Jogadores do Monte Líbano fazem check-up cardiológico no IMC de Rio Preto como preparação para o Campeonato Paulista de Basquete - Blog Austa

12/03/2026

Jogadores do Monte Líbano fazem check-up cardiológico no IMC de Rio Preto como preparação para o Campeonato Paulista de Basquete

Dois atletas do Clube Monte Líbano, de São José do Rio Preto, realizaram um check-up cardiológico no Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) como parte da preparação para o Campeonato Paulista de Basquete Sub-16.

A iniciativa reforça uma recomendação importante dos especialistas: fazer uma avaliação cardiológica antes de iniciar atividades físicas, especialmente em casos de treinos intensos ou participação em competições esportivas.

Referência em cardiologia em Rio Preto e região, o IMC realiza avaliações voltadas tanto para atletas profissionais e amadores quanto para pessoas que desejam iniciar ou retomar exercícios físicos com segurança.

Avaliação cardiológica antes do esporte

Segundo a cardiologista Dra. Adriana Bellini Miola, chefe do Setor de Ergometria, Reabilitação e Cardiologia do Exercício do IMC, a prática de atividade física traz inúmeros benefícios para a saúde, mas deve sempre estar associada ao acompanhamento médico.

“É imprescindível que a pessoa esteja em dia com a sua saúde e tenha o amparo de um médico e outros profissionais para agregar segurança a essa prática”, explica.

No IMC, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, em que exames e orientações são definidos conforme o perfil e o nível de atividade física pretendido.

“Cada indivíduo é diferente do outro, tem uma história única e objetivos particulares que o levaram a nos procurar. Por isso, os exames complementares variam de um paciente para outro, dependendo do grau de envolvimento com o exercício e dos propósitos de cada pessoa”, explica a cardiologista.

Jovens atletas reforçam importância do check-up

Para os atletas, o acompanhamento médico também faz parte da preparação para a temporada esportiva.

Caio Humberto Rocha Soares, de 16 anos, destaca que a avaliação traz mais segurança para quem pratica esporte regularmente.

“Fazer esse teste é essencial para mim, tanto como pessoa quanto como atleta, porque conseguimos verificar como está o nosso coração. Como praticamos esporte todos os dias, essa avaliação nos dá muita segurança. Assim, ficamos mais tranquilos para focar no nosso objetivo, que é jogar bem, ajudar o time e buscar vitórias e o título”, afirma.

Outro atleta que realizou o check-up foi João Gabriel de Andrade, também de 16 anos.

“Para nós, que estamos iniciando uma temporada importante, esse tipo de avaliação é fundamental porque ajuda a entender melhor como está nossa condição física. O acompanhamento médico também orienta sobre os cuidados que precisamos ter para treinar e competir com mais segurança. Isso nos dá confiança para continuar evoluindo dentro de quadra e representar bem o nosso time”, diz.

Acompanhamento médico e equipe multidisciplinar

Os jovens atletas são acompanhados pelo Dr. Adriano Fróes, médico e pós-graduado em Medicina do Esporte e do Exercício, que os encaminhou ao IMC para a realização dos exames preventivos.

No instituto, a avaliação e o acompanhamento de atletas e demais pessoas envolvem uma equipe multidisciplinar, formada por cardiologistas e, quando necessário, pneumologistas, ortopedistas e outros especialistas.

Essa abordagem permite analisar de forma ampla as condições de saúde de cada pessoa.

“Todos sabemos dos benefícios do exercício, porém ele não deve ser feito de forma aleatória ou desorganizada. Uma equipe multidisciplinar pode orientar a melhor forma de iniciar a prática e até colaborar na escolha da modalidade esportiva mais adequada, levando em consideração as características individuais, histórico de vida e hábitos de cada pessoa”, destaca o médico.

Avaliação cardiológica também é importante para quem pratica exercícios recreativos

Os especialistas reforçam que a recomendação vale para todas as pessoas, inclusive aquelas que pretendem iniciar atividades físicas de forma recreativa.

“Independentemente da idade ou do nível do exercício, é importante realizar uma avaliação cardiológica antes de iniciá-lo. Isso garante mais segurança e permite que seja praticado de forma saudável e sustentável”, conclui o médico que acompanha os atletas.

