Check-up cardiológico: Por que ele é tão importante?

18/10/2021

Check-up cardiológico: Entenda sua importância na prevenção das doenças cardiovasculares

A realização periódica de uma avaliação cardiológica é extremamente importante e contribui para uma vida saudável. Jovens adultos que não apresentam sintomas devem realizar o check-up cardiológico, com um intervalo mínimo de 1 ano, antes de iniciarem as atividades físicas, ou se passarem por algum procedimento cirúrgico. Mas, com o ritmo de vida acelerado e as rotinas de trabalho exaustivas, os cuidados com a saúde são deixados em segundo plano por um simples motivo: a falta de tempo.

O que é o check-up cardiológico?

Consiste na realização de exames cardiológicos e laboratoriais, além da avaliação com um cardiologista, que irá analisar os resultados baseado no histórico familiar do paciente e nos fatores de risco individuais para o desenvolvimento das doenças cardíacas.

Quais exames são realizados?

No caso dos exames laboratoriais, são colhidas amostras de sangue para identificar os níveis de colesterol, triglicérides, glicemia e outros. Estes exames apontam para doenças secundárias, tais como: diabetes, obesidade, colesterol alto, que são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Entre os exames cardiológicos, são realizados inicialmente o eletrocardiograma, o ecocardiograma e o teste ergométrico.

O eletrocardiograma registra as variações elétricas do coração. Ele reconhece anormalidades no funcionamento dos músculos do coração, tais como:

  • Irregularidades no ritmo cardíaco (arritmia);
  • Aumento de cavidades cardíacas;
  • Patologias coronarianas;
  • Infarto do miocárdio;
  • Distúrbios na condução elétrica do órgão;
  • Problemas nas válvulas do coração;
  • Pericardite (inflamação da membrana que envolve o coração);
  • Hipertrofia das câmaras cardíacas – átrios e ventrículos;
  • Doenças genéticas;
  • Doenças transmissíveis (Doença de Chagas).

O ecocardiograma é uma ultrassonografia do coração que fornece imagens do músculo para que o médico possa analisar os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo. Também é possível diagnosticar doenças que afetam a anatomia e a fisiologia do coração, tais como: insuficiências e malformações cardíacas.

O teste ergométrico, também conhecido como teste de esforço, analisa de maneira controlada a reação do coração diante de um esforço físico ou estresse. O exame eleva a frequência cardíaca do paciente para mostrar possíveis anomalias ou doenças que não se manifestam durante o repouso. Ele auxilia na avaliação cardiovascular porque permite identificar problemas cardíacos, tais como: coronariopatia, arritmias, hipertensão e insuficiência cardíaca.

Conheça o Check-up Cardiológico do IMC

O Check-up Cardiológico do IMC consiste na realização de exames e na avaliação com um cardiologista, tudo no mesmo lugar e no mesmo dia. O paciente reserva apenas um dia e consegue cuidar da sua saúde do seu coração através de um programa moderno, especializado e rápido.

O paciente chega no primeiro horário e já realiza os exames laboratoriais, aqueles que precisam ser feitos em jejum. Logo após a coleta, ele é encaminhado para tomar um café da manhã. Na sequência, realiza os exames cardiológicos e complementares, de acordo com o sexo e a idade. Por fim, é encaminhado com os resultados dos exames em mãos para ser avaliado por um cardiologista.

O Instituto de Moléstias Cardiovasculares – IMC é um centro especializado na prevenção e nos cuidados com o coração. O IMC possui estrutura completa, equipamentos de alta tecnologia para o diagnóstico e o tratamento de doenças cardiovasculares e conta com cardiologistas renomados, especializados nas mais importantes subáreas da cardiologia.

O IMC conta com profissionais capacitados para atender crianças, jovens, adultos e idosos. Além de consultas e exames, o IMC possui atendimento de urgência e emergência cardiológica 24 horas para pacientes particulares e de convênios médicos. Possui estrutura moderna e base sólida de médicos cardiologistas experientes. Também conta com atendimento prioritário em casos mais graves, realizado por enfermeiros na triagem, seguindo a classificação de protocolo que se aplica conforme a gravidade do quadro clínico, e não pela ordem de chegada, promovendo mais agilidade e segurança ao paciente.

