AUSTA hospital realiza procedimento cardíaco inédito

15/12/2018

AUSTA hospital realiza procedimento cardíaco inédito

O AUSTA hospital realizou, na sexta-feira (7 de dezembro), procedimento cardíaco inédito na região noroeste do estado de São Paulo.

A equipe do AUSTAcorServiço Especializado de Hemodinâmica inseriu, via cateter, no coração de uma paciente de 82 anos, o dispositivo chamado MitraClip para corrigir falha no funcionamento da válvula mitral (insuficiência mitral), que compromete a circulação de sangue pelo corpo, causando sintomas como cansaço, falta de ar e inchaço nos pés e tornozelos.

O procedimento para corrigir a insuficiência da válvula mitral foi feito pela equipe médica formada pelos cardiologistas intervencionistas Luiz Antônio Gubolino, Márcio Santos, Antônio Hélio Pozetti e Luciano Trindade, do AUSTAcor, os anestesistas Amadeu Cherubini Neto e Guilherme  Saccani, do AUSTA hospital, o cardiologista intervencionista Rodrigo Guerreiro, da Casa de Saúde São José, do Rio de Janeiro (RJ), e os ecocardiografistas Murilo Jardins Carvalho, do Hospital da Unimed, de Vitória (ES), e Luiz Carlos Silveira, do Incor Rio Preto.

Segundo dr. Gubolino, o procedimento é considerado a melhor alternativa para tratar a insuficiência da válvula mitral em pacientes de idade avançada, com alto risco para se submeter à cirurgia cardíaca e/ou portadores de câncer ou problema pulmonar.

“É o ideal por ser minimamente invasivo, ou seja, por não necessitar abrir o tórax, diferentemente da cirurgia convencional, que oferece risco maior para estes tipos de pacientes, sendo, às vezes, até contra indicado”, afirma o cardiologista intervencionista do AUSTAcor.

A insuficiência ocorre quando os dois folhetos que compõem a válvula mitral ficam flácidos e não fecham adequadamente, permitindo que o sangue retorne ao átrio esquerdo do coração.

“Os folhetos funcionam como aquelas portas típicas de bares do velho oeste. Quando funcionam mal, o sangue volta para o átrio esquerdo e impede que o fluxo que vem do pulmão já oxigenado faça o caminho normal, causando falta de ar”, explica dr. Márcio Santos.

No procedimento realizado na sexta-feira, os médicos fizeram um corte de cerca de 3 milímetros (chamado punção) na veia femoral, na altura da virilha, por onde introduziram o cateter que levou o MitraClip, a estrutura milimétrica em cuja extremidade havia uma espécie de clipe, semelhante a um prendedor de roupa. Quando alcançada a válvula mitral, o médico aplica o clipe e prende os dois folhetos em sua porção central, permitindo o fluxo sanguíneo, porém, sem que retorne ao átrio esquerdo. Todo o percurso do cateter, desde a virilha até o coração, é controlado por imagens de ultrassom (ecocardiograma) e radioscopia, partir da sala de hemodinâmica.

O que é insuficiência valvar mitral

A insuficiência valvar mitral é uma das doenças valvares adquiridas mais comuns. Ocorre em cerca de 7% da população com mais de 75 anos.

“É uma doença debilitante, progressiva e de risco à vida. A condição pode aumentar o risco de alterações dos batimentos cardíacos (arritmias), tornando-os irregulares, de acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca”, adverte dr. Rodrigo Guerreiro“A cirurgia de válvula mitral cardíaca aberta é o tratamento padrão para esta insuficiência, mas justamente para os idosos oferece risco maior. As medicações são limitadas a reduzir sintomas e incapazes de interromper a progressão da doença”, complementa o cardiologista intervencionista.

Mais de 25 mil pacientes se beneficiaram deste procedimento em todo o mundo. No Brasil, o MitraClip foi aprovado para uso em 2014. Estudos clínicos, relatórios publicados e registros de pacientes tratados com este dispositivo demonstraram, de forma consistente, um perfil de segurança positivo, redução na regurgitação mitral e melhora em sintomas como falta de ar, fadiga e exaustão, entre outros.

Depois do procedimento, os benefícios para o paciente também são significativos. A internação hospitalar é de, no máximo, dois dias, enquanto a cirurgia exige, no mínimo, sete dias de permanência no centro médico.

“O novo procedimento realizado pelo AUSTA hospital ganha maior relevância diante do envelhecimento da população brasileira. A expectativa de vida aumentou significativamente no país nos últimos anos e técnicas minimamente invasivas para patologias complexas são de extrema importância para beneficiar esta faixa etária da população”, pondera o cardiologista e diretor presidente do Grupo AUSTA, dr. Mário Jabur Filho.

A estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) é que o Brasil tenha a sexta maior população de idosos no mundo em 2025, quando deve chegar a 32 milhões de pessoas com 60 anos de idade ou mais.