Exercícios sem avaliação podem trazer riscos

A avaliação cardiológica pré-participação esportiva é essencial porque algumas doenças cardiovasculares podem evoluir de forma silenciosa.

Entre os principais riscos da prática de exercícios físicos sem avaliação médica está a morte súbita cardíaca, que pode ocorrer durante a atividade quando existem doenças não diagnosticadas.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a morte súbita cardíaca é a morte natural e inesperada de causa cardíaca que ocorre até uma hora após o início dos sintomas, quando há testemunhas, ou até 24 horas quando não há.

Entre as condições que podem levar a esse tipo de ocorrência estão:

  • miocardiopatia hipertrófica

  • displasia arritmogênica do ventrículo direito

  • síndrome do QT longo

  • síndrome de Brugada

  • taquicardia ventricular polimórfica catecolaminérgica

  • miocardites

  • síndromes coronarianas, como o infarto agudo do miocárdio

“Algumas dessas doenças podem evoluir sem sintomas evidentes e a primeira manifestação pode ocorrer justamente durante a prática de exercícios. Por isso o check-up cardiológico é tão importante”, alerta a Dra. Adriana Miola.

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28 de outubro

Austa Clínicas participa da SIPAT da Doce Brinquedo com palestra sobre o poder das relações

Ação reforça a importância das relações interpessoais e do bem-estar no ambiente de trabalho A Austa Clínicas participou, na última quarta-feira, 27 de outubro, da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) da empresa Doce Brinquedo, a pedido da ACIRP (Associação Comercial e Empresarial de São José do Rio Preto). A programação contou com a palestra “O Poder das Relações”, que abordou a importância dos relacionamentos interpessoais para a construção de ambientes de trabalho mais saudáveis. A iniciativa destaca o papel das empresas na promoção da saúde e do bem-estar de seus colaboradores. Além dos cuidados com a saúde física, as relações estabelecidas no dia a dia profissional também influenciam a convivência, a comunicação e a qualidade de vida das equipes. Para Juliana Pagliato, gerente de Relações Empresariais da Austa Clínicas, ações como essa ampliam as possibilidades de levar informação e cuidado para além dos consultórios. “Falar sobre o poder das relações dentro das empresas é também falar sobre saúde. A qualidade das nossas interações, a forma como nos comunicamos e o respeito às diferenças contribuem para um ambiente de trabalho mais saudável e para o bem-estar das pessoas”, destaca Juliana. Saúde e prevenção no ambiente corporativo A participação em iniciativas como a SIPAT integra o compromisso da Austa Clínicas com a promoção da saúde e a prevenção também no ambiente corporativo. Ao levar conteúdos relevantes para dentro das empresas, a operadora contribui para ampliar o acesso à informação e estimular hábitos que favoreçam a qualidade de vida dos colaboradores.

27 de outubro

Austa Clínicas promove ação de Outubro Rosa na Conebel com foco na prevenção e na saúde da mulher

Iniciativa levou orientações sobre prevenção do câncer de mama e a importância do acompanhamento médico às colaboradoras da empresa Como parte das ações do Outubro Rosa, a Austa Clínicas esteve na Conebel para compartilhar informações sobre a saúde da mulher e reforçar a importância da prevenção do câncer de mama. A iniciativa levou orientações às colaboradoras da empresa, com foco na conscientização, no acompanhamento médico e na realização dos exames recomendados. Durante a ação, foram abordados temas relacionados à prevenção, à identificação de possíveis sinais de alerta e à importância de manter os cuidados com a saúde em dia. O encontro também abriu espaço para a troca de informações e o esclarecimento de dúvidas, aproximando o tema da rotina das profissionais. Saúde e prevenção no ambiente corporativo Levar informação sobre saúde para o ambiente de trabalho é uma forma de ampliar o acesso à orientação e incentivar hábitos preventivos. Nesse contexto, as empresas têm um papel importante na promoção do bem-estar de seus colaboradores, ao apoiar iniciativas que contribuem para a conscientização e o cuidado contínuo. “Levar orientação para dentro das empresas é uma maneira de aproximar a saúde da rotina das pessoas. Essas ações ajudam a ampliar a conscientização sobre a prevenção e reforçam a importância de reservar tempo para o autocuidado e o acompanhamento médico”, afirma Juliana Pagliato, da Austa Clínicas. A participação na Conebel integra a proposta da Austa Clínicas de desenvolver iniciativas de promoção da saúde junto a empresas da região, considerando as necessidades dos colaboradores e incentivando uma cultura de prevenção no ambiente corporativo.

