvido e dificuldades para mastigar podem parecer problemas isolados, mas muitas vezes têm uma mesma origem. Pensando em oferecer um atendimento cada vez mais completo e especializado, o IMC passa a contar com o serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, ampliando o acesso da população a diagnósticos precisos e tratamentos avançados para condições que afetam a face, a mandíbula e a articulação temporomandibular (ATM). A especialidade atua no diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico de diversas alterações que impactam diretamente funções essenciais do dia a dia, como mastigação, fala, respiração e qualidade do sono. Entre as principais condições atendidas estão as disfunções da ATM, o bruxismo, as dores faciais e as deformidades dos maxilares. O atendimento será realizado pelo Dr. Israel Vicente, especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, que passa a integrar o corpo clínico do IMC trazendo expertise em uma área que vem ganhando cada vez mais relevância devido ao aumento de queixas relacionadas ao estresse, à ansiedade e aos distúrbios da articulação da mandíbula. Além da avaliação clínica especializada, os pacientes terão acesso a uma investigação diagnóstica detalhada e a tratamentos individualizados, definidos de acordo com as necessidades de cada caso e com o objetivo de promover mais conforto, funcionalidade e qualidade de vida. Com a chegada da especialidade, o IMC fortalece seu compromisso com uma assistência integrada, reunindo tecnologia, equipe multiprofissional e cuidado centrado no paciente para oferecer soluções que vão além do alívio dos sintomas, promovendo mais funcionalidade, conforto e qualidade de vida. Agende sua consulta Para mais informações ou agendamento de consultas, entre em contato com o IMC pelo telefone (17) 3202-4000.

27 de março

Austa Clínicas patrocina evento 14ª Cana Substantivo Feminino, que reforça o protagonismo feminino no agro

A Austa Clínicas reforçou sua presença e compromisso com o setor sucroenergético ao atuar como parceira do 14º Encontro Cana Substantivo Feminino, um dos mais relevantes eventos voltados à valorização da mulher no agro e na bioenergia. Realizado em 26 de março de 2026, no Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC), em Ribeirão Preto (SP), o encontro reuniu mais de 550 produtoras de cana-de-açúcar, profissionais de empresas e pesquisadoras, consolidando-se como um espaço estratégico de troca de experiências, conhecimento e fortalecimento da presença feminina no setor. A participação da Austa Clínicas como parceira do evento reforça sua presença no setor sucroenergético, para cujas empresas desenvolveu o plano de saúde Nossa Terra, com soluções alinhadas e customizada de acordo com o perfil de cada empresa e suas necessidades. A Austa Clínicas faz questão de estar no Cana Substantivo Feminino por entender ser um evento que fortalece e incentiva a maior participação feminina no agro, promovendo a valorização, o respeito e a ampliação de oportunidades para mulheres em um segmento historicamente masculino. O apoio ao Cana Substantivo Feminino também evidencia o entendimento de que saúde, bem-estar e qualidade de vida são fatores estratégicos para a produtividade, segurança e sustentabilidade das operações no setor sucroenergético. Ao investir em iniciativas que valorizam pessoas, a Austa Clínicas contribui diretamente para a evolução do ambiente corporativo no agro.  

12 de março

Dia Mundial do Sono: IMC de Rio Preto oferece polissonografia, exame preciso para diagnóstico identificar distúrbios do sono

