Hemofilia pode ser controlada com tratamento adequado

04/01/2017

Hemofilia pode ser controlada com tratamento adequado

A hemofilia é um distúrbio genético e hereditário que afeta a coagulação do sangue. De acordo com o CHESP – Centro dos Hemofílicos do Estado de São Paulo (CHESP), o problema é quase exclusivamente do sexo masculino, atingindo um a cada 10 mil pessoas e causando hemorragias incontroláveis.

De modo geral, o hemofílico é identificado logos nos primeiros meses de vida, pelos sintomas hemorrágicos que apresenta.

Um pequeno traumatismo pode desencadear: dor intensa, hematomas, episódios hemorrágicos importantes em órgãos vitais, músculos e/ou articulações.

A Associação dos Hemofílicos e Pessoas com Doenças Hemorrágicas Hereditárias aponta que a doença é hereditária estando relacionada ao cromossomo X que está presente em todos os grupos étnicos e lugares do mundo.

É transmitida por um homem hemofílico ou por uma mulher portadora do gene com essa informação, aos seus descendentes.

De acordo com informações da Federação Brasileira de Hemofilia, o sangue é composto por várias substâncias, cada uma com sua função.

Algumas dessas substâncias são as proteínas denominadas fatores da coagulação, que ajudam a estancar as hemorragias quando ocorre o rompimento de vasos sanguíneos.

São 13 tipos diferentes de fatores de coagulação, e o hemofílico apresenta baixa atividade do fator VIII (hemofilia A) ou fator IX (hemofilia B).

Com isso, a formação da coagulação é interrompida antes da produção do coágulo, e os sangramentos demoram muito mais tempo para serem controlados.

Em ambos os casos a severidade pode ser leve, moderada ou grave.

A repetição das hemorragias nas articulações pode gerar sequelas importantes que afetam a mobilidade dos membros atingidos.

A base do tratamento é a introdução, no sangue dos pacientes, do fator de coagulação que falta em seu organismo.

Mesmo incurável, a doença pode ser controlada pela transfusão, fazendo com que o hemofílico tenha uma vida normal.

Dicas para a Hemofilia

Acompanhe as dicas da Associação dos Hemofílicos e Pessoas com Doenças Hemorrágicas Hereditárias, e saiba o que um portador de hemofilia deve fazer diante de um sangramento:

  • procurar tratamento aos primeiros sinais de sangramento;
  • infusão de concentrado de fator, aplicação de gelo, compressão, elevação do membro afetado e repouso;
  • sangramentos menores podem ser resolvidos apenas com infusão habitual;
  • sangramentos graves exigem cuidados especiais e interrupção da atividade esportiva com retorno progressivo.

Consulte sempre um médico e siga suas orientações.

Fontes: Portal da Federação Brasileira de Hemofilia; Portal do Centro dos Hemofílicos do Estado de São Paulo (CHESP); e Portal da Associação dos Hemofílicos e Pessoas com Doenças Hemorrágicas Hereditárias

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07 de agosto

Quatro em cada dez brasileiros têm colesterol alterado, alerta cirurgião cardiovascular do IMC 

