Férias escolares significam que as crianças passarão maior tempo em casa. Com isso, é preciso que pais e cuidadores fiquem atentos em tempo integral, para evitar possíveis acidentes. Para ajudá-los nessa tarefa destacamos os principais acidentes envolvem crianças. Fique atento para preveni-los e saiba o que fazer caso acidentes aconteçam: Asfixia, engasgo e sufocamento são as principais causas de mortes em crianças de até 02 anos. Esse acidente acontece quando os bebês engolem pedaços muito grandes de alimentos ou objetos variados. Fique atento ao que as crianças colocam na boca. Caso ela afogue e comece a tossir espere para ver se consegue expelir sozinha o objeto. Se isso não ocorrer e a criança começar a ficar pálida, acione o resgate. As quedas são bastante comuns em crianças a partir dos 04 meses de idade. Fique atento com os bebês que começam a rolar e podem cair da cama ou trocador. Também é importante: manter as janelas travadas, telas de proteção, bloquear acessos às escadas e remover tapetes. Diante de uma queda segure a criança no colo, até que ela pare de chorar. Se ela apresentar sinais de desmaios, palidez, vômitos ou alterações no comportamento, procure ajude médica. Caso a criança esteja inconsciente acionar o socorro especializado. As crianças podem se afogar no mar, piscina, balde, banheira e até no vaso sanitário. Proteja piscinas, mantenha baldes e banheiras vazios e mantenha a porta do banheiro fechada. Em casos de acidentes, remova a criança o quanto antes do local e deixe-a deitada. Mantenha o corpo da criança aquecido, pois a hipotermia (baixa temperatura) agrava os sintomas do afogamento. Acione o socorro imediatamente. As queimaduras podem ser causadas por fogo, líquidos ou comidas quentes e eletricidade. Mantenha a criança longe da cozinha e área de serviço, bem como de tomadas e objetos que são mantidos pela eletricidade. Na queimadura com fogo, role a criança no chão para tentar apagar as chamas e, assim que estiver controlado, lavar com água e a conduza para o hospital. Se causada por água ou óleo quente, lave a área com bastante água corrente e busque ajuda de um profissional da saúde. Se o motivo é a eletricidade, comece desligando o interruptor, depois afaste a criança da corrente elétrica, com a ajuda de um cabo de madeira, ou você corre o risco de levar um choque também. Em seguida chame socorro. A intoxicação pode acontecer quando a criança ingere remédios, produtos de limpeza e higiene pessoal, ou algumas plantas. Mantenha tudo fora do alcance delas. Caso haja a ingestão, ligue imediatamente para o Centro de Controle de Intoxicação e descreva o que foi ingerido, e em qual quantidade. Enquanto a ajuda não chega, evite que a criança pule ou fique muito agitada. Ø Mantenha facas, tesouras, canivetes e outros materiais cortantes, fora do alcance das crianças. Cortes de pequena proporção devem ser lavados com água e sabão, para desintoxicar a ferida e remover bactérias. Se houver sangramento, pressione a área o máximo que puder e procure atendimento médico o mais rápido possível. Animais domésticos devem estar vacinados. E evite o contato muito próximo deles com criança menor de três meses. Diante de uma mordida, lave o local com água e sabão e procure atendimento médico. Se possível, observe o animal por 10 dias para ver se ele apresenta alguma doença ou mudança de comportamento. Atenção: ao se deparar com os mais variados acidentes, jamais faça manobras de ressuscitação se não estiver apto; também está proibido o uso de qualquer receita caseira para ingestão ou aplicação no local afetado. Diante de acidentes domésticos, sempre acione o socorro especializado. Fontes – sites: Sociedade Brasileira de Pediatria; G1 (link – notícias); Folha de São Paulo (link – cotidiano); revista Inova Saúde; Associação Brasileira de Defesa do Consumidor; e Repositório Comum.
