Contato que transforma: o Método Canguru e o acolhimento às famílias de prematuros no Austa Hospital - Blog Austa

17/11/2025

Contato que transforma: o Método Canguru e o acolhimento às famílias de prematuros no Austa Hospital

O nascimento prematuro de um bebê é um momento desafiador para a crianças e seus pais e familiares. Oferecer, portanto, a estes frágeis bebês cuidados especializados, humanos e contínuos e acolher os familiares é o que preconiza este ano o Novembro Roxo, que tem nesta segunda-feira, 17 de novembro, o seu ápice com a comemoração do Dia Nacional e Dia Mundial da Prematuridade. No Austa Hospital, a mensagem deste ano já norteia há anos o dia a dia da UTI Neonatal e sua equipe multiprofissional especializada.

Bebês que nascem antes de completar 37 semanas de gestação requerem cuidados intensos de uma equipe altamente especializada, pois estão bastante vulneráveis e sujeitos a terem problemas de saúde para o resto da vida como, por exemplo, sequelas motoras e cognitivas.

O sucesso do desenvolvimento do prematuro na UTI neonatal é resultado de soma de vários fatores, que envolvem uma equipe multidisciplinar especializada, munida de equipamentos e tecnologias e que realize protocolos clínicos com rigor e eficácia, além oferece um ambiente acolhedor e humanizado para o bebê e seus pais e familiares.

A UTI neonatal do Austa Hospital reúne estas condições. Nela atuam profissionais essenciais, como neonatologistas, enfermeiros e técnicos de enfermagem neonatais, fisioterapeutas respiratórios, nutricionistas, fonoaudiólogos e psicólogos, entre outros.

A unidade possui equipamentos indispensáveis para a segurança e o cuidado dos prematuros, como incubadoras aquecidas, monitores multiparamétricos, respiradores e ventiladores mecânicos, bombas de infusão, oxímetros, fototerapia e sistemas de controle de temperatura e umidade.

A equipe da UTI neonatal ainda conta com o suporte das outras áreas do hospital, como diagnósticos por imagem para avaliação e acompanhamento da evolução clínica do bebê.

Para que criança evolua bem enquanto está na incubadora, os profissionais adotam alguns protocolos reconhecidos internacionalmente. “Por exemplo, manipulamos o mínimo possível a criança, sobretudo aquelas que nasceram com menos de 32 semanas de gestação”, pontua Dra. Cláudia Atanes, médica intensivista pediátrica, responsável pela UTI neonatal do Austa Hospital.

Bebês são considerados prematuros quando nascem antes de completar 37 semanas de gestação. A classificação da prematuridade pode ser ainda mais específica, como prematuro extremo (antes de 28 semanas), muito prematuro (entre 28 e 32 semanas) e prematuro tardio (entre 34 e 37 semanas).

Outro protocolo para garantir a segurança destes bebês adotado no Austa Hospital é o chamado Coala, que orienta a equipe a fornecer na medida certa oxigênio aos recém-nascidos — especialmente prematuros — a fim de evitar a retinopatia da prematuridade (ROP). “Ajustamos o oxigênio ao menor nível possível, mantendo o bebê dentro de uma faixa segura de saturação”, explica a intensivista pediátrica.

O cuidado vai muito além da tecnologia e dos protocolos clínicos. No Austa Hospital, cada gesto, cada toque e cada decisão são guiados pelo compromisso com a humanização da assistência, promovendo um ambiente acolhedor e seguro para o bebê e sua família.

Para proporcionar este ambiente, os profissionais adotam diversas ações humanizadoras preconizadas em todo o mundo, entre as quais destaca-se o Método Canguru, no qual os profissionais estimulam o contato pele a pele entre o recém-nascido e os pais. “Este momento fortalece o vínculo afetivo, regula a temperatura corporal do bebê, estabiliza os sinais vitais e contribui para o desenvolvimento emocional e físico da criança”, pontua Dra. Cláudia.

A presença dos pais 24 horas por dia é um dos pilares da humanização na UTI Neonatal por seus profissionais entenderem que família é parte essencial do tratamento e sua presença constante oferecer segurança, reduzir o estresse e promover a recuperação do bebê.