Este sábado, 8 de agosto,  é o Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, data que tem extrema relevância diante do quanto a população está sendo afetada pelo excesso de gordura. Mais de 18 milhões de brasileiros, ou seja, 40% dos adultos do país, têm o colesterol acima do recomendado, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Como se não bastasse a gravidade deste número, 67% sequer sabem qual é a própria taxa e correm grandes riscos porque o colesterol elevado é silencioso. A grande maioria dos pacientes não sente nada até que a doença já esteja avançada, muitas vezes revelada por um infarto, um AVC ou uma obstrução nas artérias das pernas”, alerta o cirurgião cardiovascular Rinaldo Costa Santos, do IMC – Instituto de Moléstias Cardiovasculares, de Rio Preto. É por isso que é fundamental o diagnóstico precoce, segundo o médico, pois, quando descoberto a tempo, o colesterol alto é uma condição plenamente controlável. O exame que detecta alterações no colesterol é simples — uma coleta de sangue — e sua frequência varia conforme o perfil de cada paciente. “Alguns pacientes precisam repetir os exames a cada três meses, outros a cada seis, e alguns apenas uma vez ao ano. O que não pode acontecer é o paciente nunca ter feito o exame, ou ter parado de repeti-lo depois dos 40, 50 anos, justamente quando o risco começa a aumentar”, ressalta o cirurgião cardiovascular do IMC. O vilão a ser diagnosticado aqui é o LDL, explica Dr. Rinaldo, principal responsável pelo acúmulo de gordura na parede das artérias, processo conhecido como aterosclerose. Esse acúmulo pode comprometer as coronárias, levando ao infarto; as carótidas, causando derrame cerebral; ou as artérias das pernas, provocando claudicação, que é a dor ao caminhar. “Em nenhum desses casos o paciente escolhe qual artéria será afetada — por isso o cuidado precisa ser sistêmico, e não pontual”, destaca o médico. Para o Dr. Rinaldo, a data é a oportunidade de reforçar uma mensagem simples diante de números que ainda preocupam. “Colesterol alto se controla, mas antes é preciso saber que se tem. Com diretrizes cada vez mais rígidas e a maioria dos brasileiros ainda sem saber sua própria taxa, informação e acompanhamento médico regular continuam sendo as ferramentas mais eficazes que temos”, afirma. O cirurgião cardiovascular se refere às novas diretrizes definidas pelas entidades internacionais de cardiologia recentemente que adotaram critérios muito mais rigorosos para o controle do colesterol ruim (LDL) e recomendando que o perfil lipídico passe a ser rastreado já a partir dos 20 anos — não mais apenas na meia-idade. Para indivíduos classificados como de baixo risco, a nova meta ideal foi fixada em menos de 115 mg/dL, valor consideravelmente menor do que os limites tolerados nos anos anteriores. Já para pacientes de risco muito alto ou extremo (com histórico de problemas cardiovasculares graves, diabetes ou múltiplos infartos), os limites são ainda menores: os alvos de LDL caíram para menos de 50 mg/dL, podendo chegar a marcas inferiores a 40 mg/dL na nova categoria de risco extremo. Em resumo, não existe um número de LDL igualmente seguro para todos. “Os níveis de referência variam de acordo com o risco de cada pessoa. Quem já teve infarto, AVC ou tem diabetes precisa manter o LDL bem mais baixo do que a população em geral. É uma mudança de mentalidade: tratar o risco da pessoa, não apenas um exame isolado”, diz o cirurgião cardiovascular. A prevenção envolve a adoção de hábitos saudáveis de vida, como alimentação equilibrada, atividade física regular e não fumar. “São atitudes indispensáveis”, enfatiza Dr. Rinaldo. “Mas muitas pessoas precisam de medicação para atingir as metas de controle por uma característica da própria doença, que tem componente genético importante em muitos casos”, ressalta. Quando a obstrução arterial já está instalada, a cirurgia vascular oferece hoje alternativas menos invasivas do que há alguns anos. “Usamos cateteres, stents e endopróteses para desobstruir as artérias sem a necessidade de grandes cortes. Isso reduz riscos, acelera a recuperação e devolve qualidade de vida ao paciente. Realizamos dezenas de intervenções cardiovasculares por mês no IMC, e boa parte delas já é feita por essa via minimamente invasiva”, detalha.

31 de julho

Austa Hospital renova certificação internacional e conquista selo Platinum por excelência no atendimento a pacientes com AVC