No dia 14 de março, celebra-se o Dia Mundial do Sono, uma data criada para chamar a atenção para a importância de dormir bem e para os impactos que os distúrbios do sono podem causar na saúde. Embora o sono seja uma necessidade básica do organismo, milhões de pessoas convivem diariamente com noites mal dormidas, muitas vezes sem saber que isso pode estar relacionado a algum problema de saúde. No Brasil, o cenário é preocupante. Segundo estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sete em cada dez brasileiros apresentam algum tipo de dificuldade para dormir, o que representa cerca de 158 milhões de pessoas. Entre os problemas mais comuns estão insônia, ronco intenso e despertares frequentes durante a noite, situações que, além de comprometerem o descanso, podem afetar diretamente o funcionamento do organismo. Dormir mal de forma frequente pode trazer consequências que vão muito além do cansaço no dia seguinte. A privação ou a baixa qualidade do sono está associada a maior risco de problemas cardiovasculares, alterações metabólicas, dificuldade de concentração, irritabilidade, ansiedade e queda na qualidade de vida. Em muitos casos, a causa dessas noites mal dormidas está ligada a um distúrbio chamado apneia do sono. “A apneia do sono se caracteriza pela parada momentânea da respiração, devido à obstrução das vias respiratórias em função do relaxamento dos músculos da faringe. Sem respiração, o fluxo de oxigênio é interrompido, podendo ter consequências ao cérebro e ao coração”, explica a médica pneumologista Bruna Cortez, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. Durante os episódios de apneia, a respiração pode parar por alguns segundos ou até mais tempo, várias vezes ao longo da noite. Isso faz com que o cérebro precise “acordar” o corpo repetidamente para retomar a respiração, fragmentando o sono e impedindo que ele seja realmente reparador. Além da sensação constante de cansaço, a apneia do sono pode trazer riscos importantes à saúde. Entre as complicações mais preocupantes estão hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, aumento do risco de AVC (acidente vascular cerebral) e até morte súbita. Quando o ronco pode ser um sinal de alerta Um dos sintomas mais conhecidos da apneia do sono é o ronco alto e frequente. No entanto, nem sempre ele é interpretado como um sinal de problema de saúde. Muitas pessoas acabam normalizando o ronco ou associando o sintoma apenas a uma característica individual. Além do ronco, outros sinais podem indicar a presença do distúrbio, como pausas na respiração durante o sono, sensação de sufocamento à noite, sonolência excessiva durante o dia, dores de cabeça ao acordar, dificuldade de concentração e irritabilidade. A pneumologista explica que a apneia do sono pode ter diferentes causas e fatores associados, o que torna fundamental uma avaliação médica adequada. “A apneia do sono pode estar relacionada a diversos fatores, como obesidade e síndrome metabólica, os mais relevantes, mas também ansiedade, problemas clínicos, emocionais, excitação associada a determinados eventos, entre muitos outros”, pontua Dra. Bruna. Por isso, o diagnóstico correto é essencial para identificar a origem do problema e definir o tratamento mais adequado. Polissonografia: exame avalia o que acontece com o corpo durante o sono Para auxiliar no diagnóstico dos distúrbios do sono, o principal exame utilizado é a polissonografia, que permite avaliar de forma detalhada como o organismo se comporta enquanto a pessoa dorme. Durante o exame, diferentes funções do corpo são monitoradas ao longo da noite, como respiração, oxigenação do sangue e movimentos respiratórios. Essas informações ajudam o médico a identificar alterações que possam indicar problemas como a apneia do sono. “Esse exame permite identificar pausas na respiração, quedas na oxigenação do sangue e outros sinais que indicam que o sono não está sendo reparador”, explica a pneumologista do IMC. “Com essas informações conseguimos confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado para cada paciente.” A partir dos dados coletados, os especialistas conseguem avaliar a frequência das pausas respiratórias, o impacto delas na oxigenação do organismo e o quanto o sono está sendo fragmentado ao longo da noite. Exame pode ser realizado no conforto de casa No IMC, a polissonografia pode ser realizada no conforto da própria casa do paciente, o que torna o exame mais prático e confortável. Essa modalidade domiciliar permite que a pessoa durma em seu ambiente habitual, o que muitas vezes contribui para um resultado mais próximo da rotina real de sono. Para realizar o exame, são utilizados equipamentos portáteis e de fácil utilização que registram as informações durante toda a noite. Antes de dormir, o paciente coloca um cinto elástico na região do tórax ou da cintura, responsável por registrar os movimentos respiratórios. Também utiliza um oxímetro no dedo, que mede continuamente a oxigenação do sangue, além de um pequeno cateter colocado no nariz, que registra o fluxo de ar durante a respiração. “É um exame simples e seguro. Os sensores são leves e não causam dor, permitindo que a pessoa durma de forma bastante próxima da sua rotina normal”, ressalta a Dra. Bruna. Todos esses sensores ficam conectados a um pequeno aparelho responsável por registrar os dados ao longo da noite. O funcionamento é semelhante ao de um holter cardíaco, exame que monitora o coração durante várias horas ao longo das atividades do dia a dia. No dia seguinte, os dados coletados são analisados por médicos especialistas. “A análise desses dados mostra se houve pausas respiratórias, queda de oxigênio no sangue ou outros sinais característicos da apneia do sono”, explica a pneumologista do IMC. “Com isso conseguimos entender o que está acontecendo durante o sono do paciente e indicar o tratamento mais adequado.” Quando tratar o sono muda a qualidade de vida O produtor rural João Francisco Coletti, de 70 anos, é um exemplo de como o diagnóstico correto pode transformar a qualidade de vida. Durante anos, ele conviveu com noites mal dormidas, ronco intenso e episódios de apneia. Em consulta médica, descobriu que o sangue estava mais espesso, condição que poderia aumentar o risco de infarto. A recomendação foi iniciar investigação para identificar a causa do problema. Após avaliação clínica no IMC, a pneumologista indicou a realização da polissonografia. “Foi tranquilo colocar os dispositivos em casa, o que é um conforto muito grande. Hoje, durmo bem, não ronco e o sangue afinou”, relata o produtor rural.

