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Esporte e saúde são inseparáveis

[vc_row][vc_column][vc_column_text] O Grupo Austa cada vez mais irá incentivar seus colaboradores e a comunidade a praticarem atividade esportiva, pois é a melhor forma de manter a saúde em dia, de ter bem estar. Que o diga o anestesista Adriano Marcondes Froes, médico cotista do AUSTA. Adriano hoje se destaca entre os triatletas de Rio Preto, superesportistas que disputam provas em duas ou três modalidades diferentes – natação, corrida e ciclismo e conta com o patrocínio da AUSTAclínicas. Mas nem sempre foi assim. O anestesista é o exemplo do quanto atividade esportiva é importante para a saúde e bem estar de qualquer pessoa. Filho de educador físico, ele sempre praticou esporte na infância e adolescência. “Meu pai dedicou-se muito ao basquete, motivo pelo qual fui "impulsionado" a jogar também. Fui inclusive atleta filiado à Federação Paulista”, lembra. Ao iniciar a residência médica, Dr. Adriano abandonou o esporte. “Movido a plantões e aquela vida agitada de início de profissão, ganhei muitos quilos e passei a conviver com hipertensão arterial e obesidade”, lembra. O nascimento do primeiro filho acionou o alarme. O médico concluiu que, se continuasse naquele ritmo de vida, a lista de medicamentos iria aumentar e, a qualquer momento, teria desagradável surpresa. Ele consultou um nutricionista e, pouco a pouco, com muita disciplina, passou a incorporar a alimentação saudável e voltou a praticar exercícios aeróbicos e caminhada. Em seis meses, emagreceu 19 quilos e a hipertensão passou a ser controlada. O próximo passo foi matricular-se numa academia, sendo acompanhado pelo profissional especializado, o professor de educação física. Um amigo então lhe apresentou o triathlon, a prova que concilia natação, corrida e ciclismo. “Acabei me ‘viciando’ neste esporte”, confessa. Há um ano e dois meses, participa de competições em todo o Estado de São Paulo o que, além de manter a forma, ampliou-lhe o número de amigos. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text] Dr. Adriano Froes fala sobre os benefícios da atividade física. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text] Hoje em dia não consigo imaginar como seria minha semana sem um dia de treino. Enquanto nado, pedalo ou corro, consigo programar todo meu dia, encontrar soluções para problemas que, quando estamos focados no trabalho, não temos lucidez para encontrá-las. Deixei de tomar meus anti-hipertensivos e emagreci 34 quilos. Tenho mais disposição para brincar com meus filhos e pique para correr atrás deles!” [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text] ...o quanto o esporte permite ampliar as amizades. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text] “Todos os dias somos bombardeados por informações a respeito de planilhas de treino, programas de emagrecimento, faça uma maratona em seis meses... Eu não recomendo seguir essas modas. É importante consultar-se com o médico que irá avaliar e recomendar os exercícios ou esporte a ser praticado de acordo com nossa condição física, evitando estresse ao corpo naquele momento. Se possível, aconselho também procurar o profissional de educação física e nutricionista, essenciais, sobretudo quando começamos a buscar "algo mais". Exercícios em grupo e assessorias esportivas são excelentes opções, desde que ofereçam profissional capacitado. A escolha da atividade também é muito importante, pois o que é bom para uma pessoa não é para outra, e o que era para ser prazeroso acaba virando sacrifício. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Como prevenir a Hipertensão