01 de outubro

Outubro Rosa 2026 | Prevenção é prestar atenção em você

O Outubro Rosa é uma campanha mundial de conscientização sobre o câncer de mama, que amplia o debate sobre prevenção, diagnóstico precoce e cuidado com a saúde da mulher. No Brasil, o câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente entre as mulheres, desconsiderando os tumores de pele não melanoma. Para cada ano do triênio 2026–2028, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 78.610 novos casos da doença no país. Diante dessa realidade, falar sobre prevenção é também reforçar a importância de que cada mulher esteja atenta à própria saúde e tenha acesso ao acompanhamento adequado. Austa e IMC |Outubro Rosa 2026 Prevenção é prestar atenção em você. Em 2026, Austa e IMC apresentam uma campanha que convida as mulheres a direcionarem atenção para aquilo que, muitas vezes, acaba ficando em segundo plano: a própria saúde. Ao longo da vida, diferentes responsabilidades e demandas podem fazer com que consultas sejam adiadas, exames fiquem para outro momento e sinais do próprio corpo não recebam a devida atenção. O cuidado, no entanto, não deve ser lembrado apenas diante de uma preocupação. O acompanhamento da saúde feminina precisa fazer parte da rotina e acompanhar as diferentes fases da vida. Para o Austa e o IMC, a prevenção começa pelo conhecimento. Conhecer o próprio corpo, reconhecer o que é habitual e perceber quando algo muda são atitudes importantes para que a mulher esteja atenta à sua saúde e possa buscar orientação quando necessário. Esse olhar também passa por manter consultas de acompanhamento, conversar com profissionais de saúde sobre dúvidas e fatores de risco e realizar os exames recomendados de acordo com as características e necessidades de cada mulher. No câncer de mama, a prevenção e a detecção precoce são estratégias fundamentais. A identificação da doença em estágios iniciais pode ampliar as possibilidades de tratamento, reforçando a importância da informação, do acompanhamento profissional e do acesso aos cuidados de saúde. É esse olhar que a campanha de Outubro Rosa 2026 do Austa e do IMC busca estimular: uma relação mais atenta com a própria saúde, em que cada mulher reconheça a importância de se acompanhar, se conhecer e cuidar de si. Porque prestar atenção em você também é uma forma de prevenção.

29 de setembro

Setembro Vermelho: antes de começar ou retomar atividade física, avaliação cardiológica ajuda a proteger o coração, orienta médico do IMC

