Doença de Chagas: pesquisas apontam caminhos para recuperar lesões

14/04/2021

Doença de Chagas: pesquisas apontam novos caminhos para recuperar lesões no coração

A Doença de Chagas permanece como um grande problema de saúde nos países da América Latina. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que haja aproximadamente de 16 a 18 milhões de pacientes infectados, dos quais 25% a 35% desenvolverão alterações cardiovasculares na fase crônica da infecção.

Por não haver um tratamento específico para combater o problema, os médicos fazem uso de remédios que ajudam a controlar os sintomas, melhorar a qualidade de vida dos seus pacientes e, em alguns casos, recuperar lesões causadas pela infecção, como indica o médico cardiologista Dr. João Daniel Bilachi Pinotti.

“É importante ressaltar as manifestações clínicas quando há o acometimento crônico do coração, no qual o paciente desenvolve uma insuficiência cardíaca e o sintoma principal é a falta de ar. Nesse caso, o tratamento da Doença de Chagas é exatamente o mesmo da insuficiência cardíaca. O que temos hoje no mercado são medicamentos que diminuem a progressão da doença, mas não a curam. Em alguns casos, podem também apresentar um remodelamento reverso, ou seja, o local no coração lesionado pela doença pode se restabelecer. Claro que isso são resultados recentes e ainda estão sendo analisados em estudos, mas o cenário se mostra muito promissor”.

De fato, uma nova pesquisa pode mudar esse cenário. Liderados pelo Laboratório de Biologia das Interações do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), os estudos apontam um possível caminho para o desenvolvimento de novas terapias para os danos cardíacos da Doença de Chagas. Segundo o estudo, reduzir os níveis de uma substância inflamatória – o fator de necrose tumoral – impede a progressão e consegue até mesmo recuperar lesões no coração. O trabalho, realizado em colaboração com o Laboratório de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas do IOC/Fiocruz e a Universidade Federal Fluminense (UFF), foi publicado na revista científica internacional Mediators of Inflammation.

A Doença de Chagas possui duas fases distintas: a aguda e a crônica. Em cada uma delas o indivíduo apresenta distintos sintomas.

 

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FASE AGUDA

Logo após a infecção, os pacientes apresentam um número elevado de parasitas no sangue e podem ter sintomas como febre, dor de cabeça, fraqueza intensa e inchaço no rosto e nas pernas. Nesta fase da doença, o tratamento com medicamento é capaz de matar os protozoários. Mas, em muitos casos, a fase aguda é assintomática e, por isso, a infecção só é diagnosticada na fase crônica.

 

FASE CRÔNICA

Nesta fase, os parasitos se alojam nos músculos do coração e do aparelho digestivo. Os pacientes podem permanecer anos sem sintomas, mas as lesões causadas nos órgãos vão se acumulando e, em 30% dos casos, os indivíduos apresentam complicações cardíacas, enquanto 10% têm problemas digestivos.

O adoecimento cardíaco da doença, na fase crônica, acomete morbidades e relevantes índices de mortalidade, o que faz da doença à principal causa de cardiomiopatia não-isquêmica na América Latina.

“O paciente que possui a forma crônica da Doença de Chagas, que não adere ao tratamento ou não possui um diagnóstico preciso, passa por constantes internações, o que acaba fragilizando ainda mais seu quadro e prejudicando sua qualidade de vida. Os sintomas são basicamente tudo o que envolve a insuficiência cardíaca. O paciente convive com a dispneia (falta de ar) e, além do tratamento medicamentoso, precisa de acompanhamento médico frequente”, explica o cardiologista sobre os malefícios da Doença de Chagas.

 

O QUE É A DOENÇA DE CHAGAS?

A doença é causada por um protozoário chamado Trypanossoma cruzi. Apesar de muitas pessoas acreditarem que a transmissão da doença de chagas se dá pela picada do barbeiro, na verdade, ela é causada através das fezes do barbeiro, contaminadas pelo parasita. Quando a pessoa é picada e coça esse local, pode levar as fezes do inseto para a região da ferida, que entra na corrente sanguínea e causa a doença.