Reconhecimento da World Stroke Organization mantém hospital entre os centros de referência mundial no tratamento do Acidente Vascular Cerebral O Austa Hospital, de São José do Rio Preto (SP), teve elevado o nível da certificação internacional concedida pela Organização Mundial do AVC (WSO – World Stroke Organization), o que reafirma a condição da instituição entre os centros de excelência no mundo no atendimento a pacientes com acidente vascular cerebral (AVC). O Austa Hospital recebeu agora a certificação nível Platinum do WSO Angels Awards, concedida pela Organização Mundial do AVC em parceria com a Angels Initiative. “É um reconhecimento de extrema importância para os profissionais de nosso hospital e que sinaliza para os moradores de nossa região que o Austa Hospital oferece a eles atendimento de elevado padrão de qualidade e com segurança”, afirma Dr. Ronaldo Gonçalves da Silva, diretor médico da instituição. O WSO Angels Awards é concedido aos hospitais que demonstram excelência em indicadores assistenciais relacionados ao tratamento do AVC, como rapidez no diagnóstico e início da terapia, cumprimento de protocolos clínicos baseados em evidências científicas, monitoramento permanente dos resultados e melhoria contínua dos processos. “Além de reconhecer a qualidade de nossa assistência, o programa conduzido pela Angels Initiative permite que o Austa Hospital compartilhe indicadores padronizados e compare seus resultados com outras instituições de saúde também referências internacionais, o que fortalecendo a cultura da avaliação contínua por parte de nossa gestão e nossos profissionais, resultando em serviços de qualidade com segurança para os pacientes”, declarou Dr. Ronaldo. “Ter cada vez mais equipes melhor capacitadas é fundamental, sobretudo diante do avanço desta doença e das mortes”, afirmou o diretor. Nos últimos quatro anos, o Austa Hospital atendeu 680 pessoas com suspeita de AVCI, das quais 199 foi confirmado o diagnóstico e foram tratadas. No ano passado, no Brasil, 89.490 pessoas morreram em consequência do AVC , aumento de 18% em apenas seis anos. Em 2019, ocorreram 75.553 mortes, segundo Sociedade Brasileira de AVC. A certificação nível Platinum premia o trabalho de dezenas das equipes da emergência, neurologia, enfermagem, diagnóstico por imagem, laboratório e demais áreas envolvidas na linha de cuidado ao AVC. "O reconhecimento internacional demonstra que nossos processos estão alinhados às melhores práticas mundiais e reforça o compromisso permanente do Austa com uma assistência segura, rápida e de excelência aos pacientes com AVC", reforça a enfermeira Ana Cláudia Silveira Salles Dias, a enfermeira Ana Cláudia Silveira Salles Dias, gerente assistencial do hospital. Mais do que um reconhecimento, a certificação, segundo Ana Cláudia, implica na adoação pelo hospital de uma cultura que visa a eficiência, precisão e rapidez no atendimento ao paciente com AVC, o que são determinantes. “Quanto mais rapidamente o paciente recebe atendimento especializado, maiores são as chances de sobrevivência e de recuperação com redução das sequelas”, destaca a enfermeira. “Por isso, hospitais como o Austa, certificados pela WSO Angels, seguem protocolos rigorosos para reduzir o intervalo entre a chegada do paciente e o início do tratamento, monitorando continuamente indicadores de desempenho”, completa a gerente assistencial. Segundo ela, a certificação Platinum representa a evolução do reconhecimento conquistado anteriormente pelo Austa Hospital e evidencia o amadurecimento de seus protocolos assistenciais, dos treinamentos permanentes das equipes e do investimento em qualidade e segurança.