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02 de junho

Obesidade infantil: médica da Austa Clínicas explica os impactos das telas e dos hábitos da rotina na saúde das crianças

A obesidade infantil tem se tornado uma preocupação crescente para famílias e profissionais de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 3,1 milhões de crianças brasileiras menores de 10 anos vivem com obesidade, condição que aumenta o risco de diversas doenças e pode trazer consequências para a saúde ainda na infância e ao longo da vida adulta. Fonte: Ministério da Saúde. Embora fatores genéticos tenham influência no desenvolvimento da obesidade, especialistas alertam que os hábitos da rotina exercem um papel fundamental no aumento dos casos observados nas últimas décadas. A endocrinologista pediátrica Dra. Camila Fochi, da Austa Clínicas, explica como mudanças no estilo de vida, alimentação e comportamento têm contribuído para o crescimento do excesso de peso entre crianças e adolescentes. Segundo a médica, a obesidade é uma condição multifatorial, resultado da interação entre predisposição genética e fatores ambientais. "Existe, sim, a influência de múltiplos genes, e o histórico familiar de obesidade é importante. Mas o meio ambiente é o que dispara o quadro clínico da obesidade. No mundo atual, o principal fator é o estilo de vida que estamos levando" De acordo com a especialista, as crianças estão mais sedentárias e consumindo com maior frequência alimentos de alta densidade calórica, especialmente os industrializados e ultraprocessados. "São alimentos que concentram muitas calorias em pequenas quantidades. A criança ingere mais calorias, se movimenta menos e, com isso, ocorre um balanço calórico positivo que favorece o ganho de peso". Entre os fatores que ajudam a explicar essa mudança de comportamento está o aumento do tempo dedicado às telas. Celulares, tablets, computadores e televisões passaram a ocupar uma parcela significativa do tempo livre das crianças, reduzindo momentos antes destinados às brincadeiras e atividades físicas. Para a Dra. Camila, a principal relação entre telas e obesidade está justamente no aumento do sedentarismo. "Antigamente, a criança precisava se virar para brincar. Andava de bicicleta, inventava brincadeiras e passava mais tempo em movimento. Hoje, a tela está presente em praticamente todos os ambientes e isso contribui para que os indivíduos fiquem mais sedentários". Além da influência sobre o peso, a médica ressalta que o uso excessivo de telas também pode impactar o neurodesenvolvimento, especialmente nos primeiros anos de vida. "A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças menores de dois anos não sejam expostas a telas porque esse período é fundamental para o desenvolvimento cerebral. Além disso, quanto mais tempo a criança passa em frente às telas, menos tempo ela dedica a brincadeiras e atividades que estimulam o movimento, o que contribui para o sedentarismo". Problemas de saúde associados à obesidade infantil Segundo a endocrinologista, crianças com sobrepeso ou obesidade apresentam maior risco de desenvolver alterações metabólicas, como colesterol elevado, hipertensão e diabetes tipo 2. Além disso, a condição pode trazer repercussões ortopédicas, dificuldades respiratórias e impactos emocionais relacionados à autoestima e ao convívio social. "Muitos pacientes chegam ao consultório por conta do bullying na escola. A questão psicossocial também é muito importante e pode afetar significativamente a qualidade de vida dessas crianças." A preocupação não se limita à infância. Crianças com obesidade têm maior probabilidade de permanecer obesas na vida adulta. "Quanto mais tempo o organismo permanece exposto ao excesso de peso e às alterações metabólicas associadas, maior tende a ser o risco de desenvolver doenças cardiovasculares no futuro. Por isso, a prevenção e o acompanhamento desde a infância são tão importantes." Prevenção Diante desse cenário, a prevenção deve envolver toda a família. Para a Dra. Camila, pequenas mudanças de hábitos podem fazer diferença quando adotadas de forma consistente e coletiva. "Não adianta apenas uma criança mudar os hábitos. Todos devem participar do processo. Alimentação saudável e atividade física são importantes para todos, independentemente do peso". A especialista recomenda reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas, estimular refeições mais equilibradas e incentivar a prática regular de atividades físicas. Outro passo importante é estabelecer limites para o uso das telas e criar oportunidades para que as crianças se movimentem mais no dia a dia. "A melhor atividade física é aquela que a criança gosta e consegue manter. Não existe uma modalidade perfeita. O importante é que ela se movimente".

07 de maio

Casos de endometriose aumentam 76% no Brasil em apenas três anos; número de cirurgias aumentou 518% no Austa Hospital e IMC em quatro anos

