Doença de Alzheimer: muito além da perda de memória - Blog Austa

21/09/2022

Doença de Alzheimer: muito além da perda de memória

Demência é o nome coletivo que categoriza diversas síndromes cerebrais degenerativas progressivas que afetam a memória, pensamento, comportamento e emoção, dentre elas, a doença de Alzheimer.

Em 21 de setembro, celebramos o Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer, uma campanha realizada para disseminar mais informações sobre a condição e reduzir o estigma relacionado ao tema.

O que é o Alzheimer?

De maneira simplificada, é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta a memória, a orientação e o raciocínio. O Alzheimer acontece quando as células cerebrais morrem, causando a deterioração cognitiva e da memória de curto prazo. Dentre os fatores de risco para o seu desenvolvimento, estão o histórico familiar e a idade avançada.

Primeiros sintomas

A doença de Alzheimer pode começar com uma mesma pergunta, repetida várias vezes. Ou pela dificuldade de se comunicar, lembrar o dia da semana ou até pelo leite fervendo e transbordando no fogão, diversas vezes.

Fique atento aos sinais que podem ajudar na identificação da doença, como:

  • Repetição de perguntas;
  • Dificuldade de acompanhar conversas;
  • Dificuldade para dirigir ou andar por lugares já conhecidos;
  • Confusão mental com relação a lugares e datas;
  • Dificuldade em resolver problemas simples;
  • Incapacidade de realizar atividades diárias;
  • Mudanças no comportamento, tendência ao isolamento ou irritabilidade.

É importante lembrar que os sintomas acima são apenas alguns dos sinais a que devemos nos atentar, porém, nem todo esquecimento é sinônimo de Alzheimer.

Diagnóstico e tratamento

Ao observar os sintomas, o ideal é procurar ajuda profissional, pois quanto mais cedo inicia-se o tratamento, melhores os resultados obtidos. Apesar de ser uma doença sem cura, existem medicamentos que podem frear sua evolução, amenizar os sintomas e preservar as funções intelectuais do indivíduo por mais tempo.

Importância do cuidado

No início, o paciente com Alzheimer pode manter certa independência, sem precisar de tantos cuidados. Porém, com a progressão da doença, muitas vezes se torna necessária a assistência em tempo integral para garantir o seu bem-estar.

Cuidadores, enfermeiros, familiares e amigos devem estar presentes, ter paciência e cuidar da alimentação, higiene, além de proporcionar um ambiente acolhedor para o paciente.

Como prevenir?

Não há uma forma específica para prevenir a Doença de Alzheimer. Porém, estar com a mente e o corpo sempre ativos, uma boa alimentação e evitar o consumo de álcool e tabaco podem contribuir com mais qualidade de vida. Manter hábitos como leitura, atividades em grupo, exercícios de lógica também são muito benéficos para a mente.

Fontes:

Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde

Ministério da Saúde

Associação Brasileira de Alzheimer

Alzheimer’s Association

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20 de janeiro

Austa Hospital realiza sua 300ª cirurgia robótica com o robô ROSA Knee System

O Austa Hospital, de São José do Rio Preto, realizou sua 300ª cirurgia robótica, na útima segunda-feira (19/01), sendo única instituição do noroeste paulista a ter esta tecnologia, o robô ROSA® Knee System, plataforma de última geração utilizada especificamente para procedimentos de joelho. A marca reforça a posição do Austa Hospital como um dos principais centros de referência em cirurgia robótica no interior do Estado de São Paulo. “Os resultados destes 300 procedimentos são altamente satisfatórios, com benefícios e impactos muito positivos na qualidade de vida dos pacientes e que confirmam as vantagens da cirurgia robótica em comparação ao procedimento cirúrgico convencional”, afirma Dr. Ronaldo Gonçalves, diretor técnico do Austa Hospital. Os excelentes desfechos nesta cirurgia resultam do conhecimento do cirurgião aliado à altíssima tecnologia oferecida pela plataforma robótica ROSA®  Knee System. “Esta tecnologia permite que nós, cirurgiões, tenhamos muito maior precisão no alinhamento e no posicionamento dos componentes da prótese, levando em consideração a anatomia específica do paciente e, desta forma, reduzindo desvios fora do padrão ideal”, destaca ortopedista Aldo Costa, que irá realizar o procedimento. A 300ª cirurgia foi realizada na comerciante Ana Maria Baracioli Molina Santana, de 61 anos, empresária de Mirassol, que já desfruta dos enormes impactos na qualidade de vida proporcionados pelo procedimento robótico, pois já teve prótese implantada em seu joelho esquerdo, há três anos, com a ajuda desta tecnologia. Neste período, a artrose atingiu o joelho direito e a comerciante não titubeou em agendar outra cirurgia robótica, no Austa Hospital. “A cirurgia robótica é uma maravilha. Após a primeira, não senti mais dores e recuperei minha vida”, lembra Ana Maria. “O problema é que a artrose atingiu o joelho direito e limitou tudo. Não posso sequer caminhar, ir ao supermercado e tenho que trabalhar em casa, não podendo ir ao comércio que tenho. Mas tenho muita esperança de que o resultado desta cirurgia será igual ao da primeira”, afirma Ana Maria, confiante. Os benefícios experimentados pela comerciante de Mirassol se estendem a todos os pacientes que fazem a cirurgia robótica. Segundo o ortopedista do Austa Hospital, os pacientes submetidos ao procedimento têm melhor recuperação funcional nas primeiras semanas, com menor dor pós-operatória e retorno mais rápido às atividades iniciais, quando comparados à técnica convencional. “O paciente operado com o auxílio do robô tem os movimentos do joelho mais adequados, melhor mobilidade, adquirida em menor tempo e são extremante reduzidas as chances de sentir dor”, completa o ortopedista. Outra grande vantagem da cirurgia robótica em relação ao método convencional, segundo Dr. Aldo, é a visão tridimensional e ampliada que o cirurgião tem dos ossos e tecidos. “Isto possibilita maior precisão de movimentos e menor risco de complicações durante o ato cirúrgico. Esses fatores contribuem positivamente no resultado, diminuindo as chances de complicações no pós-operatório e o tempo de internação hospitalar”, complementa o médico. Tamanha precisão é obtida por ser o ROSA®  Knee System composto dotado de ferramentas de planejamento pré-operatório em três dimensões (3D), que fornecem ao cirurgião dados intraoperatórios em tempo real sobre tecidos moles e anatomia óssea, sendo projetada para facilitar a precisão do corte ósseo e análise de amplitude de movimento. A plataforma fornece uma análise contínua de dados para auxiliar o cirurgião na tomada de decisões complexas e permite que use a tecnologia de computador e software para posicionar instrumentos cirúrgicos, permitindo grande precisão durante os procedimentos. O ROSA Knee apresenta o protocolo de imagem X-Atlas™, que fornece imagens pré-operatórias baseadas em raios-X para criar um modelo 3D e plano da anatomia óssea do paciente - e mapeamento intraoperatório em tempo real da anatomia e movimento de um paciente, para ajudar os cirurgiões a personalizarem procedimentos e otimizarem a colocação do implante.

13 de janeiro

Janeiro Branco: Psiquiatra do Austa reforça a importância da prevenção em saúde mental

