Epilepsia: muito mais do que convulsões

05/02/2021

Epilepsia: muito mais do que convulsões

Estima-se que existam atualmente no Brasil cerca de 3 milhões de pessoas com epilepsia, sendo que cerca de 600 mil só em São Paulo. Baseando-se nesta estatística, é importante refletir sobre a realidade enfrentada por quem tem epilepsia, além de suas famílias e cuidadores, a fim de desmistificar o preconceito e disseminar informações sobre uma das condições mais antigas que atingem o ser humano.

 

Conscientização da epilepsia

A sociedade precisa saber mais sobre este distúrbio, porque, além do que acarreta ao epiléptico, ele resulta em impactos sociais e psicológicos enormes e em seus familiares.

O estigma, a discriminação e os preconceitos enfrentados por pessoas com epilepsia dificultam a inserção na sociedade, principalmente no que se refere a manter-se em um emprego e em um relacionamento interpessoal, o que leva a dificuldades econômicas para a obtenção dos medicamentos antiepilépticos.

Importante saber que, com o tratamento médico adequado, a maioria dos pacientes (75%) evolui favoravelmente, com controle das crises epilépticas e melhora da qualidade de vida. Portanto, vamos conhecer mais sobre este distúrbio neurológico.

 

O que é a epilepsia?

A epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos ao local ou espalhar-se. Se ficarem restritos, a crise será chamada de parcial; se envolver os dois hemisférios cerebrais, será chamada de generalizada.

Por isso, algumas pessoas podem ter sintomas mais ou menos evidentes de epilepsia, não significando que o problema tenha menos importância se a crise for menos aparente.

 

Quais os sintomas da epilepsia?

Em crises de ausência, a pessoa fica “desligada” por instantes, podendo retomar o que estava fazendo em seguida. Em crises parciais simples, ela experimenta sensações estranhas, como distorções de percepção ou movimentos descontrolados de uma parte do corpo.

O epiléptico pode sentir medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente. Se, além disso, perder a consciência, a crise será chamada de parcial complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode se sentir confusa e ter déficits de memória.

Em crises tônico-clônicas, o paciente primeiro perde a consciência e cai, ficando com o corpo rígido; depois, as extremidades do corpo tremem e se contraem. Quando as crises duram mais de 30 minutos sem que a pessoa recupere a consciência, são perigosas, podendo prejudicar as funções cerebrais.

 

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Quais as causas da epilepsia?

Muitas vezes a causa é desconhecida, mas pode ser uma lesão no cérebro, decorrente de uma forte pancada na cabeça, infecção (meningite, por exemplo), neurocisticercose (“ovos de solitária” no cérebro), abuso de bebidas alcoólicas ou de drogas. Má formação congênita do cérebro também pode estar na origem do problema.

 

Qual o tratamento para a epilepsia?

É feito com medicamentos que evitam as descargas elétricas cerebrais anormais, origem das crises epilépticas.

Casos com crises frequentes e não controladas pelas drogas disponíveis são candidatos à remoção cirúrgica da área cerebral em que as crises são originadas. Em muitos casos, as crises epilépticas não são previsíveis e as pessoas precisam de ajuda, principalmente para não se machucarem durante as convulsões.

 

Saiba o que fazer ao presenciar uma crise de epilepsia:

  • Mantenha a calma e tranquilize as pessoas ao seu redor;
  • Evite que a pessoa caia bruscamente no chão;
  • Tente colocar a pessoa deitada de costas no chão, em lugar confortável e seguro, com a cabeça protegida com algo macio;
  • Nunca segure a pessoa nem impeça seus movimentos (deixe-a debater-se);
  • Retire objetos próximos com que ela possa se machucar;
  • Mantenha-a deitada de barriga para cima, mas com a cabeça voltada para o lado, evitando que ela se sufoque com a própria saliva;
  • Afrouxe as roupas, se necessário;
  • Se for possível, levante o queixo para facilitar a passagem de ar;
  • Não tente introduzir objetos na boca do paciente durante as convulsões;
  • Não dê tapas;
  • Não jogue água sobre ela nem ofereça nada para ela cheirar;
  • Verifique se existe pulseira, medalha ou outra identificação médica de emergência que possa sugerir a causa da convulsão;
  • Permaneça ao lado da pessoa até que ela recupere a consciência.

