Quatro em cada 10 brasileiros têm colesterol elevado - Blog Austa

12/08/2024

Quatro em cada 10 brasileiros têm colesterol elevado

Dia 8 de agosto é o Dia Nacional de Combate ao Colesterol, composto gorduroso cujos níveis altos são uma das principais causas de grave problema de saúde pública no país. Quatro em cada dez brasileiros adultos têm colesterol elevado, conforme dados do Ministério da Saúde, o que significa que quase 20 milhões de pessoas têm esta condição, com risco importante de ter algum problema de coração ou do sistema circulatório a qualquer momento.
Em níveis elevados, o colesterol é um dos grandes responsáveis pelas doenças cardiovasculares, principais causas de mortalidade no Brasil. Mais de 380 mil brasileiros morrem por ano vítimas de problemas no coração e artérias importantes do nosso corpo.
A médica endocrinologista Mariana Mendes, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto, considera o Dia Nacional oportunidade para as pessoas saberem mais sobre como prevenir o acúmulo deste composto gorduroso no sistema circulatório arterial e como é o diagnóstico e tratamento. O conhecimento é fundamental, pois em média, são mil mortes por dia. “As pessoas precisam estar cada vez mais conscientes de que há maneiras de controlar e diagnosticar o colesterol elevado no sangue, uma das principais causas de do infarto e acidente vascular cerebral (AVC)”, afirma Dra. Mariana.
O colesterol é essencial para a saúde do organismo, sendo utilizado na produção de hormônios esteroides, vitamina D, bile e formação de membranas celulares. O problema, segundo a endocrinologista, está relacionado aos níveis elevados de colesterol no sangue. Para chegar ao seu destino (glândulas, fígado) ele circula no sangue carregado por transportadores (lipoproteínas), sendo as mais importantes o LDL, conhecido como “ruim”, e o HDL, que protege o coração de doenças e, por isso, é considerado “bom”, além dos triglicerídeos, as moléculas muito importantes também na promoção de uma melhor saúde para os pacientes.
Dra. Mariana ressalta que um dos motivos da alteração dos níveis de colesterol ruim é o consumo excessivo de gorduras saturadas e trans, presentes em alimentos de origem animal, como carnes, ovos, derivados do leite, além de produtos ultraprocessados, como biscoitos, margarina, salgadinhos de pacote, comidas congeladas, bolos prontos e sorvete, o que leva à obesidade. “Cerca de 70% do colesterol é produzido pelo fígado. Os demais 30% vêm da dieta, por isso, é tão importante manter uma alimentação equilibrada”, ressalta a endocrinologista do IMC.
Além da alimentação rica em gorduras e ácidos graxos saturados, outros fatores que contribuem fortemente para o alto nível de colesterol no sangue são o sedentarismo, ou seja, a falta de atividade física, histórico familiar (condições genéticas associadas) e o hábito de fumar.
Para as pessoas que associam o colesterol alto somente à obesidade, Dra. Mariana faz outro alerta. “Um dos mitos é de que o colesterol é problema apenas de quem sofre de obesidade. A ciência médica já comprovou ser inverdade. Pessoas magras também podem apresentar descontrole nos níveis de gordura no sangue e estar no grupo de risco de infarto e AVC”, informa a médica.
É importante também, segundo ela, que as pessoas saibam que o colesterol elevado, geralmente, não dá sinais nem qualquer tipo de sintomas. Por isso, é essencial fazer os exames periódicos e acompanhamento médico, além de adotar hábitos que incluem a alimentação saudável e adequada e a prática de atividades físicas regularmente.
O avanço dos exames diagnósticos é outra razão para que as pessoas se lembrem de consultar o médico periodicamente para verificar seu nível de colesterol e se há alguma obstrução em seus vasos.
No IMC, ao constarem em pacientes com colesterol alto o risco de doença arterial coronariana, médicos contam com o auxílio do ultrassom intracoronário (IVUS), equipamento de alta tecnologia. Este ultrassom permite visualizar a imagem por dentro da artéria em três dimensões, semelhante à visão real e detecta lesões obstrutivas por placas de gordura, que seriam difíceis de quantificar no cateterismo cardíaco ou na angiografia com contraste.
Se for necessário desobstruir a artéria do coração, a equipe médica do IMC implanta um stent, sendo auxiliada por um ultrassom que permite a visualização do interior do músculo cardíaco e o posicionamento do dispositivo na parede da artéria. “É um procedimento minimamente invasivo, com anestesia local, realizado por um cateter com um pequeno transdutor inserido na ponta, uma espécie de câmera que transmite as imagens do interior das artérias”, explica o cardiologista hemodinamicista Pedro Garzon, do IMC.