O Janeiro Branco é uma campanha nacional dedicada à conscientização sobre a saúde mental e emocional, com foco na prevenção, no diagnóstico precoce e na redução do estigma em torno do cuidado psicológico e psiquiátrico. A iniciativa ganha ainda mais relevância diante dos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que apontam que 1 em cada 8 pessoas no mundo vive com algum transtorno mental. De acordo com o Dr. Kassim G. Hussein, psiquiatra do Austa e especialista em saúde mental, grande parte desses transtornos não surge de forma repentina. “Na maioria dos casos, os transtornos mentais se desenvolvem gradualmente, a partir de sinais persistentes que acabam sendo normalizados ou atribuídos apenas ao estresse cotidiano”, explica. Alterações emocionais e comportamentais costumam ser os primeiros indicadores de que a saúde mental pode estar comprometida. Segundo o Dr. Kassim, mudanças frequentes de humor, tristeza persistente, irritabilidade, ansiedade excessiva e alterações no padrão de sono indicam um desequilíbrio emocional que merece atenção. “O isolamento social, a perda de interesse por atividades antes prazerosas e as dificuldades de concentração refletem alterações nos processos cognitivos e emocionais, que não devem ser ignoradas”, afirma o médico. Ele ressalta ainda que queixas físicas sem causa clínica definida, como dores recorrentes, cansaço constante e desconfortos gastrointestinais, podem estar relacionadas a fatores emocionais. Reconhecer esses sinais no início possibilita intervenções preventivas, como acompanhamento psicológico, mudanças no estilo de vida e, quando necessário, avaliação psiquiátrica. “Esse cuidado reduz o risco de agravamento dos sintomas e evita que o transtorno comprometa a qualidade de vida do paciente”, destaca. Prevenção desde a infância e adolescência A atenção à saúde mental deve começar cedo. Dados da OMS indicam que mais da metade dos transtornos mentais tem início antes dos 14 anos, fase marcada por intensas transformações emocionais, sociais e neurológicas. Segundo o psiquiatra da Austa Clínicas, a identificação precoce nessa etapa favorece o desenvolvimento saudável. “Quando sinais são reconhecidos na infância ou adolescência, é possível intervir antes que o transtorno se consolide, prevenindo prejuízos no aprendizado, nas relações sociais e no desenvolvimento emocional”, explica. Além disso, o cuidado precoce reduz a probabilidade de comportamentos de risco e aumenta as chances de uma vida adulta mais equilibrada, com menor necessidade de tratamentos prolongados ou mais complexos. Estilo de vida moderno e o aumento da ansiedade O Brasil está entre os países com os maiores índices de ansiedade no mundo, cenário que reflete mudanças profundas no modo de viver. Para o Dr. Kassim G. Hussein, fatores como excesso de estímulos, hiperconectividade, jornadas prolongadas, insegurança social e econômica e privação de sono afetam diretamente o equilíbrio emocional. “Esses fatores mantêm o organismo em estado constante de alerta, o que favorece o desenvolvimento de quadros ansiosos”, explica. A prevenção, segundo ele, passa por estratégias que promovem regulação emocional e redução do estresse crônico. Entre as principais medidas estão o cuidado com a qualidade do sono, a prática de atividades físicas, a organização da rotina, o estabelecimento de limites no uso de tecnologia e o fortalecimento de vínculos sociais. “Essas ações ajudam a reduzir a sobrecarga emocional e a melhorar a saúde mental de forma contínua”, orienta. Acompanhamento profissional como estratégia de cuidado contínuo Mesmo diante do aumento dos transtornos mentais, a busca por ajuda especializada ainda ocorre, muitas vezes, de forma tardia. Para o Dr. Kassim, o acompanhamento com psicólogo ou psiquiatra deve ser entendido como parte do cuidado integral à saúde. “O acompanhamento profissional permite diagnóstico precoce, orientação adequada e intervenções baseadas em evidências, evitando a progressão dos sintomas”, afirma. Além disso, o cuidado especializado contribui para o desenvolvimento de habilidades emocionais, melhora a capacidade de enfrentamento e promove maior bem-estar ao longo da vida. Neste Janeiro Branco, a Austa Clínicas reforça seu compromisso com a promoção da saúde integral, incentivando a informação qualificada, a prevenção e o acesso ao acompanhamento especializado em saúde mental.

05 de janeiro

Janeiro Branco: um convite para cuidar da sua saúde mental

O Janeiro Branco é um movimento de conscientização que convida a sociedade a refletir sobre a importância da saúde mental e sobre como ela influencia nossas escolhas, relacionamentos e qualidade de vida. O equilíbrio psicológico impacta diretamente a forma como pensamos, sentimos, tomamos decisões e nos conectamos com o mundo ao nosso redor. A saúde mental em números Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas no mundo convivem com algum transtorno mental, como ansiedade e depressão. Apesar da alta incidência, muitas delas não recebem diagnóstico ou acompanhamento adequado, o que pode prolongar o sofrimento emocional e gerar impactos na saúde física, social e profissional. Como a saúde mental influencia o dia a dia As alterações na saúde mental podem se manifestar de diferentes maneiras e afetar diretamente a rotina, como por exemplo: • Mudanças na qualidade do sono, com dificuldade para dormir ou sensação de cansaço constante • Redução da concentração e da memória, comprometendo atividades pessoais e profissionais • Alterações emocionais, como irritabilidade, ansiedade ou tristeza persistente • Desafios nas relações pessoais e no ambiente de trabalho Esses sinais não devem ser ignorados. Cuidar da mente é parte essencial do cuidado integral com a saúde. Prevenção e cuidado ao longo da vida Promover saúde mental envolve atitudes cotidianas, como observar as próprias emoções, manter hábitos saudáveis, estabelecer limites, valorizar momentos de descanso e fortalecer vínculos sociais. Buscar apoio profissional, quando necessário, não é sinal de fragilidade, mas de responsabilidade consigo mesmo. Um convite ao cuidado O Austa convida você a olhar com atenção para a sua saúde mental. Reconhecer sinais, buscar informação confiável e contar com acompanhamento adequado são passos que contribuem para uma vida mais equilibrada, com bem-estar e qualidade de vida ao longo do tempo. Janeiro Branco é, acima de tudo, um convite à reflexão, ao autocuidado e à construção de uma relação mais saudável com as próprias emoções. Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS)