“Isso significa que as pessoas estão vivendo mais, porém, as chances de o indivíduo desenvolver doenças crônicas também são mais altas, especialmente as cardiovasculares, principal causa de morte no país”, afirma dr. Paulo Nogueira, cardiologista do Incor Rio Preto, responsável pelo acompanhamento clínico da paciente.

MitraClip

Figura 1. Dispositivo MitraClip (esquerda) e seu sistema de entrega (direita). Cada braço (A) do clipe tem 4 mm de largura e 8 mm de comprimento. Os grampos (B) são utilizados para prender os folhetos da valva mitral nos braços do clipe. O cateter direcionável tem 24 F e conta com manobradores (C e E) para orientar e posicionar corretamente o clipe. O estabilizador (D) é utilizado para apoiar o sistema de entrega do MitraClip.

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07 de abril

Dia Mundial da Saúde: Austa Clínicas participa de ação para colaboradores da Cerradão

No Dia Mundial da Saúde, a Austa Clínicas reforça um compromisso que vai além das unidades de atendimento: estar presente onde a vida acontece, inclusive no campo. Nesta data, a operadora esteve na Cerradão, levando informação, orientação e cuidado diretamente às equipes que fazem o agro acontecer todos os dias. Mais do que uma ação pontual, a iniciativa representa um olhar atento à saúde de quem está na linha de frente de um dos setores mais importantes do Brasil. Promover saúde no ambiente de trabalho, especialmente no contexto agroindustrial, é essencial para garantir não apenas o bem-estar dos colaboradores, mas também a sustentabilidade das operações. Rotinas intensas, exposição a fatores de risco e a própria dinâmica do campo exigem uma atenção constante à prevenção e à qualidade de vida. "Durante a ação, reforçamos a importância de hábitos saudáveis no dia a dia, com orientações práticas, como a importância em ter uma alimentação equilibrada, manter a hidratação, ter cuidados com o corpo e com a saúde mental, além da importância de fazer um acompanhamento regular da saúde", cita Juliana Pagliato, gerente de Relações Empresariais da Austa Clínicas. A Austa Clínicas acredita que o cuidado começa pela informação e que quando ela chega de forma acessível e próxima da realidade das pessoas, seu impacto é ainda maior. E que levar saúde para dentro do agro é valorizar pessoas, fortalecer equipes e contribuir para um futuro mais saudável e produtivo.

01 de abril

Abril pela Segurança do Paciente: Austa realiza ação com os colaboradores sobre o cuidado seguro

No Brasil, o mês de abril é amplamente utilizado por instituições de saúde, como o Ministério da Saúde, para fortalecer a conscientização sobre a segurança do paciente. Mais do que uma mobilização pontual, o período reforça um princípio essencial: a segurança deve estar presente em todas as etapas do cuidado. Alinhada a esse compromisso, a Austa realizou, nos dias 30 e 31 de março, no Austa Hospital, e 01 e 02 de abril, no IMC, uma ação especial voltada ao fortalecimento das práticas assistenciais e ao engajamento dos colaboradores em torno da cultura de segurança. Dinâmica interativa para fortalecimento da cultura de segurança Como parte da programação, foi promovido um circuito de atividades em formato de gincana, envolvendo colaboradores de diferentes áreas. A proposta utilizou situações simuladas do cotidiano para reforçar, de forma prática e participativa, a importância da atenção aos processos e da atuação segura. Ao longo do percurso, os participantes passaram por estações que reproduziam desafios reais da rotina institucional. Entre as atividades, estavam a identificação correta de pacientes a partir de dados semelhantes em pulseiras, dinâmicas que evidenciaram falhas de comunicação no repasse de informações, e simulações relacionadas ao preparo e à conferência segura de medicamentos. Também foram trabalhados aspectos fundamentais do cuidado, como a organização de checklists de cirurgia segura com análise de possíveis inconsistências, a correta higienização das mãos a partir de situações do dia a dia e a identificação de riscos em cenários simulados relacionados à prevenção de quedas e lesões por pressão. A dinâmica foi adaptada para diferentes públicos, garantindo a aplicabilidade tanto para equipes assistenciais quanto para áreas administrativas e de apoio, reforçando que a segurança do paciente é uma -responsabilidade compartilhada. As Metas Internacionais de Segurança do Paciente na prática O circuito foi baseado nas 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente, que orientam práticas essenciais para a redução de riscos e a prevenção de eventos adversos: -Identificar corretamente o paciente -Melhorar a comunicação entre os profissionais de saúde -Garantir a segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos -Assegurar cirurgias seguras -Higienizar as mãos para prevenir infecções -Reduzir o risco de quedas e lesões por pressão Ao trazer essas metas para o contexto prático, a ação contribui para fortalecer a cultura de segurança e ampliar a percepção dos profissionais sobre o impacto de suas condutas no cuidado ao paciente. O Austa acredita que a qualidade assistencial está diretamente relacionada à segurança e que investir na capacitação das equipes é fundamental para garantir um cuidado cada vez mais confiável, humanizado e centrado no paciente.    