Esta quinta-feira, 7 de maio, é o Dia Internacional da Luta Contra a Endometriose, cujo objetivo é reforçar a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. “Infelizmente, os números mostram que a sociedade e, em particular, a mulher não estão atentos para a prevenção da endometriose”, ressalta o ginecologista e obstetra Paulo Fasanelli, do Austa Hospital e IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. O alerta do médico sustenta-se pelo avanço da doença no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, os atendimentos relacionados à endometriose no SUS aumentaram 76% em apenas três anos, saltando de 82.693 registros, em 2022, para 145.744, em 2024. O avanço revela não apenas maior conscientização, mas também a dimensão de uma condição que ainda é subdiagnosticada e que pode afetar até 8 milhões de brasileiras. Esta realidade tem reflexos nos centros cirúrgicos do Austa Hospital e do IMC. Somadas as cirurgias de endometriose realizadas nas duas instituições, o número aumentou 518% em apenas quatro anos, passando de 16, em 2022, ano de pandemia, para 99, em 2025. Nestes últimos cinco anos, incluindo 2026, foram 259 procedimentos no Austa e IMC. A endometriose é uma doença inflamatória crônica caracterizada pelo crescimento de um tecido semelhante ao endométrio fora do útero, atingindo órgãos como ovários, intestino e bexiga. Esse processo provoca inflamação e pode causar sintomas como cólicas menstruais intensas, dor pélvica persistente, dor durante a relação sexual, alterações intestinais e dificuldade para engravidar. Estima-se que até 50% das mulheres com a doença possam enfrentar infertilidade, o que amplia ainda mais o impacto físico e emocional da condição. Apesar da alta prevalência, o diagnóstico ainda é um desafio. Muitas mulheres levam anos para identificar a doença, frequentemente por normalizarem a dor ou por falta de acesso a avaliação especializada. Segundo dr. Fasanelli, este atraso pode agravar significativamente o quadro clínico. “É comum atendermos pacientes que convivem com sintomas há muito tempo. A dor intensa não é normal e precisa ser investigada. Quanto mais cedo conseguimos diagnosticar, maiores são as chances de controlar a doença e preservar a qualidade de vida e a fertilidade”, afirma o ginecologista do Austa Hospital e IMC. O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica detalhada e exames de imagem realizados no Austa Hospital, como ultrassonografia especializada e ressonância magnética. Com o aumento dos casos e a maior complexidade dos diagnósticos, o tratamento cirúrgico tem ganhado protagonismo, especialmente nos quadros mais avançados ou quando não há resposta ao tratamento clínico. “A videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva, é considerada o padrão no tratamento cirúrgico da endometriose, permitindo a retirada dos focos da doença com maior precisão, menor trauma cirúrgico e recuperação mais rápida”, afirma Dr. Fasanelli. Segundo ele, os avanços na abordagem cirúrgica têm transformado o cuidado com a doença. “A cirurgia minimamente invasiva permite tratar a endometriose de forma mais eficaz e com menor impacto para a paciente. Em muitos casos, conseguimos não apenas aliviar a dor, mas também melhorar significativamente as chances de gravidez”, explica. Em situações mais complexas, quando há comprometimento de órgãos como intestino e bexiga, o procedimento pode envolver uma equipe multidisciplinar, ampliando a segurança e os resultados do tratamento. O ginecologista do Austa Hospital e IMC enfatiza, no entanto, prevenir sempre é o mais importante. “A conscientização é fundamental. Precisamos quebrar o tabu em torno da dor menstrual e garantir que mais mulheres tenham acesso ao diagnóstico e às opções de tratamento disponíveis, incluindo a cirurgia quando indicada”, conclui Dr. Fasanelli.

07 de maio

Austa promove ações educativas durante a Semana da Higiene das Mãos

Celebrada anualmente em 5 de maio, a Semana da Higiene das Mãos tem como objetivo conscientizar profissionais de saúde e a população sobre a importância da higienização correta das mãos na prevenção de infecções e na promoção de um cuidado mais seguro. A data faz parte de uma campanha mundial criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reforçando a importância desse hábito simples, mas essencial, dentro e fora dos ambientes de saúde. Em alusão à campanha, o Hospital Austa realizou uma programação especial voltada à conscientização e ao fortalecimento das práticas de segurança assistencial dentro da instituição. A iniciativa buscou reforçar a importância da higiene das mãos como uma das medidas mais eficazes para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde. A ação reuniu colaboradores em um momento de aprendizado, troca de conhecimentos e interação, por meio de atividades educativas desenvolvidas de forma dinâmica e participativa. Durante a programação, foram exibidos vídeos informativos sobre a importância da higienização das mãos, os cuidados necessários no ambiente hospitalar e os impactos positivos dessa prática na segurança de pacientes e profissionais. Além disso, os participantes participaram de dinâmicas com perguntas e respostas e de um questionário interativo, promovendo maior engajamento e reforçando conceitos importantes relacionados às técnicas corretas de higienização. A proposta foi estimular, de maneira leve e descontraída, a reflexão sobre atitudes que fazem a diferença na rotina hospitalar e contribuem diretamente para um atendimento mais seguro e humanizado. Mais do que um protocolo, a higienização das mãos é um gesto de responsabilidade, prevenção e cuidado com a vida. Com ações como essa, o Hospital Austa reafirma seu compromisso com a promoção da segurança do paciente e com o fortalecimento de uma cultura de qualidade e excelência assistencial.