23 de dezembro

Alimentação saudável no fim de ano: nutróloga da Austa Clínicas orienta que o equilíbrio é a chave para aproveitar as festas com mais saúde

As festas de fim de ano são tradicionalmente marcadas por encontros, celebrações e mesas fartas. Ceias, confraternizações e eventos sociais costumam vir acompanhados de um aumento no consumo de alimentos ricos em gorduras, açúcares e bebidas alcoólicas. Embora esse cenário faça parte da cultura desse período, os excessos repetidos podem trazer impactos importantes para a saúde, especialmente quando não há atenção aos limites do próprio corpo. Segundo a Dra. Marcela Mascaro Fachini, Nutróloga da Austa Clínicas, o efeito vai muito além do ganho de peso. “Durante as festas, esse excesso pode causar mais do que alguns quilos a mais. O corpo pode ficar mais inflamado, o fígado trabalha em sobrecarga, o inchaço aumenta e o controle do açúcar no sangue fica prejudicado”, explica. Ela destaca ainda que muitas pessoas relatam piora do sono e aumento do cansaço nos dias seguintes às comemorações. Para quem já possui predisposição genética ou alterações metabólicas, como resistência à insulina ou dislipidemias, esses efeitos tendem a ser ainda mais evidentes. “Por isso, o cuidado vai além da estética: é uma questão de saúde e bem-estar”, reforça a médica. Emoções, rotina intensa e escolhas alimentares O fim de ano também é um período de maior carga emocional e mudanças na rotina, fatores que influenciam diretamente a relação com a alimentação. A combinação entre ansiedade, compromissos e longos períodos em jejum ao longo do dia pode favorecer exageros nas refeições noturnas. De acordo com a Dra. Marcela, algumas atitudes simples ajudam a reduzir esse risco. “Não passar o dia inteiro sem comer, manter boas fontes de proteína nas refeições e beber água ao longo do dia ajudam a evitar exageros à noite”, orienta. Dormir bem e fazer as refeições com mais atenção, sem pressa, também contribuem para um melhor controle da fome e da ansiedade. “Quando o corpo está mais equilibrado, a ansiedade diminui e fica mais fácil fazer boas escolhas, mesmo em momentos de confraternização”, acrescenta. Estratégia no prato faz diferença Manter uma alimentação saudável durante as festas não significa abrir mão dos pratos tradicionais. O segredo está na forma como eles são consumidos. A orientação, segundo a especialista, é pensar em equilíbrio e estratégia. “Não é preciso cortar tudo. O ideal é montar o prato com estratégia: começar pelas proteínas, incluir legumes ou saladas e deixar os pratos mais calóricos em porções menores”, explica a Dra. Marcela. Comer com calma, saborear os alimentos e evitar repetir várias vezes são atitudes que ajudam a reduzir o impacto dos excessos. Ela ressalta que o problema, na maioria das vezes, não está em uma refeição específica. “O problema não é comer o prato típico, e sim exagerar na quantidade e na frequência ao longo de vários dias seguidos”, alerta. Atenção ao consumo de álcool Outro ponto que merece atenção no fim de ano é o consumo de bebidas alcoólicas, que tende a aumentar nesse período. O excesso pode contribuir para desidratação, inchaço, sobrecarga hepática e sensação de mal-estar no dia seguinte. “O principal cuidado é a moderação”, afirma a nutróloga da Austa Clínicas. Entre as recomendações estão intercalar o consumo de álcool com água, evitar beber de estômago vazio e respeitar os próprios limites. “Cada pessoa reage de um jeito ao álcool, então respeitar os próprios limites é essencial”, completa. Prevenção como aliada da qualidade de vida Para a Austa Clínicas, a promoção da saúde passa pela informação e pela prevenção, especialmente em períodos mais desafiadores para a rotina alimentar. Pequenas escolhas feitas de forma consciente ajudam a reduzir riscos e permitem que as festas sejam aproveitadas com mais disposição e bem-estar. Adotar uma postura equilibrada, sem radicalismos, é um passo importante para começar o novo ano cuidando do que mais importa: a saúde.