Cardiologista do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares alerta que check-up deve ser feito periodicamente por todos: atletas, pessoas sedentárias e praticantes de exercícios regularmente Setembro Vermelho é o mês dedicado à conscientização sobre prevenção e combate às doenças cardiovasculares, principal causa de morte no Brasil. A prática regular de atividade física é uma das principais aliadas da saúde do coração. Exercitar-se ajuda no controle da pressão arterial, colesterol, glicemia e peso corporal, melhora a circulação, contribui para o condicionamento físico e reduz fatores de risco associados às doenças cardiovasculares. Mas, antes de começar — ou mesmo retomar — uma rotina de exercícios, é importante saber como está a saúde do coração, recomenda o médico cardiologista Maurício Bicudo, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. Um número por si só mostra o quanto é importante cuidar do coração. Segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 400 mil brasileiros morrem todos os anos em decorrência de infarto, AVC e insuficiência cardíaca — o equivalente a uma morte a cada 90 segundos, ou cerca de 45 óbitos por hora. As doenças do aparelho circulatório respondem por aproximadamente 30% de todos os registros de mortes no país. Exercitar-se, portanto, é fundamental, no entanto, o cardiologista ressalta que a avaliação cardiológica deve ser feita tanto por pessoas sedentárias que decidiram iniciar uma atividade quanto por aquelas que já se exercitam e pretendem aumentar a intensidade ou mudar o tipo de treinamento. “É muito importante que a pessoa conheça as condições do seu coração antes de submetê-lo a um esforço maior. Isso vale para quem está saindo do sedentarismo, para quem está retomando os exercícios depois de algum tempo parado e para quem já pratica atividade física regularmente”, orienta Dr. Maurício. O objetivo do check-up não é impedir a prática esportiva, mas justamente garantir que ela seja realizada com segurança e de acordo com as condições individuais de cada pessoa. Algumas doenças cardiovasculares podem permanecer sem sintomas durante muito tempo e somente se manifestar diante de um esforço físico mais intenso. O check-up cardiológico começa pela consulta médica, na qual são avaliados histórico pessoal e familiar, hábitos de vida, fatores de risco, sintomas, pressão arterial e condições clínicas do paciente. A partir dessa avaliação, o cardiologista determina quais exames são necessários. No IMC, entre os recursos que podem integrar a investigação estão exames laboratoriais, eletrocardiograma, teste ergométrico ou de esforço, ecocardiograma e exames de imagem, entre outros, conforme a indicação médica. “Não existe necessariamente uma lista de exames igual para todo mundo. A avaliação precisa levar em consideração idade, histórico familiar, doenças existentes, fatores de risco, sintomas e o tipo e intensidade da atividade que a pessoa pretende realizar”, explica o cardiologista. Entre os fatores que merecem atenção estão hipertensão arterial, colesterol elevado, diabetes, tabagismo, obesidade, sedentarismo e histórico familiar de doenças cardiovasculares. O cuidado antes da atividade física não significa que as pessoas devam evitar os exercícios. Pelo contrário. A atividade física é uma importante ferramenta de prevenção cardiovascular e traz benefícios para todo o organismo. “Precisamos incentivar as pessoas a se movimentarem. A atividade física é fundamental para a saúde cardiovascular, ajuda no controle da pressão, do colesterol, da glicemia e do peso, além de melhorar o condicionamento e a qualidade de vida. O que recomendamos é que isso seja feito de maneira individualizada e segura”, destaca Dr. Maurício. O médico ressalta ainda que a prática deve ser progressiva, especialmente para quem passou muito tempo sedentário. “Começar com intensidade elevada, sem preparo físico e sem conhecer as próprias condições de saúde, não é a melhor estratégia. Além disso, fatores externos podem interferir na dinâmica do exercício e consequentemente aumentar o trabalho do coração e com isso aumentar o risco de eventos indesejáveis durante ou logo após a atividade física”, ressalta o cardiologista do IMC. Entre os fatores, destacam-se possíveis falhas nas orientações da hidratação adequada, reposição de eletrólitos, percepção de sinais e sintomas específicos do exercício, uso de roupas e acessórios adequados e condições climáticas que podem aumentar o risco mesmo em pessoas saudáveis sem qualquer problema cardiovascular. Já pratica esportes? Prevenção continua! Para quem já pratica exercícios, a recomendação também é manter acompanhamento periódico. Mudanças na idade, no peso, nos hábitos, no histórico familiar e na própria intensidade dos treinamentos podem modificar o risco cardiovascular ao longo do tempo. A campanha Setembro Vermelho reforça a importância de incorporar os cuidados com o coração à rotina e não apenas procurar atendimento quando surgem sintomas. “Não é preciso esperar aparecer algum sintoma para procurar o cardiologista. A prevenção começa justamente antes que o problema aconteça”, afirma Dr. Maurício. Além da avaliação médica periódica, hábitos como praticar atividade física regularmente, manter alimentação equilibrada, não fumar, controlar a pressão arterial, colesterol e glicemia, manter peso adequado, dormir bem e reduzir o estresse contribuem para a prevenção das doenças cardiovasculares. “Cuidar do coração é uma decisão que deve fazer parte da vida inteira. O exercício é um dos grandes aliados nessa tarefa, mas o primeiro passo é saber se você está preparado para praticá-lo e qual é a atividade mais adequada para você”, conclui o cardiologista do IMC.