21 de julho

Uruguaia viaja 2 mil km para realizar cirurgia robótica no Austa Hospital

São José do Rio Preto é reconhecida por sua excelência em Saúde, que alia a qualidade dos profissionais com a alta tecnologia. Esta conjunção tem atraído inclusive estrangeiros de várias partes do mundo. A uruguaia Maria del Carmen Sica Fernandez, de 63 anos, é um deles. A distância de sua cidade, na fronteira do Uruguai com o Brasil, a 2.000 quilômetros de Rio Preto, não foi obstáculo para que decidisse ser operada no Austa Hospital, referência em cirurgia robótica no noroeste paulista. Nesta última quinta-feira (16 de julho), o ortopedista Marcos Zanovelo Bueno, com o auxílio do robô ROSA®️ Knee System, realizou a artroplastia total do joelho direito de Maria Del Carmen, ou seja, substituiu a articulação do joelho desgastada por uma prótese. No dia seguinte, ela já caminhava no quarto e teve alta hospitalar no sábado. Maria decidiu realizar a cirurgia no Austa Hospital após pesquisar vários médicos e instituições no Brasil. Ainda no leito, disse ter certeza de ter feito a escolher certa. “Dr. Marcos me transmitiu plena confiança ao explicar com detalhes a cirurgia e mostrar os resultados. É uma tecnologia fantástica que vai me devolver a liberdade”, afirmou a uruguaia, que voltará ao Austa Hospital para operar o joelho esquerdo. Uruguaia Maria del Carmen Sica Fernandez, de 63 anos, no leito do Austa Hospital após cirurgia robótica Mais avançada tecnologia robótica do mundo, o ROSA®️ Knee System foi adquirido pelo Austa Hospital há quatro anos e, neste período, foram realizados 350 procedimentos em pacientes de todo país e do exterior. O Austa Hospital é a única instituição de saúde do noroeste paulista que detém esta plataforma de última geração utilizada especificamente para procedimentos de joelho. “A paciente está muito bem e, em 21 a 30 dias já estará andando normalmente, com equilíbrio, sem dor e com qualidade de vida”, afirmou Dr. Zanovelo. “É mais um paciente beneficiado por esta tecnologia, que possui várias vantagens em comparação ao procedimento cirúrgico convencional”, destacou Dr. Ronaldo Gonçalves, diretor técnico do Austa Hospital. O desfecho da cirurgia é o resultado da soma do conhecimento do médico, qualidade da equipe e a tecnologia da plataforma robótica. “Esta tecnologia permite que nós, cirurgiões, tenhamos muito maior precisão no alinhamento e no posicionamento dos componentes da prótese, levando em consideração a anatomia específica do paciente e, desta forma, reduzindo desvios fora do padrão ideal”, destaca ortopedista. Com isso, os pacientes submetidos ao procedimento têm melhor recuperação funcional nas primeiras semanas, com menor dor pós-operatória e retorno mais rápido às atividades iniciais, quando comparados à técnica convencional. “O paciente operado com o auxílio do robô tem os movimentos do joelho mais adequados, melhor mobilidade, adquirida em menor tempo e são extremante reduzidas as chances de sentir dor”, completa Dr. Zanovelo. Outra grande vantagem da cirurgia robótica em relação ao método convencional, segundo o ortopedista, é a visão tridimensional e ampliada que o cirurgião tem dos ossos e tecidos. “Isto possibilita maior precisão de movimentos e menor risco de complicações durante o ato cirúrgico. Esses fatores contribuem positivamente no resultado, diminuindo as chances de complicações no pós-operatório e o tempo de internação hospitalar”, complementa o médico. Tamanha precisão é obtida por ser o ROSA®️ Knee System composto dotado de ferramentas de planejamento pré-operatório em três dimensões (3D), que fornecem ao cirurgião dados intraoperatórios em tempo real sobre tecidos moles e anatomia óssea, sendo projetada para facilitar a precisão do corte ósseo e análise de amplitude de movimento. A plataforma fornece uma análise contínua de dados para auxiliar o cirurgião na tomada de decisões complexas e permite que use a tecnologia de computador e software para posicionar instrumentos cirúrgicos, permitindo grande precisão durante os procedimentos. O ROSA Knee apresenta o protocolo de imagem X-Atlas, que fornece imagens pré-operatórias baseadas em raios-X para criar um modelo 3D e plano da anatomia óssea do paciente - e mapeamento intraoperatório em tempo real da anatomia e movimento de um paciente, para ajudar os cirurgiões a personalizarem procedimentos e otimizarem a colocação do implante.

29 de junho

Austa Clínicas acompanha debates estratégicos do setor bioenergético durante encontro do GERHAI

A Austa Clínicas marcou presença na 225ª Reunião Ordinária do GERHAI (Grupo de Estudos em Recursos Humanos na Agroindústria), realizada em Sertãozinho (SP). Representando a operadora, o gerente comercial Samuel Machado participou do encontro, reafirmando a proximidade da Austa Clínicas com as empresas do agronegócio e seu compromisso em acompanhar de perto as demandas do setor. A programação do evento contou com palestras e discussões sobre temas estratégicos para o setor bioenergético, entre eles gestão de pessoas, cultura organizacional, comunicação, inteligência artificial e o futuro do trabalho. O encontro também proporcionou um ambiente de troca de experiências e networking entre empresas e profissionais do segmento. Além de acompanhar a programação, a Austa Clínicas aproveitou o encontro para fortalecer o relacionamento com empresas parceiras, como a Cerradão, cliente da operadora. "Participar de encontros como o GERHAI nos aproxima ainda mais dos nossos clientes. É uma oportunidade de ouvir o mercado, trocar experiências e entender de perto os desafios das empresas, fortalecendo parcerias construídas com confiança e compromisso com a saúde dos colaboradores", afirma Samuel Machado, gerente comercial da Austa Clínicas. A presença da Austa Clínicas em encontros voltados ao agronegócio reforça o compromisso da operadora de entender as necessidades das empresas do setor, acompanhando seus desafios e desenvolvendo soluções em saúde alinhadas às necessidades dos clientes e de seus colaboradores.