O cuidado do recém-nascido prematuro depende também de estar num local tranquilo. Para proporcioná-lo, os profissionais buscam criar um ambiente semelhante ao útero materno, fundamental para o desenvolvimento neurológico dos prematuros. “Procuramos reduzir ao máximo estímulos e intervenções desnecessárias com o bebê e controlamos com bastante rigor o ambiente, monitorando temperatura e minimizando ruídos e luminosidade”, explica a intensivista pediátrica.

Pequenos gestos, como o aconchego com o uso de ninhos, proporcionam também conforto postural e sensação de proteção aos recém-nascidos.

Manter o ambiente silencioso e tranquilo não impede, contudo, que os profissionais promovam momentos de alegria e comemoração envolvendo os pais. A equipe organiza comemorações como batismos e “mesversários”, tornando a jornada na UTI mais leve e significativa para as famílias.

“No Austa Hospital, cada bebê é único e cada família é acolhida para que este período de recuperação pós um nascimento prematuro seja vivido da melhor forma possível. Esta é a missão de nossa equipe”, afirma Dra. Cláudia.

A experiência de uma mãe na UTI Neonatal


Entre as famílias acolhidas pela unidade está a de Ana Paula Brique, de 35 anos, mãe do pequeno Anthony. O bebê nasceu em 12 de novembro de 2025, com 35 semanas e 3 dias, após a necessidade de um parto de emergência no Austa Hospital devido ao quadro de saúde do recém-nascido.

Ana Paula conta que está vivenciando o Método Canguru, projeto realizado pela equipe do Austa Hospital que estimula o contato pele a pele entre pais e bebê. Ela descreve esse momento como um alívio em meio aos dias de preocupação.

“É doloroso ficar longe porque ele ainda está na incubadora da UTI Neonatal, mas saber que a equipe do Austa cuida dele com tanto carinho e atenção me deixa tranquila. Eles acolhem a gente em cada detalhe, e isso me dá força para seguir firme. Sinto que Deus age também através desse cuidado, dando força para o meu pequeno”.

Ela explica que esse contato era algo que esperava com ansiedade. “Esse momento de ter ele no meu peito é tudo que eu queria. Eu vinha visitar ele, mas ainda não podia pegar. Agora, com o contato pele a pele, sinto que ele sabe que eu tô aqui, torcendo para que fique bem logo e possa ir embora para casa”.

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27 de fevereiro

LER/DORT no setor sucroenergético: prevenção reduz afastamentos e fortalece a saúde ocupacional

O Dia Mundial de Combate à LER/DORT, celebrado em 28 de fevereiro, reforça um alerta importante para empresas e trabalhadores. As lesões por esforços repetitivos (LER) e os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) continuam entre as principais causas de afastamento laboral no Brasil. Entre 2011 e 2021, mais de 632 mil benefícios foram concedidos no país por causas relacionadas a essas condições, segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Ministério da Previdência Social. Dores nas costas, hérnias de disco e lesões nos ombros estão entre os diagnósticos mais frequentes. No setor sucroenergético, que envolve atividades agrícolas, industriais e administrativas, a atenção à ergonomia e à organização do trabalho é estratégica para preservar a saúde dos colaboradores e reduzir impactos operacionais. Riscos presentes nas usinas e no campo De acordo com a médica do trabalho Dra. Daniela Cezarino, da Austa Clínicas, as atividades desempenhadas nas usinas frequentemente exigem aplicação de força física, movimentos repetitivos, manuseio de cargas e permanência prolongada em posturas estáticas. “As atividades dos colaboradores de usinas envolvem aplicação de força física, movimentos repetitivos, manuseio de cargas e permanência prolongada em posturas estáticas, seja em pé ou sentado, o que expõe a um risco maior de LER e DORT”, ressalta a médica. No ambiente industrial, funções ligadas à moagem, manutenção, atividades laboratoriais e operação de painéis de controle também podem implicar postura fixa, sobrecarga mecânica segmentar, movimentos contínuos e, em alguns casos, exposição à vibração e ritmo intenso de trabalho. “Trabalhadores expostos a essas condições apresentam maior risco para o desenvolvimento de distúrbios osteomusculares, como tendinopatias, lombalgias, cervicalgias e síndrome do túnel do carpo. Além dos fatores físicos, aspectos organizacionais e psicossociais também influenciam significativamente o surgimento e a cronificação dessas condições”, pontua a médica da Austa Clínicas. Mesmo nas áreas administrativas, o uso prolongado de computador, associado a mobiliário inadequado e pausas insuficientes, contribui para o aumento da carga musculoesquelética e favorece o desenvolvimento de LER/DORT. Impacto na produtividade e sustentabilidade do negócio Para as usinas e empresas do setor sucroenergético, investir de forma estruturada em ergonomia, capacitação técnica e programas de saúde ocupacional representa uma estratégia de gestão. “Além de reduzir afastamentos e custos previdenciários, essas ações contribuem para o aumento da produtividade, melhoria das condições de segurança e promoção da qualidade de vida no trabalho”, enfatiza a médica do trabalho da Austa Clínicas. Prevenção como estratégia de gestão A adoção de um programa estruturado de prevenção é fundamental tanto para os colaboradores quanto para as empresas. “A incorporação sistemática de princípios ergonômicos à organização do trabalho, incluindo adequação dos postos, pausas estruturadas, alternância de tarefas e ajuste correto de equipamentos e mobiliário, contribui para a redução da carga biomecânica e, consequentemente, do risco de desenvolvimento de distúrbios osteomusculares. Programas de alongamento podem atuar como medida complementar, desde que inseridos em um contexto mais amplo de gestão ergonômica”, afirma. A médica também orienta atenção aos primeiros sinais de alerta. “O trabalhador deve buscar avaliação médica ao identificar dor persistente, sensação de formigamento, perda de força muscular ou limitação de movimento, especialmente quando os sintomas se mantêm ou se intensificam ao longo da jornada de trabalho”.