07 de agosto

Quatro em cada dez brasileiros têm colesterol alterado, alerta cirurgião cardiovascular do IMC 

Este sábado, 8 de agosto,  é o Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, data que tem extrema relevância diante do quanto a população está sendo afetada pelo excesso de gordura. Mais de 18 milhões de brasileiros, ou seja, 40% dos adultos do país, têm o colesterol acima do recomendado, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Como se não bastasse a gravidade deste número, 67% sequer sabem qual é a própria taxa e correm grandes riscos porque o colesterol elevado é silencioso. A grande maioria dos pacientes não sente nada até que a doença já esteja avançada, muitas vezes revelada por um infarto, um AVC ou uma obstrução nas artérias das pernas”, alerta o cirurgião cardiovascular Rinaldo Costa Santos, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. É por isso que é fundamental o diagnóstico precoce, segundo o médico, pois, quando descoberto a tempo, o colesterol alto é uma condição plenamente controlável. O exame que detecta alterações no colesterol é simples — uma coleta de sangue — e sua frequência varia conforme o perfil de cada paciente. “Alguns pacientes precisam repetir os exames a cada três meses, outros a cada seis, e alguns apenas uma vez ao ano. O que não pode acontecer é o paciente nunca ter feito o exame, ou ter parado de repeti-lo depois dos 40, 50 anos, justamente quando o risco começa a aumentar”, ressalta o cirurgião cardiovascular do IMC. O vilão a ser diagnosticado aqui é o LDL, explica Dr. Rinaldo, principal responsável pelo acúmulo de gordura na parede das artérias, processo conhecido como aterosclerose. Esse acúmulo pode comprometer as coronárias, levando ao infarto; as carótidas, causando derrame cerebral; ou as artérias das pernas, provocando claudicação, que é a dor ao caminhar. “Em nenhum desses casos o paciente escolhe qual artéria será afetada — por isso o cuidado precisa ser sistêmico, e não pontual”, destaca o médico. Para o Dr. Rinaldo, a data é a oportunidade de reforçar uma mensagem simples diante de números que ainda preocupam. “Colesterol alto se controla, mas antes é preciso saber que se tem. Com diretrizes cada vez mais rígidas e a maioria dos brasileiros ainda sem saber sua própria taxa, informação e acompanhamento médico regular continuam sendo as ferramentas mais eficazes que temos”, afirma. O cirurgião cardiovascular se refere às novas diretrizes definidas pelas entidades internacionais de cardiologia recentemente que adotaram critérios muito mais rigorosos para o controle do colesterol ruim (LDL) e recomendando que o perfil lipídico passe a ser rastreado já a partir dos 20 anos — não mais apenas na meia-idade. Para indivíduos classificados como de baixo risco, a nova meta ideal foi fixada em menos de 115 mg/dL, valor consideravelmente menor do que os limites tolerados nos anos anteriores. Já para pacientes de risco muito alto ou extremo (com histórico de problemas cardiovasculares graves, diabetes ou múltiplos infartos), os limites são ainda menores: os alvos de LDL caíram para menos de 50 mg/dL, podendo chegar a marcas inferiores a 40 mg/dL na nova categoria de risco extremo. Em resumo, não existe um número de LDL igualmente seguro para todos. “Os níveis de referência variam de acordo com o risco de cada pessoa. Quem já teve infarto, AVC ou tem diabetes precisa manter o LDL bem mais baixo do que a população em geral. É uma mudança de mentalidade: tratar o risco da pessoa, não apenas um exame isolado”, diz o cirurgião cardiovascular. A prevenção envolve a adoção de hábitos saudáveis de vida, como alimentação equilibrada, atividade física regular e não fumar. “São atitudes indispensáveis”, enfatiza Dr. Rinaldo. “Mas muitas pessoas precisam de medicação para atingir as metas de controle por uma característica da própria doença, que tem componente genético importante em muitos casos”, ressalta. Quando a obstrução arterial já está instalada, a cirurgia vascular oferece hoje alternativas menos invasivas do que há alguns anos. “Usamos cateteres, stents e endopróteses para desobstruir as artérias sem a necessidade de grandes cortes. Isso reduz riscos, acelera a recuperação e devolve qualidade de vida ao paciente. Realizamos dezenas de intervenções cardiovasculares por mês no IMC, e boa parte delas já é feita por essa via minimamente invasiva”, detalha.