26 de junho

Diabetes pode aumentar em até quatro vezes o risco de infarto e AVC, alerta endocrinologista do IMC

Especialista do IMC alerta para a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença para prevenir complicações cardiovasculares Especialista do IMC alerta para a importância do diagnóstico precoce e do controle da doença para prevenir complicações cardiovasculares Silencioso e sem cura, o diabetes mellitus muitas vezes só é descoberto após o surgimento de uma complicação. No Dia Nacional do Diabetes, celebrado em 26 de junho, a endocrinologista Dra. Mariana Azevedo Alves Mendes, do Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC), reforça que o diagnóstico precoce é um dos principais aliados para evitar danos à saúde e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Segundo a médica, por não apresentar sintomas nas fases iniciais, muitas pessoas convivem com o diabetes por anos sem saber. "Muitos pacientes descobrem a doença apenas após uma complicação. Por isso, é tão importante rastrear quem apresenta fatores de risco e realizar o diagnóstico precoce", explica. De acordo com a endocrinologista, quando os sintomas aparecem, a doença geralmente já está instalada há algum tempo. Entre os principais sinais de alerta estão perda de peso sem causa aparente, sede excessiva, e vontade frequente de urinar principalmente a noite. A Dra. Mariana explica que o rastreamento é recomendado para pessoas com mais de 35 anos e também para pacientes com sobrepeso ou obesidade associados a fatores de risco, como sedentarismo, colesterol e triglicerídeos elevados, síndrome dos ovários policísticos e histórico de diabetes gestacional. Controle vai além da glicemia Segundo a especialista, após o diagnóstico, o acompanhamento precisa ser contínuo e envolver mais do que apenas o controle da glicemia. Ela destaca que exames como glicemia de jejum e hemoglobina glicada permitem acompanhar a evolução da doença, enquanto avaliações periódicas do colesterol, da função renal e do fundo de olho ajudam a identificar precocemente possíveis complicações. A endocrinologista ressalta que mudanças no estilo de vida também fazem parte do tratamento. "A prática regular de atividade física, a alimentação equilibrada, a redução do consumo de açúcares e carboidratos simples e o controle do peso são medidas fundamentais para manter a doença sob controle", afirma. Risco cardiovascular elevado A relação entre diabetes e doenças cardiovasculares também merece atenção. Segundo a Dra. Mariana, pessoas com diabetes apresentam um risco de duas a quatro vezes maior de desenvolver infarto e acidente vascular cerebral (AVC) em comparação com a população não diabética. Ela explica que esse risco aumenta ainda mais quando o paciente também possui hipertensão arterial, colesterol elevado, obesidade ou já apresentou algum evento cardiovascular. "O paciente diabético já possui um risco cardiovascular elevado. Por isso, é fundamental manter não apenas a glicemia controlada, mas também a pressão arterial, o colesterol e os demais fatores de risco", destaca. A endocrinologista acrescenta que pacientes com diabetes podem apresentar redução na expectativa de vida de quatro a oito anos quando a doença não é adequadamente controlada. "Nosso objetivo é manter esses pacientes dentro das metas de tratamento para reduzir complicações e proporcionar mais qualidade de vida", conclui.