Os sintomas da Doença de Chagas são: febre, mal-estar, inchaço localizado no local da picada do barbeiro, inchaço dos olhos, dor no corpo, dor de cabeça, cansaço, náusea e vômitos, diarreia, nódulos espalhados pelo corpo e vermelhidão pelo corpo. Algumas complicações da doença de chagas também incluem problemas digestivos, meningite, problemas no coração e a constipação crônica. O diagnóstico da doença é feito através de um exame de sangue, que deve ser prescrito, principalmente, quando um indivíduo vem de zonas endêmicas e apresenta os sintomas acima relacionados. Porém, como a maioria dos sintomas são comuns e às vezes até imperceptíveis, o indivíduo pode vir a descobrir que tem a doença 20 ou 30 anos depois de ter sido infectado, ao fazer um exame de rotina ou ao apresentar complicações da doença.

 

CHAGAS NO BRASIL E NO INTERIOR DE SÃO PAULO

Segundo o Dr. João Daniel Bilachi Pinotti, São José do Rio Preto faz parte de uma região que foi muito endêmica na década de 1960 a 1980 e por isso hoje o médico acompanha muitos pacientes acometidos pela doença. “Isso acontece porque o diagnóstico, na maioria das vezes, é realizado de forma tardia, principalmente pelo fato de a doença ser assintomática na fase aguda, com repercussão clínica após décadas. Por isso é tão importante realizar consultas de rotina com um cardiologista desde o início da vida adulta. Uma vez diagnosticada a doença, iniciamos o tratamento e otimizamos os resultados a longo prazo, possibilitando mais qualidade de vida ao paciente”, afirma o cardiologista.

A OMS e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) certificaram o Brasil em 2006 por ter conseguido interromper a transmissão da Doença de Chagas pela espécie de barbeiro, mas, segundo o Ministério da Saúde, nos últimos anos estão surgindo novos casos da infecção devido a uma forma diferente de transmissão, ligada à contaminação de alimentos. Os registros seriam de pessoas que consumiram suco de açaí e caldo de cana, as bebidas teriam sido contaminadas pelo Trypanossoma cruzi quando barbeiros infectados foram moídos acidentalmente junto com os alimentos.

 

Fonte:

  • Portal Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS)
  • Artigo Científico da Mediators of Inflammation: Tumor Necrosis Factor Is a Therapeutic Target for Immunological Unbalance and Cardiac Abnormalities in Chronic Experimental Chagas’ Heart Disease. https://www.hindawi.com/journals/mi/2014/798078/
  • Portal da Doença de Chagas – Fiocruz

 

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19 de maio

“Cuidado que Marca” reforça cultura de acolhimento e reconhecimento no Austa e IMC

O Austa e o Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC) realizaram o treinamento de Excelência em Atendimento, iniciativa voltada ao fortalecimento da experiência do paciente e da cultura institucional centrada no cuidado. A capacitação foi conduzida por Eliza Amorim, responsável pela área de Experiência Digital do Cliente, em parceria com o time de Recursos Humanos, reunindo equipes de recepção em um momento de aprendizado e alinhamento sobre acolhimento, empatia, postura profissional e excelência no atendimento. Durante o treinamento, foram abordados temas relacionados à experiência do paciente, escuta ativa, comunicação, postura profissional e o impacto que cada colaborador gera na jornada de pacientes e familiares dentro da instituição. Segundo Eliza Amorim, fortalecer a experiência do paciente também significa resgatar características que fazem parte da essência do Austa e do IMC: um atendimento humanizado, próximo, atencioso e acolhedor, reconhecido por muitos pacientes e familiares como o “jeito Austa” de cuidar. “Hoje reforçamos algo que vai muito além de processos e técnicas: cada atendimento é uma oportunidade de acolher, cuidar e transformar experiências. Ser resolutivo é importante, mas fazer isso com empatia, atenção e humanidade faz toda a diferença para quem está do outro lado”. O encontro também marcou o lançamento oficial do programa “Cuidado que Marca”, iniciativa do Austa e IMC criada a partir dos elogios recebidos por meio da Voz do Cliente. O programa tem como objetivo reconhecer colaboradores que se destacam através do cuidado, acolhimento, atenção e qualidade no atendimento prestado aos pacientes e familiares, transformando relatos positivos em reconhecimento institucional. Durante o treinamento, uma colaboradora foi homenageada pelos elogios recebidos, simbolizando o propósito do programa e reforçando a importância de valorizar atitudes que impactam diretamente a experiência das pessoas. Para Kamila Pinheiro, gerente de Gente e Gestão, o programa reforça a cultura institucional de valorização das pessoas e reconhecimento das boas práticas no atendimento. “O ‘Cuidado que Marca’ nasce justamente para reconhecer colaboradores que fazem a diferença no dia a dia através da forma como acolhem, orientam e cuidam das pessoas. Muitas vezes, um gesto, uma escuta ou uma atitude humanizada marcam profundamente a experiência do paciente e da família. Transformar esses elogios recebidos pela Voz do Cliente em reconhecimento é uma forma de fortalecer nossa cultura e valorizar quem realmente gera impacto positivo dentro das nossas instituições”. O Diretor Executivo, Rafael Chanes, destacou a importância da valorização contínua das equipes. “Investir em treinamento, desenvolvimento e reconhecimento fortalece uma experiência cada vez mais acolhedora, segura e humanizada para nossos pacientes e clientes”.