26 de junho

Diabetes pode aumentar em até quatro vezes o risco de infarto e AVC, alerta endocrinologista do IMC

Especialista do IMC alerta para a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença para prevenir complicações cardiovasculares Especialista do IMC alerta para a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença para prevenir complicações cardiovasculares Silencioso e sem cura, o diabetes mellitus muitas vezes só é descoberto após o surgimento de uma complicação. No Dia Nacional do Diabetes, celebrado em 26 de junho, a endocrinologista Dra. Mariana Azevedo Alves Mendes, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), reforça que o diagnóstico precoce é um dos principais aliados para evitar danos à saúde e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Segundo a médica, por não apresentar sintomas nas fases iniciais, muitas pessoas convivem com o diabetes por anos sem saber. "Muitos pacientes descobrem a doença apenas após uma complicação. Por isso, é tão importante rastrear quem apresenta fatores de risco e realizar o diagnóstico precoce", explica. De acordo com a endocrinologista, quando os sintomas aparecem, a doença geralmente já está instalada há algum tempo. Entre os principais sinais de alerta estão perda de peso sem causa aparente, sede excessiva, e vontade frequente de urinar principalmente a noite. A Dra. Mariana explica que o rastreamento é recomendado para pessoas com mais de 35 anos e também para pacientes com sobrepeso ou obesidade associados a fatores de risco, como sedentarismo, colesterol e triglicerídeos elevados, síndrome dos ovários policísticos e histórico de diabetes gestacional. Controle vai além da glicemia Segundo a especialista, após o diagnóstico, o acompanhamento precisa ser contínuo e envolver mais do que apenas o controle da glicemia. Ela destaca que exames como glicemia de jejum e hemoglobina glicada permitem acompanhar a evolução da doença, enquanto avaliações periódicas do colesterol, da função renal e do fundo de olho ajudam a identificar precocemente possíveis complicações. A endocrinologista ressalta que mudanças no estilo de vida também fazem parte do tratamento. "A prática regular de atividade física, a alimentação equilibrada, a redução do consumo de açúcares e carboidratos simples e o controle do peso são medidas fundamentais para manter a doença sob controle", afirma. Risco cardiovascular elevado A relação entre diabetes e doenças cardiovasculares também merece atenção. Segundo a Dra. Mariana, pessoas com diabetes apresentam um risco de duas a quatro vezes maior de desenvolver infarto e acidente vascular cerebral (AVC) em comparação com a população não diabética. Ela explica que esse risco aumenta ainda mais quando o paciente também possui hipertensão arterial, colesterol elevado, obesidade ou já apresentou algum evento cardiovascular. "O paciente diabético já possui um risco cardiovascular elevado. Por isso, é fundamental manter não apenas a glicemia controlada, mas também a pressão arterial, o colesterol e os demais fatores de risco", destaca. A endocrinologista acrescenta que pacientes com diabetes podem apresentar redução na expectativa de vida de quatro a oito anos quando a doença não é adequadamente controlada. "Nosso objetivo é manter esses pacientes dentro das metas de tratamento para reduzir complicações e proporcionar mais qualidade de vida", conclui.

02 de junho

Obesidade infantil: médica da Austa Clínicas explica os impactos das telas e dos hábitos da rotina na saúde das crianças