15 de dezembro

Cardiologista do IMC recomenda fazer check-up de fim de ano

O fim de ano é o momento em que as pessoas avaliam a vida e traçam novos objetivos. Grande parte delas, no entanto, se esquece de pensar no principal: a saúde. As festas e o ritmo acelerado do dia a dia provocam estresse ainda maior e impõem riscos ainda maiores ao coração. “É normal que, envolvidas pela alegria do momento de virada do ano, as pessoas se descuidem da saúde. Por isso, realizar o check-up cardiológico e buscar manter hábitos saudáveis, enquanto se evita os que prejudicam a saúde, são atitudes fundamentais, ressalta o cardiologista Luciano Miola, diretor médico do Instituto de Moléstias Cardiovasculares – IMC, de Rio Preto. Estudos médicos justificam o cuidado nesta época do ano. Pesquisa internacional publicada na revista americana Circulation demonstrou que a mortalidade cardíaca (infartos e emergências cardíacas) nos Estados Unidos atinge o pico no Natal e Ano Novo, com um aumento de cerca de 4,65% nas mortes cardíacas no período de Natal–Ano Novo comparado ao esperado se não houvesse feriado. "No check-up, podemos diagnosticar doenças do coração mesmo antes dos sintomas aparecerem e tratá-las ainda no início, quando o controle da doença é melhor e as chances de obtermos resultados positivos são maiores", afirma o cardiologista do IMC. O cardiologista realiza uma avaliação clínica completa, que inclui o histórico, a rotina e os hábitos do paciente e vários exames preventivos como esteira, medida da pressão arterial, hemograma, colesterol total, HDL, triglicérides, LDL, proteína C reativa ultrassensível, ácido úrico, exame de função renal, ureia, creatinina, eletrocardiograma normal, eletrocardiograma de esforço, ecocardiograma e exames de imagem. "Como um dos principais centros de referência no tratamento de problemas cardiovasculares no interior paulista, o IMC de Rio Preto possui equipe multiprofissional e infraestrutura completas para realizar o check-up cardiológico e, caso se diagnostique alguma doença, tratá-la", pontua o direto médico da instituição. Cardiologista orienta sobre o que evitar nas festas de fim de ano Dr. Miola recomenda cuidar da alimentação, evitando comidas gordurosas e salgadas, além consumir álcool com moderação ou, se possível, evitá-lo. “Muita gente exagera, então deve-se controlar a ingestão de bebida alcoólica. Beber muita água é fundamental. O melhor também é comer frutas, legumes e carnes magras”, ressalta o cardiologista. Associado à dieta saudável e balanceada, a prática de atividade física regular é essencial. “Nesta época de festas em que as pessoas alteram sua rotina, dão uma pausa no trabalho e até viajam, muitas param ou diminuem muito a atividade física. Elas devem ter disciplina e manter”, afirma Dr. Miola. Outro descuido comum, segundo o cardiologista, é a pessoa esquecer ou até deixar de tomar a medicação, o que colabora para aumentar ainda mais o risco de problema cardíaco. “As pessoas não devem deixar de tomar a medicação, independentemente de que tenham ingerido um copo de cerveja ou champanhe”, salienta o médico. Check-up cardiológico é ainda mais importante acima dos 40 anos Segundo Dr. Miola, o consenso na medicina preconiza que, a partir dos 40 anos, fazer o exame uma vez por ano é imprescindível, pois é a partir desta faixa etária que aumenta a incidência das doenças cardiovasculares. O cardiologista salienta que há pessoas, no entanto, que devem iniciar o check-up ainda mais cedo, caso um dos pais ou irmãos tenha tido precocemente doença coronária. "Devemos ficar ainda mais atentos se o paciente possui pai ou irmão, enfim, parente de primeiro grau, do sexo masculino com menos de 55 anos de idade e do feminino com menos de 65 anos, que tenha tido infarto, morte súbita ou foi submetido a angioplastia com stent ou cirurgia cardíaca de revascularização do miocárdio (ponte safena ou ponte mamária", destaca o especialista do IMC. Segundo ele, estas condições são os maiores fatores de risco para a doença coronária, cuja manifestação pode ocorrer antes, justificando a necessidade de se fazer check-up ainda jovem e se preocupar com o controle dos fatores de risco mais precocemente, logo no início da fase adulta.

