Vamos combater a Dengue - Blog Austa

20/01/2016

Vamos combater a Dengue

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A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus, sendo um dos principais problemas de saúde pública no mundo. O seu principal vetor de transmissão é o mosquito Aedes aegypti, que se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais.

Existem quatro tipos de dengue, pois o vírus causador da dengue possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. A infecção por um deles dá proteção permanente para o mesmo sorotipo, mas imunidade parcial e temporária contra os outros três.

Embora pareça pouco agressiva, a doença pode evoluir para a dengue hemorrágica e a síndrome do choque da dengue, caracterizadas por sangramento e queda de pressão arterial, o que eleva o risco de morte. A melhor maneira de combater esse mal é atuando de forma preventiva, impedindo a reprodução do mosquito.

Tipos

O vírus da dengue possui quatro variações, inicialmente todos os tipos de dengue causam os mesmo sintomas.

Quando uma pessoa é infectada com um determinado tipo de vírus, cria anticorpos no seu organismo e não irá mais contrair a doença por esse mesmo vírus, mas ainda pode ser infectada pelos outros três tipos. Isso quer dizer que só é possível pegar dengue quatro vezes.

Caso ocorra um segundo ou terceiro episódio da dengue, há risco aumentado para formas mais graves da doença, como a dengue hemorrágica e síndrome do choque da dengue.

Na maioria dos casos, a pessoa infectada não apresenta sintomas da dengue, combatendo o vírus sem nem saber que ele está em seu corpo. Para aqueles que apresentam sintomas, os tipos de dengue podem se manifestar clinicamente nas seguintes formas:

Dengue clássica

A dengue clássica é a forma mais leve da doença, sendo muitas vezes confundida com a gripe. Tem início súbito e os sintomas podem durar de cinco a sete dias, apresentando sintomas como febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, entre outros.

Dengue hemorrágica

A dengue hemorrágica acontece quando a pessoa infectada com dengue sofre alterações na coagulação sanguínea. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte. No geral, a dengue hemorrágica é mais comum quando a pessoa está sendo infectada pela segunda ou terceira vez. Os sintomas iniciais são parecidos com os da dengue clássica, e somente após o terceiro ou quarto dia surgem hemorragias causadas pelo sangramento de pequenos vasos da pele e outros órgãos. Na dengue hemorrágica, ocorre uma queda na pressão arterial do paciente, podendo gerar tonturas e quedas.

Síndrome do choque da dengue

A síndrome de choque da dengue é a complicação mais séria da dengue, se caracterizando por uma grande queda ou ausência de pressão arterial, acompanhado de inquietação, palidez e perda de consciência. Uma pessoa que sofreu choque por conta da dengue pode sofrer várias complicações neurológicas e cardiorrespiratórias, além de insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural. Além disso, a síndrome de choque da dengue não tratada pode levar a óbito.

Causas

O ciclo de transmissão ocorre do seguinte modo: a fêmea do mosquito deposita seus ovos em recipientes com água. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana. Após este período, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas. O Aedes aegypti procria em velocidade prodigiosa e o mosquito da dengue adulto vive em média 45 dias. Uma vez que o indivíduo é picado, demora no geral de três a 15 dias para a doença se manifestar, sendo mais comum cinco a seis dias.

Sintomas

Sintomas da dengue clássica

Os sintomas da dengue iniciam de uma hora para outra e duram entre 5 a 7 dias. Os principais sinais são:

  • Febre alta com início súbito (39° a 40°C)
  • Forte dor de cabeça
  • Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos
  • Perda do paladar e apetite
  • Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores
  • Náuseas e vômitos
  • Tontura
  • Extremo cansaço
  • Moleza e dor no corpo
  • Muitas dores nos ossos e articulações
  • Dor abdominal (principalmente em crianças).

Sintomas da dengue hemorrágica

Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue clássica. A diferença é que a febre diminui ou cessa após o terceiro ou quarto dia da doença e surgem hemorragias em função do sangramento de pequenos vasos na pele e nos órgãos internos. Quando acaba a febre começam a surgir os sinais de alerta:

  • Dores abdominais fortes e contínuas
  • Vômitos persistentes
  • Pele pálida, fria e úmida
  • Sangramento pelo nariz, boca e gengivas
  • Manchas vermelhas na pele
  • Comportamento variando de sonolência à agitação
  • Confusão mental
  • Sede excessiva e boca seca
  • Dificuldade respiratória
  • Queda da pressão arterial.

Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória. A baixa circulação sanguínea pode levar a pessoa a um estado de choque. Embora a maioria dos pacientes com dengue não desenvolva choque, a presença de certos sinais alertam para esse quadro:

  • Dor abdominal persistente e muito forte
  • Mudança de temperatura do corpo e suor excessivo
  • Comportamento variando de sonolência à agitação
  • Pulso rápido e fraco
  • Palidez
  • Perda de consciência.

A síndrome de choque da dengue, quando não tratada, pode levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem.

Tratamento de Dengue

Não existe tratamento específico contra o vírus da dengue, é possível tratar os sintomas decorrentes da doença, ou seja, fazer um tratamento sintomático. É importante apenas tomar muito líquido para evitar a desidratação. Caso haja dores e febre, seu médico pode receitar algum medicamento. Pacientes com dengue ou suspeita de dengue devem evitar automedicação.

Como se prevenir da dengue

O mosquito Aedes aegypti é o transmissor do vírus e suas larvas nascem e se criam em água parada. Por isso, evitar esses focos da reprodução desse vetor é a melhor forma de prevenir a dengue! Veja como eliminar o risco:

  • Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
  • Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d’água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
  • Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.
  • Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.
  • Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
  • Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
  • Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
  • Não acumular latas, pneus e garrafas.
  • Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
  • Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
  • Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagoa ou água que não possa ser drenada.
  • Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos.
  • Manter permanentemente secos, subsolos e garagens.

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03 de junho

IMC amplia atendimento especializado com serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial

Dor na mandíbula, estalos ao abrir a boca, dores de cabeça frequentes, zumbido no ouvido e dificuldades para mastigar podem parecer problemas isolados, mas muitas vezes têm uma mesma origem. Pensando em oferecer um atendimento cada vez mais completo e especializado, o IMC passa a contar com o serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, ampliando o acesso da população a diagnósticos precisos e tratamentos avançados para condições que afetam a face, a mandíbula e a articulação temporomandibular (ATM). A especialidade atua no diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico de diversas alterações que impactam diretamente funções essenciais do dia a dia, como mastigação, fala, respiração e qualidade do sono. Entre as principais condições atendidas estão as disfunções da ATM, o bruxismo, as dores faciais e as deformidades dos maxilares. O atendimento será realizado pelo Dr. Israel Vicente, especialista em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, que passa a integrar o corpo clínico do IMC trazendo expertise em uma área que vem ganhando cada vez mais relevância devido ao aumento de queixas relacionadas ao estresse, à ansiedade e aos distúrbios da articulação da mandíbula. Além da avaliação clínica especializada, os pacientes terão acesso a uma investigação diagnóstica detalhada e a tratamentos individualizados, definidos de acordo com as necessidades de cada caso e com o objetivo de promover mais conforto, funcionalidade e qualidade de vida. Com a chegada da especialidade, o IMC fortalece seu compromisso com uma assistência integrada, reunindo tecnologia, equipe multiprofissional e cuidado centrado no paciente para oferecer soluções que vão além do alívio dos sintomas, promovendo mais funcionalidade, conforto e qualidade de vida. Agende sua consulta Para mais informações ou agendamento de consultas, entre em contato com o IMC pelo telefone (17) 3202-4000.