18 de maio

Austa Clínicas reforça compromisso com a saúde e o impacto social no 5º Porco no Tacho

A Austa Clínicas esteve presente como patrocinadora do 5º Porco no Tacho, evento promovido pela Loja Maçônica Paz e Fraternidade, que reuniu gastronomia, música e solidariedade em uma iniciativa voltada ao fortalecimento de projetos sociais de São José do Rio Preto. O evento reuniu cerca de 500 pessoas em uma experiência marcada por música, gastronomia e propósito social. Parte da renda arrecadada será destinada ao Instituto Riopretense dos Cegos Trabalhadores (IRCT) e ao Projeto NÓS, iniciativas que atuam diretamente na transformação social e no acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade. Samuel Machado, gerente comercial da operadora, exxplica que para a Austa Clínicas, apoiar iniciativas como o Porco no Tacho faz parte de uma visão ampliada de saúde, que entende o cuidado não apenas dentro dos consultórios, mas também por meio da promoção do bem-estar coletivo, da qualidade de vida e do fortalecimento das comunidades. “Saúde também está relacionada ao cuidado com as pessoas, ao fortalecimento da comunidade e ao incentivo de ações que promovem impacto social positivo. Para a Austa Clínicas, é muito importante estar presente em iniciativas que compartilham desses valores”, destaca Ao apoiar o 5º Porco no Tacho, a Austa Clínicas reforça seu compromisso com iniciativas que unem pessoas em torno de causas relevantes e que contribuem diretamente para o desenvolvimento social da região.  

12 de maio

Semana de Enfermagem Austa 2026: A inteligência artificial fortalece quem cuida

A Semana de Enfermagem do AUSTA 2026 teve início de uma forma especial e simbólica. Para marcar a abertura das celebrações, a personagem de Florence Nightingale percorreu os setores da instituição homenageando e cumprimentando os profissionais da enfermagem, reforçando a conexão entre a história da profissão e o futuro do cuidado em saúde. Reconhecida mundialmente como pioneira da enfermagem moderna, Florence representa valores que seguem presentes no dia a dia da assistência: dedicação, humanização, conhecimento e compromisso com a vida. Desta vez, sua presença também simbolizou a evolução da profissão diante das novas tecnologias e transformações do setor. A inteligência artificial fortalece quem cuida Com o tema “A inteligência artificial fortalece quem cuida!”, a Semana de Enfermagem do AUSTA 2026 propõe uma reflexão sobre como a inovação e a tecnologia podem atuar como aliadas dos profissionais de saúde, contribuindo para uma assistência cada vez mais eficiente, segura e humanizada. Como parte da programação, os profissionais da enfermagem também participaram de uma palestra sobre o tema, abordando como a inteligência artificial e os recursos tecnológicos vêm apoiando o cuidado em saúde, otimizando processos, ampliando a segurança assistencial e oferecendo mais suporte às equipes no dia a dia. Durante o encontro, também foi reforçado que a tecnologia não substitui o olhar humano, a experiência e a sensibilidade dos profissionais da enfermagem. Pelo contrário: surge como uma ferramenta de apoio, capaz de fortalecer a atuação das equipes e permitir que o cuidado continue sendo cada vez mais humano, estratégico e centrado nas pessoas. A ação de abertura levou acolhimento, reconhecimento e valorização às equipes, celebrando a trajetória da enfermagem, os profissionais que fazem a diferença diariamente e as novas gerações que seguirão construindo o futuro do cuidado.