27 de abril

Hipertensão atinge 30% dos brasileiros e avança também entre os jovens e crianças, alerta cardiologista do IMC de Rio Preto

O crescimento da hipertensão arterial no Brasil nas últimas duas décadas revela uma relação direta entre mudanças no estilo de vida e o aumento de doenças crônicas. Dados do Ministério da Saúde mostram que a proporção de adultos diagnosticados com hipertensão passou de 22,6% em 2006 para cerca de 30% em 2023, o maior patamar da série histórica, o que representa um aumento de aproximadamente 7,4 pontos percentuais, ou mais de 30% de crescimento relativo no período. De estudos e pesquisas de instituições médicas, emergem outro dado muito preocupante: o aumento de casos entre jovens e crianças. Na faixa de 18 a 24 anos, 28% dos homens relatam hipertensão em algumas regiões, superando o público feminino da mesma idade, segundo a Sociedade Brasileira de Clínica Médica. E cerca de 5% das crianças e adolescentes no Brasil já apresentam a doença, segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão. Para a médica cardiologista Adriana Bellini Miola, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de São José do Rio Preto, o aumento de casos de hipertensão em várias faixas etárias resulta de vários fatores. “Esse avanço está diretamente associado ao envelhecimento da população, mas também ao aumento da obesidade, do sedentarismo e da alimentação rica em sódio, fatores que elevam progressivamente a pressão arterial e ampliam o número de pessoas expostas a complicações graves como infarto e AVC”, afirma a cardiologista. Esse cenário se agrava porque hábitos cotidianos levam a um efeito acumulativo no organismo: o consumo excessivo de sal provoca retenção de líquidos e aumento do volume sanguíneo, o sedentarismo reduz a capacidade cardiovascular e o excesso de peso aumenta a resistência dos vasos, o que eleva a pressão de forma contínua. Como consequência direta dessa combinação, a hipertensão, que historicamente era mais prevalente em idosos, passa a ser diagnosticada com maior frequência em faixas etárias mais jovens. Embora os dados nacionais ainda mostrem maior concentração da doença em idosos, estudos recentes indicam crescimento de casos em adultos jovens, associado principalmente ao estilo de vida moderno. Segundo Dra. Adriana, essa mudança no perfil etário ocorre porque os fatores de risco passaram a surgir mais cedo. “Estamos observando pacientes cada vez mais jovens com pressão alta, e isso é consequência direta de uma rotina marcada por má alimentação, sedentarismo, estresse e sono inadequado. O organismo responde a esses fatores elevando a pressão arterial de forma progressiva”, afirma a cardiologista do IMC. Como efeito, a exposição prolongada à pressão elevada ao longo da vida aumenta significativamente o risco de eventos cardiovasculares precoces. A gravidade da situação é ampliada pelo fato de que a hipertensão é, na maioria dos casos, assintomática, o que impede o diagnóstico precoce e favorece a progressão silenciosa da doença. Como consequência direta, milhões de brasileiros convivem com níveis elevados de pressão sem saber, permitindo que o problema avance até provocar danos estruturais aos vasos sanguíneos, endurecimento das artérias e sobrecarga do coração. “A hipertensão é chamada de doença silenciosa justamente porque pode evoluir por anos sem sinais claros. Quando os sintomas aparecem, muitas vezes o paciente já apresenta alguma complicação”, alerta Adriana Bellini Miola. Esse processo leva a uma cadeia de efeitos clínicos: a pressão elevada danifica os vasos, o que compromete a circulação e aumenta o risco de obstruções, resultando em infarto e AVC; ao mesmo tempo, sobrecarrega o coração e pode levar à insuficiência cardíaca; além disso, prejudica os rins, favorecendo a insuficiência renal. Como resultado, a hipertensão se consolida como um dos principais fatores de mortalidade no país. Apesar desse cenário, o controle da doença é possível e gera impacto direto na redução dessas complicações. A adoção de hábitos saudáveis atua na causa do problema, reduzindo a pressão arterial, enquanto o tratamento medicamentoso controla seus efeitos no organismo. “O tratamento é eficaz quando o paciente entende que a hipertensão exige cuidado permanente. Controlar a pressão significa evitar complicações graves e garantir qualidade de vida”, reforça a cardiologista. Diante desse contexto, o aumento consistente dos casos nas últimas décadas, somado ao início mais precoce dos fatores de risco, evidencia uma relação clara de causa e efeito entre estilo de vida e hipertensão. Isso torna o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão um momento estratégico para alertar que, embora silenciosa, a doença tem origem conhecida, evolução previsível e, principalmente, pode ser evitada e controlada com diagnóstico precoce e mudança de hábitos. Padrão 12x8 agora é pré-hipertensão, não mais pressão normal O Dia Nacional é importante também para que as pessoas se lembrem de uma mudança que impacta no cuidado com a saúde, ocorrida no ano passado. A pressão arterial considerada de risco mudou de patamar. Nova diretriz endossada por três sociedades médicas e divulgada em setembro passou a enquadrar como pré-hipertensão indicadores entre 12 por 8 e 13,9 por 8,9 (120-139 mmHg sistólica e/ou 80-89 mmHg diastólica). A diretriz foi elaborada pelas Sociedades Brasileiras de Cardiologia, Nefrologia e de Hipertensão. Segundo o cardiologista e diretor do IMC, Dr. Luciano Miola, a pressão 12 por 8 ainda é considerada normal para as pessoas que não têm comorbidades, como fumo, diabetes e obesidade. "Já para as pessoas com estas comorbidades, 12 por 8 já é considerada pré-hipertensão. O objetivo da reclassificação pelas sociedades médicas é reforçar a prevenção. Nesta fase, sem que a hipertensão esteja totalmente instalada, os médicos devem recomendar mudanças no estilo de vida e, dependendo do risco do paciente, podem até receitar o uso de medicamentos", afirma o cardiologista.