[vc_row][vc_column][vc_column_text] Os números são alarmantes. Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil existem atualmente 17 milhões de hipertensos. Para combater o que já beira uma epidemia, o poder público e a sociedade civil precisam se mobilizar para a conscientização e prevenção da doença, que pode levar a uma série de outros males, e causar mortes. A hipertensão é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. Segundo estudo conjunto da Escola de Economia de Londres, do Instituto Karolinska (Suécia) e da Universidade do Estado de Nova York, até 2025 o número de hipertensos nos países em desenvolvimento, como o Brasil, deverá crescer 80%. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia aponta que a hipertensão, ou pressão alta, é quando a pressão arterial, após ser medida por diversas vezes, é igual ou superior a 14 por 9. Isso acontece porque os vasos por onde o sangue circula se contraem e fazem com que a pressão do sangue se eleve. Ela é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassa 130 mmHg e a diastólica (mínima) é inferior a 85 mmHg. Como cada caso tem suas particularidades, apenas um médico é capaz de fazer o diagnóstico definitivo. Com o problema diagnosticado é possível tratar, com mudança de hábitos e o uso de remédios. Mas o melhor é mesmo prevenir, para evitar a hipertensão. Pessoas que têm familiares com o problema devem redobrar os cuidados, pois o fator de hereditariedade conta muito nesse caso. Fumantes, sedentários, obesos e pessoas que fazem grande ingestão de álcool, também estão mais propensas a terem quadros de hipertensão. A USI AUSTA (Unidade de Saúde Integrada), proporciona diversas ações para cuidar ainda mais do cliente AUSTAclínicas. Voltada para a promoção da saúde e prevenção, com seu ambiente planejado e equipe multiprofissional altamente capacitada, proporciona conforto, segurança e resolução eficaz para as necessidades dos usuários. O +CUIDADO é um programa de gerenciamento de doenças crônicas, dentre elas a hipertensão arterial, que tem como objetivo fazer o monitoramento adequado da doença, promover educação em saúde para estimular o envolvimento do cliente no autocuidado e à adesão ao tratamento. O programa tem duração de 6 meses com encontro semanais. Um dos problemas da hipertensão é que, em muitos casos, por ser assintomática, acaba demorando muito para ser diagnosticada. Por isso a importância de exames de rotina, com seu médico de confiança.  Saiba como se prevenir da hipertensão: - não fume; - diminua o consumo de bebidas alcoólicas; - diminua o consumo de sal. Lembre-se que alimentos industrializados, congelados e temperos prontos trazem grande quantidade do componente. Opte por alimentos naturais e tempere com condimentos naturais; - mantenha o peso controlado. Além disso, esteja atento a medida da circunferência abdominal que, no homem não deve ultrapassar de 102 centímetros, e na mulher de 88; - pratique atividade física regular, como caminhadas de 30 minutos de quatro a cinco vezes por semana. Trocar o elevador pela escada também é uma excelente opção; - controle seu estresse. Todos os problemas têm uma solução, sua saúde é o que realmente importa; - meça a pressão regularmente, ao menos duas vezes por ano; - consulte o médico e siga suas orientações. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

8 de agosto – Dia Nacional do Controle do Colesterol

[vc_row][vc_column][vc_column_text css=".vc_custom_1464895378603{margin-top: 25px !important;}"] No dia 8 de agosto comemora-se o Dia Nacional do Controle do Colesterol, que tem por objetivo, conscientizar a população sobre as doenças decorrentes da elevada taxa de colesterol sanguíneo, sobre a importância do controle da doença e como é feito o tratamento. Atualmente, cerca de 40% dos brasileiros tem colesterol alto e aproximadamente, 17 milhões de pessoas morrem em todo o mundo devido às doenças do coração, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Colesterol O colesterol pode ser considerado um tipo de gordura (lipídio) produzido pelo organismo, que desempenha funções essenciais como a produção de hormônio e de vitamina D, por exemplo. Porém, o excesso de colesterol é prejudicial à saúde, pois, aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Ele está presente em alimentos de origem animal, como a carne, o leite integral e os ovos. Nosso sangue é composto por dois tipos de colesterol: o LDL, que é conhecido como ruim por entrar nas artérias, provocando seu entupimento; e o HDL, conhecido como bom, por retirar o excesso de colesterol das artérias, impedindo seu depósito e diminuindo a formação da placa de gordura. O colesterol alto na infância e adolescência pode ser provocado por uma doença genética ou histórico familiar, como pais e avós que tenham tido infarto ou derrame. Também está relacionado, na maioria dos casos, à má alimentação e ao sedentarismo. Segundo o estudo mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a dieta alimentar do brasileiro, os adolescentes de 14 a 18 anos de idade são os que mais ingerem alimentos com colesterol. O colesterol alto não traz problemas imediatos para as crianças e adolescentes, mas aumenta o risco de doenças cardíacas e até de infarto na fase adulta, aos 25 ou 30 anos de idade. Como não apresenta sintomas claros, os pais devem ficar atentos se a criança ou adolescente começar a engordar muito e, principalmente, se houver histórico na família de morte por infarto, de obesidade, de sedentarismo e alimentação com exagero de gorduras saturadas. Outra indicação é observar e controlar o nível de colesterol a partir dos dez anos de idade. A taxa elevada é identificada somente por meio de um exame de sangue. A alimentação Os alimentos ricos em colesterol ruim são: bacon, chantilly, miúdos em geral, biscoitos amanteigados e recheados, doces cremosos, peles de aves, camarão, caranguejo, lagosta, manteiga, queijos amarelos, carnes vermelhas gordas, gema de ovos, sorvetes cremosos, creme de leite, salsichas, lingüiças, presunto, mortadela. Já alguns dos alimentos que ajudam a reduzir o colesterol são: ameixa preta, morango, cereja, figo, jabuticaba, uva, azeita de oliva, ervilha, feijão, vegetais folhosos, berinjela, abacate, atum, soja, aveia, cereais integrais e grãos de bico. Prevenção Para evitar o distúrbio, os médicos recomendam ter uma dieta saudável, rica em verduras, legumes, frutas e carnes magras. Pode ajudar também a substituição do leite e derivados integrais por produtos desnatados; o consumo de alimentos que não contenham gordura saturada ou hidrogenada; o controle da pressão arterial; o abandono do cigarro; a manutenção do peso; e a periodicidade dos exames clínicos. A prática regular de exercícios físicos é uma das grandes aliadas de uma vida saudável. Segundo dados do Ministério da Saúde, a inatividade física é responsável por 54% dos riscos de morte por distúrbios cardiovasculares, 50% dos de derrames fatais e 37% dos riscos de casos de câncer. O tipo de exercício não importa desde que seja praticado moderadamente e com orientação de um profissional habilitado que respeite, acima de tudo, o limite físico de cada pessoa. Os benefícios são a redução da pressão arterial e dos níveis de colesterol, a queima de calorias, o controle da diabetes, o fortalecimento muscular e ósseo, a melhora na capacidade pulmonar e na flexibilidade das articulações. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Saúde Ocupacional: Levante dessa cadeira