Se a crise convulsiva durar mais que 5 minutos sem sinais de melhora, peça ajuda médica. Quando a crise passar, deixe a pessoa descansar.

Crises que duram mais de cinco minutos ou crises recorrentes indicam uma emergência neurológica conhecida como “estado do mal epiléptico”. Neste caso, o paciente precisa de atendimento médico imediato para prevenir lesões neuronais. O ideal é ligar para o atendimento de urgência.

 

Fontes:

Associação Brasileira de Epilepsia

Biblioteca virtual do Ministério da Saúde.

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07 de abril

Dia Mundial da Saúde: Austa Clínicas participa de ação para colaboradores da Cerradão

No Dia Mundial da Saúde, a Austa Clínicas reforça um compromisso que vai além das unidades de atendimento: estar presente onde a vida acontece, inclusive no campo. Nesta data, a operadora esteve na Cerradão, levando informação, orientação e cuidado diretamente às equipes que fazem o agro acontecer todos os dias. Mais do que uma ação pontual, a iniciativa representa um olhar atento à saúde de quem está na linha de frente de um dos setores mais importantes do Brasil. Promover saúde no ambiente de trabalho, especialmente no contexto agroindustrial, é essencial para garantir não apenas o bem-estar dos colaboradores, mas também a sustentabilidade das operações. Rotinas intensas, exposição a fatores de risco e a própria dinâmica do campo exigem uma atenção constante à prevenção e à qualidade de vida. "Durante a ação, reforçamos a importância de hábitos saudáveis no dia a dia, com orientações práticas, como a importância em ter uma alimentação equilibrada, manter a hidratação, ter cuidados com o corpo e com a saúde mental, além da importância de fazer um acompanhamento regular da saúde", cita Juliana Pagliato, gerente de Relações Empresariais da Austa Clínicas. A Austa Clínicas acredita que o cuidado começa pela informação e que quando ela chega de forma acessível e próxima da realidade das pessoas, seu impacto é ainda maior. E que levar saúde para dentro do agro é valorizar pessoas, fortalecer equipes e contribuir para um futuro mais saudável e produtivo.

01 de abril

Abril pela Segurança do Paciente: Austa realiza ação com os colaboradores sobre o cuidado seguro

No Brasil, o mês de abril é amplamente utilizado por instituições de saúde, como o Ministério da Saúde, para fortalecer a conscientização sobre a segurança do paciente. Mais do que uma mobilização pontual, o período reforça um princípio essencial: a segurança deve estar presente em todas as etapas do cuidado. Alinhada a esse compromisso, a Austa realizou, nos dias 30 e 31 de março, no Austa Hospital, e 01 e 02 de abril, no IMC, uma ação especial voltada ao fortalecimento das práticas assistenciais e ao engajamento dos colaboradores em torno da cultura de segurança. Dinâmica interativa para fortalecimento da cultura de segurança Como parte da programação, foi promovido um circuito de atividades em formato de gincana, envolvendo colaboradores de diferentes áreas. A proposta utilizou situações simuladas do cotidiano para reforçar, de forma prática e participativa, a importância da atenção aos processos e da atuação segura. Ao longo do percurso, os participantes passaram por estações que reproduziam desafios reais da rotina institucional. Entre as atividades, estavam a identificação correta de pacientes a partir de dados semelhantes em pulseiras, dinâmicas que evidenciaram falhas de comunicação no repasse de informações, e simulações relacionadas ao preparo e à conferência segura de medicamentos. Também foram trabalhados aspectos fundamentais do cuidado, como a organização de checklists de cirurgia segura com análise de possíveis inconsistências, a correta higienização das mãos a partir de situações do dia a dia e a identificação de riscos em cenários simulados relacionados à prevenção de quedas e lesões por pressão. A dinâmica foi adaptada para diferentes públicos, garantindo a aplicabilidade tanto para equipes assistenciais quanto para áreas administrativas e de apoio, reforçando que a segurança do paciente é uma -responsabilidade compartilhada. As Metas Internacionais de Segurança do Paciente na prática O circuito foi baseado nas 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente, que orientam práticas essenciais para a redução de riscos e a prevenção de eventos adversos: -Identificar corretamente o paciente -Melhorar a comunicação entre os profissionais de saúde -Garantir a segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos -Assegurar cirurgias seguras -Higienizar as mãos para prevenir infecções -Reduzir o risco de quedas e lesões por pressão Ao trazer essas metas para o contexto prático, a ação contribui para fortalecer a cultura de segurança e ampliar a percepção dos profissionais sobre o impacto de suas condutas no cuidado ao paciente. O Austa acredita que a qualidade assistencial está diretamente relacionada à segurança e que investir na capacitação das equipes é fundamental para garantir um cuidado cada vez mais confiável, humanizado e centrado no paciente.    

