Arquivos Prevenção - Blog Austa

DAEM – A disfunção hormonal dos homens

[vc_row][vc_column][vc_column_text] DAEM - Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino A maioria dos homens prefere não pensar no assunto, ou o desconhece, mas a verdade é que todos vão chegar à fase do Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM) ou hipogonadismo, que muitos chamam de andropausa, o que não seria exatamente correto, já que, diferente das mulheres, para os homens não acontece a pausa na produção de hormônios, no caso testosterona, e sim a queda gradativa, que tem início por volta dos 40 anos e vai diminuindo 1% ao ano. Essa caída da testosterona pode causar desânimo, falta de libido, infertilidade, alteração de humor, aumento de gordura visceral, perda da massa muscular e até mesmo depressão, o que pode afetar a saúde e a qualidade de vida, por isso a importância de ter o acompanhamento de um especialista, que pode ser um urologista, endocrinologista ou clinico. Diante dos relatos de sintomas, o médico geralmente solicita uma série de exames para fechar o diagnóstico, entre eles estão: testosterona total, SHBG, albumina, estradiol, TSH, 25(OH) vitamina D, hemograma, PSA, TGO/TGP e prolactina. Nos casos onde a reposição hormonal é necessária, ela será feita por indicação e com acompanhamento de um especialista. Pois se for usada de forma errada, por quem busca apenas melhor desempenho sexual, mas está com níveis normais de testosterona, pode desencadear um desequilíbrio hormonal, afetando negativamente as funções do organismo, podendo levar, por exemplo, a uma atrofia dos testículos. Os baixos níveis também podem estar associados a várias doenças crônicas, porém pacientes sintomáticos, com diagnostico fechado, conseguem se beneficiar da reposição hormonal de testosterona. Portanto, monitorar os níveis de testosterona durante a idade adulta é importante e pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Exercícios físicos também ajudam a aumentar os níveis de testosterona, especialmente se forem de resistência, como a musculação. O tratamento da DAEM é feito com reposição hormonal, embora ele ainda cause dúvidas nos pacientes, pois mesmo alguns profissionais acreditam que isso pode levar ao câncer de próstata, mesmo não havendo estudos que comprovem. O que se sabe é que a reposição de testosterona estimula o crescimento da próstata. Por isso, é importante o acompanhamento médico, com realização periódica do toque retal e exames de sangue, para medir a dosagem da proteína PSA (Antígeno Prostático Específico), que indica a presença de possíveis tumores malignos na próstata. A reposição hormonal pode ser: injetável – tida como a mais eficiente (as mais modernas são feitas trimestralmente e não causa picos hormonias); oral – pouco utilizada devido a baixa eficácia comprovada; e transdérmica (aplicações de gel ou adesivos na pele) - também não causa picos hormonais, sendo possível individualizar as doses de acordo com os efeitos apresentados pelo paciente. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Dicas para controlar seu colesterol

[vc_row][vc_column][vc_column_text] O colesterol é um tipo de gordura presente nas células, que é fundamental para o bom funcionamento do organismo, desde que suas taxas estejam dentro dos limites ideais. O HDL conhecido como colesterol bom, deve estar acima de 40 mg/dL, sendo que o ideal é que seja maior de 60 mg/dL.  Já o LDL, conhecido como colesterol ruim, deve estar abaixo de 130 mg/dL, preferencialmente menor que 100 mg/dL. Em casos onde as taxas estejam desreguladas, o médico deve acompanhar cada quadro e indicar o melhor tratamento. O CIPS - Centro Integrado de Promoção à Saúde, da AUSTAclínicas, oferece um grupo de apoio aos pacientes com doenças crônicas, como o colesterol. É preciso estar sempre atento às variações do colesterol, pois ele é um dos desencadeadores dos problemas cardíacos. De qualquer forma, existem mudanças de hábitos relativamente simples, capazes de equilibrar as taxas, e proporcionar qualidade de vida. Acompanhe: • Quando o assunto é leite e derivados, troque as versões integrais pelas light. Falando em queijos, opte sempre pelos brancos, quanto mais amarelos, menos indicada a ingestão; • Abra espaço no seu cardápio para alimentos ricos em ômega 3. Peixes como sardinha, salmão e atum, são excelentes opções; • Diminua o consumo de carne vermelha, pois ela tem uma quantidade considerável de colesterol, especialmente cortes com mais gordura. Além disso, retire a gordura visível das carnes, isso ajuda a diminuir a quantidade de colesterol em aproximadamente 25%. No caso do frango, sempre retire a pele; • Substitua os óleos de soja, girassol e milho, pelo de canola e o azeite de oliva; • Evite ou, melhor ainda, pare de consumir frituras. Elas podem até ser saborosas, mas não trazem nenhum benefício para a saúde e ajudam a subir o colesterol ruim; • Substitua refrigerantes e sucos industrializados por sucos de frutas naturais; • Mortadela, salame, salsicha, presunto e carnes gordurosas deve ser evitados ou tirados do cardápio; • Manteiga, banha de porco, assim como produtos que esses ingredientes em suas bases, devem ser deixados de lado. Também afaste de sua dieta: sorvete, bolachas recheadas, bolos, tortas e fast food; • Para ajudar no controle do colesterol LDL (ruim) insira na sua dieta, ou consuma com mais frequência: alho, alcachofra, berinjela, cenoura, aveia, soja, vegetais verde-escuros, frutas, castanhas, entre outros; • Invista em atividades físicas. Fazer exercícios frequentemente faz as pessoas utilizarem suas reservas energéticas, o que ajuda a diminuir a gordura corporal e baixar o colesterol; e • Lembre-se que, colesterol elevado não apresenta sintomas, por isso é necessário fazer exames preventivos. Consulte sempre seu médico de confiança. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Controle seu colesterol