13 de abril

Dia Mundial da Doença de Chagas: Especialista do IMC alerta para riscos da doença e destaca avanço no tratamento de arritmias graves

Celebrado em 14 de abril, o Dia Mundial da Doença de Chagas é um importante momento de conscientização sobre uma enfermidade que, embora tenha reduzido significativamente sua incidência ao longo dos anos, ainda representa um desafio relevante de saúde pública no Brasil. Historicamente endêmica na região noroeste paulista, a doença segue presente e pode trazer complicações graves, especialmente quando não diagnosticada precocemente. “Apesar do número de chagásicos ter diminuído muito, hoje ainda tratamos frequentemente pacientes com cardiopatia chagásica e arritmias malignas”, alerta o cardiologista Adalberto Menezes Lorga Filho, especialista em arritmias do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC). Uma doença silenciosa e ainda subdiagnosticada Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 2 milhões de brasileiros convivem com a doença de Chagas — muitos sem saber. Estima-se que até 70% dos infectados não tenham diagnóstico, o que reforça o caráter silencioso da doença e sua evolução lenta. Outro ponto de atenção é a mudança nas formas de transmissão. Embora o inseto barbeiro seja o vetor mais conhecido, casos recentes indicam contaminação por ingestão de alimentos contaminados. Neste ano, por exemplo, um surto registrado no Pará resultou em mortes. Além disso, o diagnóstico tardio continua sendo um dos principais desafios. “Apesar dos avanços da medicina, a doença de Chagas ainda é negligenciada. A maioria dos pacientes descobre a infecção apenas quando já apresenta comprometimento cardíaco ou digestivo importante”, explica o especialista do IMC. Complicações cardíacas e risco de arritmias graves Entre as principais consequências da doença está o desenvolvimento de arritmias cardíacas, que podem evoluir para quadros graves e até levar à morte. Nesse cenário, o Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), em São José do Rio Preto, se destaca como um dos poucos centros no Brasil com expertise no tratamento dessas complicações, incluindo casos complexos de arritmias associadas à doença de Chagas. A instituição possui uma longa trajetória no cuidado de pacientes chagásicos e foi pioneira em diversas abordagens, incluindo a implantação de marcapasso em pacientes com a doença ainda nas décadas passadas. Tecnologia avançada: ablação epicárdica amplia chances de tratamento Entre os avanços mais relevantes está a ablação epicárdica, um procedimento moderno e minimamente invasivo utilizado em casos mais graves de arritmias. Diferente da técnica tradicional (ablação endocárdica), que acessa o coração por dentro dos vasos sanguíneos, a ablação epicárdica atua na parte externa do coração, região onde, em muitos casos de doença de Chagas, estão as cicatrizes responsáveis pelas arritmias. “O procedimento é realizado por meio de uma pequena punção abaixo do tórax. A partir desse acesso, inserimos um cateter até o epicárdio, onde aplicamos energia em pontos críticos para eliminar os circuitos das arritmias”, detalha o Dr. Lorga Filho. Essa abordagem permite tratar áreas que antes não eram alcançadas pelos métodos convencionais, aumentando as chances de sucesso e reduzindo a recorrência dos episódios. Referência nacional no tratamento da doença Desde a década de 1960, o IMC se consolidou como uma das principais referências no Brasil no tratamento da doença de Chagas, especialmente por estar localizado em uma região que já foi altamente endêmica. Ao longo dos anos, a instituição acumulou ampla experiência clínica e segue investindo em tecnologia e inovação para oferecer tratamentos cada vez mais eficazes. A ablação epicárdica é um exemplo desse avanço na cardiologia moderna, ampliando as possibilidades terapêuticas para pacientes com arritmias complexas. “Em muitos casos, essa abordagem pode ser decisiva para reduzir o risco de complicações graves, incluindo a morte súbita, além de melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, finaliza o especialista.