Em geral, o número absoluto de novos casos de AIDS tem crescido no Brasil nos últimos anos, e esse aumento foi sentido em várias faixas etárias. É preciso conscientização para prevenir. AIDS tem crescido tem todas as faixas etárias A população com mais de 60 anos tem crescido nos últimos anos. Com isso, a chamada terceira idade está cada vez mais ativa, inclusive sexualmente. O preocupante é que, as infecções por AIDS também estão crescendo entre os maiores de 60 anos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2005, foram notificados 1.131 novos casos de AIDS, nessa faixa etária. Já em 2015, essa taxa subiu para 2.100 casos. As mortes em decorrência da doença passaram de 567 para 1.251, no mesmo período. Ou seja, tanto os novos casos de AIDS, quanto o número de óbitos, tem avançado. Especialistas acreditam que, a falta de campanhas de conscientização direcionadas a este público específico, bem como a resistência que os mais velhos têm em usar os preservativos, além da maior oferta de medicamentos que facilitem a vida sexualmente ativa dos idosos, são os fatores que contribuem para os números da AIDS subirem. No outro extremo estão os jovens, de 15 a 24 anos, onde a AIDS também cresceu. De 2006 a 2015, a taxa de detecção da AIDS entre jovens do sexo masculino, com idade entre 15 a 19 anos quase que triplicou, indo de 2,4 para 6,9 casos por 100 mil habitantes. Na faixa etária que vai dos 20 aos 24 anos, a taxa mais do que dobrou, passando de 15,9 para 33,1 casos por 100 mil habitantes. Enquanto aqui houve um aumento de 3% nos casos, entre 2010 e 2016, no mundo, houve uma contração de 11%. O registro de AIDS no Brasil passou de 47 mil novos casos em 2010 para 48 mil em 2016. AIDS Ter o HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) não é a mesma coisa que ter AIDS. São muitos os soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e desenvolver a doença, mas que podem transmitir o vírus. Essa transmissão pode acontecer por: relações sexuais desprotegidas, compartilhamento de seringas contaminadas, ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção. Pessoas que tiveram um comportamento de risco devem fazer o teste para saber se estão contaminados. Somente assim será possível acompanhar o quadro e evitar a contaminação de outras pessoas. O tratamento para o HIV tem registrado progressos notáveis. Segundo o relatório da UNAIDS existe um aumento significativo no acesso ao tratamento antirretroviral ao redor do mundo. Em 2000, apenas 685 mil pessoas vivendo com HIV tinham acesso ao tratamento. Em junho de 2017 esse número era de 20,9 milhões de pessoas. Procure sempre um medico de sua confiança e siga as orientações. Fontes – sites: Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde; UNAIDS; e Agência de Notícias da AIDS.
Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, um terço da população mundial está infectada pelo Mycobacterium tuberculosis, e corre risco de desenvolver a tuberculose. O Brasil integra o grupo de 22 países responsáveis por 82% do total de casos de tuberculose no mundo. Embora a doença possa ser prevenida e tratada, ainda mata cerca de 4,7 mil pessoas todos os anos no país. Transmissão da tuberculose Cada paciente com tuberculose, que não se trata, pode infectar de 10 a 15 pessoas por ano. Uma pessoa sadia pode pegar tuberculose pelo contato com uma pessoa doente. Quando o tuberculoso tosse, fala ou espirra, expele gotículas contaminadas com o bacilo. Quem estiver próximo, ao respirar, pode inspirar o bacilo para o seu pulmão. Não se pega tuberculose bebendo no copo ou utilizando o mesmo talher do paciente, desde que bem lavados. Pessoas com as defesas naturais comprometidas, como os diabéticos e portadores do vírus da AIDS, têm uma possibilidade maior de contaminação. Desnutrição, alcoolismo e o câncer também favorecem o desenvolvimento da tuberculose. Sintomas O principal sintoma da tuberculose é a tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro. Qualquer pessoa com esse sintoma deve procurar uma unidade de saúde para fazer o diagnóstico. Outros sintomas que podem ser apresentados são: cansaço excessivo e prostração; febre baixa geralmente no período da tarde; suor noturno; falta de apetite; emagrecimento acentuado; e rouquidão. Tratamento e Prevenção O tratamento da tuberculose é feito com a combinação de diferentes tipos de medicamentos. A duração é de seis meses e pode curar praticamente todos os casos. Porém, neste período, o tratamento não pode ser interrompido. Quando há um doente em casa é importante algumas ações para evitar a contaminação. Mantenha a casa limpa, ventilada e deixe o sol entrar. Quem está em tratamento de tuberculose deve manter uma boa alimentação. Uma forma de prevenção é a vacina BCG, obrigatória para menores de um ano, que protege as crianças contra as formas mais graves da doença. Quanto antes é feito o diagnóstico da tuberculose e iniciado o tratamento, menor será o risco de contágio. Passados 15 dias do início do tratamento, a pessoa já não transmite mais a doença. Procure sempre a orientação de um médico. Fontes – sites: Portal da Saúde (Ministério da Saúde); Portal Brasil (Governo do Brasil); Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose; e Sociedade Mineira de Pneumologia e Cirurgia Torácica.
