Austa reúne em mesa de debate ginecologista, oncologista, psicóloga e assistente social para debaterem informações valiosas sobre o câncer em mulheres. “Foi maravilhoso, muito instrutivo. Aprendi muita coisa que não sabia.” A opinião da cirurgiã-dentista Nuci Neida de Souza reflete o sentimento das cerca de 100 pessoas que participaram da mesa de debates com o tema “Câncer em mulheres - da Prevenção ao Tratamento”, promovida pelo Austa, no dia 21 de outubro, no auditório da Instituição. Por ter um parente com câncer, Nuci sabe muito sobre a doença, mas confessou ter aprendido muito sobre os direitos benefícios a que tem direito e os aspectos psicológicos. “Vou levar para a minha família o que aprendi aqui sobre as etapas por que passa nosso parente e o quanto podemos fazer por ele.” Durante duas horas, a plateia assistiu a palestras breves, porém bastante informativas de cinco profissionais convidados pelo Austa, o ginecologista Leandro Colturato, a oncologista Carla Maria de Oliveira Ferreira Martin, a psicóloga Gabriela Cartapati e o assistente social Adriano Prates. Dr. Leandro e Dra. Carla falaram sobre o câncer, a importância da prevenção, o diagnóstico e o tratamento. Em seguida, Gabriela falou sobre os estágios que atravessa a pessoa após saber ter câncer (a negação, o isolamento, a raiva, a barganha, a depressão e, por fim, a aceitação e esperança). A psicologia destacou também que não só o doente necessita de tratamento, como também a família, pois esta precisa estar em condições de ampará-lo. Adriano concluiu a série de palestras apresentando alguns dos muitos benefícios a que o doente de câncer tem direito como, por exemplo: Saque do FGTS e PIS/PASEP; Auxílio-doença; Quitação do financiamento do imóvel; Isenção do pagamento de IPVA e do ICMS e IPI na compra de veículo adaptado; Cirurgia de reconstrução mamária; Medicamentos, entre outros. Após as explanações, a enfermeira Maristela Maricato, gerente de Assistência do Austa Hospital e mediadora da mesa de debates, abriu para as perguntas da plateia. O evento foi transmitido online, ao vivo, através da página da AUSTAclínicas no Facebook. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text] Assista a Mesa de Debates [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width="1/2"][vc_column_text] 1ª Parte [/vc_column_text][vc_column_text][/vc_column_text][/vc_column][vc_column width="1/2"][vc_column_text] 2ª Parte [/vc_column_text][vc_column_text][/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text] O Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima que, em 2016, o Brasil registre mais de 596 mil novos casos de câncer. Mais de 300 mil irão atingir mulheres. O tipo de câncer mais incidente em ambos os sexos será o de pele não melanoma (175.760 casos novos, sendo 80.850 em homens e 94.910 em mulheres). Entre os tumores de pele, o tipo não-melanoma é o de maior incidência e mais baixa mortalidade. É mais comum em pessoas com mais de 40 anos, sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles já portadores de doenças cutâneas anteriores. Pessoas de pele clara, sensíveis à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vítimas. Chamando a atenção para o tema o Austa realiza, durante todo o mês de outubro, a campanha “Queremos que você se toque!” – para conscientizar sobre a importância da prevenção ao câncer em mulheres. Câncer de Pele Entre seus principais fatores de risco está a exposição aos raios ultravioletas do sol. Pessoas que trabalham sob exposição direta ao sol são mais vulneráveis a doença. Outros fatores de risco são a exposição a agentes químicos (arsênico) e a radiação ionizante, processo irritativo crônico (úlcera de Marjolin), genodermatoses (xeroderma pigmentosum, etc.). Para prevenir a doença evite se expor ao sol entre as 10 e 16 horas, e não esqueça de utilizar filtros solares, chapéus, guarda-sol e óculos escuros. Entre os sintomas estão: feridas na pele cuja cicatrização demore mais de quatro semanas, variação na cor de sinais pré-existentes, manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram. Nesses casos, procurar o quanto antes seu dermatologista. O câncer de pele não-melanoma pode apresentar dois tipos de diagnóstico: carcinoma basocelular; e o carcinoma epidermoide. Em ambos os casos, a cirurgia é o tratamento mais indicado. Porém, o carcinoma basocelular de pequena extensão pode ser tratado com medicamento tópico (pomada) ou radioterapia. Já contra o carcinoma epidermoide, o tratamento usual combina cirurgia e radioterapia. Melanoma O melanoma cutâneo tem predominância em adultos brancos. Seu prognóstico pode ser considerado bom, se detectado nos estágios iniciais. Além dos cuidados com a exposição solar, outros fatores de risco para a doença são: peleclara, história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, pinta escura, maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pele ao sol) e lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas. A manifestação do melanoma se dá após o aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares acompanhada de coceira e descamação. Em casos de uma lesão pigmentada pré-existente ocorre aumento no tamanho, alteração na coloração e na forma da lesão, que passa a apresentar bordas irregulares. A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer. Procure o médico da sua confiança e esclareça suas dúvidas. O Austa quer que você previna-se. Queremos que você se toque e seja feliz! Fontes – Sites: Instituto Nacional de Câncer (link – Tipos de Câncer) [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text] Alimentação Saudável A alimentação e a nutrição inadequadas são classificadas como a segunda causa de câncer que pode ser prevenida, segundo o site do Inca (Instituto Nacional de Câncer). São responsáveis por até 20% dos casos nos países em