[vc_row css=".vc_custom_1464804261601{margin-top: 20px !important;}"][vc_column][vc_column_text]Desde o surgimento dos espaços de trabalhos, ficar sentado durante um longo período de tempo tornou-se normal. Escritórios quase em sua totalidade possuem estruturas com cadeiras e mesas, e o colaborador fica sentado cerca de 8 horas por dia. Para muitos, trabalhar sentado é uma característica positiva devido à comodidade da prática, mas não é bem assim, há diversos estudos que indicam que isso pode ser muito prejudicial à saúde. Em pesquisas frequentes realizadas por institutos da área de saúde, constatou-se que ficar sentado 8 horas por dia pode aumentar o risco de morte de doenças cardiovasculares em até 50%. Para o neurocirurgião Mauricio Mandel, o corpo humano não está estruturado para ficar muito tempo parado em uma posição. A falta de movimento faz com que os músculos entrem em estado de fadiga e comecem a doer. E os músculos estão longe de serem os únicos prejudicados. Em entrevista para o New York Times, o pesquisador da Clínica Mayo James Levine ressaltou: "Passar muito tempo sentado é uma atividade letal. Ao simples ajuste do corpo na cadeira, vários processos negativos se iniciam no corpo, a perna perde as atividades elétricas e a queima de caloria diminui em 75%, após algumas horas sentado a eficiência da insulina diminui e o corpo fica mais suscetível ao risco de diabetes". Evite a L.E.R, mexa-se: Parece uma situação sem resolução, mas não é! Confira na sequência algumas dicas que irá evitar as lesões por esforço repetitivo (L.E.R), e minimizar os riscos de doenças e mal estares para pessoas que ficam sentadas por longos períodos. Saiba quanto você anda: Hoje é possível contar os passos dados durante o dia por meio de diversos dispositivos, com contadores de passos oficiais, aplicativos para celular, entre outras opções. O ideal é dar 10.000 passos por dia, se você está longe deste número se organize para caminhar por mais tempo. Faça pausas: Quebre a rotina, se programe para levantar pelo menos uma vez por hora, se estique, pegue uma água! A água além de seus conhecidos benefícios para saúde o fará ir ao banheiro, ou seja, aumenta o tempo em movimento. Mude hábitos: Você come sempre no mesmo local? Aquele ambiente mais perto do trabalho? Se respondeu sim para as perguntas, você pode mudar. Conheça outros locais, além de experimentar novos sabores, você pode se exercitar mais. Menos tecnologia: Precisa de uma resposta rápida em outro departamento, ou de um colaborador que fica longe? Esqueça o telefone e o e-mail, visite seu colega! Ande, ande, ande: Sim, ande o máximo que você puder, se utiliza condução desça um ponto antes e vá andando. Caso utilize carro, deixe-o em um estacionamento mais longe. Não perca nenhuma oportunidade de caminhar.   Fonte: Portal Carreira & Sucesso - Revista Proteção[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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