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27 de março

Austa Clínicas patrocina evento 14ª Cana Substantivo Feminino, que reforça o protagonismo feminino no agro

A Austa Clínicas reforçou sua presença e compromisso com o setor sucroenergético ao atuar como parceira do 14º Encontro Cana Substantivo Feminino, um dos mais relevantes eventos voltados à valorização da mulher no agro e na bioenergia. Realizado em 26 de março de 2026, no Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC), em Ribeirão Preto (SP), o encontro reuniu mais de 550 produtoras de cana-de-açúcar, profissionais de empresas e pesquisadoras, consolidando-se como um espaço estratégico de troca de experiências, conhecimento e fortalecimento da presença feminina no setor. A participação da Austa Clínicas como parceira do evento reforça sua presença no setor sucroenergético, para cujas empresas desenvolveu o plano de saúde Nossa Terra, com soluções alinhadas e customizada de acordo com o perfil de cada empresa e suas necessidades. A Austa Clínicas faz questão de estar no Cana Substantivo Feminino por entender ser um evento que fortalece e incentiva a maior participação feminina no agro, promovendo a valorização, o respeito e a ampliação de oportunidades para mulheres em um segmento historicamente masculino. O apoio ao Cana Substantivo Feminino também evidencia o entendimento de que saúde, bem-estar e qualidade de vida são fatores estratégicos para a produtividade, segurança e sustentabilidade das operações no setor sucroenergético. Ao investir em iniciativas que valorizam pessoas, a Austa Clínicas contribui diretamente para a evolução do ambiente corporativo no agro.  

12 de março

Dia Mundial do Sono: IMC de Rio Preto oferece polissonografia, exame preciso para diagnóstico identificar distúrbios do sono