23 de junho

Traumas ortopédicos graves exigem atendimento imediato: a importância da retaguarda especializada do AUSTA HOSPITAL

Uma queda, acidente de trânsito ou lesão durante a prática esportiva pode resultar em um trauma ortopédico. Embora algumas lesões pareçam simples em um primeiro momento, nem sempre é possível identificar sua gravidade sem uma avaliação médica adequada. Por isso, especialistas reforçam a importância de procurar atendimento sempre que houver suspeita de fratura ou comprometimento da mobilidade. Além do diagnóstico precoce, a presença de uma equipe especializada e de uma estrutura hospitalar preparada pode influenciar diretamente na recuperação do paciente. O que é considerado um trauma ortopédico grave? Os traumas ortopédicos envolvem lesões nos ossos, articulações, músculos, tendões e ligamentos. São considerados mais graves quando provocam fraturas, comprometem a capacidade de movimentação ou apresentam risco de complicações. Entre os casos que merecem atenção imediata estão: Fraturas de quadril; Fraturas de fêmur; Fraturas de tornozelo; Fraturas de punho; Fraturas de ombro; Fraturas múltiplas. Em situações como essas, a avaliação médica não deve ser adiada. Nem toda fratura é visível Um dos erros mais comuns é acreditar que uma fratura sempre causa deformidade evidente. Na prática, alguns pacientes conseguem caminhar ou movimentar o membro lesionado mesmo com o osso fraturado. Dor persistente, inchaço, dificuldade para realizar movimentos ou perda de força podem ser sinais importantes de que existe uma lesão que precisa ser investigada. Por isso, exames de imagem são fundamentais para confirmar o diagnóstico e definir o tratamento mais adequado. Por que a retaguarda ortopédica é importante? Após o atendimento inicial, alguns pacientes necessitam de acompanhamento por especialistas, procedimentos cirúrgicos ou internação hospitalar. É nesse momento que a chamada retaguarda ortopédica se torna essencial. Contar com médicos ortopedistas, exames diagnósticos e estrutura hospitalar disponíveis permite que o tratamento tenha continuidade de forma mais rápida e segura, sem a necessidade de transferências ou atrasos que podem comprometer a recuperação. Além disso, em casos de maior complexidade, a integração entre pronto atendimento, especialistas e suporte hospitalar contribui para uma assistência mais eficiente e adequada às necessidades de cada paciente. Quando procurar um serviço de urgência? A recomendação é buscar atendimento sempre que houver: Dor intensa após um trauma; Dificuldade para caminhar; Incapacidade de movimentar um membro; Inchaço importante; Deformidades aparentes; Suspeita de fratura; Traumas decorrentes de acidentes ou quedas. Quanto mais cedo a lesão for avaliada, maiores são as chances de um tratamento adequado e de uma recuperação com menos complicações. Atendimento integrado para cada etapa do cuidado Quando o assunto é trauma ortopédico, a rapidez no diagnóstico é importante, mas não é o único fator que influencia a recuperação do paciente. Dependendo da gravidade da lesão, pode ser necessário contar com avaliação especializada, exames de imagem, acompanhamento médico e até mesmo tratamento cirúrgico. Por isso, além do atendimento inicial, é fundamental que o paciente tenha acesso a uma estrutura preparada para dar continuidade ao cuidado quando necessário. Com atendimento 24 horas e retaguarda especializada em ortopedia, o Austa Hospital oferece assistência completa para pacientes que necessitam de diagnóstico, tratamento e acompanhamento de traumas ortopédicos, reunindo em um único local estrutura, tecnologia e equipe médica especializada. Pronto Atendimento Austa Hospital 📞 (17) 3221-3000 📍 Av. Murchid Homsi, 1385 – São José do Rio Preto

15 de junho

Austa Hospital promove campanha de conscientização sobre a desnutrição hospitalar