16 de março

Mês da Mulher no Austa: encontro celebra histórias de força e inspiração entre colaboradoras

Ação reuniu colaboradoras para compartilhar histórias de vida, promover acolhimento e celebrar a força feminina no ambiente de trabalho Em celebração ao Mês da Mulher, o Austa promoveu um encontro especial com colaboradoras da instituição para valorizar histórias de vida, incentivar a troca de experiências e reconhecer a força feminina presente no dia a dia da organização. A iniciativa reuniu mulheres de diferentes áreas em um momento dedicado à escuta e ao compartilhamento de trajetórias marcadas por desafios, superações e conquistas. Durante o encontro, algumas colaboradoras compartilharam relatos pessoais e profissionais, inspirando colegas e reforçando a importância de reconhecer as diferentes vivências que compõem o ambiente de trabalho. Mais do que compartilhar histórias, o encontro foi um convite à reflexão sobre a jornada de ser mulher. Entre responsabilidades profissionais, desafios pessoais e a busca constante por equilíbrio, as mulheres constroem diariamente trajetórias marcadas por dedicação, resiliência e coragem. A ação teve como propósito criar um espaço de valorização e reconhecimento, destacando a importância de olhar para as histórias que muitas vezes acontecem de forma silenciosa, mas que refletem a força, a determinação e a capacidade de transformação presentes na trajetória de tantas mulheres. Semana de ações voltadas ao bem-estar Como parte da programação do Mês da Mulher, o Austa também promoveu ao longo da semana da mulher uma ação especial voltada ao cuidado e à autoestima das colaboradoras. Em parceria com a Mary Kay, foram realizados momentos de cuidados com a pele e maquiagem para colaboradoras de todos os turnos, no Austa e no Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC). A iniciativa visou proporcionar momentos de cuidado e bem-estar durante a rotina de trabalho, reforçando o compromisso da instituição com a valorização das mulheres e o reconhecimento de sua contribuição para o dia a dia da organização.

27 de janeiro

Austa Clínicas fortalece atuação junto a grandes usinas ao cuidar de mais de 700 colaboradores durante a SIPAT do Grupo Cerradão