[vc_row][vc_column][vc_column_text] A Pesquisa Nacional de Saúde de 2014, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE (Instituto Nacional de Geografia e Estatística) mostrou que cerca de 40% da população adulta brasileira possui pelo menos uma doença crônica não transmissível, entre elas o colesterol. Essas doenças são responsáveis por mais de 72% das causas de mortes no Brasil. Já no caso do colesterol, um total de 12,5% da população, mais de 18 milhões de pessoas maiores de 18 anos apresentam taxas altas. Quando se fala em colesterol a impressão que se tem é que ele é de todo mal, mas na verdade trata-se de um tipo de gordura presente nas células, que é fundamental para o bom funcionamento do organismo, o problema é causado quando algumas taxas sofrem variações indesejadas, podendo levar a uma série de outros problemas. O colesterol total não deve ultrapassar 200 mg/dL. Ele se divide em: HDL, o chamado colesterol bom, que deve estar acima de 40 mg/dL, sendo que o ideal é acima de 60 mg/dL.  Para aumentar seus níveis é preciso perder peso e evitar a ingestão de gorduras; e LDL, o chamado colesterol mau, que deve estar abaixo de 130 mg/dL. Quando ele se altera acontece a formação de placas de gordura nas artérias, dificultando o fluxo sanguíneo podendo levar um enfarto. De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia há três causas para a alteração do colesterol: fator genético - quando o indivíduo possui genes que determinam essa alteração; alimentação - quem ingere alimentos gordurosos, com alto índice de colesterol, têm mais chances de sofrer com taxas altas; e doenças como hipotireoidismo, diabetes e nos rins. O corpo utiliza o colesterol para produzir vários hormônios, vitamina D e ácidos biliares que ajudam na digestão das gorduras. Cerca de 70% do colesterol é fabricado pelo nosso próprio organismo, no fígado, enquanto que os outros 30% vêm da dieta. É preciso estar atento e fazer exames regulares com o acompanhamento médico, pois o colesterol alto não apresenta sintomas. O tratamento é feito com o auxílio de medicamentos, mas também é necessária uma mudança de hábitos de vida. O CIPS - Centro Integrado de Promoção à Saúde, da Austaclínicas, oferece um grupo de apoio aos pacientes com doenças crônicas, como o colesterol. Pratique exercícios físicos regularmente, e invista em uma dieta com baixo teor de gordura. Além disso, abandone o hábito de fumar. Dê preferência a carnes brancas, especialmente peixes. Leite e iogurte devem ser desnatados e prefira o queijo branco fresco ou ricota. Também invista em fibras solúveis que estão na aveia, flocos de milho, frutas e verduras. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho

[vc_row][vc_column][vc_column_text] O Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho é comemorado em 27 de julho. De acordo com a Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes (ABPA), o Brasil foi o primeiro país a ter um serviço obrigatório de Segurança e Medicina do Trabalho em empresas com mais de 100 funcionários. Este passo foi dado no dia 27 de julho de 1972, por iniciativa do então ministro do trabalho Júlio Barata, que publicou as portarias 3.236 e 3.237, que regulamentavam a formação técnica em Segurança e Medicina do Trabalho e atualizando o artigo 164 da CLT. Por isto, a data foi escolhida para ser o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. Segundo informações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), os acidentes do trabalho são a causa da morte de dois milhões de pessoas por ano, em todo o mundo. O que significa mais mortes do que as ocasionadas pelo uso de drogas e álcool. O investimento em Segurança do Trabalho, no Brasil, veio de uma iniciativa do Banco Mundial em cortar os financiamentos para o Brasil, caso o quadro de acidentes de trabalho não fosse revertido. Estimativas da época apontam que, 1,7 milhão de acidentes ocorriam anualmente, e 40% dos profissionais sofriam lesões. Mas ainda é preocupante a quantidade de registros. Dados divulgados pela Previdência Social, em 2014, apontou mais de 700 mil acidentes anuais. Sendo assim, fica evidente que o Brasil precisa investir muito mais em prevenção, conscientizando os trabalhadores sobre os cuidados que devem ser tomados, e ampliando a fiscalização. A segurança do trabalhador deve ser uma preocupação tanto dos colaboradores, que devem ter um compromisso com sua saúde e qualidade de vida, não desejando passar dias em um leito de hospital; como da direção da empresa, já que uma pessoa afastada desfalca a equipe e causa prejuízos financeiros. O trabalhador tem o direito de exigir condições de trabalho e equipamento de segurança para desempenhar suas tarefas. Já o empregador deve fornecer os equipamentos necessários para o desenvolvimento de cada função, com segurança, além de fiscalizar e cobrar que os colabores utilizem. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

1 47 48 49 50 51 53
Newsletter
Newsletter

Assine nossa newsletter

Assine a nossa newsletter para promoções especiais e atualizações interessantes.


    Política