27 de janeiro

Austa Clínicas fortalece atuação junto a grandes usinas ao cuidar de mais de 700 colaboradores durante a SIPAT do Grupo Cerradão

A atuação próxima e personalizada na gestão da saúde corporativa tem sido um dos pilares do novo modelo assistencial da Austa Clínicas junto a grandes empresas do agronegócio e do setor sucroenergético. Um exemplo recente dessa estratégia foi a participação da operadora na Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) do Grupo Cerradão, maior produtor de açúcar, etanol e energia de Minas Gerais. Durante o evento, mais de 700 colaboradores passaram por atendimentos e avaliações realizadas por profissionais da Austa Clínicas, que ofereceram aferição de sinais vitais, testes de glicemia capilar, ausculta cardíaca e pulmonar, além de orientações médicas e esclarecimentos sobre saúde e prevenção. A ação integrou um conjunto de iniciativas contínuas desenvolvidas pela operadora junto à Cerradão, que hoje atende cerca de 1.650 colaboradores e dependentes, totalizando aproximadamente 3.000 beneficiários. A presença frequente dos profissionais da Austa Clínicas no ambiente corporativo vai além de eventos pontuais. O modelo adotado pela operadora prioriza o acompanhamento contínuo, a proximidade com os colaboradores e a agilidade na resolução de demandas assistenciais, especialmente em situações que exigem resposta rápida. Foi o que vivenciou o operador de caldeira Nicolas Luiz da Silva, colaborador da área industrial da Cerradão. Ao perceber que sua filha de 11 anos apresentava dificuldades de visão, ele buscou atendimento pela operadora. A consulta foi rapidamente agendada, resultando no diagnóstico de uma infecção ocular e início imediato do tratamento. “Fiquei muito apreensivo com a situação, mas a equipe foi extremamente rápida e atenciosa. Saber que temos esse suporte traz mais tranquilidade para trabalhar e viver melhor”, relata Nicolas. Atendimento personalizado Segundo Leonardo Almeida, gerente de Gente e Gestão do Grupo Cerradão, a parceria com a Austa Clínicas tem se destacado pelo atendimento personalizado e pela capacidade de resposta. “Os profissionais da Austa Clínicas dão bastante atenção para nossos colaboradores, tendo flexibilidade para resolver os casos com senso de urgência necessário, o que é muito importante”, afirma Leonardo. A atuação integrada também tem impacto direto na conscientização dos colaboradores sobre o cuidado com a própria saúde. Para João Antonio Piccini, coordenador de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) da Cerradão, a presença da operadora contribui para um dos principais objetivos das ações internas. “A participação da Austa Clínicas tem sido essencial para sensibilizar nossos colaboradores sobre a importância da prevenção e do acompanhamento regular, não só para eles, mas também para seus familiares”, destaca Piccini. Um plano pensado para a realidade do agro O modelo de atuação adotado junto ao Grupo Cerradão reflete a filosofia que norteou o desenvolvimento do novo plano corporativo da operadora, estruturado a partir de estudos aprofundados sobre as características e desafios do agronegócio. “Nossa proposta envolve personalização e previsibilidade financeira. Consideramos o perfil e a realidade de cada empresa para estruturar soluções adequadas à sua operação, o que é fundamental para a gestão do negócio”, explica Rafael Chanes, diretor executivo da Austa Clínicas. Para garantir atendimento ágil e resolutivo, a operadora disponibiliza uma rede assistencial completa nas regiões onde o grupo atua. Em Frutal, os beneficiários contam com atendimento no Hospital São José e no Espaço Saúde Austa, que reúne diversas especialidades médicas, exames cardiológicos, coleta laboratorial e pronto atendimento 24 horas. Em Barretos, o Hospital São Jorge complementa a rede. Já para casos de média e alta complexidade, os beneficiários têm acesso à rede credenciada e, em São José do Rio Preto, ao Hospital de Base e ao Hospital da Criança e Maternidade. Plano NossaTerra atende à complexidade do agro e do setor sucroenergético Desenvolvido para grandes grupos do agronegócio e do setor sucroenergético, o plano NossaTerra foi estruturado para responder às particularidades de empresas com operações industriais e rurais, equipes numerosas e desafios específicos na gestão da saúde corporativa. Entre os diferenciais do modelo estão a customização da rede assistencial, o controle de custos com previsibilidade orçamentária e a capacidade de implantação ágil de serviços em regiões onde outros modelos de assistência não atuam, reduzindo deslocamentos, afastamentos e impactos na produtividade. O plano também contempla protocolos clínicos adaptados à realidade da agroindústria, programas preventivos alinhados à sazonalidade da safra e ações direcionadas à prevenção de doenças ocupacionais, especialmente osteomusculares e auditivas. A estratégia é complementada por telemedicina, unidades móveis, postos avançados nas plantas industriais e programas estruturados de promoção da saúde. Com essa abordagem, a Austa Clínicas consolida o NossaTerra como uma solução estratégica de gestão de pessoas e sustentabilidade operacional, reforçando seu posicionamento junto a grandes empresas do agro que buscam eficiência, cuidado com seus colaboradores e visão de longo prazo.

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