No dia 14 de março, celebra-se o Dia Mundial do Sono, uma data criada para chamar a atenção para a importância de dormir bem e para os impactos que os distúrbios do sono podem causar na saúde. Embora o sono seja uma necessidade básica do organismo, milhões de pessoas convivem diariamente com noites mal dormidas, muitas vezes sem saber que isso pode estar relacionado a algum problema de saúde. No Brasil, o cenário é preocupante. Segundo estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sete em cada dez brasileiros apresentam algum tipo de dificuldade para dormir, o que representa cerca de 158 milhões de pessoas. Entre os problemas mais comuns estão insônia, ronco intenso e despertares frequentes durante a noite, situações que, além de comprometerem o descanso, podem afetar diretamente o funcionamento do organismo. Dormir mal de forma frequente pode trazer consequências que vão muito além do cansaço no dia seguinte. A privação ou a baixa qualidade do sono está associada a maior risco de problemas cardiovasculares, alterações metabólicas, dificuldade de concentração, irritabilidade, ansiedade e queda na qualidade de vida. Em muitos casos, a causa dessas noites mal dormidas está ligada a um distúrbio chamado apneia do sono. “A apneia do sono se caracteriza pela parada momentânea da respiração, devido à obstrução das vias respiratórias em função do relaxamento dos músculos da faringe. Sem respiração, o fluxo de oxigênio é interrompido, podendo ter consequências ao cérebro e ao coração”, explica a médica pneumologista Bruna Cortez, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. Durante os episódios de apneia, a respiração pode parar por alguns segundos ou até mais tempo, várias vezes ao longo da noite. Isso faz com que o cérebro precise “acordar” o corpo repetidamente para retomar a respiração, fragmentando o sono e impedindo que ele seja realmente reparador. Além da sensação constante de cansaço, a apneia do sono pode trazer riscos importantes à saúde. Entre as complicações mais preocupantes estão hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, aumento do risco de AVC (acidente vascular cerebral) e até morte súbita. Quando o ronco pode ser um sinal de alerta Um dos sintomas mais conhecidos da apneia do sono é o ronco alto e frequente. No entanto, nem sempre ele é interpretado como um sinal de problema de saúde. Muitas pessoas acabam normalizando o ronco ou associando o sintoma apenas a uma característica individual. Além do ronco, outros sinais podem indicar a presença do distúrbio, como pausas na respiração durante o sono, sensação de sufocamento à noite, sonolência excessiva durante o dia, dores de cabeça ao acordar, dificuldade de concentração e irritabilidade. A pneumologista explica que a apneia do sono pode ter diferentes causas e fatores associados, o que torna fundamental uma avaliação médica adequada. “A apneia do sono pode estar relacionada a diversos fatores, como obesidade e síndrome metabólica, os mais relevantes, mas também ansiedade, problemas clínicos, emocionais, excitação associada a determinados eventos, entre muitos outros”, pontua Dra. Bruna. Por isso, o diagnóstico correto é essencial para identificar a origem do problema e definir o tratamento mais adequado. Polissonografia: exame avalia o que acontece com o corpo durante o sono Para auxiliar no diagnóstico dos distúrbios do sono, o principal exame utilizado é a polissonografia, que permite avaliar de forma detalhada como o organismo se comporta enquanto a pessoa dorme. Durante o exame, diferentes funções do corpo são monitoradas ao longo da noite, como respiração, oxigenação do sangue e movimentos respiratórios. Essas informações ajudam o médico a identificar alterações que possam indicar problemas como a apneia do sono. “Esse exame permite identificar pausas na respiração, quedas na oxigenação do sangue e outros sinais que indicam que o sono não está sendo reparador”, explica a pneumologista do IMC. “Com essas informações conseguimos confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado para cada paciente.” A partir dos dados coletados, os especialistas conseguem avaliar a frequência das pausas respiratórias, o impacto delas na oxigenação do organismo e o quanto o sono está sendo fragmentado ao longo da noite. Exame pode ser realizado no conforto de casa No IMC, a polissonografia pode ser realizada no conforto da própria casa do paciente, o que torna o exame mais prático e confortável. Essa modalidade domiciliar permite que a pessoa durma em seu ambiente habitual, o que muitas vezes contribui para um resultado mais próximo da rotina real de sono. Para realizar o exame, são utilizados equipamentos portáteis e de fácil utilização que registram as informações durante toda a noite. Antes de dormir, o paciente coloca um cinto elástico na região do tórax ou da cintura, responsável por registrar os movimentos respiratórios. Também utiliza um oxímetro no dedo, que mede continuamente a oxigenação do sangue, além de um pequeno cateter colocado no nariz, que registra o fluxo de ar durante a respiração. “É um exame simples e seguro. Os sensores são leves e não causam dor, permitindo que a pessoa durma de forma bastante próxima da sua rotina normal”, ressalta a Dra. Bruna. Todos esses sensores ficam conectados a um pequeno aparelho responsável por registrar os dados ao longo da noite. O funcionamento é semelhante ao de um holter cardíaco, exame que monitora o coração durante várias horas ao longo das atividades do dia a dia. No dia seguinte, os dados coletados são analisados por médicos especialistas. “A análise desses dados mostra se houve pausas respiratórias, queda de oxigênio no sangue ou outros sinais característicos da apneia do sono”, explica a pneumologista do IMC. “Com isso conseguimos entender o que está acontecendo durante o sono do paciente e indicar o tratamento mais adequado.” Quando tratar o sono muda a qualidade de vida O produtor rural João Francisco Coletti, de 70 anos, é um exemplo de como o diagnóstico correto pode transformar a qualidade de vida. Durante anos, ele conviveu com noites mal dormidas, ronco intenso e episódios de apneia. Em consulta médica, descobriu que o sangue estava mais espesso, condição que poderia aumentar o risco de infarto. A recomendação foi iniciar investigação para identificar a causa do problema. Após avaliação clínica no IMC, a pneumologista indicou a realização da polissonografia. “Foi tranquilo colocar os dispositivos em casa, o que é um conforto muito grande. Hoje, durmo bem, não ronco e o sangue afinou”, relata o produtor rural.

