Humanização que transforma: no Austa Hospital, o cuidado vai além do tratamento - Blog Austa

29/11/2025

Humanização que transforma: no Austa Hospital, o cuidado vai além do tratamento

O Dia Nacional da Humanização, celebrado em 29 de novembro, foi instituído para promover a dignidade e o respeito nas relações humanas, especialmente no contexto da saúde. No Austa Hospital, em São José do Rio Preto, empatia, carinho e acolhimento não são valores praticados apenas nesta data, mas fazem parte da rotina diária de todas as equipes.

“As pessoas que atendemos, sejam pacientes ou acompanhantes, naturalmente estão fragilizadas, por isso, devemos cuidar delas em todos os aspectos, confortá-las para vencerem este momento delicado”, afirma o Dr. Ronaldo Gonçalves, diretor médico do Austa Hospital.

Além do cuidado técnico e do carinho presente em cada gesto da assistência, diversas especialidades desenvolvem ações voltadas à experiência do paciente, com o objetivo de tornar a internação mais tranquila, satisfatória e digna. Ao longo de todo o hospital, são exemplos concretos de como a humanização impacta positivamente o processo de recuperação.

Reabilitação que une técnica e ludicidade

A equipe de Terapia Ocupacional promove a reabilitação dos pacientes de forma lúdica, por meio de jogos, atividades criativas e estímulos sensoriais que contribuem para a retomada da autonomia, tornando o processo terapêutico mais leve e motivador.

Internado desde o dia 17 de novembro, o menino Levi Nogueira Bernardes, de 5 anos, é um dos pacientes que vivenciam esse processo de reabilitação com “gosto” de brincadeira. Ao ver a terapeuta ocupacional despejar sobre a cama canetas coloridas, álbum de colorir e brinquedos, a mãe, a vendedora Flaviana Nogueira Barbosa, confessou ter tido uma grata surpresa.

“Faz dias que estamos no hospital e estava preocupada como o Levi iria reagir. Fiquei aliviada, pois a terapeuta e as enfermeiras brincam muito com ele, muito bom para entreter e sair da rotina. Só tenho a agradecer ao hospital o carinho de todos com meu filho”, afirmou Flaviana, moradora de Iturama, cidade mineira distante 200 quilômetros de Rio Preto.


Levi Bernardes, de 5 anos, faz reabilitação com a terapeuta ocupacional Michele Colombo, que envolve também jogos e brincadeiras

O impacto terapêutico de um simples banho de sol

Minutos ao sol são valiosos e inesquecíveis para quem está há dias internado em um leito hospitalar. Sensíveis a esse detalhe, os fisioterapeutas do Austa Hospital realizam, sempre que possível, passeios assistidos nas áreas externas da instituição.

Morador de Monte Aprazível, o oficial de cartório José Ostelino, de 61 anos, internado desde o dia 19 de novembro, tem desfrutado diariamente desses momentos. “‘Passear todo dia é bom demais porque abre a mente da gente porque saímos um pouco do quarto, além de podermos bater um papo com os fisioterapeutas, ver outras pessoas e tomar um banho de sol. É muito gostoso’, disse Ostelino”.


Fisioterapeuta Maria Helena de Carvalho acompanha o paciente José Ostelino para caminhada ao sol no jardim do Austa Hospital

Alimentação também como instrumento de cuidado

A dedicação e o carinho dos profissionais do Austa Hospital também se traduzem nos pratos servidos diariamente, marca reconhecida da instituição. Além de agradar visualmente, as refeições contribuem para estimular o apetite dos pacientes, sobretudo das crianças, favorecendo a recuperação clínica.

Um exemplo é o pequeno Gabriel Henrique Ribeiro Bochio, de 3 anos. “‘As refeições coloridas fazem com que ele se sinta em casa e assim ele passa a comer tudo, o que é muito importante num momento deste’, disse a mãe, Cristiane Aparecida Ribeiro, moradora de Nova Aliança”.


O colorido do prato estimula o apetite do pequeno Gabriel Henrique, durante sua internação no Austa Hospital

Atenção também aos familiares

As ações de humanização se estendem aos familiares e amigos dos pacientes, especialmente àqueles com entes internados em Unidades de Terapia Intensiva. No Austa Hospital, a equipe de psicologia participa ativamente das visitas nessas unidades, acompanhando os familiares que precisam de apoio emocional, auxiliando no enfrentamento da angústia e contribuindo para a criação de um ambiente de confiança.