07 de abril

Dia Mundial da Saúde: Austa Clínicas participa de ação para colaboradores da Cerradão

No Dia Mundial da Saúde, a Austa Clínicas reforça um compromisso que vai além das unidades de atendimento: estar presente onde a vida acontece, inclusive no campo. Nesta data, a operadora esteve na Cerradão, levando informação, orientação e cuidado diretamente às equipes que fazem o agro acontecer todos os dias. Mais do que uma ação pontual, a iniciativa representa um olhar atento à saúde de quem está na linha de frente de um dos setores mais importantes do Brasil. Promover saúde no ambiente de trabalho, especialmente no contexto agroindustrial, é essencial para garantir não apenas o bem-estar dos colaboradores, mas também a sustentabilidade das operações. Rotinas intensas, exposição a fatores de risco e a própria dinâmica do campo exigem uma atenção constante à prevenção e à qualidade de vida. "Durante a ação, reforçamos a importância de hábitos saudáveis no dia a dia, com orientações práticas, como a importância em ter uma alimentação equilibrada, manter a hidratação, ter cuidados com o corpo e com a saúde mental, além da importância de fazer um acompanhamento regular da saúde", cita Juliana Pagliato, gerente de Relações Empresariais da Austa Clínicas. A Austa Clínicas acredita que o cuidado começa pela informação e que quando ela chega de forma acessível e próxima da realidade das pessoas, seu impacto é ainda maior. E que levar saúde para dentro do agro é valorizar pessoas, fortalecer equipes e contribuir para um futuro mais saudável e produtivo.

27 de março

Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal: cirurgião do Austa Hospital alerta que a doença avança na população jovem

Esta sexta-feira, 27 de março, é o Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal, data que ganha ainda mais importância diante de uma tendência demonstrada por estudos internacionais. A doença, que acomete ao menos 45 mil brasileiros por ano, vem avançando entre adultos mais jovens, entre 20 e 49 anos. Este cenário reforça ainda mais a importância da prevenção. Mudanças no estilo de vida têm impacto direto na redução do risco, de acordo com o coloproctologista Francisco Gonçalves, do Austa Hospital, de Rio Preto. “É fundamental manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas e vegetais, reduzir o consumo de carnes processadas e ultraprocessados, praticar atividade física regularmente, evitar o tabagismo, moderar o consumo de álcool e manter o peso adequado”, orienta Dr. Francisco. “Além disso, realizar exames de rastreamento, como a colonoscopia, é essencial para identificar lesões precoces e até prevenir o desenvolvimento do câncer”, completa o médico. O câncer do colorretal é um dos mais frequentes na população brasileira, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) e, mais recentemente, vem avançando entre adultos mais jovens. Pesquisa publicada na revista científica The Lancet Oncology identificou aumento médio anual de cerca de 1,45% entre pessoas de 20 a 49 anos. No Brasil, levantamento do A.C. Camargo Cancer Center confirma essa tendência ao mostrar crescimento anual de 7,6% nos casos em adultos com menos de 50 anos. Não há conclusão quanto aos motivos desta tendência, porém, o que é fato, segundo Dr. Francisco Gonçalves, é câncer de intestino não ser mais uma doença exclusiva de pessoas idosas. “Entendemos que o aumento esta faixa etária está diretamente associado a fatores de risco ligados ao estilo de vida, como alimentação rica em ultraprocessados e carnes vermelhas, sedentarismo, obesidade, tabagismo, consumo de álcool e baixa ingestão de fibras”, diz o cirurgião do Asta hospital. Apesar do cenário preocupante, Dr. Francisco destaca a importância de as pessoas consultarem-se com o coloproctologista periodicamente, pois o câncer de colorretal é altamente prevenível e com grandes chances de cura quando identificado precocemente. “O tumor é rastreado por meio do exame de colonoscopia, indicado a partir dos 45 anos ou antes em pacientes com fatores de risco. Atenção também a sinais como presença de sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal, dor abdominal persistente, perda de peso sem causa aparente e anemia’, ressalta o cirurgião. O tratamento do câncer colorretal também evoluiu significativamente nos últimos anos, especialmente no campo cirúrgico, considerado o principal método curativo para a maioria dos casos, com avanços que permitem abordagens menos invasivas e mais seguras. No Austa Hospital, em Rio Preto, os pacientes têm acesso a técnicas, como cirurgias laparoscópicas, que proporcionam menor tempo de internação e recuperação mais rápida, impactando diretamente na qualidade de vida no pós-operatório. “A cirurgia segue como etapa fundamental no tratamento do câncer colorretal e hoje contamos com recursos que permitem procedimentos minimamente invasivos com maior segurança e melhor recuperação para o paciente, o que faz toda a diferença nos resultados”, destaca Dr. Francisco.