desenvolvimento, como o Brasil, e por aproximadamente 35% das mortes pela doença. Uma alimentação rica em frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, e pobre em alimentos ultra processados, como aqueles prontos para consumo ou para aquecer, e bebidas açucaradas, podem prevenir de três a quatro milhões de casos novos de câncer a cada ano, em todo o mundo. Caso a população adotasse uma alimentação saudável e a prática regular de atividade física, mantendo o peso corporal adequado, aproximadamente um em cada três casos, dos tipos de câncer mais comuns, poderiam ser evitados. Ou seja, para cada 100 pessoas com câncer, 33 casos poderiam ser prevenidos. Mantenha atividades físicas como parte da rotina diária, começando por aquelas que lhe deem prazer, como caminhar, andar de bicicleta, dançar e nadar. Quanto mais se movimenta o corpo, maior a proteção contra o câncer. A atividade física promove o equilíbrio dos níveis de hormônios, reduz o tempo de trânsito gastrointestinal, fortalece as defesas do corpo e ajuda a manter o peso corporal adequado. Com isso, contribui para prevenir contra o câncer de intestino, endométrio e mama. Procure fazer pelo menos 30 minutos de atividade física por dia. Obesidade Sobrepeso, obesidade e o ganho de peso na fase adulta estão associados a cânceres no esôfago, estômago, pâncreas, vesícula biliar, fígado, intestino, rins, mamas, ovário, tireoide, entre outros. Isso porque o excesso de gordura no corpo provoca um processo inflamatório e aumenta a produção de hormônios que podem causar danos às células, provocando ou acelerando o surgimento da doença. Bebidas Alcoólicas Bebidas alcoólicas não devem ser consumidas, pois favorecem o desenvolvimento de diversos tipos de câncer. Isso porque o etanol, em quaisquer quantidades, pode causar o desenvolvimento de câncer de boca, faringe, laringe, esôfago, estômago, fígado, intestino e mama (pré e pós-menopausa). Além disso, a combinação de álcool com tabaco aumenta a possibilidade do surgimento desse grupo de doenças. O médico da sua confiança é a melhor pessoa para analisar seu quadro geral de saúde, e orientá-lo sobre a prevenção de vários tipos de câncer. O Austa quer que você previna-se. Queremos que você se toque e seja feliz! Durante todo o mês de outubro, o Grupo AUSTA realiza a campanha “Queremos que você se toque!” – para conscientizar sobre a importância da prevenção ao câncer em mulheres. Uma das maneiras de prevenir o aparecimento da doença é manter uma alimentação equilibrada e a prática regular de uma atividade física. Fonte – Site: Instituto Nacional de Câncer (link – Prevenção e Fatores de Risco) [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text] De acordo com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, houve um avanço no número de doadores, do segundo para o primeiro trimestre de 2016, subindo de 13,1 pmp (por milhão de pessoas) para 14, sendo que o previsto para este ano é de 16 pmp. Atingir a meta ainda é um fato preocupante, pois os três estados mais populosos do Brasil – São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro – que reúnem 40% da população nacional, estão com essa taxa em níveis inferiores a 2015. Segundo o Ministério da Saúde, em 2015 foram feitos 23.666 transplante de órgãos, sendo 95% dos procedimentos realizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Destes, 13.793 foram de coração; seguidos pelos transplantes de rins, com 5.409. Porém, a fila de pessoas que precisam de um novo órgão para poder viver, segue grande. O primeiro semestre de 2016 fechou com 41.236 cadastrados no Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde. Entre eles, 25.077 em busca de rim; 12.686 a espera de uma córnea; e 2.193 precisando de um fígado. Para atender a demanda e salvar mais vidas, é necessário que se aumente o número de pessoas dispostas a doarem órgãos. E que, tendo esse desejo, a pessoa informe sua família, pois no momento de uma morte encefálica, ela será consultada pelo corpo clínico e ficará responsável pela autorização da retirada de órgãos saudáveis. Quando a família está ciente do desejo, geralmente atende ao pedido do doador. Também existem casos de doadores vivos, onde a própria pessoa pode assumir o desejo de doar, desde que, rigorosos exames feitos no doador e receptor, comprovem a compatibilidade. Pacientes vivos podem doar o rim, e partes do fígado, pulmão e medula óssea. Legalmente, os órgãos de pessoas vivas podem ser doados para parentes de até quarto grau e cônjuges, ou se houver autorização judicial. Morte encefálica Muitas pessoas ainda temem se declarar potenciais doadores de órgãos, devido à falta de informação sobre como é diagnosticada a morte encefálica, e dizem ter medo de que retirem seus órgãos, quando ainda estiver vivo, mas esse risco não existe. Morte encefálica é irreversível, e significa a parada total das funções cerebrais. Os exames são extremamente rigorosos e envolvem eletroencefalograma e angiografia. Mesmo com a falência do cérebro, outros órgãos continuam funcionado, sendo o momento de fazer a retirada para a doação. É importante destacar que, caso a família deseje acionar o seu médico de confiança para ter certeza do diagnóstico da morte encefálica, basta solicitar à equipe que estiver cuidando do paciente. A retirada dos órgãos acontece depois que a família assinar os documentos autorizando a doação. De um único doador é possível fazer a retirada de vários órgãos, e assim salvar a vida de diferentes pessoas. As retiradas mais recorrentes são de: coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea, vasos, pele, ossos e tendões. Seja um doador, avise a sua família. Fontes – Sites: Associação Brasileira de Transplante de Órgãos; Portal da Saúde; Portal Brasil (link Saúde); e Agência Brasil (link Notícias). [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]