Papel crucial na manutenção desse ambiente humanizado é exercido pela equipe de enfermagem, que representa o maior contingente de profissionais da assistência hospitalar. Esses profissionais são estimulados a estabelecer relações de confiança com pacientes, familiares e acompanhantes, por meio da escuta qualificada, da comunicação clara e da presença constante.

“No Austa, o nosso compromisso parte do entendimento de que o cuidado vai muito além do tratamento clínico. Ele envolve acolhimento, respeito, escuta ativa e ações que reduzam o sofrimento físico e emocional. Por isso, criamos uma cultura de cuidado integrada, em que todas as equipes participam ativamente da experiência do paciente e da família”, afirma a enfermeira Ana Cláudia Silveira Salles Dias, gerente assistencial do Austa Hospital e do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares.

No Austa Hospital, a humanização é um compromisso institucional permanente, que se reflete diariamente na assistência, no relacionamento com pacientes e familiares e na construção de uma experiência de cuidado mais digna, segura e acolhedora.

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18 de junho

Câncer de rim pode não apresentar sintomas no início, alerta urologista do Austa Hospital

O Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Rim, celebrado em 18 de junho, chama a atenção para uma doença que costuma evoluir de forma silenciosa e, por isso, ainda é diagnosticada tardiamente em muitos casos. A data tem como objetivo alertar a população sobre os fatores de risco, os sinais de alerta e, principalmente, a importância do diagnóstico precoce da neoplasia renal, condição que pode ter altas taxas de cura quando identificada em estágios iniciais. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e de entidades como a Sociedade Brasileira de Urologia e a Sociedade Paulista de Urologia, o câncer de rim responde por cerca de 2% a 3% de todos os tumores malignos no país, com estimativa de mais de 12 mil novos casos por ano no Brasil. A doença é mais frequente em homens, especialmente a partir dos 50 anos, e está associada a fatores como tabagismo, obesidade, hipertensão arterial, histórico familiar e doença renal crônica. Segundo o urologista Fábio Simão, do Austa Hospital, o maior desafio é justamente o fato de o tumor não apresentar sintomas no início. “Na maioria das vezes, eles não se manifestam. Muitos diagnósticos acontecem de forma incidental, quando o paciente realiza exames de imagem por outros motivos”, explica. Quando presentes, os sinais podem incluir sangue na urina, dor lombar persistente, perda de peso sem causa aparente, febre recorrente e sensação de massa abdominal, manifestações que exigem investigação médica imediata. O diagnóstico é feito principalmente por exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética, que permitem identificar lesões renais suspeitas. Em situações específicas, pode ser indicada a biópsia para confirmação diagnóstica. A avaliação precoce é decisiva para a definição da melhor estratégia terapêutica e para a preservação da função renal. O tratamento do câncer de rim depende do estágio da doença, mas a cirurgia continua sendo a principal abordagem nos casos localizados. “A cirurgia é o tratamento de escolha quando o tumor está restrito ao rim. Sempre que possível, optamos pela nefrectomia parcial, que remove apenas o tumor e preserva o restante do órgão, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente”, afirma Dr. Fábio Simão. Atualmente, técnicas minimamente invasivas, como a cirurgia laparoscópica e a cirurgia robótica, permitem procedimentos mais seguros, com menor tempo de internação e recuperação mais rápida. Em casos avançados, o tratamento pode incluir terapias sistêmicas, como imunoterapia e medicamentos alvo, de acordo com protocolos definidos por sociedades médicas. Para o especialista, o Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Rim reforça uma mensagem essencial à população: atenção aos fatores de risco, acompanhamento médico regular e valorização dos exames preventivos. “Quando diagnosticado precocemente, o câncer de rim pode ter índices de cura superiores a 90%. Informação e vigilância são as principais aliadas para mudar o cenário da doença no Brasil”, conclui.

03 de junho

IMC amplia atendimento especializado com serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial

Dor na mandíbula, estalos ao abrir a boca, dores de cabeça frequentes, zumbido no ouvido e dificuldades para mastigar podem parecer problemas isolados, mas muitas vezes têm uma mesma origem. Pensando em oferecer um atendimento cada vez mais completo e especializado, o IMC passa a contar com o serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, ampliando o acesso da população a diagnósticos precisos e tratamentos avançados para condições que afetam a face, a mandíbula e a articulação temporomandibular (ATM). A especialidade atua no diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico de diversas alterações que impactam diretamente funções essenciais do dia a dia, como mastigação, fala, respiração e qualidade do sono. Entre as principais condições atendidas estão as disfunções da ATM, o bruxismo, as dores faciais e as deformidades dos maxilares. O atendimento será realizado pelo Dr. Israel Vicente, especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, que passa a integrar o corpo clínico do IMC trazendo expertise em uma área que vem ganhando cada vez mais relevância devido ao aumento de queixas relacionadas ao estresse, à ansiedade e aos distúrbios da articulação da mandíbula. Além da avaliação clínica especializada, os pacientes terão acesso a uma investigação diagnóstica detalhada e a tratamentos individualizados, definidos de acordo com as necessidades de cada caso e com o objetivo de promover mais conforto, funcionalidade e qualidade de vida. Com a chegada da especialidade, o IMC fortalece seu compromisso com uma assistência integrada, reunindo tecnologia, equipe multiprofissional e cuidado centrado no paciente para oferecer soluções que vão além do alívio dos sintomas, promovendo mais funcionalidade, conforto e qualidade de vida. Agende sua consulta Para mais informações ou agendamento de consultas, entre em contato com o IMC pelo telefone (17) 3202-4000.

27 de março

Austa Clínicas patrocina evento 14ª Cana Substantivo Feminino, que reforça o protagonismo feminino no agro

A Austa Clínicas reforçou sua presença e compromisso com o setor sucroenergético ao atuar como parceira do 14º Encontro Cana Substantivo Feminino, um dos mais relevantes eventos voltados à valorização da mulher no agro e na bioenergia. Realizado em 26 de março de 2026, no Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC), em Ribeirão Preto (SP), o encontro reuniu mais de 550 produtoras de cana-de-açúcar, profissionais de empresas e pesquisadoras, consolidando-se como um espaço estratégico de troca de experiências, conhecimento e fortalecimento da presença feminina no setor. A participação da Austa Clínicas como parceira do evento reforça sua presença no setor sucroenergético, para cujas empresas desenvolveu o plano de saúde Nossa Terra, com soluções alinhadas e customizada de acordo com o perfil de cada empresa e suas necessidades. A Austa Clínicas faz questão de estar no Cana Substantivo Feminino por entender ser um evento que fortalece e incentiva a maior participação feminina no agro, promovendo a valorização, o respeito e a ampliação de oportunidades para mulheres em um segmento historicamente masculino. O apoio ao Cana Substantivo Feminino também evidencia o entendimento de que saúde, bem-estar e qualidade de vida são fatores estratégicos para a produtividade, segurança e sustentabilidade das operações no setor sucroenergético. Ao investir em iniciativas que valorizam pessoas, a Austa Clínicas contribui diretamente para a evolução do ambiente corporativo no agro.  

12 de março

Dia Mundial do Sono: IMC de Rio Preto oferece polissonografia, exame preciso para diagnóstico identificar distúrbios do sono