23 de março

Dia Mundial da Tuberculose: infectologista do Austa Clínicas alerta que trabalhadores do setor sucroenergético devem ter cuidado redobrado

O Dia Mundial da Tuberculose, celebrado nesta terça-feira, 24 de março, é uma alerta para a população em geral para o risco de contágio desta doença no país, que ainda é alto. Os trabalhadores do setor sucroenergético, em particular, devem ter a atenção redobrada, pois estão expostos a vários fatores que ampliam o risco de ter a doença e transmiti-la para outras pessoas, segundo o médico infectologista Natal Santos da Silva, da Austa Clínicas. Como a tuberculose é transmitida pelo ar, a aglomeração de grande número de pessoas facilita muito a sua transmissão. “A proximidade contínua dos trabalhadores, por exemplo, no transporte em ônibus para o campo ou mesmo entre a empresa e as moradias e em alojamentos coletivos contribui para a transmissão, seja por gotículas num espirro ou tosse ou mesmo ao inalar as partículas presentes no ar”, explica o infectologista da Austa Clínicas. O tabagismo e o alto consumo de bebidas alcoólicas contribuem para a maior vulnerabilidade do sistema respiratório, estando mais suscetível à implantação da micobactéria da tuberculose. Outros fatores se somam a estes para enfraquecer o organismo do trabalhador, tornando-o mais propenso a ficar doente, como a contínua exposição ao sol, o maior esforço físico e a ingestão menor de alimentos calóricos, que tendem também a diminuir a imunidade. “Estando mais baixa, aumenta a possibilidade de reativação da tuberculose latente ou o organismo não conseguir bloquear a exposição à micobactéria da tuberculose”, pontua Dr. Natal. É fundamental, portanto, que, ao menor sintoma, o profissional tenha acesso rápido e fácil ao serviço de saúde para que o diagnóstico seja feito logo e o tratamento, iniciado, evitando inclusive o contato do paciente com seus colegas de trabalho, ressalta o infectologista da Austa Clínicas. O que é a tuberculose? A tuberculose é uma doença infecciosa causada pela micobactéria Mycobacterium tuberculosis (Bacilo de Koch), que afeta principalmente os pulmões e é transmitida pelo ar, por meio da tosse, fala ou espirro de pessoas infectadas. Segundo Dr. Natal, em sua forma pulmonar, a doença apresenta como sintomas principais tosse persistente por três semanas ou mais, febre, especialmente ao entardecer, suor noturno, emagrecimento, cansaço excessivo e, em alguns casos, escarro com sangue. Como para todas as doenças, a prevenção é o mais importante, enfatiza o infectologista. Ele cita como as principais formas de prevenção o diagnóstico e tratamento precoces, a investigação de contatos próximos e, para as pessoas que convivem com doente ou suspeito de ter tuberculose, manterem ambientes ventilados e usar máscara. Contra as formas graves da tuberculose, a ação preventiva eficaz é a vacinação com BCG, principalmente, na infância. Em caso de suspeita, o infectologista da Austa Clínicas destaca ser o diagnóstico precoce fundamental para interromper a cadeia de transmissão e aumentar as chances de cura. Para auxiliar no diagnóstico, o médico conta com a baciloscopia (exame de escarro), testes rápidos moleculares e radiografia de tórax. O tratamento dura, em média, seis meses, com uso de antibióticos. Quando seguido corretamente, a cura pode ser alcançada na maioria dos casos. “Felizmente, existem avanços nas estratégias para melhorar a adesão ao tratamento como medicamentos para casos resistentes e, para a tuberculose latente, adota-se a terapia preventiva encurtada (3HP), com duração de apenas três meses. E há estudos para tratamentos ainda mais curtos, de até 28 dias”, informa o infectologista da Austa Clínicas. No cenário geral, a doença segue como um importante problema de saúde pública. A tuberculose ainda é a principal causa de morte por um único agente infeccioso no mundo, com mais de 10 milhões de casos anuais. No Brasil, foram registrados 85.936 novos casos em 2024, além de mais de 6 mil mortes em 2023, segundo o Ministério da Saúde. Nos últimos cinco anos, houve crescimento na detecção de casos, especialmente após a pandemia da covid-19, seguido de uma tendência de estabilização recente, o que indica melhora na identificação, mas também manutenção da transmissão. “Apesar de ser uma doença antiga, a tuberculose merece sempre muita atenção da população e das autoridades e instituições de saúde”, ressalta Dr. Natal. “Um dos pontos de maior preocupação é o avanço da tuberculose resistente aos medicamentos tradicionais, além da concentração da doença em grupos mais vulneráveis. Esse cenário reforça que a tuberculose não é apenas uma questão médica, mas também social, exigindo atenção contínua e políticas públicas eficazes”, completa o infectologista da Austa Clínicas.