27 de fevereiro

LER/DORT no setor sucroenergético: prevenção reduz afastamentos e fortalece a saúde ocupacional

O Dia Mundial de Combate à LER/DORT, celebrado em 28 de fevereiro, reforça um alerta importante para empresas e trabalhadores. As lesões por esforços repetitivos (LER) e os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) continuam entre as principais causas de afastamento laboral no Brasil. Entre 2011 e 2021, mais de 632 mil benefícios foram concedidos no país por causas relacionadas a essas condições, segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Ministério da Previdência Social. Dores nas costas, hérnias de disco e lesões nos ombros estão entre os diagnósticos mais frequentes. No setor sucroenergético, que envolve atividades agrícolas, industriais e administrativas, a atenção à ergonomia e à organização do trabalho é estratégica para preservar a saúde dos colaboradores e reduzir impactos operacionais. Riscos presentes nas usinas e no campo De acordo com a médica do trabalho Dra. Daniela Cezarino, da Austa Clínicas, as atividades desempenhadas nas usinas frequentemente exigem aplicação de força física, movimentos repetitivos, manuseio de cargas e permanência prolongada em posturas estáticas. “As atividades dos colaboradores de usinas envolvem aplicação de força física, movimentos repetitivos, manuseio de cargas e permanência prolongada em posturas estáticas, seja em pé ou sentado, o que expõe a um risco maior de LER e DORT”, ressalta a médica. No ambiente industrial, funções ligadas à moagem, manutenção, atividades laboratoriais e operação de painéis de controle também podem implicar postura fixa, sobrecarga mecânica segmentar, movimentos contínuos e, em alguns casos, exposição à vibração e ritmo intenso de trabalho. “Trabalhadores expostos a essas condições apresentam maior risco para o desenvolvimento de distúrbios osteomusculares, como tendinopatias, lombalgias, cervicalgias e síndrome do túnel do carpo. Além dos fatores físicos, aspectos organizacionais e psicossociais também influenciam significativamente o surgimento e a cronificação dessas condições”, pontua a médica da Austa Clínicas. Mesmo nas áreas administrativas, o uso prolongado de computador, associado a mobiliário inadequado e pausas insuficientes, contribui para o aumento da carga musculoesquelética e favorece o desenvolvimento de LER/DORT. Impacto na produtividade e sustentabilidade do negócio Para as usinas e empresas do setor sucroenergético, investir de forma estruturada em ergonomia, capacitação técnica e programas de saúde ocupacional representa uma estratégia de gestão. “Além de reduzir afastamentos e custos previdenciários, essas ações contribuem para o aumento da produtividade, melhoria das condições de segurança e promoção da qualidade de vida no trabalho”, enfatiza a médica do trabalho da Austa Clínicas. Prevenção como estratégia de gestão A adoção de um programa estruturado de prevenção é fundamental tanto para os colaboradores quanto para as empresas. “A incorporação sistemática de princípios ergonômicos à organização do trabalho, incluindo adequação dos postos, pausas estruturadas, alternância de tarefas e ajuste correto de equipamentos e mobiliário, contribui para a redução da carga biomecânica e, consequentemente, do risco de desenvolvimento de distúrbios osteomusculares. Programas de alongamento podem atuar como medida complementar, desde que inseridos em um contexto mais amplo de gestão ergonômica”, afirma. A médica também orienta atenção aos primeiros sinais de alerta. “O trabalhador deve buscar avaliação médica ao identificar dor persistente, sensação de formigamento, perda de força muscular ou limitação de movimento, especialmente quando os sintomas se mantêm ou se intensificam ao longo da jornada de trabalho”.

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