27 de fevereiro

LER/DORT no setor sucroenergético: prevenção reduz afastamentos e fortalece a saúde ocupacional

O Dia Mundial de Combate à LER/DORT, celebrado em 28 de fevereiro, reforça um alerta importante para empresas e trabalhadores. As lesões por esforços repetitivos (LER) e os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) continuam entre as principais causas de afastamento laboral no Brasil. Entre 2011 e 2021, mais de 632 mil benefícios foram concedidos no país por causas relacionadas a essas condições, segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Ministério da Previdência Social. Dores nas costas, hérnias de disco e lesões nos ombros estão entre os diagnósticos mais frequentes. No setor sucroenergético, que envolve atividades agrícolas, industriais e administrativas, a atenção à ergonomia e à organização do trabalho é estratégica para preservar a saúde dos colaboradores e reduzir impactos operacionais. Riscos presentes nas usinas e no campo De acordo com a médica do trabalho Dra. Daniela Cezarino, da Austa Clínicas, as atividades desempenhadas nas usinas frequentemente exigem aplicação de força física, movimentos repetitivos, manuseio de cargas e permanência prolongada em posturas estáticas. “As atividades dos colaboradores de usinas envolvem aplicação de força física, movimentos repetitivos, manuseio de cargas e permanência prolongada em posturas estáticas, seja em pé ou sentado, o que expõe a um risco maior de LER e DORT”, ressalta a médica. No ambiente industrial, funções ligadas à moagem, manutenção, atividades laboratoriais e operação de painéis de controle também podem implicar postura fixa, sobrecarga mecânica segmentar, movimentos contínuos e, em alguns casos, exposição à vibração e ritmo intenso de trabalho. “Trabalhadores expostos a essas condições apresentam maior risco para o desenvolvimento de distúrbios osteomusculares, como tendinopatias, lombalgias, cervicalgias e síndrome do túnel do carpo. Além dos fatores físicos, aspectos organizacionais e psicossociais também influenciam significativamente o surgimento e a cronificação dessas condições”, pontua a médica da Austa Clínicas. Mesmo nas áreas administrativas, o uso prolongado de computador, associado a mobiliário inadequado e pausas insuficientes, contribui para o aumento da carga musculoesquelética e favorece o desenvolvimento de LER/DORT. Impacto na produtividade e sustentabilidade do negócio Para as usinas e empresas do setor sucroenergético, investir de forma estruturada em ergonomia, capacitação técnica e programas de saúde ocupacional representa uma estratégia de gestão. “Além de reduzir afastamentos e custos previdenciários, essas ações contribuem para o aumento da produtividade, melhoria das condições de segurança e promoção da qualidade de vida no trabalho”, enfatiza a médica do trabalho da Austa Clínicas. Prevenção como estratégia de gestão A adoção de um programa estruturado de prevenção é fundamental tanto para os colaboradores quanto para as empresas. “A incorporação sistemática de princípios ergonômicos à organização do trabalho, incluindo adequação dos postos, pausas estruturadas, alternância de tarefas e ajuste correto de equipamentos e mobiliário, contribui para a redução da carga biomecânica e, consequentemente, do risco de desenvolvimento de distúrbios osteomusculares. Programas de alongamento podem atuar como medida complementar, desde que inseridos em um contexto mais amplo de gestão ergonômica”, afirma. A médica também orienta atenção aos primeiros sinais de alerta. “O trabalhador deve buscar avaliação médica ao identificar dor persistente, sensação de formigamento, perda de força muscular ou limitação de movimento, especialmente quando os sintomas se mantêm ou se intensificam ao longo da jornada de trabalho”.

09 de fevereiro

Dia Internacional da Epilepsia: diagnóstico precoce e tratamento garantem qualidade de vida dos pacientes