É uma doença viral, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, mas para acabar com a dengue deve ser uma responsabilidade de todos. Conforme divulgado pelo Ministério da Saúde, estima-se que, em todo o mundo, ocorram 50 milhões de infecções por dengue, anualmente. No Brasil, atualmente, circulam quatro sorotipos da doença. Felizmente, no início de 2017, houve um recuo da dengue, de forma significativa. Segundo dados do Ministério da Saúde, até 15 de abril, foram notificados 113.381 casos prováveis de dengue em todo o país, uma redução de 90,3% em relação ao mesmo período de 2016, quando os números ultrapassaram um milhão. Vamos acabar com a dengue A conscientização da população, quanto à eliminação dos criadouros, foi fundamental para a queda da dengue. Se todos seguirem motivados na luta contra o Aedes aegypti, a dengue deve continuar diminuindo. No mesmo período também foram registradas as quedas da Zika, de 95,3%; e da Chikungunya, de 68,1%. A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que após picar uma pessoa doente, pode contaminar várias pessoas saudáveis, através de picadas. Por isso é tão importante acabar com os criadouros. Sem os mosquitos, não existe a contaminação pela dengue. Sintomas A dengue pode se apresentar de forma assintomática, com sintomas leves ou graves, podendo chegar ao quadro de hemorragia, que podem levar à morte. A primeira manifestação da dengue é a febre alta, de início abrupto, que geralmente dura de dois a sete dias. Também são sintomas comuns: dor de cabeça, no corpo e articulações; fraqueza; dor atrás dos olhos, erupção e prurido cutâneo. Perda de peso, náuseas e vômitos também são comuns aos doentes de dengue. Com a diminuição da febre (entre o terceiro e sétimo dia), o paciente pode evoluir para a cura, ou para a forma grave da doença, que pode levá-lo ao óbito. Fique atento para os seguintes sinais: dor abdominal intensa e contínua, ou dor a palpação do abdômen; vômitos persistentes; acumulação de líquidos (ascites, derrame pleural, pericárdico); e sangramento de mucosas. Caso apresente sintomas da dengue procure seu médico ou os serviços de saúde. Repouso e ingestão de líquidos, geralmente fazem parte do tratamento. Não existe um medicamento específico para combater o vírus ou prevenir a dengue. Prevenção A melhor maneira de prevenir a dengue é acabando com os criadouros do mosquito. Faça sua parte e não deixe água parada. Em áreas onde é grande a infestação do mosquito é indicado usar: repelentes, roupas que evitem deixar a pele exposta; mosquiteiros e inseticidas. Consulte o seu médico regularmente. CLIQUE AQUI E BAIXE NOSSO EBOOK COM INFORMAÇÕES, CUIDADOS E PREVENÇÃO Fontes – Sites: Portal da Saúde (Ministério da Saúde); e Portal Brasil (Governo do Brasil).