A obesidade infantil tem se tornado uma preocupação crescente para famílias e profissionais de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 3,1 milhões de crianças brasileiras menores de 10 anos vivem com obesidade, condição que aumenta o risco de diversas doenças e pode trazer consequências para a saúde ainda na infância e ao longo da vida adulta. Fonte: Ministério da Saúde. Embora fatores genéticos tenham influência no desenvolvimento da obesidade, especialistas alertam que os hábitos da rotina exercem um papel fundamental no aumento dos casos observados nas últimas décadas. A endocrinologista pediátrica Dra. Camila Fochi, da Austa Clínicas, explica como mudanças no estilo de vida, alimentação e comportamento têm contribuído para o crescimento do excesso de peso entre crianças e adolescentes. Segundo a médica, a obesidade é uma condição multifatorial, resultado da interação entre predisposição genética e fatores ambientais. "Existe, sim, a influência de múltiplos genes, e o histórico familiar de obesidade é importante. Mas o meio ambiente é o que dispara o quadro clínico da obesidade. No mundo atual, o principal fator é o estilo de vida que estamos levando" De acordo com a especialista, as crianças estão mais sedentárias e consumindo com maior frequência alimentos de alta densidade calórica, especialmente os industrializados e ultraprocessados. "São alimentos que concentram muitas calorias em pequenas quantidades. A criança ingere mais calorias, se movimenta menos e, com isso, ocorre um balanço calórico positivo que favorece o ganho de peso". Entre os fatores que ajudam a explicar essa mudança de comportamento está o aumento do tempo dedicado às telas. Celulares, tablets, computadores e televisões passaram a ocupar uma parcela significativa do tempo livre das crianças, reduzindo momentos antes destinados às brincadeiras e atividades físicas. Para a Dra. Camila, a principal relação entre telas e obesidade está justamente no aumento do sedentarismo. "Antigamente, a criança precisava se virar para brincar. Andava de bicicleta, inventava brincadeiras e passava mais tempo em movimento. Hoje, a tela está presente em praticamente todos os ambientes e isso contribui para que os indivíduos fiquem mais sedentários". Além da influência sobre o peso, a médica ressalta que o uso excessivo de telas também pode impactar o neurodesenvolvimento, especialmente nos primeiros anos de vida. "A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças menores de dois anos não sejam expostas a telas porque esse período é fundamental para o desenvolvimento cerebral. Além disso, quanto mais tempo a criança passa em frente às telas, menos tempo ela dedica a brincadeiras e atividades que estimulam o movimento, o que contribui para o sedentarismo". Problemas de saúde associados à obesidade infantil Segundo a endocrinologista, crianças com sobrepeso ou obesidade apresentam maior risco de desenvolver alterações metabólicas, como colesterol elevado, hipertensão e diabetes tipo 2. Além disso, a condição pode trazer repercussões ortopédicas, dificuldades respiratórias e impactos emocionais relacionados à autoestima e ao convívio social. "Muitos pacientes chegam ao consultório por conta do bullying na escola. A questão psicossocial também é muito importante e pode afetar significativamente a qualidade de vida dessas crianças." A preocupação não se limita à infância. Crianças com obesidade têm maior probabilidade de permanecer obesas na vida adulta. "Quanto mais tempo o organismo permanece exposto ao excesso de peso e às alterações metabólicas associadas, maior tende a ser o risco de desenvolver doenças cardiovasculares no futuro. Por isso, a prevenção e o acompanhamento desde a infância são tão importantes." Prevenção Diante desse cenário, a prevenção deve envolver toda a família. Para a Dra. Camila, pequenas mudanças de hábitos podem fazer diferença quando adotadas de forma consistente e coletiva. "Não adianta apenas uma criança mudar os hábitos. Todos devem participar do processo. Alimentação saudável e atividade física são importantes para todos, independentemente do peso". A especialista recomenda reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas, estimular refeições mais equilibradas e incentivar a prática regular de atividades físicas. Outro passo importante é estabelecer limites para o uso das telas e criar oportunidades para que as crianças se movimentem mais no dia a dia. "A melhor atividade física é aquela que a criança gosta e consegue manter. Não existe uma modalidade perfeita. O importante é que ela se movimente".

07 de maio

Casos de endometriose aumentam 76% no Brasil em apenas três anos; número de cirurgias aumentou 518% no Austa Hospital e IMC em quatro anos