02 de junho

Obesidade infantil: médica da Austa Clínicas explica os impactos das telas e dos hábitos da rotina na saúde das crianças

A obesidade infantil tem se tornado uma preocupação crescente para famílias e profissionais de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 3,1 milhões de crianças brasileiras menores de 10 anos vivem com obesidade, condição que aumenta o risco de diversas doenças e pode trazer consequências para a saúde ainda na infância e ao longo da vida adulta. Fonte: Ministério da Saúde. Embora fatores genéticos tenham influência no desenvolvimento da obesidade, especialistas alertam que os hábitos da rotina exercem um papel fundamental no aumento dos casos observados nas últimas décadas. A endocrinologista pediátrica Dra. Camila Fochi, da Austa Clínicas, explica como mudanças no estilo de vida, alimentação e comportamento têm contribuído para o crescimento do excesso de peso entre crianças e adolescentes. Segundo a médica, a obesidade é uma condição multifatorial, resultado da interação entre predisposição genética e fatores ambientais. "Existe, sim, a influência de múltiplos genes, e o histórico familiar de obesidade é importante. Mas o meio ambiente é o que dispara o quadro clínico da obesidade. No mundo atual, o principal fator é o estilo de vida que estamos levando" De acordo com a especialista, as crianças estão mais sedentárias e consumindo com maior frequência alimentos de alta densidade calórica, especialmente os industrializados e ultraprocessados. "São alimentos que concentram muitas calorias em pequenas quantidades. A criança ingere mais calorias, se movimenta menos e, com isso, ocorre um balanço calórico positivo que favorece o ganho de peso". Entre os fatores que ajudam a explicar essa mudança de comportamento está o aumento do tempo dedicado às telas. Celulares, tablets, computadores e televisões passaram a ocupar uma parcela significativa do tempo livre das crianças, reduzindo momentos antes destinados às brincadeiras e atividades físicas. Para a Dra. Camila, a principal relação entre telas e obesidade está justamente no aumento do sedentarismo. "Antigamente, a criança precisava se virar para brincar. Andava de bicicleta, inventava brincadeiras e passava mais tempo em movimento. Hoje, a tela está presente em praticamente todos os ambientes e isso contribui para que os indivíduos fiquem mais sedentários". Além da influência sobre o peso, a médica ressalta que o uso excessivo de telas também pode impactar o neurodesenvolvimento, especialmente nos primeiros anos de vida. "A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que crianças menores de dois anos não sejam expostas a telas porque esse período é fundamental para o desenvolvimento cerebral. Além disso, quanto mais tempo a criança passa em frente às telas, menos tempo ela dedica a brincadeiras e atividades que estimulam o movimento, o que contribui para o sedentarismo". Problemas de saúde associados à obesidade infantil Segundo a endocrinologista, crianças com sobrepeso ou obesidade apresentam maior risco de desenvolver alterações metabólicas, como colesterol elevado, hipertensão e diabetes tipo 2. Além disso, a condição pode trazer repercussões ortopédicas, dificuldades respiratórias e impactos emocionais relacionados à autoestima e ao convívio social. "Muitos pacientes chegam ao consultório por conta do bullying na escola. A questão psicossocial também é muito importante e pode afetar significativamente a qualidade de vida dessas crianças." A preocupação não se limita à infância. Crianças com obesidade têm maior probabilidade de permanecer obesas na vida adulta. "Quanto mais tempo o organismo permanece exposto ao excesso de peso e às alterações metabólicas associadas, maior tende a ser o risco de desenvolver doenças cardiovasculares no futuro. Por isso, a prevenção e o acompanhamento desde a infância são tão importantes." Prevenção Diante desse cenário, a prevenção deve envolver toda a família. Para a Dra. Camila, pequenas mudanças de hábitos podem fazer diferença quando adotadas de forma consistente e coletiva. "Não adianta apenas uma criança mudar os hábitos. Todos devem participar do processo. Alimentação saudável e atividade física são importantes para todos, independentemente do peso". A especialista recomenda reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas, estimular refeições mais equilibradas e incentivar a prática regular de atividades físicas. Outro passo importante é estabelecer limites para o uso das telas e criar oportunidades para que as crianças se movimentem mais no dia a dia. "A melhor atividade física é aquela que a criança gosta e consegue manter. Não existe uma modalidade perfeita. O importante é que ela se movimente".