09 de fevereiro

Dia Internacional da Epilepsia: diagnóstico precoce e tratamento garantem qualidade de vida dos pacientes

Celebrado em 9 de fevereiro, o Dia Internacional da Epilepsia destaca a importância de compreender uma doença neurológica crônica que ainda sofre com estigmas e desinformação. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de pessoas no mundo vivem com epilepsia, e quando diagnosticadas precocemente e acompanhadas por especialistas, conseguem levar uma vida ativa, com autonomia e qualidade. Dra. Naira Gomes, médica neurologista do Austa Hospital, explica que a epilepsia é caracterizada por uma predisposição do cérebro a gerar crises epilépticas espontâneas, causadas por uma atividade elétrica anormal ou excessiva dos neurônios. “A epilepsia é uma doença neurológica crônica em que o cérebro apresenta uma tendência contínua a gerar crises, mesmo sem um fator imediato desencadeante”, diz. A especialista explica que as causas da epilepsia são diversas. “Podemos ter fatores genéticos, que tornam o neurônio mais excitável, lesões estruturais no cérebro, como traumatismo craniano, AVC e tumores, ou infecções do sistema nervoso central, como meningite, encefalite e neurocisticercose”. Alterações metabólicas, imunológicas ou, em muitos casos, causas desconhecidas, também podem levar ao desenvolvimento da doença. “Em grande parte dos casos, a epilepsia é idiopática, ou seja, não conseguimos identificar uma causa definida”, complementa. Em relação aos sintomas, a neurologista afirma que vão além das convulsões. “A crise tônico-clônica, com perda de consciência e contrações musculares generalizadas, é a mais conhecida, mas não é a única. Existem também as crises de ausência, em que o paciente fica alguns segundos desligado, com olhar fixo, sem perceber o ambiente, e retorna ao normal como se nada tivesse acontecido. Outro tipo comum são as crises focais, em que o paciente pode apresentar movimentos repetitivos das mãos ou da boca, alterações de fala, confusão mental ou sintomas não convulsivos, como náusea, mal-estar e alterações sensoriais de cheiro, visão ou paladar”, cita. Embora não haja uma forma universal de prevenção, a neurologista explica que é possível reduzir fatores de risco. “Evitar traumatismos cranianos é fundamental. O uso de cinto de segurança, capacete e comportamentos seguros no trânsito são medidas simples que fazem diferença”, orienta a neurologista. "Manter a vacinação em dia, buscar atendimento rápido em casos de infecções neurológicas, cuidar da saúde cardiovascular e metabólica e seguir adequadamente o pré-natal são formas de reduzir o risco de epilepsia adquirida", completa. Tratamento Controlar a epilepsia depende de um acompanhamento médico especializado e de estratégias terapêuticas adequadas. O objetivo do tratamento é reduzir ou eliminar as crises, melhorar a qualidade de vida e permitir que os pacientes mantenham suas atividades diárias com segurança. A dra. Naira Gomes, médica neurologista do Austa Hospital, explica que a primeira linha de tratamento é medicamentosa. “Hoje temos uma ampla variedade de fármacos anticrise modernos, com menos efeitos colaterais, que permitem um bom controle das crises”, afirma. Cerca de 70% dos pacientes conseguem manter as crises sob controle ou ficar completamente livres delas. “Com isso, conseguem trabalhar, estudar e levar uma vida normal”, completa. Em alguns casos, quando as crises não respondem adequadamente aos medicamentos, pode ser indicada a cirurgia. “Ela é reservada para pacientes com foco epileptogênico bem definido, que é a região do cérebro onde as crises se iniciam, e que continuam apresentando crises mesmo após o uso de pelo menos duas medicações bem ajustadas”, esclarece a especialista. Segundo a especialista, o diagnóstico precoce e o acompanhamento especializado são essenciais não apenas para controlar as crises, mas também para prevenir complicações graves, como quedas, acidentes e a morte súbita associada à epilepsia. “O tratamento adequado também melhora a saúde mental, reduz ansiedade e depressão e diminui o estigma social, permitindo que o paciente tenha mais autonomia e qualidade de vida”, conclui a especialista.

