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De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, sendo ainda um importante fator de risco para o desenvolvimento das doenças crônicas não transmissíveis, como câncer, doenças pulmonares e cardiovasculares. O vício é responsável por 30% das mortes por câncer de boca, 90% por câncer de pulmão (aumentando em 20 vezes a chance de desenvolver a doença comparando aos não fumantes), 25% por doença do coração, 85% por bronquite e enfisema e 25% por derrame cerebral.
Em todo o mundo são cerca de dois bilhões de fumantes, sendo que o fumo mata seis milhões de pessoas por ano (200 mil apenas no Brasil), 600 mil deles fumantes passivos, aqueles que não fumam, mas convivem com a fumaça do cigarro.
Abandonar o vício não é uma tarefa fácil e depende exclusivamente da decisão do fumante. Por isso, a USI AUSTA – Unidade de Saúde Integrada, da AUSTAclínicas, mantém o grupo +Atitude que auxilia pessoas que estão neste processo de eliminar o cigarro de suas vidas. Não tenha vergonha, peça ajuda.
O Instituto Nacional do Câncer (INCA) prevê que, em 2016, sejam registrados mais de 28 mil casos de câncer de pulmão. Por isso é importante ressaltar que, a fumaça do cigarro contém 4,7 mil substâncias tóxicas, entre elas o alcatrão com 40 compostos cancerígenos e a nicotina, que é causadora da dependência.
A notícia boa é o registro da diminuição, em 30,7%, do numero de brasileiros que fumam. Ainda assim, 10,8% da população segue com o vício.
Essa redução de fumantes no Brasil é resultado de uma série de ações, entre elas estão: aumento do preço dos cigarros; proibição da propaganda de cigarros fora dos pontos de vendas; e lei antifumo que proibiu o consumo de cigarros em locais de uso coletivo.
Por outro lado, o INCA constatou através de estudo, um aumento do consumo de cigarros industrializados de origem ilícita. Em 2008, 2,4% dos brasileiros consumiam esse tipo de cigarro e, em 2013, essa porcentagem subiu para 3,7%. O que mais preocupa os profissionais de saúde é que, se o cigarro já é nocivo, quando ilegal pode ter ainda mais produtos que causem danos à saúde.
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