Celebrado em 9 de fevereiro, o Dia Internacional da Epilepsia destaca a importância de compreender uma doença neurológica crônica que ainda sofre com estigmas e desinformação. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 50 milhões de pessoas no mundo vivem com epilepsia, e quando diagnosticadas precocemente e acompanhadas por especialistas, conseguem levar uma vida ativa, com autonomia e qualidade. Dra. Naira Gomes, médica neurologista do Austa Hospital, explica que a epilepsia é caracterizada por uma predisposição do cérebro a gerar crises epilépticas espontâneas, causadas por uma atividade elétrica anormal ou excessiva dos neurônios. “A epilepsia é uma doença neurológica crônica em que o cérebro apresenta uma tendência contínua a gerar crises, mesmo sem um fator imediato desencadeante”, diz. A especialista explica que as causas da epilepsia são diversas. “Podemos ter fatores genéticos, que tornam o neurônio mais excitável, lesões estruturais no cérebro, como traumatismo craniano, AVC e tumores, ou infecções do sistema nervoso central, como meningite, encefalite e neurocisticercose”. Alterações metabólicas, imunológicas ou, em muitos casos, causas desconhecidas, também podem levar ao desenvolvimento da doença. “Em grande parte dos casos, a epilepsia é idiopática, ou seja, não conseguimos identificar uma causa definida”, complementa. Em relação aos sintomas, a neurologista afirma que vão além das convulsões. “A crise tônico-clônica, com perda de consciência e contrações musculares generalizadas, é a mais conhecida, mas não é a única. Existem também as crises de ausência, em que o paciente fica alguns segundos desligado, com olhar fixo, sem perceber o ambiente, e retorna ao normal como se nada tivesse acontecido. Outro tipo comum são as crises focais, em que o paciente pode apresentar movimentos repetitivos das mãos ou da boca, alterações de fala, confusão mental ou sintomas não convulsivos, como náusea, mal-estar e alterações sensoriais de cheiro, visão ou paladar”, cita. Embora não haja uma forma universal de prevenção, a neurologista explica que é possível reduzir fatores de risco. “Evitar traumatismos cranianos é fundamental. O uso de cinto de segurança, capacete e comportamentos seguros no trânsito são medidas simples que fazem diferença”, orienta a neurologista. "Manter a vacinação em dia, buscar atendimento rápido em casos de infecções neurológicas, cuidar da saúde cardiovascular e metabólica e seguir adequadamente o pré-natal são formas de reduzir o risco de epilepsia adquirida", completa. Tratamento Controlar a epilepsia depende de um acompanhamento médico especializado e de estratégias terapêuticas adequadas. O objetivo do tratamento é reduzir ou eliminar as crises, melhorar a qualidade de vida e permitir que os pacientes mantenham suas atividades diárias com segurança. A dra. Naira Gomes, médica neurologista do Austa Hospital, explica que a primeira linha de tratamento é medicamentosa. “Hoje temos uma ampla variedade de fármacos anticrise modernos, com menos efeitos colaterais, que permitem um bom controle das crises”, afirma. Cerca de 70% dos pacientes conseguem manter as crises sob controle ou ficar completamente livres delas. “Com isso, conseguem trabalhar, estudar e levar uma vida normal”, completa. Em alguns casos, quando as crises não respondem adequadamente aos medicamentos, pode ser indicada a cirurgia. “Ela é reservada para pacientes com foco epileptogênico bem definido, que é a região do cérebro onde as crises se iniciam, e que continuam apresentando crises mesmo após o uso de pelo menos duas medicações bem ajustadas”, esclarece a especialista. Segundo a especialista, o diagnóstico precoce e o acompanhamento especializado são essenciais não apenas para controlar as crises, mas também para prevenir complicações graves, como quedas, acidentes e a morte súbita associada à epilepsia. “O tratamento adequado também melhora a saúde mental, reduz ansiedade e depressão e diminui o estigma social, permitindo que o paciente tenha mais autonomia e qualidade de vida”, conclui a especialista.

30 de janeiro

IMC avança na transformação digital com a implantação do sistema Tasy

O Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) concluiu neste fim de semana a virada de seu sistema de gestão hospitalar, marcando um passo relevante em sua jornada de transformação digital com a implantação do sistema Tasy, da Philips, uma das plataformas mais completas e reconhecidas do mercado de saúde. Embora o IMC se beneficie de uma base tecnológica e metodológica já consolidada em outro hospital do Grupo Austa, esta implantação representa um novo projeto, cuidadosamente planejado e executado considerando as especificidades operacionais, assistenciais e regulatórias da unidade. Não se trata de uma simples replicação, mas da aplicação de um modelo maduro, já testado, agora adaptado à realidade do IMC. O Tasy integra, em um único ecossistema digital, informações clínicas, assistenciais, administrativas e financeiras, permitindo maior eficiência operacional, padronização de processos, rastreabilidade de dados e suporte à tomada de decisão em tempo real, sempre com foco na segurança do paciente e na sustentabilidade da instituição. “Trabalhar com uma base já validada nos deu velocidade e segurança, mas o sucesso da implantação está diretamente ligado ao cuidado na adaptação dos processos, à qualidade da parametrização e, principalmente, ao engajamento das pessoas. Tecnologia só funciona quando vem acompanhada de método e gente preparada”, destaca Filipe Carmo, Diretor de Tecnologia do Grupo Austa. Após a fase de parametrizações específicas do hospital, foi realizado um período intensivo de capacitação, com treinamento e certificação de usuários-chave de todos os setores. A virada de sistema ocorreu de forma simultânea para toda a instituição, em um processo coordenado e amplamente assistido por lideranças e especialistas de tecnologia e negócio do próprio Grupo. Para Camila Moura, Gerente de Negócios do Hospital IMC, a implantação vai além da modernização tecnológica. “Essa transformação impacta diretamente a forma como cuidamos dos pacientes, organizamos nossos fluxos e preparamos o hospital para os desafios futuros. É um investimento em qualidade assistencial, gestão e pessoas”. A implantação do Tasy no IMC reforça o compromisso do Grupo Austa com inovação, excelência assistencial e evolução contínua, consolidando um modelo de gestão hospitalar baseado em planejamento, decisões estratégicas bem definidas e, acima de tudo, no protagonismo das pessoas que fazem a operação acontecer.