30 de janeiro

IMC avança na transformação digital com a implantação do sistema Tasy

O Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) concluiu neste fim de semana a virada de seu sistema de gestão hospitalar, marcando um passo relevante em sua jornada de transformação digital com a implantação do sistema Tasy, da Philips, uma das plataformas mais completas e reconhecidas do mercado de saúde. Embora o IMC se beneficie de uma base tecnológica e metodológica já consolidada em outro hospital do Grupo Austa, esta implantação representa um novo projeto, cuidadosamente planejado e executado considerando as especificidades operacionais, assistenciais e regulatórias da unidade. Não se trata de uma simples replicação, mas da aplicação de um modelo maduro, já testado, agora adaptado à realidade do IMC. O Tasy integra, em um único ecossistema digital, informações clínicas, assistenciais, administrativas e financeiras, permitindo maior eficiência operacional, padronização de processos, rastreabilidade de dados e suporte à tomada de decisão em tempo real, sempre com foco na segurança do paciente e na sustentabilidade da instituição. “Trabalhar com uma base já validada nos deu velocidade e segurança, mas o sucesso da implantação está diretamente ligado ao cuidado na adaptação dos processos, à qualidade da parametrização e, principalmente, ao engajamento das pessoas. Tecnologia só funciona quando vem acompanhada de método e gente preparada”, destaca Filipe Carmo, Diretor de Tecnologia do Grupo Austa. Após a fase de parametrizações específicas do hospital, foi realizado um período intensivo de capacitação, com treinamento e certificação de usuários-chave de todos os setores. A virada de sistema ocorreu de forma simultânea para toda a instituição, em um processo coordenado e amplamente assistido por lideranças e especialistas de tecnologia e negócio do próprio Grupo. Para Camila Moura, Gerente de Negócios do Hospital IMC, a implantação vai além da modernização tecnológica. “Essa transformação impacta diretamente a forma como cuidamos dos pacientes, organizamos nossos fluxos e preparamos o hospital para os desafios futuros. É um investimento em qualidade assistencial, gestão e pessoas”. A implantação do Tasy no IMC reforça o compromisso do Grupo Austa com inovação, excelência assistencial e evolução contínua, consolidando um modelo de gestão hospitalar baseado em planejamento, decisões estratégicas bem definidas e, acima de tudo, no protagonismo das pessoas que fazem a operação acontecer.