08 de maio

AUSTA Hospital conquista Selo Platinum da Angels Initiative e reforça excelência no atendimento ao AVC

O AUSTA Hospital acaba de alcançar um importante reconhecimento internacional na área da saúde: o Selo Platinum da Angels Initiative, em parceria com a World Stroke Organization. A certificação reconhece hospitais que atingem elevados padrões de qualidade, desempenho clínico e agilidade no atendimento a pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. A conquista reforça o compromisso do AUSTA com a segurança do paciente, a excelência assistencial e a atuação integrada das equipes multidisciplinares, especialmente dos profissionais da neurologia e da emergência, que desempenham papel fundamental em cada etapa do atendimento. Agilidade que salva vidas No tratamento do AVC, o tempo é um fator decisivo. Quanto mais rápido o paciente recebe atendimento especializado, maiores são as chances de recuperação e menores os riscos de sequelas. Por isso, protocolos assistenciais bem estruturados, equipes treinadas e fluxos eficientes fazem toda a diferença no cuidado ao paciente. O Selo Platinum reconhece justamente instituições que demonstram alto desempenho nesses indicadores e mantêm um atendimento alinhado às melhores práticas internacionais. No AUSTA Hospital, o cuidado com o paciente com AVC envolve atuação rápida desde a chegada à emergência, passando pelo diagnóstico ágil e pela definição imediata da conduta médica mais adequada. Reconhecimento internacional da qualidade assistencial A Angels Initiative é um programa global que atua ao lado de hospitais e profissionais de saúde para melhorar a qualidade do atendimento ao AVC em diferentes países. Em parceria com a World Stroke Organization, a iniciativa avalia critérios rigorosos relacionados ao desempenho hospitalar e aos resultados assistenciais. Receber a certificação Platinum representa um marco importante para o hospital e evidencia o comprometimento contínuo das equipes com a evolução dos processos, a atualização técnica e a busca constante por um atendimento cada vez mais seguro, humanizado e eficiente. Compromisso contínuo com a excelência Mais do que uma conquista institucional, o selo simboliza o impacto direto do trabalho das equipes na vida dos pacientes e de suas famílias. O reconhecimento fortalece o propósito do AUSTA Hospital de seguir investindo em qualidade, tecnologia, capacitação profissional e assistência de excelência, mantendo o cuidado centrado no paciente em todos os momentos.

07 de maio

Casos de endometriose aumentam 76% no Brasil em apenas três anos; número de cirurgias aumentou 518% no Austa Hospital e IMC em quatro anos