No dia 14 de março, celebra-se o Dia Mundial do Sono, uma data criada para chamar a atenção para a importância de dormir bem e para os impactos que os distúrbios do sono podem causar na saúde. Embora o sono seja uma necessidade básica do organismo, milhões de pessoas convivem diariamente com noites mal dormidas, muitas vezes sem saber que isso pode estar relacionado a algum problema de saúde. No Brasil, o cenário é preocupante. Segundo estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sete em cada dez brasileiros apresentam algum tipo de dificuldade para dormir, o que representa cerca de 158 milhões de pessoas. Entre os problemas mais comuns estão insônia, ronco intenso e despertares frequentes durante a noite, situações que, além de comprometerem o descanso, podem afetar diretamente o funcionamento do organismo. Dormir mal de forma frequente pode trazer consequências que vão muito além do cansaço no dia seguinte. A privação ou a baixa qualidade do sono está associada a maior risco de problemas cardiovasculares, alterações metabólicas, dificuldade de concentração, irritabilidade, ansiedade e queda na qualidade de vida. Em muitos casos, a causa dessas noites mal dormidas está ligada a um distúrbio chamado apneia do sono. “A apneia do sono se caracteriza pela parada momentânea da respiração, devido à obstrução das vias respiratórias em função do relaxamento dos músculos da faringe. Sem respiração, o fluxo de oxigênio é interrompido, podendo ter consequências ao cérebro e ao coração”, explica a médica pneumologista Bruna Cortez, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. Durante os episódios de apneia, a respiração pode parar por alguns segundos ou até mais tempo, várias vezes ao longo da noite. Isso faz com que o cérebro precise “acordar” o corpo repetidamente para retomar a respiração, fragmentando o sono e impedindo que ele seja realmente reparador. Além da sensação constante de cansaço, a apneia do sono pode trazer riscos importantes à saúde. Entre as complicações mais preocupantes estão hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, aumento do risco de AVC (acidente vascular cerebral) e até morte súbita. Quando o ronco pode ser um sinal de alerta Um dos sintomas mais conhecidos da apneia do sono é o ronco alto e frequente. No entanto, nem sempre ele é interpretado como um sinal de problema de saúde. Muitas pessoas acabam normalizando o ronco ou associando o sintoma apenas a uma característica individual. Além do ronco, outros sinais podem indicar a presença do distúrbio, como pausas na respiração durante o sono, sensação de sufocamento à noite, sonolência excessiva durante o dia, dores de cabeça ao acordar, dificuldade de concentração e irritabilidade. A pneumologista explica que a apneia do sono pode ter diferentes causas e fatores associados, o que torna fundamental uma avaliação médica adequada. “A apneia do sono pode estar relacionada a diversos fatores, como obesidade e síndrome metabólica, os mais relevantes, mas também ansiedade, problemas clínicos, emocionais, excitação associada a determinados eventos, entre muitos outros”, pontua Dra. Bruna. Por isso, o diagnóstico correto é essencial para identificar a origem do problema e definir o tratamento mais adequado. Polissonografia: exame avalia o que acontece com o corpo durante o sono Para auxiliar no diagnóstico dos distúrbios do sono, o principal exame utilizado é a polissonografia, que permite avaliar de forma detalhada como o organismo se comporta enquanto a pessoa dorme. Durante o exame, diferentes funções do corpo são monitoradas ao longo da noite, como respiração, oxigenação do sangue e movimentos respiratórios. Essas informações ajudam o médico a identificar alterações que possam indicar problemas como a apneia do sono. “Esse exame permite identificar pausas na respiração, quedas na oxigenação do sangue e outros sinais que indicam que o sono não está sendo reparador”, explica a pneumologista do IMC. “Com essas informações conseguimos confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado para cada paciente.” A partir dos dados coletados, os especialistas conseguem avaliar a frequência das pausas respiratórias, o impacto delas na oxigenação do organismo e o quanto o sono está sendo fragmentado ao longo da noite. Exame pode ser realizado no conforto de casa No IMC, a polissonografia pode ser realizada no conforto da própria casa do paciente, o que torna o exame mais prático e confortável. Essa modalidade domiciliar permite que a pessoa durma em seu ambiente habitual, o que muitas vezes contribui para um resultado mais próximo da rotina real de sono. Para realizar o exame, são utilizados equipamentos portáteis e de fácil utilização que registram as informações durante toda a noite. Antes de dormir, o paciente coloca um cinto elástico na região do tórax ou da cintura, responsável por registrar os movimentos respiratórios. Também utiliza um oxímetro no dedo, que mede continuamente a oxigenação do sangue, além de um pequeno cateter colocado no nariz, que registra o fluxo de ar durante a respiração. “É um exame simples e seguro. Os sensores são leves e não causam dor, permitindo que a pessoa durma de forma bastante próxima da sua rotina normal”, ressalta a Dra. Bruna. Todos esses sensores ficam conectados a um pequeno aparelho responsável por registrar os dados ao longo da noite. O funcionamento é semelhante ao de um holter cardíaco, exame que monitora o coração durante várias horas ao longo das atividades do dia a dia. No dia seguinte, os dados coletados são analisados por médicos especialistas. “A análise desses dados mostra se houve pausas respiratórias, queda de oxigênio no sangue ou outros sinais característicos da apneia do sono”, explica a pneumologista do IMC. “Com isso conseguimos entender o que está acontecendo durante o sono do paciente e indicar o tratamento mais adequado.” Quando tratar o sono muda a qualidade de vida O produtor rural João Francisco Coletti, de 70 anos, é um exemplo de como o diagnóstico correto pode transformar a qualidade de vida. Durante anos, ele conviveu com noites mal dormidas, ronco intenso e episódios de apneia. Em consulta médica, descobriu que o sangue estava mais espesso, condição que poderia aumentar o risco de infarto. A recomendação foi iniciar investigação para identificar a causa do problema. Após avaliação clínica no IMC, a pneumologista indicou a realização da polissonografia. “Foi tranquilo colocar os dispositivos em casa, o que é um conforto muito grande. Hoje, durmo bem, não ronco e o sangue afinou”, relata o produtor rural.

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