27 de janeiro

Pneumologista do IMC desenvolve ‘Protocolo Respire Liberdade’, que oferece apoio médico estruturado para quem quer parar de fumar

Parar de fumar está entre os maiores desafios de saúde pública no Brasil. Mesmo com ampla divulgação dos malefícios do cigarro, cerca de 12% da população adulta ainda fuma, o que representa aproximadamente 20 milhões de pessoas no país. Para muitos fumantes, abandonar o hábito é difícil e as tentativas sem apoio profissional frequentemente resultam em recaídas. Para a pneumologista Dra. Bruna Cortez, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), essa dificuldade tem uma explicação clara. “O tabagismo não é apenas um hábito. Ele cria uma dependência que envolve o corpo, as emoções e os comportamentos do dia a dia. Por isso, não se trata de falta de força de vontade, mas de uma condição que precisa ser tratada de forma estruturada”, explica. Segundo a médica, a nicotina age rapidamente no cérebro e gera uma necessidade física real. Quando o consumo é interrompido, surgem sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia e compulsão. Além disso, o cigarro passa a se associar a situações cotidianas, como o café, o estresse ou momentos de socialização. “Existe ainda o ritual do fumar, que se incorpora à rotina e reforça o vício ao longo do tempo”, completa. É a partir dessa compreensão que a Dra. Bruna Cortez, pneumologista do IMC, desenvolveu o Protocolo Respire Liberdade, um método estruturado e personalizado que oferece acompanhamento médico contínuo para aumentar as chances de sucesso na cessação do tabagismo. “O protocolo funciona como uma jornada. Eu acompanho o paciente desde a avaliação inicial até a fase de manutenção, oferecendo suporte em todas as etapas”, afirma a Dra. Bruna. A primeira consulta inclui uma avaliação clínica detalhada, que considera o grau de dependência, o perfil comportamental e os principais gatilhos associados ao hábito de fumar. Com base nesse diagnóstico, é definido um plano individualizado, que pode combinar medicação específica, aconselhamento comportamental e laserterapia de baixa potência. “A medicação ajuda a reduzir os sintomas físicos da abstinência, enquanto o acompanhamento trabalha as mudanças de comportamento e a relação emocional com o cigarro”, explica. A laserterapia atua como um apoio adicional ao estimular a liberação natural de neurotransmissores ligados ao bem-estar, ajudando a reduzir ansiedade, irritabilidade e o desejo intenso pelo cigarro.“Ela contribui para tornar o processo mais confortável e aumenta a adesão ao tratamento”, destaca a médica. Outro pilar do Protocolo Respire Liberdade é o acompanhamento próximo ao longo de todo o processo, inclusive após a interrupção do cigarro.“Parar de fumar não é um evento isolado, é um processo. O suporte contínuo permite intervir precocemente, ajustar  estratégias e prevenir recaídas”, afirma a Dra. Bruna. Buscar ajuda profissional é um passo fundamental para quem deseja parar de fumar. Com o Protocolo Respire Liberdade, o tratamento deixa de ser uma tentativa solitária e passa a ser um processo estruturado, humano e baseado em evidências, com foco em resultados duradouros e mais qualidade de vida. Como participar do Protocolo Respire Liberdade O Protocolo Respire Liberdade é um projeto idealizado pela Dra. Bruna Cortez, pneumologista do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), e oferece apoio profissional e acompanhamento especializado para ajudar pacientes a vencer o tabagismo com mais segurança, confiança e chances reais de sucesso. Informações e agendamentos: (17) 99252-0707

20 de janeiro

Austa Hospital realiza sua 300ª cirurgia robótica ortopédica com o robô ROSA Knee System