27 de janeiro

Pneumologista do IMC desenvolve ‘Protocolo Respire Liberdade’, que oferece apoio médico estruturado para quem quer parar de fumar

Parar de fumar está entre os maiores desafios de saúde pública no Brasil. Mesmo com ampla divulgação dos malefícios do cigarro, cerca de 12% da população adulta ainda fuma, o que representa aproximadamente 20 milhões de pessoas no país. Para muitos fumantes, abandonar o hábito é difícil e as tentativas sem apoio profissional frequentemente resultam em recaídas. Para a pneumologista Dra. Bruna Cortez, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), essa dificuldade tem uma explicação clara. “O tabagismo não é apenas um hábito. Ele cria uma dependência que envolve o corpo, as emoções e os comportamentos do dia a dia. Por isso, não se trata de falta de força de vontade, mas de uma condição que precisa ser tratada de forma estruturada”, explica. Segundo a médica, a nicotina age rapidamente no cérebro e gera uma necessidade física real. Quando o consumo é interrompido, surgem sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia e compulsão. Além disso, o cigarro passa a se associar a situações cotidianas, como o café, o estresse ou momentos de socialização. “Existe ainda o ritual do fumar, que se incorpora à rotina e reforça o vício ao longo do tempo”, completa. É a partir dessa compreensão que a Dra. Bruna Cortez, pneumologista do IMC, desenvolveu o Protocolo Respire Liberdade, um método estruturado e personalizado que oferece acompanhamento médico contínuo para aumentar as chances de sucesso na cessação do tabagismo. “O protocolo funciona como uma jornada. Eu acompanho o paciente desde a avaliação inicial até a fase de manutenção, oferecendo suporte em todas as etapas”, afirma a Dra. Bruna. A primeira consulta inclui uma avaliação clínica detalhada, que considera o grau de dependência, o perfil comportamental e os principais gatilhos associados ao hábito de fumar. Com base nesse diagnóstico, é definido um plano individualizado, que pode combinar medicação específica, aconselhamento comportamental e laserterapia de baixa potência. “A medicação ajuda a reduzir os sintomas físicos da abstinência, enquanto o acompanhamento trabalha as mudanças de comportamento e a relação emocional com o cigarro”, explica. A laserterapia atua como um apoio adicional ao estimular a liberação natural de neurotransmissores ligados ao bem-estar, ajudando a reduzir ansiedade, irritabilidade e o desejo intenso pelo cigarro.“Ela contribui para tornar o processo mais confortável e aumenta a adesão ao tratamento”, destaca a médica. Outro pilar do Protocolo Respire Liberdade é o acompanhamento próximo ao longo de todo o processo, inclusive após a interrupção do cigarro.“Parar de fumar não é um evento isolado, é um processo. O suporte contínuo permite intervir precocemente, ajustar  estratégias e prevenir recaídas”, afirma a Dra. Bruna. Buscar ajuda profissional é um passo fundamental para quem deseja parar de fumar. Com o Protocolo Respire Liberdade, o tratamento deixa de ser uma tentativa solitária e passa a ser um processo estruturado, humano e baseado em evidências, com foco em resultados duradouros e mais qualidade de vida. Como participar do Protocolo Respire Liberdade O Protocolo Respire Liberdade é um projeto idealizado pela Dra. Bruna Cortez, pneumologista do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), e oferece apoio profissional e acompanhamento especializado para ajudar pacientes a vencer o tabagismo com mais segurança, confiança e chances reais de sucesso. Informações e agendamentos: (17) 99252-0707

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