02 de dezembro

Austa Hospital renova a Acreditação ONA 3

Pela terceira vez consecutiva, o Austa Hospital, de São José do Rio Preto, acaba de renovar a Acreditação ONA 3 – nível máximo de qualidade e segurança conferido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). Trata-se da mais elevada certificação do setor hospitalar no Brasil, atribuída a instituições que mantêm gestão integrada, processos maduros, cultura de segurança consolidada e resultados assistenciais consistentes. “Conquistar novamente a certificação da ONA, em seu nível máximo, é motivo de orgulho e o reconhecimento merecido ao nosso time, que entrega excelência todos os dias”, afirma o CEO do Austa Hospital, Dr. Rodrigo Teixeira Aquino. “No Austa, entendemos que certificações são bússolas, não destinos, pois nos guiam, nos desafiam, mas o que nos move de verdade é a qualidade aos olhos de quem mais importa: nossos pacientes. A ONA 3 confirma que estamos no caminho certo. Parabéns a cada colaborador que transforma esse propósito em realidade”, acrescenta o executivo. A recertificação foi confirmada após análise rigorosa realizada por avaliadores da Fundação Vanzolini durante três dias. O processo analisou infraestrutura, governança, protocolos assistenciais, processos de gestão, integração entre equipes e os principais indicadores assistenciais do hospital. Para o diretor médico, Dr. Ronaldo Gonçalves, o reconhecimento reafirma a dedicação diária de todos os profissionais do hospital. “Essa recertificação é reflexo direto do comprometimento das nossas equipes. É o resultado de profissionais que atuam com rigor técnico, responsabilidade e cuidado humano todos os dias. Ver esse esforço reconhecido por uma instituição de credibilidade como a ONA nos motiva ainda mais a evoluir e a manter um padrão assistencial seguro e eficiente para cada paciente que passa pelo Austa Hospital”, destaca. O Austa Hospital mantém, desde 2013, adesão às Seis Metas Internacionais de Segurança do Paciente, estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde, sustentando uma cultura organizacional baseada em planejamento, protocolos sólidos, auditorias internas e melhoria contínua. Há 12 anos, a instituição conta com o Núcleo de Segurança do Paciente, responsável pelo monitoramento de riscos, análise de dados, qualificação de indicadores e implementação de ações que fortalecem a cultura de segurança em todas as áreas. A atuação sistemática do núcleo garante práticas assistenciais alinhadas aos melhores padrões nacionais e internacionais. Fundado há 45 anos, o Austa Hospital é uma das principais instituições de saúde do Noroeste Paulista. A instituição reúne equipes multidisciplinares altamente qualificadas e mantém investimentos contínuos em tecnologia, inovação e expansão da capacidade assistencial, garantindo atendimento de alta complexidade e medicina de excelência. A estrutura hospitalar inclui serviços avançados de diagnóstico por imagem e análises laboratoriais, além de excelência em áreas como cardiologia, hemodinâmica, endovascular, neurorradiologia, endoscopia, tomografia, ressonância magnética e radiologia. O hospital dispõe também de 35 leitos de UTI (adulto, pediátrica e neonatal), 90 leitos de internação e um centro cirúrgico preparado para procedimentos de baixa, média e alta complexidade, incluindo cirurgia robótica. Com governança sólida, cultura assistencial madura e foco permanente na segurança do paciente, o Austa Hospital reafirma sua posição como referência regional em qualidade, tecnologia e cuidado.

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