O Austa Hospital, de São José do Rio Preto, realizou na última segunda-feira (19/01) a sua 300ª cirurgia robótica ortopédica. A instituição é a única do noroeste paulista a contar com o robô ROSA® Knee System, tecnologia de última geração utilizada especificamente em procedimentos de joelho. O marco reforça o posicionamento do Austa Hospital como um dos principais centros de referência em cirurgia robótica no interior do Estado de São Paulo. “Os resultados destes 300 procedimentos são altamente satisfatórios, com benefícios muito positivos na qualidade de vida dos pacientes, o que confirma as vantagens da cirurgia robótica em comparação ao método convencional”, afirma o diretor técnico do Austa Hospital, Dr. Ronaldo Gonçalves. Segundo o especialista, os bons desfechos são resultado da combinação entre a experiência do cirurgião e a precisão oferecida pela tecnologia. O robô auxilia no alinhamento e no posicionamento da prótese, considerando a anatomia individual de cada paciente. “Essa tecnologia permite maior precisão no alinhamento e no posicionamento dos componentes, reduzindo desvios fora do padrão ideal”, explica o ortopedista Dr. Aldo Costa, responsável pelo procedimento. Experiência da paciente A 300ª cirurgia robótica foi realizada na comerciante Ana Maria Baracioli Molina Santana, de 61 anos, moradora de Mirassol. Ela já havia passado por uma cirurgia robótica no joelho esquerdo há três anos e, com o avanço da artrose no joelho direito, optou novamente pelo mesmo procedimento. “A cirurgia robótica é uma maravilha. Após a primeira, não senti mais dores e recuperei minha vida”, conta Ana Maria. “Agora, com o problema no outro joelho, tenho muita esperança de que o resultado será tão bom quanto o anterior.” Benefícios do procedimento De acordo com o Dr. Aldo Costa, pacientes submetidos à cirurgia robótica apresentam melhor recuperação funcional nas primeiras semanas, menor dor no pós-operatório e retorno mais rápido às atividades cotidianas quando comparados à técnica convencional. “O paciente tem movimentos mais adequados, melhor mobilidade em menos tempo e chances extremamente reduzidas de dor”, destaca o médico. Outro diferencial da tecnologia é a visão tridimensional e ampliada que o cirurgião tem dos ossos e tecidos durante o procedimento, o que contribui para maior precisão e menor risco de complicações. “Esses fatores ajudam a reduzir o tempo de internação e as chances de intercorrências no pós-operatório”, complementa o ortopedista. Sobre o ROSA® Knee System O ROSA® Knee System conta com ferramentas de planejamento pré-operatório em três dimensões (3D), fornecendo dados em tempo real sobre tecidos moles e anatomia óssea. A plataforma auxilia o cirurgião na tomada de decisões durante o procedimento e no posicionamento preciso dos instrumentos cirúrgicos. O sistema utiliza o protocolo de imagem X-Atlas™, que gera modelos 3D a partir de raios-X, permitindo personalizar o procedimento de acordo com a anatomia do paciente e otimizar a colocação do implante.

13 de janeiro

Janeiro Branco: Psiquiatra do Austa reforça a importância da prevenção em saúde mental