19 de maio

“Cuidado que Marca” reforça cultura de acolhimento e reconhecimento no Austa e IMC

O Austa e o Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) realizaram o treinamento de Excelência em Atendimento, iniciativa voltada ao fortalecimento da experiência do paciente e da cultura institucional centrada no cuidado. A capacitação foi conduzida por Eliza Amorim, responsável pela área de Experiência Digital do Cliente, em parceria com o time de Recursos Humanos, reunindo equipes de recepção em um momento de aprendizado e alinhamento sobre acolhimento, empatia, postura profissional e excelência no atendimento. Durante o treinamento, foram abordados temas relacionados à experiência do paciente, escuta ativa, comunicação, postura profissional e o impacto que cada colaborador gera na jornada de pacientes e familiares dentro da instituição. Segundo Eliza Amorim, fortalecer a experiência do paciente também significa resgatar características que fazem parte da essência do Austa e do IMC: um atendimento humanizado, próximo, atencioso e acolhedor, reconhecido por muitos pacientes e familiares como o “jeito Austa” de cuidar. “Hoje reforçamos algo que vai muito além de processos e técnicas: cada atendimento é uma oportunidade de acolher, cuidar e transformar experiências. Ser resolutivo é importante, mas fazer isso com empatia, atenção e humanidade faz toda a diferença para quem está do outro lado”. O encontro também marcou o lançamento oficial do programa “Cuidado que Marca”, iniciativa do Austa e IMC criada a partir dos elogios recebidos por meio da Voz do Cliente. O programa tem como objetivo reconhecer colaboradores que se destacam através do cuidado, acolhimento, atenção e qualidade no atendimento prestado aos pacientes e familiares, transformando relatos positivos em reconhecimento institucional. Durante o treinamento, uma colaboradora foi homenageada pelos elogios recebidos, simbolizando o propósito do programa e reforçando a importância de valorizar atitudes que impactam diretamente a experiência das pessoas. Para Kamila Pinheiro, gerente de Gente e Gestão, o programa reforça a cultura institucional de valorização das pessoas e reconhecimento das boas práticas no atendimento. “O ‘Cuidado que Marca’ nasce justamente para reconhecer colaboradores que fazem a diferença no dia a dia através da forma como acolhem, orientam e cuidam das pessoas. Muitas vezes, um gesto, uma escuta ou uma atitude humanizada marcam profundamente a experiência do paciente e da família. Transformar esses elogios recebidos pela Voz do Cliente em reconhecimento é uma forma de fortalecer nossa cultura e valorizar quem realmente gera impacto positivo dentro das nossas instituições”. O Diretor Executivo, Rafael Chanes, destacou a importância da valorização contínua das equipes. “Investir em treinamento, desenvolvimento e reconhecimento fortalece uma experiência cada vez mais acolhedora, segura e humanizada para nossos pacientes e clientes”.

18 de maio

Austa Clínicas reforça compromisso com a saúde e o impacto social no 5º Porco no Tacho

A Austa Clínicas esteve presente como patrocinadora do 5º Porco no Tacho, evento promovido pela Loja Maçônica Paz e Fraternidade, que reuniu gastronomia, música e solidariedade em uma iniciativa voltada ao fortalecimento de projetos sociais de São José do Rio Preto. O evento reuniu cerca de 500 pessoas em uma experiência marcada por música, gastronomia e propósito social. Parte da renda arrecadada será destinada ao Instituto Riopretense dos Cegos Trabalhadores (IRCT) e ao Projeto NÓS, iniciativas que atuam diretamente na transformação social e no acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade. Samuel Machado, gerente comercial da operadora, exxplica que para a Austa Clínicas, apoiar iniciativas como o Porco no Tacho faz parte de uma visão ampliada de saúde, que entende o cuidado não apenas dentro dos consultórios, mas também por meio da promoção do bem-estar coletivo, da qualidade de vida e do fortalecimento das comunidades. “Saúde também está relacionada ao cuidado com as pessoas, ao fortalecimento da comunidade e ao incentivo de ações que promovem impacto social positivo. Para a Austa Clínicas, é muito importante estar presente em iniciativas que compartilham desses valores”, destaca Ao apoiar o 5º Porco no Tacho, a Austa Clínicas reforça seu compromisso com iniciativas que unem pessoas em torno de causas relevantes e que contribuem diretamente para o desenvolvimento social da região.  