A atuação próxima e personalizada na gestão da saúde corporativa tem sido um dos pilares do novo modelo assistencial da Austa Clínicas junto a grandes empresas do agronegócio e do setor sucroenergético. Um exemplo recente dessa estratégia foi a participação da operadora na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) do Grupo Cerradão, maior produtor de açúcar, etanol e energia de Minas Gerais. Durante o evento, mais de 700 colaboradores passaram por atendimentos e avaliações realizadas por profissionais da Austa Clínicas, que ofereceram aferição de sinais vitais, testes de glicemia capilar, ausculta cardíaca e pulmonar, além de orientações médicas e esclarecimentos sobre saúde e prevenção. A ação integrou um conjunto de iniciativas contínuas desenvolvidas pela operadora junto à Cerradão, que hoje atende cerca de 1.650 colaboradores e dependentes, totalizando aproximadamente 3.000 beneficiários. A presença frequente dos profissionais da Austa Clínicas no ambiente corporativo vai além de eventos pontuais. O modelo adotado pela operadora prioriza o acompanhamento contínuo, a proximidade com os colaboradores e a agilidade na resolução de demandas assistenciais, especialmente em situações que exigem resposta rápida. Foi o que vivenciou o operador de caldeira Nicolas Luiz da Silva, colaborador da área industrial da Cerradão. Ao perceber que sua filha de 11 anos apresentava dificuldades de visão, ele buscou atendimento pela operadora. A consulta foi rapidamente agendada, resultando no diagnóstico de uma infecção ocular e início imediato do tratamento. “Fiquei muito apreensivo com a situação, mas a equipe foi extremamente rápida e atenciosa. Saber que temos esse suporte traz mais tranquilidade para trabalhar e viver melhor”, relata Nicolas. Atendimento personalizado Segundo Leonardo Almeida, gerente de Gente e Gestão do Grupo Cerradão, a parceria com a Austa Clínicas tem se destacado pelo atendimento personalizado e pela capacidade de resposta. “Os profissionais da Austa Clínicas dão bastante atenção para nossos colaboradores, tendo flexibilidade para resolver os casos com senso de urgência necessário, o que é muito importante”, afirma Leonardo. A atuação integrada também tem impacto direto na conscientização dos colaboradores sobre o cuidado com a própria saúde. Para João Antonio Piccini, coordenador de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) da Cerradão, a presença da operadora contribui para um dos principais objetivos das ações internas. “A participação da Austa Clínicas tem sido essencial para sensibilizar nossos colaboradores sobre a importância da prevenção e do acompanhamento regular, não só para eles, mas também para seus familiares”, destaca Piccini. Um plano pensado para a realidade do agro O modelo de atuação adotado junto ao Grupo Cerradão reflete a filosofia que norteou o desenvolvimento do novo plano corporativo da operadora, estruturado a partir de estudos aprofundados sobre as características e desafios do agronegócio. “Nossa proposta envolve personalização e previsibilidade financeira. Consideramos o perfil e a realidade de cada empresa para estruturar soluções adequadas à sua operação, o que é fundamental para a gestão do negócio”, explica Rafael Chanes, diretor executivo da Austa Clínicas. Para garantir atendimento ágil e resolutivo, a operadora disponibiliza uma rede assistencial completa nas regiões onde o grupo atua. Em Frutal, os beneficiários contam com atendimento no Hospital São José e no Espaço Saúde Austa, que reúne diversas especialidades médicas, exames cardiológicos, coleta laboratorial e pronto atendimento 24 horas. Em Barretos, o Hospital São Jorge complementa a rede. Já para casos de média e alta complexidade, os beneficiários têm acesso à rede credenciada e, em São José do Rio Preto, ao Hospital de Base e ao Hospital da Criança e Maternidade. Plano NossaTerra atende à complexidade do agro e do setor sucroenergético Desenvolvido para grandes grupos do agronegócio e do setor sucroenergético, o plano NossaTerra foi estruturado para responder às particularidades de empresas com operações industriais e rurais, equipes numerosas e desafios específicos na gestão da saúde corporativa. Entre os diferenciais do modelo estão a customização da rede assistencial, o controle de custos com previsibilidade orçamentária e a capacidade de implantação ágil de serviços em regiões onde outros modelos de assistência não atuam, reduzindo deslocamentos, afastamentos e impactos na produtividade. O plano também contempla protocolos clínicos adaptados à realidade da agroindústria, programas preventivos alinhados à sazonalidade da safra e ações direcionadas à prevenção de doenças ocupacionais, especialmente osteomusculares e auditivas. A estratégia é complementada por telemedicina, unidades móveis, postos avançados nas plantas industriais e programas estruturados de promoção da saúde. Com essa abordagem, a Austa Clínicas consolida o NossaTerra como uma solução estratégica de gestão de pessoas e sustentabilidade operacional, reforçando seu posicionamento junto a grandes empresas do agro que buscam eficiência, cuidado com seus colaboradores e visão de longo prazo.

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