O Janeiro Branco é uma campanha nacional dedicada à conscientização sobre a saúde mental e emocional, com foco na prevenção, no diagnóstico precoce e na redução do estigma em torno do cuidado psicológico e psiquiátrico. A iniciativa ganha ainda mais relevância diante dos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que apontam que 1 em cada 8 pessoas no mundo vive com algum transtorno mental. De acordo com o Dr. Kassim G. Hussein, psiquiatra do Austa e especialista em saúde mental, grande parte desses transtornos não surge de forma repentina. “Na maioria dos casos, os transtornos mentais se desenvolvem gradualmente, a partir de sinais persistentes que acabam sendo normalizados ou atribuídos apenas ao estresse cotidiano”, explica. Alterações emocionais e comportamentais costumam ser os primeiros indicadores de que a saúde mental pode estar comprometida. Segundo o Dr. Kassim, mudanças frequentes de humor, tristeza persistente, irritabilidade, ansiedade excessiva e alterações no padrão de sono indicam um desequilíbrio emocional que merece atenção. “O isolamento social, a perda de interesse por atividades antes prazerosas e as dificuldades de concentração refletem alterações nos processos cognitivos e emocionais, que não devem ser ignoradas”, afirma o médico. Ele ressalta ainda que queixas físicas sem causa clínica definida, como dores recorrentes, cansaço constante e desconfortos gastrointestinais, podem estar relacionadas a fatores emocionais. Reconhecer esses sinais no início possibilita intervenções preventivas, como acompanhamento psicológico, mudanças no estilo de vida e, quando necessário, avaliação psiquiátrica. “Esse cuidado reduz o risco de agravamento dos sintomas e evita que o transtorno comprometa a qualidade de vida do paciente”, destaca. Prevenção desde a infância e adolescência A atenção à saúde mental deve começar cedo. Dados da OMS indicam que mais da metade dos transtornos mentais tem início antes dos 14 anos, fase marcada por intensas transformações emocionais, sociais e neurológicas. Segundo o psiquiatra da Austa Clínicas, a identificação precoce nessa etapa favorece o desenvolvimento saudável. “Quando sinais são reconhecidos na infância ou adolescência, é possível intervir antes que o transtorno se consolide, prevenindo prejuízos no aprendizado, nas relações sociais e no desenvolvimento emocional”, explica. Além disso, o cuidado precoce reduz a probabilidade de comportamentos de risco e aumenta as chances de uma vida adulta mais equilibrada, com menor necessidade de tratamentos prolongados ou mais complexos. Estilo de vida moderno e o aumento da ansiedade O Brasil está entre os países com os maiores índices de ansiedade no mundo, cenário que reflete mudanças profundas no modo de viver. Para o Dr. Kassim G. Hussein, fatores como excesso de estímulos, hiperconectividade, jornadas prolongadas, insegurança social e econômica e privação de sono afetam diretamente o equilíbrio emocional. “Esses fatores mantêm o organismo em estado constante de alerta, o que favorece o desenvolvimento de quadros ansiosos”, explica. A prevenção, segundo ele, passa por estratégias que promovem regulação emocional e redução do estresse crônico. Entre as principais medidas estão o cuidado com a qualidade do sono, a prática de atividades físicas, a organização da rotina, o estabelecimento de limites no uso de tecnologia e o fortalecimento de vínculos sociais. “Essas ações ajudam a reduzir a sobrecarga emocional e a melhorar a saúde mental de forma contínua”, orienta. Acompanhamento profissional como estratégia de cuidado contínuo Mesmo diante do aumento dos transtornos mentais, a busca por ajuda especializada ainda ocorre, muitas vezes, de forma tardia. Para o Dr. Kassim, o acompanhamento com psicólogo ou psiquiatra deve ser entendido como parte do cuidado integral à saúde. “O acompanhamento profissional permite diagnóstico precoce, orientação adequada e intervenções baseadas em evidências, evitando a progressão dos sintomas”, afirma. Além disso, o cuidado especializado contribui para o desenvolvimento de habilidades emocionais, melhora a capacidade de enfrentamento e promove maior bem-estar ao longo da vida. Neste Janeiro Branco, a Austa Clínicas reforça seu compromisso com a promoção da saúde integral, incentivando a informação qualificada, a prevenção e o acesso ao acompanhamento especializado em saúde mental.

05 de janeiro

Janeiro Branco: um convite para cuidar da sua saúde mental

O Janeiro Branco é um movimento de conscientização que convida a sociedade a refletir sobre a importância da saúde mental e sobre como ela influencia nossas escolhas, relacionamentos e qualidade de vida. O equilíbrio psicológico impacta diretamente a forma como pensamos, sentimos, tomamos decisões e nos conectamos com o mundo ao nosso redor. A saúde mental em números Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas no mundo convivem com algum transtorno mental, como ansiedade e depressão. Apesar da alta incidência, muitas delas não recebem diagnóstico ou acompanhamento adequado, o que pode prolongar o sofrimento emocional e gerar impactos na saúde física, social e profissional. Como a saúde mental influencia o dia a dia As alterações na saúde mental podem se manifestar de diferentes maneiras e afetar diretamente a rotina, como por exemplo: • Mudanças na qualidade do sono, com dificuldade para dormir ou sensação de cansaço constante • Redução da concentração e da memória, comprometendo atividades pessoais e profissionais • Alterações emocionais, como irritabilidade, ansiedade ou tristeza persistente • Desafios nas relações pessoais e no ambiente de trabalho Esses sinais não devem ser ignorados. Cuidar da mente é parte essencial do cuidado integral com a saúde. Prevenção e cuidado ao longo da vida Promover saúde mental envolve atitudes cotidianas, como observar as próprias emoções, manter hábitos saudáveis, estabelecer limites, valorizar momentos de descanso e fortalecer vínculos sociais. Buscar apoio profissional, quando necessário, não é sinal de fragilidade, mas de responsabilidade consigo mesmo. Um convite ao cuidado O Austa convida você a olhar com atenção para a sua saúde mental. Reconhecer sinais, buscar informação confiável e contar com acompanhamento adequado são passos que contribuem para uma vida mais equilibrada, com bem-estar e qualidade de vida ao longo do tempo. Janeiro Branco é, acima de tudo, um convite à reflexão, ao autocuidado e à construção de uma relação mais saudável com as próprias emoções. Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS)

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