Esta quinta-feira, 7 de maio, é o Dia Internacional da Luta Contra a Endometriose, cujo objetivo é reforçar a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. “Infelizmente, os números mostram que a sociedade e, em particular, a mulher não estão atentos para a prevenção da endometriose”, ressalta o ginecologista e obstetra Paulo Fasanelli, do Austa Hospital e IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. O alerta do médico sustenta-se pelo avanço da doença no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, os atendimentos relacionados à endometriose no SUS aumentaram 76% em apenas três anos, saltando de 82.693 registros, em 2022, para 145.744, em 2024. O avanço revela não apenas maior conscientização, mas também a dimensão de uma condição que ainda é subdiagnosticada e que pode afetar até 8 milhões de brasileiras. Esta realidade tem reflexos nos centros cirúrgicos do Austa Hospital e do IMC. Somadas as cirurgias de endometriose realizadas nas duas instituições, o número aumentou 518% em apenas quatro anos, passando de 16, em 2022, ano de pandemia, para 99, em 2025. Nestes últimos cinco anos, incluindo 2026, foram 259 procedimentos no Austa e IMC. A endometriose é uma doença inflamatória crônica caracterizada pelo crescimento de um tecido semelhante ao endométrio fora do útero, atingindo órgãos como ovários, intestino e bexiga. Esse processo provoca inflamação e pode causar sintomas como cólicas menstruais intensas, dor pélvica persistente, dor durante a relação sexual, alterações intestinais e dificuldade para engravidar. Estima-se que até 50% das mulheres com a doença possam enfrentar infertilidade, o que amplia ainda mais o impacto físico e emocional da condição. Apesar da alta prevalência, o diagnóstico ainda é um desafio. Muitas mulheres levam anos para identificar a doença, frequentemente por normalizarem a dor ou por falta de acesso a avaliação especializada. Segundo dr. Fasanelli, este atraso pode agravar significativamente o quadro clínico. “É comum atendermos pacientes que convivem com sintomas há muito tempo. A dor intensa não é normal e precisa ser investigada. Quanto mais cedo conseguimos diagnosticar, maiores são as chances de controlar a doença e preservar a qualidade de vida e a fertilidade”, afirma o ginecologista do Austa Hospital e IMC. O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica detalhada e exames de imagem realizados no Austa Hospital, como ultrassonografia especializada e ressonância magnética. Com o aumento dos casos e a maior complexidade dos diagnósticos, o tratamento cirúrgico tem ganhado protagonismo, especialmente nos quadros mais avançados ou quando não há resposta ao tratamento clínico. “A videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva, é considerada o padrão no tratamento cirúrgico da endometriose, permitindo a retirada dos focos da doença com maior precisão, menor trauma cirúrgico e recuperação mais rápida”, afirma Dr. Fasanelli. Segundo ele, os avanços na abordagem cirúrgica têm transformado o cuidado com a doença. “A cirurgia minimamente invasiva permite tratar a endometriose de forma mais eficaz e com menor impacto para a paciente. Em muitos casos, conseguimos não apenas aliviar a dor, mas também melhorar significativamente as chances de gravidez”, explica. Em situações mais complexas, quando há comprometimento de órgãos como intestino e bexiga, o procedimento pode envolver uma equipe multidisciplinar, ampliando a segurança e os resultados do tratamento. O ginecologista do Austa Hospital e IMC enfatiza, no entanto, prevenir sempre é o mais importante. “A conscientização é fundamental. Precisamos quebrar o tabu em torno da dor menstrual e garantir que mais mulheres tenham acesso ao diagnóstico e às opções de tratamento disponíveis, incluindo a cirurgia quando indicada”, conclui Dr. Fasanelli.

07 de maio

Austa promove ações educativas durante a Semana da Higiene das Mãos

Celebrada anualmente em 5 de maio, a Semana da Higiene das Mãos tem como objetivo conscientizar profissionais de saúde e a população sobre a importância da higienização correta das mãos na prevenção de infecções e na promoção de um cuidado mais seguro. A data faz parte de uma campanha mundial criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reforçando a importância desse hábito simples, mas essencial, dentro e fora dos ambientes de saúde. Em alusão à campanha, o Hospital Austa realizou uma programação especial voltada à conscientização e ao fortalecimento das práticas de segurança assistencial dentro da instituição. A iniciativa buscou reforçar a importância da higiene das mãos como uma das medidas mais eficazes para prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde. A ação reuniu colaboradores em um momento de aprendizado, troca de conhecimentos e interação, por meio de atividades educativas desenvolvidas de forma dinâmica e participativa. Durante a programação, foram exibidos vídeos informativos sobre a importância da higienização das mãos, os cuidados necessários no ambiente hospitalar e os impactos positivos dessa prática na segurança de pacientes e profissionais. Além disso, os participantes participaram de dinâmicas com perguntas e respostas e de um questionário interativo, promovendo maior engajamento e reforçando conceitos importantes relacionados às técnicas corretas de higienização. A proposta foi estimular, de maneira leve e descontraída, a reflexão sobre atitudes que fazem a diferença na rotina hospitalar e contribuem diretamente para um atendimento mais seguro e humanizado. Mais do que um protocolo, a higienização das mãos é um gesto de responsabilidade, prevenção e cuidado com a vida. Com ações como essa, o Hospital Austa reafirma seu compromisso com a promoção da segurança do paciente e com o fortalecimento de uma cultura de qualidade e excelência assistencial.

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