Esta quinta-feira, 7 de maio, é o Dia Internacional da Luta Contra a Endometriose, cujo objetivo é reforçar a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. “Infelizmente, os números mostram que a sociedade e, em particular, a mulher não estão atentos para a prevenção da endometriose”, ressalta o ginecologista e obstetra Paulo Fasanelli, do Austa Hospital e IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. O alerta do médico sustenta-se pelo avanço da doença no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, os atendimentos relacionados à endometriose no SUS aumentaram 76% em apenas três anos, saltando de 82.693 registros, em 2022, para 145.744, em 2024. O avanço revela não apenas maior conscientização, mas também a dimensão de uma condição que ainda é subdiagnosticada e que pode afetar até 8 milhões de brasileiras. Esta realidade tem reflexos nos centros cirúrgicos do Austa Hospital e do IMC. Somadas as cirurgias de endometriose realizadas nas duas instituições, o número aumentou 518% em apenas quatro anos, passando de 16, em 2022, ano de pandemia, para 99, em 2025. Nestes últimos cinco anos, incluindo 2026, foram 259 procedimentos no Austa e IMC. A endometriose é uma doença inflamatória crônica caracterizada pelo crescimento de um tecido semelhante ao endométrio fora do útero, atingindo órgãos como ovários, intestino e bexiga. Esse processo provoca inflamação e pode causar sintomas como cólicas menstruais intensas, dor pélvica persistente, dor durante a relação sexual, alterações intestinais e dificuldade para engravidar. Estima-se que até 50% das mulheres com a doença possam enfrentar infertilidade, o que amplia ainda mais o impacto físico e emocional da condição. Apesar da alta prevalência, o diagnóstico ainda é um desafio. Muitas mulheres levam anos para identificar a doença, frequentemente por normalizarem a dor ou por falta de acesso a avaliação especializada. Segundo dr. Fasanelli, este atraso pode agravar significativamente o quadro clínico. “É comum atendermos pacientes que convivem com sintomas há muito tempo. A dor intensa não é normal e precisa ser investigada. Quanto mais cedo conseguimos diagnosticar, maiores são as chances de controlar a doença e preservar a qualidade de vida e a fertilidade”, afirma o ginecologista do Austa Hospital e IMC. O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica detalhada e exames de imagem realizados no Austa Hospital, como ultrassonografia especializada e ressonância magnética. Com o aumento dos casos e a maior complexidade dos diagnósticos, o tratamento cirúrgico tem ganhado protagonismo, especialmente nos quadros mais avançados ou quando não há resposta ao tratamento clínico. “A videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva, é considerada o padrão no tratamento cirúrgico da endometriose, permitindo a retirada dos focos da doença com maior precisão, menor trauma cirúrgico e recuperação mais rápida”, afirma Dr. Fasanelli. Segundo ele, os avanços na abordagem cirúrgica têm transformado o cuidado com a doença. “A cirurgia minimamente invasiva permite tratar a endometriose de forma mais eficaz e com menor impacto para a paciente. Em muitos casos, conseguimos não apenas aliviar a dor, mas também melhorar significativamente as chances de gravidez”, explica. Em situações mais complexas, quando há comprometimento de órgãos como intestino e bexiga, o procedimento pode envolver uma equipe multidisciplinar, ampliando a segurança e os resultados do tratamento. O ginecologista do Austa Hospital e IMC enfatiza, no entanto, prevenir sempre é o mais importante. “A conscientização é fundamental. Precisamos quebrar o tabu em torno da dor menstrual e garantir que mais mulheres tenham acesso ao diagnóstico e às opções de tratamento disponíveis, incluindo a cirurgia quando indicada”, conclui Dr. Fasanelli.

07 de maio

Austa promove ações educativas durante a Semana da Higiene das Mãos

Celebrada anualmente em 5 de maio, a Semana da Higiene das Mãos tem como objetivo conscientizar profissionais de saúde e a população sobre a importância da higienização correta das mãos na prevenção de infecções e na promoção de um cuidado mais seguro. A data faz parte de uma campanha mundial criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reforçando a importância desse hábito simples, mas essencial, dentro e fora dos ambientes de saúde. Em alusão à campanha, o Hospital Austa realizou uma programação especial voltada à conscientização e ao fortalecimento das práticas de segurança assistencial dentro da instituição. A iniciativa buscou reforçar a importância da higiene das mãos como uma das medidas mais eficazes para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde. A ação reuniu colaboradores em um momento de aprendizado, troca de conhecimentos e interação, por meio de atividades educativas desenvolvidas de forma dinâmica e participativa. Durante a programação, foram exibidos vídeos informativos sobre a importância da higienização das mãos, os cuidados necessários no ambiente hospitalar e os impactos positivos dessa prática na segurança de pacientes e profissionais. Além disso, os participantes participaram de dinâmicas com perguntas e respostas e de um questionário interativo, promovendo maior engajamento e reforçando conceitos importantes relacionados às técnicas corretas de higienização. A proposta foi estimular, de maneira leve e descontraída, a reflexão sobre atitudes que fazem a diferença na rotina hospitalar e contribuem diretamente para um atendimento mais seguro e humanizado. Mais do que um protocolo, a higienização das mãos é um gesto de responsabilidade, prevenção e cuidado com a vida. Com ações como essa, o Hospital Austa reafirma seu compromisso com a promoção da segurança do paciente e com o fortalecimento de uma cultura de qualidade e excelência assistencial.

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