18 de março

Março Lilás: Câncer de Colo do Útero atinge mulheres mais jovens e reforça alerta para prevenção, diz especialista do Austa

O mês de março é marcado pela campanha Março Lilás, dedicada à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de colo do útero. A doença está entre os tipos de câncer mais frequentes entre mulheres no Brasil e, apesar de ter evolução lenta, ainda é responsável por milhares de casos todos os anos, muitas vezes diagnosticados em estágios mais avançados. O câncer de colo do útero se desenvolve nas células do colo uterino, estrutura que conecta o útero à vagina, e está diretamente relacionado à infecção pelo HPV (Papilomavírus Humano). Segundo o ginecologista do Austa, Dr. Paulo Fasaneli, o desenvolvimento da doença é gradual e pode levar anos. “Esse câncer tem uma evolução lenta. Ele começa com a infecção pelo HPV e pode passar por lesões precursoras que, ao longo de 10 a 20 anos, podem se transformar em câncer”, explica. Nas fases iniciais, o câncer de colo do útero geralmente não apresenta sintomas, o que reforça a importância dos exames de rastreamento. “O câncer de colo do útero é assintomático nas fases iniciais e por isso o rastreio é tão importante. Quando surgem os sintomas, normalmente esse tumor já está mais avançado”, afirma. Entre os sinais que podem aparecer estão sangramentos vaginais irregulares, dor pélvica, corrimento com presença de sangue e sangramento após a relação sexual. “Os principais sintomas são sangramentos irregulares, dores pélvicas, corrimentos sanguinolentos e também a sinusorragia, que é o sangramento após a relação sexual”, explica o médico. Embora a maior incidência da doença ocorra entre 35 e 55 anos, especialistas têm observado diagnósticos em mulheres mais jovens. No Brasil, o câncer de colo do útero é o tipo de câncer que mais mata mulheres até os 36 anos de idade, segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), o que reforça o alerta para a prevenção precoce. “A gente tem percebido uma redução na idade de diagnóstico. Isso pode estar relacionado ao início mais precoce da vida sexual, múltiplos parceiros, desinformação, vergonha de procurar atendimento ou até dificuldade de acesso aos serviços de saúde, além da baixa adesão à vacinação”, afirma o ginecologista Dr. Paulo Fasaneli. Diagnóstico e tratamento O diagnóstico do câncer de colo do útero geralmente ocorre após alterações detectadas nos exames de rastreamento ou pela identificação de lesões durante a avaliação ginecológica. A confirmação costuma ser feita por meio de biópsia do colo uterino. Para avaliar a extensão da doença, também podem ser solicitados exames de imagem, como ressonância magnética, tomografia ou PET-CT. O tratamento varia de acordo com o estágio em que o tumor é identificado. Nos casos iniciais, procedimentos cirúrgicos costumam apresentar bons resultados. “Nos estágios iniciais, o tratamento pode ser cirúrgico, desde a retirada de uma parte do colo do útero até cirurgias maiores, dependendo do caso. Já nos casos mais avançados, o tratamento padrão ouro é a união de quimioterapia com radioterapia. Também utilizamos uma radioterapia localizada chamada braquiterapia”, cita. Vacinação e exames ajudam a prevenir a doença Uma das principais formas de prevenção da doença é a vacinação contra o HPV, indicada no Brasil para meninas e meninos entre 9 e 14 anos. A vacina protege contra os tipos mais comuns do vírus associados ao câncer, explica Dr. Paulo. “A vacinação pode reduzir em até 70% o risco de desenvolver câncer de colo do útero, porque os vírus HPV 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos da doença”. O especialista explica que mesmo com a vacinação, o acompanhamento ginecológico continua sendo essencial, já que a vacina não protege contra todos os tipos do vírus. Por isso, os exames de rastreamento seguem sendo recomendados para identificar alterações nas células do colo do útero antes que elas evoluam para um câncer. “Hoje contamos com exames que pesquisam o DNA do HPV. A partir desse exame é possível indicar a realização de outros exames, como papanicolau, colposcopia e biópsia quando necessário, identificando as lesões precursoras antes que se transformem em câncer”, explica. Informação é essencial para reduzir a incidência Para o especialista, campanhas como o Março Lilás têm papel importante na conscientização da população e no incentivo à prevenção. “O Março Lilás é muito importante para estimular a informação sobre a prevenção do câncer, reforçar a importância da vacinação e quebrar tabus sobre a doença. Quanto mais informação as mulheres tiverem, maior a chance de reduzir a incidência dessa doença no país”, conclui.

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