12 de maio

Semana de Enfermagem Austa 2026: A inteligência artificial fortalece quem cuida

A Semana de Enfermagem do AUSTA 2026 teve início de uma forma especial e simbólica. Para marcar a abertura das celebrações, a personagem de Florence Nightingale percorreu os setores da instituição homenageando e cumprimentando os profissionais da enfermagem, reforçando a conexão entre a história da profissão e o futuro do cuidado em saúde. Reconhecida mundialmente como pioneira da enfermagem moderna, Florence representa valores que seguem presentes no dia a dia da assistência: dedicação, humanização, conhecimento e compromisso com a vida. Desta vez, sua presença também simbolizou a evolução da profissão diante das novas tecnologias e transformações do setor. A inteligência artificial fortalece quem cuida Com o tema “A inteligência artificial fortalece quem cuida!”, a Semana de Enfermagem do AUSTA 2026 propõe uma reflexão sobre como a inovação e a tecnologia podem atuar como aliadas dos profissionais de saúde, contribuindo para uma assistência cada vez mais eficiente, segura e humanizada. Como parte da programação, os profissionais da enfermagem também participaram de uma palestra sobre o tema, abordando como a inteligência artificial e os recursos tecnológicos vêm apoiando o cuidado em saúde, otimizando processos, ampliando a segurança assistencial e oferecendo mais suporte às equipes no dia a dia. Durante o encontro, também foi reforçado que a tecnologia não substitui o olhar humano, a experiência e a sensibilidade dos profissionais da enfermagem. Pelo contrário: surge como uma ferramenta de apoio, capaz de fortalecer a atuação das equipes e permitir que o cuidado continue sendo cada vez mais humano, estratégico e centrado nas pessoas. A ação de abertura levou acolhimento, reconhecimento e valorização às equipes, celebrando a trajetória da enfermagem, os profissionais que fazem a diferença diariamente e as novas gerações que seguirão construindo o futuro do cuidado.

08 de maio

AUSTA Hospital conquista Selo Platinum da Angels Initiative e reforça excelência no atendimento ao AVC

O AUSTA Hospital acaba de alcançar um importante reconhecimento internacional na área da saúde: o Selo Platinum da Angels Initiative, em parceria com a World Stroke Organization. A certificação reconhece hospitais que atingem elevados padrões de qualidade, desempenho clínico e agilidade no atendimento a pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. A conquista reforça o compromisso do AUSTA com a segurança do paciente, a excelência assistencial e a atuação integrada das equipes multidisciplinares, especialmente dos profissionais da neurologia e da emergência, que desempenham papel fundamental em cada etapa do atendimento. Agilidade que salva vidas No tratamento do AVC, o tempo é um fator decisivo. Quanto mais rápido o paciente recebe atendimento especializado, maiores são as chances de recuperação e menores os riscos de sequelas. Por isso, protocolos assistenciais bem estruturados, equipes treinadas e fluxos eficientes fazem toda a diferença no cuidado ao paciente. O Selo Platinum reconhece justamente instituições que demonstram alto desempenho nesses indicadores e mantêm um atendimento alinhado às melhores práticas internacionais. No AUSTA Hospital, o cuidado com o paciente com AVC envolve atuação rápida desde a chegada à emergência, passando pelo diagnóstico ágil e pela definição imediata da conduta médica mais adequada. Reconhecimento internacional da qualidade assistencial A Angels Initiative é um programa global que atua ao lado de hospitais e profissionais de saúde para melhorar a qualidade do atendimento ao AVC em diferentes países. Em parceria com a World Stroke Organization, a iniciativa avalia critérios rigorosos relacionados ao desempenho hospitalar e aos resultados assistenciais. Receber a certificação Platinum representa um marco importante para o hospital e evidencia o comprometimento contínuo das equipes com a evolução dos processos, a atualização técnica e a busca constante por um atendimento cada vez mais seguro, humanizado e eficiente. Compromisso contínuo com a excelência Mais do que uma conquista institucional, o selo simboliza o impacto direto do trabalho das equipes na vida dos pacientes e de suas famílias. O reconhecimento fortalece o propósito do AUSTA Hospital de seguir investindo em qualidade, tecnologia, capacitação profissional e assistência de excelência, mantendo o cuidado centrado no paciente em todos os momentos.

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