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A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é causada pelo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), que ataca as células de defesa do nosso corpo, deixando o organismo mais vulnerável a diversas doenças.
De acordo com o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, ligado à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, o HIV está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno, podendo ser transmitido de várias formas: sexo sem camisinha; de mãe infectada para o filho durante a gestação, parto ou a amamentação; uso da mesma seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa; transfusão de sangue contaminado; instrumentos cortantes não esterilizados.
Para evitar a contaminação, basta usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar seringa, agulha e outro objeto cortante. Segundo o Departamento, ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, podem transmitir o vírus a outros se não fizerem a prevenção citada acima.
Atualmente, o Brasil tem uma das maiores coberturas de tratamento antirretroviral (TARV) entre os países de baixa e média renda, com mais da metade (64%) das pessoas vivendo com HIV recebendo TARV, enquanto a média global em 2015 foi de 46% – segundo dados compilados pelo Unaids.
Dados do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde mostram que o crescimento de AIDS na juventude (15 a 24 anos) continua sendo uma preocupação. De 2005 a 2014 a taxa de detecção de casos de AIDS, entre pessoas de 15 a 19 anos mais que triplicou (de 2,1 para 6,7 casos por 100 mil habitantes) e entre os jovens de 20 a 24 anos, a taxa quase dobrou (de 16,0 para 30,3 casos por 100 mil habitantes).
Quando ocorre a infecção, o sistema imunológico começa a ser atacado. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos glóbulos brancos do sistema imunológico. São sintomas comuns: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.
De acordo com a Declaração dos Direitos Fundamentais da Pessoa Portadora do Vírus da AIDS: todo portador do vírus tem direito à assistência e ao tratamento, dados sem qualquer restrição, garantindo sua melhor qualidade de vida; ninguém tem o direito de restringir a liberdade ou os direitos das pessoas pelo único motivo de serem portadoras do HIV/Aids, qualquer que seja sua raça, nacionalidade, religião, sexo ou orientação sexual; todo portador do vírus tem direito à participação em todos os aspectos da vida social; todas as pessoas têm direito de receber sangue e hemoderivados, órgãos ou tecidos que tenham sido rigorosamente testados para o HIV.
Tratamento
Informações do portal Unaids apontam que o Brasil adotou, em 2013, novas estratégias para frear a epidemia de AIDS, oferecendo tratamento a todas as pessoas vivendo com HIV, independentemente de seu estado imunológico (contagem de CD4). O país vem simplificando e descentralizando o tratamento antirretroviral; aumentando a cobertura de testagem para HIV em populações-chave, entre outras iniciativas. Em relação ao total de pessoas estimadas vivendo com HIV, 87% estão diagnosticadas, 55% do total estão em tratamento; e 50% de todas as pessoas estimadas vivendo com HIV estão com carga viral suprimida (dados de 2015).
Fontes: Portal da Saúde – Ministério da Saúde; Portal Unaids – links prevenção combinada e estatística; e Portal AIDS do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, ligado à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde
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