O Austa Hospital está realizando, ao longo do mês de junho, uma série de ações educativas em alusão ao Dia D – Combate à Desnutrição Hospitalar, campanha nacional que busca ampliar a conscientização sobre a prevenção, identificação precoce e tratamento da desnutrição em pacientes internados. A iniciativa é conduzida pelo Serviço de Nutrição e Dietética e integra um movimento realizado anualmente por hospitais de todo o país para reforçar a importância da assistência nutricional como parte fundamental do cuidado em saúde. A programação teve início no dia 3 de junho com uma palestra voltada às equipes assistenciais, abordando fatores de risco, formas de identificação precoce e estratégias para o manejo adequado da desnutrição hospitalar. Na sequência, foram promovidas dinâmicas nos setores assistenciais, acompanhadas da exposição de um totem informativo em pontos estratégicos da instituição, com o objetivo de estimular a reflexão e disseminar informações sobre o tema entre os profissionais. As ações continuam nas próximas semanas com a distribuição de materiais educativos e orientações realizadas pelas nutricionistas diretamente aos pacientes internados, fortalecendo a conscientização sobre a importância da nutrição para a recuperação e manutenção da saúde. De acordo com a coordenadora do Serviço de Nutrição e Dietética do Austa Hospital, Ana Camargo, a campanha tem um papel importante na sensibilização de profissionais, pacientes e familiares sobre um problema que muitas vezes passa despercebido. "A desnutrição hospitalar pode impactar diretamente a recuperação do paciente, aumentando o risco de complicações e prolongando o tempo de internação. Por isso, é fundamental que a identificação do risco nutricional aconteça precocemente e que toda a equipe esteja engajada nesse cuidado. A campanha é uma oportunidade de reforçar esse olhar e destacar a importância da nutrição como parte essencial da assistência em saúde", afirma. A nutrição como aliada da assistência hospitalar A desnutrição hospitalar é considerada um desafio para os serviços de saúde em todo o mundo. Além de comprometer a resposta ao tratamento, ela pode influenciar negativamente a cicatrização, a imunidade e a qualidade de vida dos pacientes. Nesse contexto, a atuação integrada entre nutricionistas, médicos, enfermeiros e demais profissionais da assistência é fundamental para garantir um cuidado seguro e efetivo. Por meio da campanha, o Austa Hospital reforça seu compromisso com a excelência assistencial e com iniciativas que contribuem para a recuperação dos pacientes, reconhecendo a nutrição como um componente essencial para um cuidado mais seguro, humanizado e centrado nas necessidades de cada pessoa.

08 de junho

Austa Clínicas lança novo aplicativo para facilitar o acesso aos serviços digitais

Beneficiários já podem baixar a nova plataforma, que reúne funcionalidades como carteirinha digital, guia médico, autorizações e outros serviços em uma experiência mais moderna, simples e prática. A Austa Clínicas acaba de disponibilizar seu novo aplicativo, desenvolvido para oferecer mais praticidade, agilidade e facilidade no acesso aos serviços digitais utilizados pelos beneficiários no dia a dia. Com visual renovado, navegação mais intuitiva e melhor experiência de uso, o novo APP mantém os serviços que os usuários já conhecem e utilizam, agora em uma plataforma mais moderna e preparada para tornar a rotina de cuidados com a saúde ainda mais simples. Por meio do aplicativo, é possível acessar funcionalidades importantes como a carteirinha digital, guia médico, autorizações, boletos e outros serviços que facilitam o relacionamento com a Austa Clínicas, tudo na palma da mão e a qualquer momento. A novidade faz parte do compromisso da Austa Clínicas em oferecer soluções que proporcionem mais comodidade aos beneficiários, ampliando o acesso aos serviços digitais de forma segura e eficiente. Mais praticidade para cuidar da sua saúde O novo APP Austa Clínicas foi pensado para acompanhar a rotina dos usuários, oferecendo uma experiência mais fluida, organizada e acessível.  Com ele, você pode acessar rapidamente sua carteirinha digital, consultar o guia médico, acompanhar autorizações e utilizar diversos serviços digitais de forma simples e conveniente. Além de contar com uma navegação mais moderna e intuitiva, o novo APP passa a ser o principal canal para acesso aos serviços digitais oferecidos pela instituição. A migração garante mais comodidade e permite que o usuário se familiarize com a plataforma desde já, aproveitando todos os recursos disponíveis de forma simples e segura. Faça o download e realize seu cadastro Para utilizar o novo aplicativo, basta realizar o download na loja de aplicativos do seu celular e concluir o novo cadastro. O processo é simples e garante acesso a todas as funcionalidades disponíveis na plataforma. Baixe o novo APP Austa Clínicas: iPhone (iOS): https://apps.apple.com/br/app/austa-clínicas/id6771174809 Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.austa.clinicas.app&pcampaignid=web_share

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